Muito obrigada pela leitura e por esse comentário tão lindo.
Eu me diverti muito escrevendo sobre o app da Patterson. O momento dos nascimentos é sempre especial, mas precisei focar mais na Tasha que estava numa situação mais tensa.
Jane é minha fave, como não demonstrar tudo que ela tem de bom? Adoro escrever momentos com ela, não só aqueles que ela acerta, mas também nos seus erros, afinal seres humanos são assim
Estou pedindo aos Céus um tempinho pra atualizar essa semana. Não vejo a hora de terminar essa história. As ideia estão lá martelando na cabeça. Até sonhei com o momento final.
Por favor, não me considere uma pessoa cruel, mas fico feliz em saber que despertei emoções nos meus leitores.
Quando nos tornamos mães, nosso maior medo passa a ser que qualquer coisa ruim aconteça àquele serzinho que está em nossos braços. O momento no qual nosso olhar se cruza com o deles é tão único e especial. Imagino o desespero de mães que estão diante da possibilidade de uma separação que ali dói mais que a ideia de sua própria morte. Vivi duas separações assim. Não desejo isso pra ninguém.
A maternidade é um momento lindo e complicado. Os primeiros dias são difíceis. Tudo pode transcorrer de forma tão natural, mas as coisas também podem se complicar. Nunca faltam pessoas dando palpites que mais atrapalham que ajudam. Patterson é sempre tão segura. Penso nisso como decorrência de sua profissão, mais ligada à exatas. Então imaginei esse momento para ela escapando à previsões calculadas. Tenso, mas ela tira de letra.
Jane. Ah, minha Jane. Minha fave. Sua trajetória é sempre tão sinuosa. Talvez, se ela fosse capaz de ser um bocadinho só mais egoísta, teria mais paz.
Você não imagina como cada comentário seu é especial para mim. Tão bom saber que você não desistiu dessa história.
Bem, você sabe que Jane é minha fave. É uma decisão muito difícil colocá-la diante de problemas desse tipo. Mas vejo ela como uma pessoa tão especial que será capaz de viver plenamente seu último trimestre de gestação e ser feliz apesar de mais esse problema.
Poxa, achei que você ia achar o capítulo legal. Rir um pouco, ficar tensa com a Tasha. Mas não imaginei essa reação. Se foi por causa do final, pode me xingar, eu mereço!
Jane colhe as consequências de seus atos de forma muito intensa. A partir daqui, ela terá uma família com Kurt. Sei que eles já tem filhos, mas grande parte da responsabilidade sobre Bethany está com Allie e Avery já é adulta. Com esse bebê é diferente. Ele depende totalmente do casal Jeller e precisa que seus pais estejam ali para ele plenamente. Para isso, em algumas ocasiões é preciso abrir mão de socorrer o resto da família. Uma lição que Jane aprenderá agora que seu mundo ficará por algum tempo resumido à mamãe e bebê.
Também foi muito divertido escrever essa parte do aplicativo. Na verdade, grande parte da culpa pela gravidez de Patterson reside na ideia de escrever esse momento.
Esse salto de tempo faz parte do arco da história. Logo teremos outros porque preciso de alguns meses à frente no encerramento da fanfic.
Esse final de capítulo trash estava no arco desde que projetei a história e eu nem sabia dos efeitos do ZIP naquela época. Originalmente, pensei em criar algum problema decorrente da gravidez. Mas já que o Gero nos deu o envenenamento, aproveitei.
Admiro demais a Jane e sei que ela encontrará uma forma de passar por esse momento difícil sem desistir de ser feliz, mesmo diante dessa limitação. Isso aconteceu com uma amiga minha na vida real e esse momento é, de certa forma, uma homenagem à ela. Sempre pensamos que se for pra acontecer algo assim é preferível a morte. Minha amiga prova com sua vida que não. Ela vive intensamente e é feliz apesar de não poder mais ouvir ou enxergar. Não posso contar detalhes porque muitos desses fatos reais vão aparecer nessa ficção.
Tô derrubada depois desse capítulo!!!
Rich com as três grávidas mais maravilhosas, momento mais engraçado e fofooo!!!
Jane amparando Tasha e Patterson, apoiando e dando os melhores conselhos... Owwwwn!!! Cada vez mais maravilhosa.
E esse final, fiquei tensa!!! Capítulo maravilhoso, como sempre, mal posso esperar pelo próximo!
Muito obrigada pela leitura e por esse comentário tão lindo.
Eu me diverti muito escrevendo sobre o app da Patterson. O momento dos nascimentos é sempre especial, mas precisei focar mais na Tasha que estava numa situação mais tensa.
