Poxa, fiquri chateada da Márcia ter morrido, jurava que ela ia sobreviver e adotar o João no final... e o que aconteceu com ele depois disso tudo? Além do trauma que levou pra vuda inteira, é claro.
Gostei muito da história, foi bem interessante e realista, como se eu estivesse assistindo a um filme mesmo. Parabéns!
É aquela história... fic de terror tem que ter morte impactante. E outra... Rita é a verdadeira protagonista dessa história, o centro das atenções. Ela não dividiria com outra mulher.
João vai crescer sem os pais e sem a irmã. Foi bem marcante pra ele. Mas ele é um sobrevivente e tem que tocar a vida. A vida continua. O mundo continua.
Eu gostei bastante da história. Acho que por conta do limite de palavras e capítulos, algumas coisas aconteceram um pouco rápido demais e eu não consegui entender direito enquando estava lendo haha (especificamente sobre o Sepúlveda), mas ficou muito bom mesmo! Me parece que você conseguiu usar as palavras-chave no texto com bastante tranquilidade.
Olá. Obrigado pelo review e pela sua leitura. Sim, por conta do desafio, eu fui obrigado a resumir muita coisa. Acontece que preferi usar o enredo de Rita como drabble pois não dou conta mais de escrever longfics.
Sobre as palavras... sim, tranquilo. Já sou acostumado com isso desde o ano retrasado.
Muito obrigado pelo review. Espero que tenha aprendido como escrever drabble. Em outubro a Kori Hime lançará um desafio no grupo sobre isso. Te vejo lá.
Obrigado a você pela leitura. Ajudou bastante. Apesar de não ter sido o meu melhor potencial, ainda sim gostei do resultado. Rita foi colocada no papel exatamente como estava na minha mente. As 100 palavras atrapalha um pouco, pois não dá pra colocar o potencial do enredo. Mas a gente tenta, né?
Sua pergunta sobre a Márcia me chamou a atenção e me fez pensar. Talvez conseguir o apoio dela para ter a guarda das crianças, fazia parte do plano, Rita apenas não deixou isso claro.
Maria, coitada, até nem percebeu do que e por que havia morrido, tinha apenas seis anos.
Bom, é isso!
Obrigada por me convidar para ler esta drabble, confesso que senti arrepios em alguns capítulos kkk e fiquei bem assustada com a protagonista ou seria antagonista? Mais uma vez obrigada e...
O termo certo é protagonista, porque era a personagem principal da história. Assim como o Kira de Death Note era vilão e protagonista ao mesmo tempo.
Sim, tudo foi esquematizado na cabeça dela. E a Márcia foi uma peça manipulada para os seus planos ardilosos. Infelizmente quando a juíza vetou a guarda das crianças, elas já estavam de posse da assassina.
Maria foi a que deu mais pena. Coitada.
Foi um prazer tê-la como parceira de leitura. Eu sempre gosto quando isso acontece. No final do mês dá aquele alívio (digo no mês de outubro quando ocorre o desafio). E no fim eu conheço pessoas que trocarão de leitura comigo no futuro.
M
Mambo Hokage L F Anglo Angola
Veja-se que a Rita deixou um marco profundo na cidade e em seus moradores, será-lhes mui difícil de se esquecer.
Gostei-vos de como amarrou as poucas pontas soltas que ainda restavam . Jogaste uma luz sobre alguns dos personagens 'sobreviventes', e, com isto, nos resta o pensamento, será que conseguirão levar suas vidas normalmente, ou se todos estes incidentes os marcarão profusamente daqui por diante. Inclino-me mais para a segunda opção, com base no que tivemos a honra de ver em vosso texto. Agradeço em demasia por nos brindar com tal leitura.
Eu que agradeço pela sua leitura e comentário. Normalmente drabble só tem review na época do desafio.
Eu também me inclino para a sua segunda opção. Pelo menos com a criança sobrevivente. Ele estava sob fogo, no meio de uma espiral de violência. Ele não entendia pq a bisavó dele odiava-o. Apenas era o puro ódio. E Rita não separou uma coisa da outra. Se ela sofreu no passado, não são inocentes que devem pagar.
Poxa, fiquri chateada da Márcia ter morrido, jurava que ela ia sobreviver e adotar o João no final... e o que aconteceu com ele depois disso tudo? Além do trauma que levou pra vuda inteira, é claro.
Gostei muito da história, foi bem interessante e realista, como se eu estivesse assistindo a um filme mesmo. Parabéns!
