Heyyyy! Depois de alguns meses, literalmente, retornei pra cá! Acho que já faz parte de mim esse negócio de acabar sumindo e só aparecer um tempo depois, sorry xD As obrigações da vida fora daqui me ocupavam cada vez mais, mas o que importa é que consegui terminar a facul e já ingressar na residência, aee! E agora estou aproveitando as férias devidamente :v
Acabei fazendo uma maratona de leitura aqui, com alguns capítulos enormes (padrão, né), mas que passavam num piscar de olhos. Nessas horas fico até pensando que deveria ter lido mais devagar pra aproveitar o gostinho. Mas, aaaaa eu amei tudo o que li, de verdade. Fui até falar novamente da história pra minha irmã, já imaginando como ficaria dividido em livro 1 e 2. Sou apaixonada pelos personagens e foi muito bom revê-los passando por demais situações e tentando superá-las.
O encontro da Anya com a mãe me deixou até sem palavras aqui na hora. Mds, foi uma das coisas mais bonitas que já li na vida. E a música combinando perfeitamente com o momento também. E fico extremamente feliz que deu tempo de haver o reencontro com o pai, senão ficaria com aquela sensação de que estaria faltando algo, ou o típico pensamento “como seria se...?”. Ainda bem que deu tudo certo entre eles ♥ E foi bem compreensível o medo e hesitação que a Anya estava sentindo antes de tudo acontecer.
O momento da Sarah com o Edgar também foi a coisa mais linda enquanto estavam na casa dos pais da Anya. Acho que aquele era um assunto que precisava ser logo discutido entre eles, principalmente para que a Sarah não ficasse imaginando mil e uma coisas em sua mente.
Nossa, mas eu morro de dó do Phillip, viu. Achei um pouco egoísta da parte da Anya não ter avisado nada para ele. Ok, sei que eles ainda estavam se encaixando, mas ele estava disposto a largar tudo por ela, aí a bonita não deu a mínima. Sim, vou defender meu baby até o fim mesmo. Mas preciso deixar claro o quanto sofri com a separação deles, já que era um casal lindo demais ♥ Eu fiquei em uma mistura de emoções aqui, porque xingava eles por estarem se atacando, mas também é um casal que eu quero sempre juntinho.
Nossa, a gente foi enganado direitinho aqui, hein. Todo mundo achando que a Anya e Sarah eram irmãs ou algo do tipo (pelo menos eu achava c_c), e elas são primas. Aí eu já até me arrumei na cadeira pro negócio fluir melhor. Aaa, amo quando é tudo tão bem pensado assim. Nossa, como eu amo essa história, socorro.
Geeente, acharam o dinheiro escondido! E graças ao Jacques maravilhoso. E olha, se eu já fico toda feliz aqui ao achar uma nota de 5 reais no bolso da calça, imagina eles lá. São coisas assim que me deixam com medo, sabe? Sempre há uma oscilação de situações assim aqui, então quando o negócio está tudo bem, eu já fico pensando no pior que está por vir e fico sofrendo por antecedência, infelizmente.
E eu já estava desconfiada da situação da Sarah. Óbvio, gente da área da saúde não pode ser um sintoma que já monta uma lista do que pode ser, socorro, hahaha. Óbvio que na hora eu já fiquei imaginando qual seria a reação do Edgar ao saber da notícia.
Ai, tadinho do Elliot sem saber ler, gente. Sei que foi uma coisinha mínima, mas acabou me tocando muito essa parte. Por mais que ele seja um personagem bem chatinho pra mim, ainda tenho alguns bons sentimentos guardados aqui por ele. :c E, olha, deixa eu falar. Certas coisas aqui vão acontecendo de maneira bem “sutil”, mas que a gente acaba entendendo melhor. Uns capítulos atrás o Jacques falou com o Elliot sobre ele sair dali e ir pra outro lugar, e é algo que deixa a gente até incrédula, mas agora ele tem a opção de ficar com a Anya. Btw, o Phillip queria aceitar o convite da Sarah, mas tinha prometido ficar com a Anya, mas como ela voltou para a casa dos pais, isso acabou abrindo um caminho para ele voltar a ser o Secretário Real. É o negócio de “há males que vêm para o bem”, literalmente.
O jeito que a Sarah contou da gravidez para o Edgar quebrou meu coração. Achei que ela faria uma “festa”, ou então ficaria super tímida para falar sobre aquilo. Mas também entendo, porque uma das coisas que ela mais amava, o reino, estava em risco de ser atacado, fora todas as outras obrigações de uma rainha. Era muita coisa rondando a cabeça da pobrezinha.