Jane é minha fave, como não demonstrar tudo que ela tem de bom? Adoro escrever momentos com ela, não só aqueles que ela acerta, mas também nos seus erros, afinal seres humanos são assim
Estou pedindo aos Céus um tempinho pra atualizar essa semana. Não vejo a hora de terminar essa história. As ideia estão lá martelando na cabeça. Até sonhei com o momento final.
Você me fazendo chorar.
Tasha com medo do bebê ser retirado dela (proteja minha menina). Metida em confusão como sempre.
Patterson confusa com os primeiros dias com a bebê em casa, adaptação difícil.
Jane tendo que roubar o antidoto contra sua vontade e agora não está enxergando.
Muita confusão.
Lindo capitulo.
Por favor, não me considere uma pessoa cruel, mas fico feliz em saber que despertei emoções nos meus leitores.
Quando nos tornamos mães, nosso maior medo passa a ser que qualquer coisa ruim aconteça àquele serzinho que está em nossos braços. O momento no qual nosso olhar se cruza com o deles é tão único e especial. Imagino o desespero de mães que estão diante da possibilidade de uma separação que ali dói mais que a ideia de sua própria morte. Vivi duas separações assim. Não desejo isso pra ninguém.
A maternidade é um momento lindo e complicado. Os primeiros dias são difíceis. Tudo pode transcorrer de forma tão natural, mas as coisas também podem se complicar. Nunca faltam pessoas dando palpites que mais atrapalham que ajudam. Patterson é sempre tão segura. Penso nisso como decorrência de sua profissão, mais ligada à exatas. Então imaginei esse momento para ela escapando à previsões calculadas. Tenso, mas ela tira de letra.
Jane. Ah, minha Jane. Minha fave. Sua trajetória é sempre tão sinuosa. Talvez, se ela fosse capaz de ser um bocadinho só mais egoísta, teria mais paz.
Obrigada pela leitura.
Jane não consegue ver ou ouvir é pra chorar agora ou depois
O que mais gostei: Os bebês nascerão
Você não imagina como cada comentário seu é especial para mim. Tão bom saber que você não desistiu dessa história.
Bem, você sabe que Jane é minha fave. É uma decisão muito difícil colocá-la diante de problemas desse tipo. Mas vejo ela como uma pessoa tão especial que será capaz de viver plenamente seu último trimestre de gestação e ser feliz apesar de mais esse problema.
Obrigada pela leitura.
Eu não digo e nada, tô na merda
Poxa, achei que você ia achar o capítulo legal. Rir um pouco, ficar tensa com a Tasha. Mas não imaginei essa reação. Se foi por causa do final, pode me xingar, eu mereço!
Jane colhe as consequências de seus atos de forma muito intensa. A partir daqui, ela terá uma família com Kurt. Sei que eles já tem filhos, mas grande parte da responsabilidade sobre Bethany está com Allie e Avery já é adulta. Com esse bebê é diferente. Ele depende totalmente do casal Jeller e precisa que seus pais estejam ali para ele plenamente. Para isso, em algumas ocasiões é preciso abrir mão de socorrer o resto da família. Uma lição que Jane aprenderá agora que seu mundo ficará por algum tempo resumido à mamãe e bebê.
Achei muito engraçado o aplicativo criado pela Patterson. Muito a cara dela, rsrs.
Não esperava a Zapata e a Patterson terem já os filhos...
Mas o que me pegou mesmo foi esse final. Que que tá acontecendo com a Jane? Cega e surda? Quê?
Preciso do próximo capítulo logo!!!
Também foi muito divertido escrever essa parte do aplicativo. Na verdade, grande parte da culpa pela gravidez de Patterson reside na ideia de escrever esse momento.
Esse salto de tempo faz parte do arco da história. Logo teremos outros porque preciso de alguns meses à frente no encerramento da fanfic.
Esse final de capítulo trash estava no arco desde que projetei a história e eu nem sabia dos efeitos do ZIP naquela época. Originalmente, pensei em criar algum problema decorrente da gravidez. Mas já que o Gero nos deu o envenenamento, aproveitei.
Admiro demais a Jane e sei que ela encontrará uma forma de passar por esse momento difícil sem desistir de ser feliz, mesmo diante dessa limitação. Isso aconteceu com uma amiga minha na vida real e esse momento é, de certa forma, uma homenagem à ela. Sempre pensamos que se for pra acontecer algo assim é preferível a morte. Minha amiga prova com sua vida que não. Ela vive intensamente e é feliz apesar de não poder mais ouvir ou enxergar. Não posso contar detalhes porque muitos desses fatos reais vão aparecer nessa ficção.
Mais uma vez, muito obrigada por seu comentário.