É, aos poucos da para compreender o passado dos irmãos. Essas consequências das guerra são complicadas e triste. Anazak acabou ajudando distraindo a programação, mas, melhor parte de categoria 'uou', descobrir que ocultgard tem ligação com a terra através do Tales. Esse 'embate' deles, um tentando contestar o outro e suas razões, influenciar, hehe, legal, mas o maligno pegou num ponto fragilizado. O fluxo da mente para a realidade, mostrando o que acontece em ambos, é muito satisfatório, gosto de saber o que está acontecendo assim, em todos os lados que forem possíveis ( É minha curiosidade xD). O ponto de interrupção do Bravell da uma mudança de foco legal, e até me empolguei com Kay reagindo e todo aquele momento dele compreendendo que tava na ilusão, lembrando da irmã e ela compreendendo, adorável.
O final fantasioso foi ótimo, digo, todo o mistério, o processo, o desejo deles e descobrir a razão passada e como teve inicio essa coisa de maligno e impuro, ah, interessante. Mas olha, a descrição do momento e esse deus do destino dá um receio, não parece coisa boa não... Ainda mais preso (ou escondido) num lugar assim. Aliás, esse ambiente foi bem descrito.
Olá! Perdão a demora, meu fim de semana foi mais agitado do que eu imaginava.
Guerras geralmente não trazem nada de bom para ninguém, dor, ódio, ressentimento entre coisas piores, no caso dos órfãos indiretamente foi o pontapé inicial para seu caminho.
Sim, tem sim, fico contente que tenha se surpreendido com esse detalhe, gosto de embates, principalmente os ideológicos.
Rapaz esse fluxo deu muito trabalho kkkk mas que bom que ficou legal ^^, o Kay é um grande personagem, ele tem muita coragem de seguir adiante.
Esse final, eu adorei construir tudo isso, desde as descrições aos dialógos e caprichei bastante no ambiente ♥, feliz que tenha notado :) e apreciado também ^^
O próximo capitulo vai dar uma ligadura mais forte a essa relação entre Ocultgard e a Terra.
Não acredito que você deu esse tom zoeiro pra divindade. Ficou interessante! O Kai se levantando foi incrííível, a gente pode sonhar, mas não pode se deixar levar por ilusões, principalmente se isso tirar nosso caráter. E o negativo, hein? história pesada mas... justificável?
Estou adorando ver o Tales confiante, mostrando quem ele realmente é, quero só ver como ele virou o SF que a gente conhece ;)
Olá ^^
É, aos poucos da para compreender o passado dos irmãos. Essas consequências das guerra são complicadas e triste. Anazak acabou ajudando distraindo a programação, mas, melhor parte de categoria 'uou', descobrir que ocultgard tem ligação com a terra através do Tales. Esse 'embate' deles, um tentando contestar o outro e suas razões, influenciar, hehe, legal, mas o maligno pegou num ponto fragilizado. O fluxo da mente para a realidade, mostrando o que acontece em ambos, é muito satisfatório, gosto de saber o que está acontecendo assim, em todos os lados que forem possíveis ( É minha curiosidade xD). O ponto de interrupção do Bravell da uma mudança de foco legal, e até me empolguei com Kay reagindo e todo aquele momento dele compreendendo que tava na ilusão, lembrando da irmã e ela compreendendo, adorável.
O final fantasioso foi ótimo, digo, todo o mistério, o processo, o desejo deles e descobrir a razão passada e como teve inicio essa coisa de maligno e impuro, ah, interessante. Mas olha, a descrição do momento e esse deus do destino dá um receio, não parece coisa boa não... Ainda mais preso (ou escondido) num lugar assim. Aliás, esse ambiente foi bem descrito.
Por hoje é isso, logo vejo o próximo O/ até.
Olá! Perdão a demora, meu fim de semana foi mais agitado do que eu imaginava.
Guerras geralmente não trazem nada de bom para ninguém, dor, ódio, ressentimento entre coisas piores, no caso dos órfãos indiretamente foi o pontapé inicial para seu caminho.
Sim, tem sim, fico contente que tenha se surpreendido com esse detalhe, gosto de embates, principalmente os ideológicos.
Rapaz esse fluxo deu muito trabalho kkkk mas que bom que ficou legal ^^, o Kay é um grande personagem, ele tem muita coragem de seguir adiante.
Esse final, eu adorei construir tudo isso, desde as descrições aos dialógos e caprichei bastante no ambiente ♥, feliz que tenha notado :) e apreciado também ^^
O próximo capitulo vai dar uma ligadura mais forte a essa relação entre Ocultgard e a Terra.
Atê ^^
Não acredito que você deu esse tom zoeiro pra divindade. Ficou interessante! O Kai se levantando foi incrííível, a gente pode sonhar, mas não pode se deixar levar por ilusões, principalmente se isso tirar nosso caráter. E o negativo, hein? história pesada mas... justificável?
Estou adorando ver o Tales confiante, mostrando quem ele realmente é, quero só ver como ele virou o SF que a gente conhece ;)
Dei mesmo kkkk as zoeiras podem rolar em qualquer lugar kkkkk
Seu Kay tem um dos melhores arcos, ilusões nos prendem e nos limitam demais, se abandonarmos tudo, o que sobra no final?
O Negativo e o Tales são muito parecidos, mas uma escolha os faz diferentes.
O Tales confiante é uma coisa muito legal de se trabalhar, até mais que ele triste e melancólico, espero que se surpreenda ♥
Obrigado por tudo, te vejo depois :)