Cara, fala se o Phillip não é o orgulho da nação (literalmente), pf. Está tomando as rédeas, indo para as negociações, não para mais quieto. Só o que consigo sentir é orgulho. Sei que ele faz isso também tentando espantar a ociosidade, que provavelmente faria com que ele pensasse na Anya. E ele tem uns pensamentos bem extremos às vezes, né, hahah. Lembro de quando ele achou que estava ficando cego, pois não conseguia mais ler como antes. E agora acha que está ficando louco por causa da Anya/Délia, tadinho.
A despedida da Sarah com o Elliot c_c E é incrível como mesmo nesses momentos ele conseguia rebater como uma criança. Acabei pegando um pouco de raiva dele com o decorrer dos capítulos. Sei que ele está cheio de frustração, que a vida não é como ele queria, mas deu a impressão de que ele acabou não aceitando isso, ao contrário dos demais personagens. Mas é a vida que segue.
MEU DEUSSS!11!! Eu me arrepiei todinha com aquela parte final da Anya com o Phillip. Que casalzão, meus amigos. Amo demais! Achei tudo lindo, as descrições, o jeito como se encontraram (por mais que as circunstâncias não tenham sido as melhores para a Anya), como tudo se desenvolveu... Nossa, só amores nessa parte lindinha. Não me importaria em ler uma história protagonizada por eles (por mais que eles já tenham bastante destaque aqui também).
Mas é como eu falei, sempre tem a parte em que tudo está calmo, mas logo depois vem a bomba. Como assim a Evangeline é a mãe do Elliot? Qq tá acontecendo aqui, gente G_G Teve algum indício disso que eu perdi antes? E o Earnshaw? Mds, são tantas coisas que foram escondidas ao longo dos anos.
Meu deus, eu vi que a última atualização da história aconteceu há um mês, então tudo o que se passa pela minha mente agora é “que ela continue a escrever”. Até sofro em imaginar não ler mais nada de TQP, embora saiba que isso vai acontecer futuramente, já que estamos em reta final. :c Well, só me resta torcer para que um novo capítulo saia para que eu continue me apaixonada cada vez mais pela história. ♥
Menina do céu, parabéns pela conclusão do curso e pela aprovação na residência!! Desse jeito seus sumiços aqui ficam mais do que justificados, hehe~ Mas de coração, fico verdadeiramente feliz que tenha dado tudo certo para você, também estou nessa vibe de reta final do curso e essa foi justamente a razão pela qual a história ficou tantas semanas sem atualização. Eu vinha estudando num ritmo enlouquecido para o Exame da OAB e mesmo quando tirava um tempinho para relaxar, a escrita simplesmente não fluía! Daí não adiantava nada, não é? Logo depois fiz uma viagem de duas semanas e quando voltei, caí de paraquedas nas minhas fotos de formatura. Foram umas semanas bem corridas mesmo, mas hoje graças a Deus consegui finalizar o Capítulo 53 (está com a beta, que logo deve me devolver com as devidas correções) e ainda com a boa notícia de que deu tudo certo na prova da Ordem. É isso mesmo, agora The Queen's Path é o projeto de uma advogada e não mais de uma mera estudante de Direito! Espero que você e o Phillip esteja orgulhoso de mim nesse momento hahaha~ Mas chega de falar de mim, vamos aos comentários ~
Preciso confessar que sinto um alívio absurdo quando algum leitor me diz que os Capítulos passaram correndo. Eu sei que alguns deles são exageradamente grandes e que muita gente não gosta dessa forma de escrita, que tem dificuldades (ou até mesmo preguiça) de ler no computador algo tão extenso, mas como você bem sabe, tudo é muito necessário, às vezes de imediato, às vezes para capítulos futuros. Eu até poderia dividi-los, mas como a divisão da história é feita por dias, não é algo que faça muito sentido na minha cabeça. Então, eu sacrifico alguns leitores que com certeza desistem da história na hora que vêem a quantidade de palavras em prol de algo que considero lógico e de qualidade. Sou muito grata por todos aqueles que resistem heroicamente e continuam acompanhando a trajetória da Sarah e de todas as pessoas que fazem parte de sua vida. Obrigada, de coração ♥ Ah, eu adoraria saber como você pensa que seria essa divisão! Vivo me fazendo a mesma pergunta, mas confesso que nunca chego a conclusão alguma, já que tudo foi concebido para ser um livro único (embora a quantidade total de palavras torne esse sonho uma completa utopia por limitações físicas mesmo).
