Tem alguma coisa de autobiográfico nisso ou você só jogou sua raiva nisso? o.o Ficou interessante, mas deixa quem lê curioso. No que "ele se tornou" que a mãe tanto odeia? Boa história!
PS: A pontuação melhorou MUITO! Mas ainda há a escrita apressada dos erros de digitação, mas coisas bobas que não fazem tanta diferença! Você escreve bem!
Fico feliz por perceber que você descobriu essa forma de desestressar, aliviar a dor. Foi a escrita que sempre me segurou em seus braços diante das ilusões e desilusões. E posso dizer, ela é uma excelente companheira. ^^
Suicidio, nunca o verei como uma solução, e não sei como as pessoas conseguem fazer isso a si próprias... Claro,há casos em que eu sei que provavelmente o iria fazer, mas são tudo universos alternativos que nunca acontecerão,felizmente, o que não compreendo são a quantidade de adolescente que fazem isso por razões mesquinhas... No caso da história, a razão parece mais forte que isso mas ainda assim, não há uma pequena esperança de fazer com que as coisas se alterem a manter afastada a ideia de acabar com a vida?
Para não falar da vertente cientifica da coisa, o ser humano está programado para tentar sobreviver, não para se matar... Argh! Cada caso é um caso, né?
Nem todos têm força para seguir o que está progamado!
Por isso, realmente cada caso é um caso!^^
A
Alchem
E que alternativa!
Decerto que ela não se importava com ele. Talvez, por ser um fruto indesejado de uma aventura que escapou dos limites legais de uma política ou de uma religião... Talvez não...
Decerto é que ela não o queria, e que parecia gostar de deixar isso claro. Ou não?
nuss. bem forte, hmm?
mas voce escreve muitoi bem, amanda!
sucesso!
Thank you, girl!!!
ps: Por favor continue escrevendo!!!
Um pouco forte, mas interessante.
É terrível quando todos nos dizem que não deveríamos ter nascido...
Era melhor que ela tivesse abandonado ele, porque assim ele teria a esperança de encontrar alguém que se importasse com ele.
Com toda a certeza ele não merecia tamanho sofrimento!
Thank you for review!!!^^
hm, legal.. mei forte... mas é bom e você escreve muito bem. não vai ter continuação?
anyway, muito boa, eu gostei muito :}
Muito obrigada pelo review, senhorita!^^
eu ainda tenho muito a aprender...
Tem alguma coisa de autobiográfico nisso ou você só jogou sua raiva nisso? o.o Ficou interessante, mas deixa quem lê curioso. No que "ele se tornou" que a mãe tanto odeia? Boa história!
PS: A pontuação melhorou MUITO! Mas ainda há a escrita apressada dos erros de digitação, mas coisas bobas que não fazem tanta diferença! Você escreve bem!
Só tenho a agradecer, tais palavras são um maravilhoso incentivo!
Obrigada por tudo!^^
Fico feliz por perceber que você descobriu essa forma de desestressar, aliviar a dor. Foi a escrita que sempre me segurou em seus braços diante das ilusões e desilusões. E posso dizer, ela é uma excelente companheira. ^^
Concordo, a escrita realmente é uma ótima companheira!
Sempre me ajuda em momentos turbulentos de minha vida!
(digo isso pois estes estão em abundânia ultimamente^^)
Bjs!
SEM COMENTARIOS!!!
Não me pergunte porque!
'○'
Por que?
PS: E isso é o que então?
Thanks for review!
prefiro nao perguntar nd...
criança rebelde essa...
Realmente...
Obrigada por ler!!!^^
Escrever é sempre bom para aliviar a raiva.
Suicidio, nunca o verei como uma solução, e não sei como as pessoas conseguem fazer isso a si próprias... Claro,há casos em que eu sei que provavelmente o iria fazer, mas são tudo universos alternativos que nunca acontecerão,felizmente, o que não compreendo são a quantidade de adolescente que fazem isso por razões mesquinhas... No caso da história, a razão parece mais forte que isso mas ainda assim, não há uma pequena esperança de fazer com que as coisas se alterem a manter afastada a ideia de acabar com a vida?
Para não falar da vertente cientifica da coisa, o ser humano está programado para tentar sobreviver, não para se matar... Argh! Cada caso é um caso, né?
Bjs
Nem todos têm força para seguir o que está progamado!
Por isso, realmente cada caso é um caso!^^
E que alternativa!
Decerto que ela não se importava com ele. Talvez, por ser um fruto indesejado de uma aventura que escapou dos limites legais de uma política ou de uma religião... Talvez não...
Decerto é que ela não o queria, e que parecia gostar de deixar isso claro. Ou não?
Alchem ^^
E bom dia, pessoa ^^
Gosto de perceber o quento se envolves com o que lê!^^
Pode ser que sim, ou não!^^
Obrigada por ler!