É aquela história... fic de terror tem que ter morte impactante. E outra... Rita é a verdadeira protagonista dessa história, o centro das atenções. Ela não dividiria com outra mulher.
João vai crescer sem os pais e sem a irmã. Foi bem marcante pra ele. Mas ele é um sobrevivente e tem que tocar a vida. A vida continua. O mundo continua.
Beijos e até uma próxima.
A pacata cidade provavelmente nunca mais será a mesma... Rita deixou um rastro memorável para trás.
Espero que João e Sepúlveda consigam conduzir suas vidas e superar os acontecimentos daquela noite horrenda.
Muito obrigado. Foi uma boa experiência, né? Eu queria responder bem grande, mas a gente já se fala muito no privado então...
Olá!
Eu gostei bastante da história. Acho que por conta do limite de palavras e capítulos, algumas coisas aconteceram um pouco rápido demais e eu não consegui entender direito enquando estava lendo haha (especificamente sobre o Sepúlveda), mas ficou muito bom mesmo! Me parece que você conseguiu usar as palavras-chave no texto com bastante tranquilidade.
=)
Olá. Obrigado pelo review e pela sua leitura. Sim, por conta do desafio, eu fui obrigado a resumir muita coisa. Acontece que preferi usar o enredo de Rita como drabble pois não dou conta mais de escrever longfics.
Sobre as palavras... sim, tranquilo. Já sou acostumado com isso desde o ano retrasado.
Coitada da Rita.
Quer dizer,não, pera ai.
Se eu fiquei com medo de senhorinhas fofinhas? Claro que não, sou adulta...
...
Até mais o/
Atah... acredito. Hehe.
Muito obrigado pelo review. Espero que tenha aprendido como escrever drabble. Em outubro a Kori Hime lançará um desafio no grupo sobre isso. Te vejo lá.
Adorei! A pacata cidade sem dúvida terá uma notícia que perdurará por anos... Rita, a cidadã exemplar, uma assassina. Parabéns mais uma vez! bjs bjs
Obrigado a você pela leitura. Ajudou bastante. Apesar de não ter sido o meu melhor potencial, ainda sim gostei do resultado. Rita foi colocada no papel exatamente como estava na minha mente. As 100 palavras atrapalha um pouco, pois não dá pra colocar o potencial do enredo. Mas a gente tenta, né?
Olá
Sua pergunta sobre a Márcia me chamou a atenção e me fez pensar. Talvez conseguir o apoio dela para ter a guarda das crianças, fazia parte do plano, Rita apenas não deixou isso claro.
Maria, coitada, até nem percebeu do que e por que havia morrido, tinha apenas seis anos.
Bom, é isso!
Obrigada por me convidar para ler esta drabble, confesso que senti arrepios em alguns capítulos kkk e fiquei bem assustada com a protagonista ou seria antagonista? Mais uma vez obrigada e...
Até a próxima!!!
O termo certo é protagonista, porque era a personagem principal da história. Assim como o Kira de Death Note era vilão e protagonista ao mesmo tempo.
Sim, tudo foi esquematizado na cabeça dela. E a Márcia foi uma peça manipulada para os seus planos ardilosos. Infelizmente quando a juíza vetou a guarda das crianças, elas já estavam de posse da assassina.
Maria foi a que deu mais pena. Coitada.
Foi um prazer tê-la como parceira de leitura. Eu sempre gosto quando isso acontece. No final do mês dá aquele alívio (digo no mês de outubro quando ocorre o desafio). E no fim eu conheço pessoas que trocarão de leitura comigo no futuro.
Veja-se que a Rita deixou um marco profundo na cidade e em seus moradores, será-lhes mui difícil de se esquecer.
Gostei-vos de como amarrou as poucas pontas soltas que ainda restavam . Jogaste uma luz sobre alguns dos personagens 'sobreviventes', e, com isto, nos resta o pensamento, será que conseguirão levar suas vidas normalmente, ou se todos estes incidentes os marcarão profusamente daqui por diante. Inclino-me mais para a segunda opção, com base no que tivemos a honra de ver em vosso texto. Agradeço em demasia por nos brindar com tal leitura.
Eu que agradeço pela sua leitura e comentário. Normalmente drabble só tem review na época do desafio.
Eu também me inclino para a sua segunda opção. Pelo menos com a criança sobrevivente. Ele estava sob fogo, no meio de uma espiral de violência. Ele não entendia pq a bisavó dele odiava-o. Apenas era o puro ódio. E Rita não separou uma coisa da outra. Se ela sofreu no passado, não são inocentes que devem pagar.
Valeu, até a próxima.