Ainda bem que você gostou da cena do reencontro porque vou te dizer, foi algo que me deu muito trabalho hahaha~ Eram muitos sentimentos para serem trabalhados ao mesmo tempo, tinha o receio de a cena não estar fluida como deveria, mas graças a Deus, depois de muitas tentativas e versões deletadas, chegamos a essa que agradou a mim e aos leitores. A melodia ficou por conta de uma amiga e leitora, pois eu mesma jamais conseguiria imaginar algo não poético e que se encaixasse tão bem na trajetória da Delia/Anya. Realmente, o encontro com o Oscar não podia faltar, ele e a Edeline são personagens que eu gosto bastante e que vão ser um pouco mais trabalhados nos capítulos finais.
Eu adoro essa cena do Edgar e da Sarah juntos (as duas, na realidade, tanto a da noite quanto a da manhã seguinte), porque já tinha muito tempo desde a última vez que os dois puderam efetivamente aproveitar da companhia um do outro, se despir das camadas de nobreza e serem só eles mesmos. Acho muito interessante trabalhar interações como essa, porque o relacionamento deles é bastante incomum, já que se casaram por uma mera imposição política e o amor acabou florescendo aos poucos, em meio a uma convivência tão conturbada. E sim, como a nossa Rainha é especialista em confabular coisas sem o menor fundamento, foi ótimo que tenham colocado tudo em panos limpos, de modo a não deixar quaisquer resquícios de dúvida para o futuro.
Aqui foi uma situação bastante complicada mesmo, porque a Anya já estava toda preocupada com a maneira como seria recebida pela família que acabou negligenciando os sentimentos do Phillip. Isso se deu também porque a maior parte ele age como se estivesse sob o controle de tudo, como se não fosse realmente afetado pelas coisas que acontecem ao seu redor. Em outras palavras, ele se blinda muito. Embora todas nós (inclusive a própria Anya) saibamos que isso não passa de uma máscara, acaba que é a imagem que prevalence e que gerou todo esse "mal entendido". Mas de certa forma foi bom, pois colocar um relacionamento tão prematuro dentro de uma conflito é também uma forma de fazê-los refletir sobre o que realmente sentem em relação ao outro.
Ah, mas o seu palpite chegou bem perto. Não só você, mas muitas outras pessoas apostavam em algum grau de parentesco, ou que elas tivessem sido trocadas no berço e a Anya fosse a herdeira legítima enquanto a Sarah era apenas uma plebeia. Teve também que apostasse que a Anya era a filha da Katherine com o Jacques, enquanto que a Sarah era filha dela com o Henrique. Foram muitas teorias e eu, é claro, me diverti horrores lendo todas elas hahaha~
Agora diz para mim, o sassy Jacques é a melhor face desse jardineiro maravilhoso, não é mesmo? Se a Evangeline não tivesse passado tantos anos tolhendo e recriminando ele, imagina quantas coisas ele poderia ter feito tanto pela Sarah quanto pelo reino? Ele é um dos meus personagens favoritos e acho que foi uma forma bastante inusitada de solucionar essa problemática do dinheiro perdido. Eu sei que estamos nos capítulos finais, mas você já sabe que guardo sempre algumas cartas na manga. Então, nada de achar que tudo foi resolvido e que agora teremos um "e viveram felizes para sempre" porque, bem, a vida não é assim (e meu estilo de escrita também não) KKKKKK~
Pois é, eu também fiquei com essa sensação de dó do Elliot quando escrevi essa cena. Embora ela tenha ficado com um ar meio cômico, acaba vindo junto aquele peso de perceber que ele é uma pessoa ainda mais vulnerável do que pensávamos. Ele foi um personagem meio que ""injustiçado"" ao longo da trama e eu mesma fiquei com um pouco de abusinho dele. Acho até que, por conta disso, não dei a ele o desenvolvimento e o destaque que merecia, deixando que a suas falhas ficassem em evidência, muito mais do que as suas virtudes. O Jacques queria que ele saísse dali não por não amá-lo ou por agora querer se dedicar exclusivamente a Sarah, não é isso. Ele próprio vive até hoje sob a sombra do passado, sempre meio perdido em devaneios do tempo em que a Katherine ainda era viva, cheio de remorso por não ter dado a atenção e proteção que ela merecia. Aos poucos, o Elliot estava fazendo o mesmo, sempre se lamentando por a Sarah ter escolhido se casar com o Edgar ao invés de fugir com ele. A grande diferença é que o Jacques não podia deixar a Sarah para trás, um impedimento que o Elliot não tem. Ele era um bom menino e por isso merecia ir buscar a felicidade em outro lugar, longe dali. Mesmo na hora de se despedir da Sarah, mesmo que já tivessem pedido desculpas um para o outro, ainda existem resquícios de mágoa no coração dele, algo que só vai ser curado quando ele sair daquele ambiente e deixar o passado definitivamente no passado.
