Comentários em “Dragon Ball GT Kai”: “Ameäça interminável! O tsufurujin maldito se levanta dos ...”

ericyagami

Luta emocionante! Foi legal ver você mencionar o Rei Tsufurujin e criar um background para Baby baseado no que temos disponível no anime e em databooks. Me fez lembrar da época que escrevi Bardock Gaiden. É bem legal essa trama envolvendo Rei Vegeta e os Tsufurujins. Baby não pode sair do corpo de Bills porque fusão com um Deus é impossível de se desfazer ou é outro fator? Ou é pelo fato de Bills ter morrido enquanto Baby ainda estava o possuindo? O golpe final do Goku foi bem nostálgico. Agora iremos rumo ao capítulo final do arco, que creio deixará um gancho para o próximo!

FagnerLSantos

Como eu respondi a um leitor no Spirit, foi um enredo que eu gostei muito de escrever, foi uma guerra estúpida que levou a inúmeras consequências desagradáveis e tanto o Rei Vegeta como o Rei Elderu foram culpados pela falta de diálogo.
Agora vamos para as perguntas: Se você se lembra do enredo da história, deve se lembrar que Baby possuiu vários guerreiros antes de se instalar no Bills e nessas possessões e nas explicações dadas, ficou evidente que o Baby atua como um parasita no total sentido da palavra. Ele pode possuir o indivíduo de duas formas, a primeira é como parasita temporário, que foi como ele possuiu Jaco, Kuririn, #18, Gohan e #17. Nesse estado, Baby pode utilizar o poder do corpo em que está hospedado em sua totalidade, mas sem nenhum acréscimo de poder, podendo sair quando satisfeito ou quando achar necessário, sem maiores prejuízos (caso o Baby não deixe uma larva antes de sair, como foi o caso de Gohan). A segunda forma de possessão é como parasita permanente, que foi o caso do Bills e nesse estado, Baby não só tem acesso ao poder do indivíduo em sua totalidade, como também pode potenciá-lo ao máximo e na medida em que o tempo passa, Baby vai se instalando cada vez mais e mais no corpo de seu hospedeiro, aumentando seu poder e modificando até mesmo a aparência externa do mesmo. O lado negativo disso é evidente, Baby cria tantas raízes ao se hospedar que a união passa a ser permanente e o Baby não é capaz de deixar o corpo, se este ser morrer, ele passará a controlar um cadáver, se tornando um tipo de zumbi em decadência e que depois de um tempo, ficará sem ki, incapaz de usar os poderes que aquele corpo tinha quando vivo. Se Baby Bills continuasse vivo depois da morte de Bills, a própria ação do tempo mataria o Baby com a decomposição do corpo dele, ou seja, depois da união permanente, assim como Bills dependia dele para viver, Baby também passou a depender do corpo de Bills para continuar vivo, algo que ele ocultou de todo mundo. Em resumo, a possessão do Baby da DBGTKai é muito mais complexa e trabalhada do que a que vemos no GT original.
Sobre o golpe final do Goku, foi algo para diferenciar um pouco do costumeiro Kamehameha, essa técnica é meio que a versão canônica do Golpe do Dragão, é uma lástima que o Goku não voltou a utilizá-la (ele tentou usar ela para golpear o Sr. Popo no treinamento, mas creio que não conte como luta de verdade), então a ideia de trazê-a de volta veio bem a calhar!
No próximo capítulo, teremos as resoluções finais para encerrar essa saga.

I

Que foda esse capítulo! Por um momento agora nesse final achei que teria um Baby Vegeta kkkkkk

FagnerLSantos

Nah, eu nunca tive a intenção. Para mim, o Vegeta nunca deveria ser hospedeiro do Baby no GT original por conta de toda história do passado entre os tsufurujins e os saiyajins.
Que bom que gostou afinal, o próximo capítulo será o último da Saga Baby e novos arcos virão após isso!