Essa questão da gravidez da Sarah foi uma situação bastante delicada. Não tenho certeza se você vai lembrar, já que foi falado muitos capítulos atrás, mas tem uma cena (acredito que logo depois do acidente do Edgar com o cavalo), em que a Evangeline fica divagando quando vai vir o primeiro herdeiro. Só isso foi o suficiente para a Sarah desgostar da ideia como um todo, uma vez que nada na sua vida acontecesse por acaso, sempre existem regras e protocolos ditando cada etapa do que ela precisa viver. Como se isso já não bastasse, existem muitos outros fatores que justificam essa reação pouco entusiasmada dela, como o conflito com Greenwall, a descoberta de que ela não é efetivamente pertencente a Família Real, o julgamento do Conselho, a própria falta de referência de como agir quando se tornar mãe (algo que vou trabalhar melhor nos próximos capítulos) e, também, o medo de morrer no parto. Além de ser uma realidade na época em que a história era retratada, ela própria acredita até hoje que a Katherine morreu nessa circunstância (embora todos saibamos que isso foi obra do Allen). Em resumo, era muita coisa para ela digerir, de modo que foi impossível se sentir feliz e não apavorada com a notícia. Graças a Deus, nós temos o Edgar para servir de contrapeso perfeito, que ficou todo abobalhado com a notícia e que vai mover céus e terras para que nada de mal aconteça a elas ♥
Simm, o Phillip me mata de orgulho nessas horas! Eu estava com muito medo de escrever esse encontro dele com o Rei Alastair, mas no final das contas a coisa toda fluiu tão bem e de um jeito único, como quase sempre acontece com as cenas em que ele é o destaque. Ele é realmente um personagem exemplar e apesar do lado medroso e dramático, é também alguém mais do que competente para exercer as funções do cargo que ocupa. Uma salva de palmas para a decisão mais acertada da vida da Sarah, que foi nomear ele como Secretário Real, hahaha~
E até mesmo eu que não conseguia shippar o Phillip com a Anya estou me rendendo ao charme dos dois. É que tem sido muito divertido trabalhar a interação e a exploração dos sentimentos, fazer o Phillip descer um pouco desse pedestal de orgulho enquanto a Anya vai aos poucos recobrando a sua confiança na humanidade. Inclusive, vou te mandar uma coisa por meio de MP, porque isso aqui já está ficando grande demais. Espero que não se incomode :x
Olha, eu não vou saber apontar todos porque são muitos capítulos e acontecimentos, mas tiveram sim algumas pistas soltas ao longo da história dando indícios de que a Evangeline e o Earnshaw eram os pais do Elliot. Claro, tudo muuito sutil e que só seria possível perceber se alguém fizesse uma leitura direta de tudo. No primeiro capítulo, a Evangeline tem uma discussão com a Sarah onde diz que ela não foi abandonada e nem foi uma criança indesejada, muito diferente do Elliot. Também tem uma outra pista no Capítulo 24, vou até transcrever o trechinho para você aqui:
"Marco se limitou a grunhir para si mesmo enquanto revirava os olhos. Ele possivelmente tinha o amigo mais inflexível de todo o reino e tentar convencê-lo a mudar de ideia acerca de qualquer assunto era um trabalho que exigia tempo e paciência. Muita paciência. Ele não se recordava de Jacques ser tão teimoso e irredutível daquela maneira, ao passo que aquele tipo de atitude era bastante característica do velho Earnshaw".
É, eu sei, tudo muito sutil. Houveram outras pistas como essa, mas eu realmente não me lembro onde elas estão KKKKKKK Perdoa meus vacilos, não desiste de mim.
Pois é menina, já te expliquei a razão do meu sumiço, mas pode ficar sossegada que desistir de The Queen's Path é algo simplesmente inconcebível, ainda mais a essa altura do campeonato rs. Espero sim poder te encantar com meus personagens nesses últimos capítulos que faltam e que, de alguma maneira, você possa tirar grandes lições e inspirações daqui. Mil beijos, obrigada pela fidelidade na leitura e pelos comentários que me enchem de felicidade. Nos vemos em breve :*
Menina, aconteceu tanta coisa que fica difícil comentar. Quero muito ler o próximo!
A revelação do pai do Elliot foi intensa. Juro pra você, lendo as reações da Sarah eu fiquei exatamente igual ehueheueheuhe Se a Sarah arregalava os olhos, eu fazia o mesmo!!! Ficou surreal. Muito bem escrito.
Alias, sobre Anya e o jovem Chevalier ♥ fiquei muito feliz que tenham voltado, embora pareça que algo está prestes a acontecer com os dois. Não sei não...
Heyyyy! Depois de alguns meses, literalmente, retornei pra cá! Acho que já faz parte de mim esse negócio de acabar sumindo e só aparecer um tempo depois, sorry xD As obrigações da vida fora daqui me ocupavam cada vez mais, mas o que importa é que consegui terminar a facul e já ingressar na residência, aee! E agora estou aproveitando as férias devidamente :v
Acabei fazendo uma maratona de leitura aqui, com alguns capítulos enormes (padrão, né), mas que passavam num piscar de olhos. Nessas horas fico até pensando que deveria ter lido mais devagar pra aproveitar o gostinho. Mas, aaaaa eu amei tudo o que li, de verdade. Fui até falar novamente da história pra minha irmã, já imaginando como ficaria dividido em livro 1 e 2. Sou apaixonada pelos personagens e foi muito bom revê-los passando por demais situações e tentando superá-las.
O encontro da Anya com a mãe me deixou até sem palavras aqui na hora. Mds, foi uma das coisas mais bonitas que já li na vida. E a música combinando perfeitamente com o momento também. E fico extremamente feliz que deu tempo de haver o reencontro com o pai, senão ficaria com aquela sensação de que estaria faltando algo, ou o típico pensamento “como seria se...?”. Ainda bem que deu tudo certo entre eles ♥ E foi bem compreensível o medo e hesitação que a Anya estava sentindo antes de tudo acontecer.
O momento da Sarah com o Edgar também foi a coisa mais linda enquanto estavam na casa dos pais da Anya. Acho que aquele era um assunto que precisava ser logo discutido entre eles, principalmente para que a Sarah não ficasse imaginando mil e uma coisas em sua mente.
Nossa, mas eu morro de dó do Phillip, viu. Achei um pouco egoísta da parte da Anya não ter avisado nada para ele. Ok, sei que eles ainda estavam se encaixando, mas ele estava disposto a largar tudo por ela, aí a bonita não deu a mínima. Sim, vou defender meu baby até o fim mesmo. Mas preciso deixar claro o quanto sofri com a separação deles, já que era um casal lindo demais ♥ Eu fiquei em uma mistura de emoções aqui, porque xingava eles por estarem se atacando, mas também é um casal que eu quero sempre juntinho.
Nossa, a gente foi enganado direitinho aqui, hein. Todo mundo achando que a Anya e Sarah eram irmãs ou algo do tipo (pelo menos eu achava c_c), e elas são primas. Aí eu já até me arrumei na cadeira pro negócio fluir melhor. Aaa, amo quando é tudo tão bem pensado assim. Nossa, como eu amo essa história, socorro.
Geeente, acharam o dinheiro escondido! E graças ao Jacques maravilhoso. E olha, se eu já fico toda feliz aqui ao achar uma nota de 5 reais no bolso da calça, imagina eles lá. São coisas assim que me deixam com medo, sabe? Sempre há uma oscilação de situações assim aqui, então quando o negócio está tudo bem, eu já fico pensando no pior que está por vir e fico sofrendo por antecedência, infelizmente.
E eu já estava desconfiada da situação da Sarah. Óbvio, gente da área da saúde não pode ser um sintoma que já monta uma lista do que pode ser, socorro, hahaha. Óbvio que na hora eu já fiquei imaginando qual seria a reação do Edgar ao saber da notícia.
Ai, tadinho do Elliot sem saber ler, gente. Sei que foi uma coisinha mínima, mas acabou me tocando muito essa parte. Por mais que ele seja um personagem bem chatinho pra mim, ainda tenho alguns bons sentimentos guardados aqui por ele. :c E, olha, deixa eu falar. Certas coisas aqui vão acontecendo de maneira bem “sutil”, mas que a gente acaba entendendo melhor. Uns capítulos atrás o Jacques falou com o Elliot sobre ele sair dali e ir pra outro lugar, e é algo que deixa a gente até incrédula, mas agora ele tem a opção de ficar com a Anya. Btw, o Phillip queria aceitar o convite da Sarah, mas tinha prometido ficar com a Anya, mas como ela voltou para a casa dos pais, isso acabou abrindo um caminho para ele voltar a ser o Secretário Real. É o negócio de “há males que vêm para o bem”, literalmente.
O jeito que a Sarah contou da gravidez para o Edgar quebrou meu coração. Achei que ela faria uma “festa”, ou então ficaria super tímida para falar sobre aquilo. Mas também entendo, porque uma das coisas que ela mais amava, o reino, estava em risco de ser atacado, fora todas as outras obrigações de uma rainha. Era muita coisa rondando a cabeça da pobrezinha.
Cara, fala se o Phillip não é o orgulho da nação (literalmente), pf. Está tomando as rédeas, indo para as negociações, não para mais quieto. Só o que consigo sentir é orgulho. Sei que ele faz isso também tentando espantar a ociosidade, que provavelmente faria com que ele pensasse na Anya. E ele tem uns pensamentos bem extremos às vezes, né, hahah. Lembro de quando ele achou que estava ficando cego, pois não conseguia mais ler como antes. E agora acha que está ficando louco por causa da Anya/Délia, tadinho.
A despedida da Sarah com o Elliot c_c E é incrível como mesmo nesses momentos ele conseguia rebater como uma criança. Acabei pegando um pouco de raiva dele com o decorrer dos capítulos. Sei que ele está cheio de frustração, que a vida não é como ele queria, mas deu a impressão de que ele acabou não aceitando isso, ao contrário dos demais personagens. Mas é a vida que segue.
MEU DEUSSS!11!! Eu me arrepiei todinha com aquela parte final da Anya com o Phillip. Que casalzão, meus amigos. Amo demais! Achei tudo lindo, as descrições, o jeito como se encontraram (por mais que as circunstâncias não tenham sido as melhores para a Anya), como tudo se desenvolveu... Nossa, só amores nessa parte lindinha. Não me importaria em ler uma história protagonizada por eles (por mais que eles já tenham bastante destaque aqui também).
Mas é como eu falei, sempre tem a parte em que tudo está calmo, mas logo depois vem a bomba. Como assim a Evangeline é a mãe do Elliot? Qq tá acontecendo aqui, gente G_G Teve algum indício disso que eu perdi antes? E o Earnshaw? Mds, são tantas coisas que foram escondidas ao longo dos anos.
Meu deus, eu vi que a última atualização da história aconteceu há um mês, então tudo o que se passa pela minha mente agora é “que ela continue a escrever”. Até sofro em imaginar não ler mais nada de TQP, embora saiba que isso vai acontecer futuramente, já que estamos em reta final. :c Well, só me resta torcer para que um novo capítulo saia para que eu continue me apaixonada cada vez mais pela história. ♥
Olá, tudo bom?
Menina do céu, parabéns pela conclusão do curso e pela aprovação na residência!! Desse jeito seus sumiços aqui ficam mais do que justificados, hehe~ Mas de coração, fico verdadeiramente feliz que tenha dado tudo certo para você, também estou nessa vibe de reta final do curso e essa foi justamente a razão pela qual a história ficou tantas semanas sem atualização. Eu vinha estudando num ritmo enlouquecido para o Exame da OAB e mesmo quando tirava um tempinho para relaxar, a escrita simplesmente não fluía! Daí não adiantava nada, não é? Logo depois fiz uma viagem de duas semanas e quando voltei, caí de paraquedas nas minhas fotos de formatura. Foram umas semanas bem corridas mesmo, mas hoje graças a Deus consegui finalizar o Capítulo 53 (está com a beta, que logo deve me devolver com as devidas correções) e ainda com a boa notícia de que deu tudo certo na prova da Ordem. É isso mesmo, agora The Queen's Path é o projeto de uma advogada e não mais de uma mera estudante de Direito! Espero que você e o Phillip esteja orgulhoso de mim nesse momento hahaha~ Mas chega de falar de mim, vamos aos comentários ~
Preciso confessar que sinto um alívio absurdo quando algum leitor me diz que os Capítulos passaram correndo. Eu sei que alguns deles são exageradamente grandes e que muita gente não gosta dessa forma de escrita, que tem dificuldades (ou até mesmo preguiça) de ler no computador algo tão extenso, mas como você bem sabe, tudo é muito necessário, às vezes de imediato, às vezes para capítulos futuros. Eu até poderia dividi-los, mas como a divisão da história é feita por dias, não é algo que faça muito sentido na minha cabeça. Então, eu sacrifico alguns leitores que com certeza desistem da história na hora que vêem a quantidade de palavras em prol de algo que considero lógico e de qualidade. Sou muito grata por todos aqueles que resistem heroicamente e continuam acompanhando a trajetória da Sarah e de todas as pessoas que fazem parte de sua vida. Obrigada, de coração ♥ Ah, eu adoraria saber como você pensa que seria essa divisão! Vivo me fazendo a mesma pergunta, mas confesso que nunca chego a conclusão alguma, já que tudo foi concebido para ser um livro único (embora a quantidade total de palavras torne esse sonho uma completa utopia por limitações físicas mesmo).
Ainda bem que você gostou da cena do reencontro porque vou te dizer, foi algo que me deu muito trabalho hahaha~ Eram muitos sentimentos para serem trabalhados ao mesmo tempo, tinha o receio de a cena não estar fluida como deveria, mas graças a Deus, depois de muitas tentativas e versões deletadas, chegamos a essa que agradou a mim e aos leitores. A melodia ficou por conta de uma amiga e leitora, pois eu mesma jamais conseguiria imaginar algo não poético e que se encaixasse tão bem na trajetória da Delia/Anya. Realmente, o encontro com o Oscar não podia faltar, ele e a Edeline são personagens que eu gosto bastante e que vão ser um pouco mais trabalhados nos capítulos finais.
Eu adoro essa cena do Edgar e da Sarah juntos (as duas, na realidade, tanto a da noite quanto a da manhã seguinte), porque já tinha muito tempo desde a última vez que os dois puderam efetivamente aproveitar da companhia um do outro, se despir das camadas de nobreza e serem só eles mesmos. Acho muito interessante trabalhar interações como essa, porque o relacionamento deles é bastante incomum, já que se casaram por uma mera imposição política e o amor acabou florescendo aos poucos, em meio a uma convivência tão conturbada. E sim, como a nossa Rainha é especialista em confabular coisas sem o menor fundamento, foi ótimo que tenham colocado tudo em panos limpos, de modo a não deixar quaisquer resquícios de dúvida para o futuro.
Aqui foi uma situação bastante complicada mesmo, porque a Anya já estava toda preocupada com a maneira como seria recebida pela família que acabou negligenciando os sentimentos do Phillip. Isso se deu também porque a maior parte ele age como se estivesse sob o controle de tudo, como se não fosse realmente afetado pelas coisas que acontecem ao seu redor. Em outras palavras, ele se blinda muito. Embora todas nós (inclusive a própria Anya) saibamos que isso não passa de uma máscara, acaba que é a imagem que prevalence e que gerou todo esse "mal entendido". Mas de certa forma foi bom, pois colocar um relacionamento tão prematuro dentro de uma conflito é também uma forma de fazê-los refletir sobre o que realmente sentem em relação ao outro.
Ah, mas o seu palpite chegou bem perto. Não só você, mas muitas outras pessoas apostavam em algum grau de parentesco, ou que elas tivessem sido trocadas no berço e a Anya fosse a herdeira legítima enquanto a Sarah era apenas uma plebeia. Teve também que apostasse que a Anya era a filha da Katherine com o Jacques, enquanto que a Sarah era filha dela com o Henrique. Foram muitas teorias e eu, é claro, me diverti horrores lendo todas elas hahaha~
Agora diz para mim, o sassy Jacques é a melhor face desse jardineiro maravilhoso, não é mesmo? Se a Evangeline não tivesse passado tantos anos tolhendo e recriminando ele, imagina quantas coisas ele poderia ter feito tanto pela Sarah quanto pelo reino? Ele é um dos meus personagens favoritos e acho que foi uma forma bastante inusitada de solucionar essa problemática do dinheiro perdido. Eu sei que estamos nos capítulos finais, mas você já sabe que guardo sempre algumas cartas na manga. Então, nada de achar que tudo foi resolvido e que agora teremos um "e viveram felizes para sempre" porque, bem, a vida não é assim (e meu estilo de escrita também não) KKKKKK~
Pois é, eu também fiquei com essa sensação de dó do Elliot quando escrevi essa cena. Embora ela tenha ficado com um ar meio cômico, acaba vindo junto aquele peso de perceber que ele é uma pessoa ainda mais vulnerável do que pensávamos. Ele foi um personagem meio que ""injustiçado"" ao longo da trama e eu mesma fiquei com um pouco de abusinho dele. Acho até que, por conta disso, não dei a ele o desenvolvimento e o destaque que merecia, deixando que a suas falhas ficassem em evidência, muito mais do que as suas virtudes. O Jacques queria que ele saísse dali não por não amá-lo ou por agora querer se dedicar exclusivamente a Sarah, não é isso. Ele próprio vive até hoje sob a sombra do passado, sempre meio perdido em devaneios do tempo em que a Katherine ainda era viva, cheio de remorso por não ter dado a atenção e proteção que ela merecia. Aos poucos, o Elliot estava fazendo o mesmo, sempre se lamentando por a Sarah ter escolhido se casar com o Edgar ao invés de fugir com ele. A grande diferença é que o Jacques não podia deixar a Sarah para trás, um impedimento que o Elliot não tem. Ele era um bom menino e por isso merecia ir buscar a felicidade em outro lugar, longe dali. Mesmo na hora de se despedir da Sarah, mesmo que já tivessem pedido desculpas um para o outro, ainda existem resquícios de mágoa no coração dele, algo que só vai ser curado quando ele sair daquele ambiente e deixar o passado definitivamente no passado.
Essa questão da gravidez da Sarah foi uma situação bastante delicada. Não tenho certeza se você vai lembrar, já que foi falado muitos capítulos atrás, mas tem uma cena (acredito que logo depois do acidente do Edgar com o cavalo), em que a Evangeline fica divagando quando vai vir o primeiro herdeiro. Só isso foi o suficiente para a Sarah desgostar da ideia como um todo, uma vez que nada na sua vida acontecesse por acaso, sempre existem regras e protocolos ditando cada etapa do que ela precisa viver. Como se isso já não bastasse, existem muitos outros fatores que justificam essa reação pouco entusiasmada dela, como o conflito com Greenwall, a descoberta de que ela não é efetivamente pertencente a Família Real, o julgamento do Conselho, a própria falta de referência de como agir quando se tornar mãe (algo que vou trabalhar melhor nos próximos capítulos) e, também, o medo de morrer no parto. Além de ser uma realidade na época em que a história era retratada, ela própria acredita até hoje que a Katherine morreu nessa circunstância (embora todos saibamos que isso foi obra do Allen). Em resumo, era muita coisa para ela digerir, de modo que foi impossível se sentir feliz e não apavorada com a notícia. Graças a Deus, nós temos o Edgar para servir de contrapeso perfeito, que ficou todo abobalhado com a notícia e que vai mover céus e terras para que nada de mal aconteça a elas ♥
Simm, o Phillip me mata de orgulho nessas horas! Eu estava com muito medo de escrever esse encontro dele com o Rei Alastair, mas no final das contas a coisa toda fluiu tão bem e de um jeito único, como quase sempre acontece com as cenas em que ele é o destaque. Ele é realmente um personagem exemplar e apesar do lado medroso e dramático, é também alguém mais do que competente para exercer as funções do cargo que ocupa. Uma salva de palmas para a decisão mais acertada da vida da Sarah, que foi nomear ele como Secretário Real, hahaha~
E até mesmo eu que não conseguia shippar o Phillip com a Anya estou me rendendo ao charme dos dois. É que tem sido muito divertido trabalhar a interação e a exploração dos sentimentos, fazer o Phillip descer um pouco desse pedestal de orgulho enquanto a Anya vai aos poucos recobrando a sua confiança na humanidade. Inclusive, vou te mandar uma coisa por meio de MP, porque isso aqui já está ficando grande demais. Espero que não se incomode :x
Olha, eu não vou saber apontar todos porque são muitos capítulos e acontecimentos, mas tiveram sim algumas pistas soltas ao longo da história dando indícios de que a Evangeline e o Earnshaw eram os pais do Elliot. Claro, tudo muuito sutil e que só seria possível perceber se alguém fizesse uma leitura direta de tudo. No primeiro capítulo, a Evangeline tem uma discussão com a Sarah onde diz que ela não foi abandonada e nem foi uma criança indesejada, muito diferente do Elliot. Também tem uma outra pista no Capítulo 24, vou até transcrever o trechinho para você aqui:
"Marco se limitou a grunhir para si mesmo enquanto revirava os olhos. Ele possivelmente tinha o amigo mais inflexível de todo o reino e tentar convencê-lo a mudar de ideia acerca de qualquer assunto era um trabalho que exigia tempo e paciência. Muita paciência. Ele não se recordava de Jacques ser tão teimoso e irredutível daquela maneira, ao passo que aquele tipo de atitude era bastante característica do velho Earnshaw".
É, eu sei, tudo muito sutil. Houveram outras pistas como essa, mas eu realmente não me lembro onde elas estão KKKKKKK Perdoa meus vacilos, não desiste de mim.
Pois é menina, já te expliquei a razão do meu sumiço, mas pode ficar sossegada que desistir de The Queen's Path é algo simplesmente inconcebível, ainda mais a essa altura do campeonato rs. Espero sim poder te encantar com meus personagens nesses últimos capítulos que faltam e que, de alguma maneira, você possa tirar grandes lições e inspirações daqui. Mil beijos, obrigada pela fidelidade na leitura e pelos comentários que me enchem de felicidade. Nos vemos em breve :*
Menina, aconteceu tanta coisa que fica difícil comentar. Quero muito ler o próximo!
A revelação do pai do Elliot foi intensa. Juro pra você, lendo as reações da Sarah eu fiquei exatamente igual ehueheueheuhe Se a Sarah arregalava os olhos, eu fazia o mesmo!!! Ficou surreal. Muito bem escrito.
Alias, sobre Anya e o jovem Chevalier ♥ fiquei muito feliz que tenham voltado, embora pareça que algo está prestes a acontecer com os dois. Não sei não...
Fortes emoçoes!
Indo pro próximo