Comentários em “Meia Lua”: “Aqueles que esperaram”

Eduarda Viana

Assustada com esse exercíto vindo, a calmaria realmente durou tempo demais.

Adorei ver a Marina saindo,mesmo que isso tenha afetado muito elea e que ela tenha ficado doente (o que é pessimo pq algo me diz que eles vão precisar do lápis mágico), é bom ver que ela está interagindo melhor e se adequado ao grupo,além do fato que nós não tivemos como acompanhar o Mauro e o Cascão se tornando o que são, com a Marina vamos poder ver passo a passo qual doloroso pode ser ter que matar para sobreviver.

Essa dependência do Franja me preucupa, não vou mentir, algo me diz que eles vão precisar estar todos com a cabeça no lugar em breve,e se ver ela doente o deixou tão desperado imagina se ele tiver que manitorar ela em um "missão"?

Sobre suas notas:

A) Também acho que ele tinha muito era esperança(5 anos minha gente)

B) Imagino a cara de indignação da Marina vendo os meninos se despindo na porta e gritando: O que vcs acham q estão fazendo?

Capítulo maravilhoso como sempre♡

Bom Natal

N

Errata: Não foram cinco anos, e sim três (nisso que dá escrever notas de madrugada). Ainda assim é um bocado de tempo.

Os quatro sofreram muito pra aprender o que sabem hoje, e de certa forma Marina encontrou um caminho um pouco menos difícil, mas Franja ainda teme pelo que isso fará dela. Lembra como os quatro eram nas revistas, e o quanto estão desfigurados hoje.

Franja é dependente dela. Todos ficam preocupados com isso, mas não tem muito que possam fazer. Quando essa massa de obsessivos chegarem, ou se tiverem algum acidente com ela lá fora (Cássio perdeu uma perna e um braço nessas saídas. Em menos de um ano) tê-lo desesperado vai atrapalhar tudo.

Sobre as notas: Sim, Marina já encontrou os dois andando de cueca até o banheiro. Foi constrangedor (pra ela) e engraçado (pra eles, já tinha muito tempo que faziam aquilo), e a primeira coisa que desenhou no dia seguinte foi um chuveiro de acampamento ao lado da porta.

Muito obrigada pelos elogios, e tenha um bom Natal você também.

Themis Magalhães

Olá =)

Olha só uma possível tragédia vindo aí. Seria questão de tempo até que acontecesse, não? Ainda que esse tempo fosse anos, meses ou minutos, não há estabilidade nesse novo mundo e crer que há seria apenas enganar a si mesmo. A vida "confortável" que estão criando não durará para sempre, logo algo ruim vai acontecer (e essas dependências perigosas irão mostrar suas consequências). Ao mesmo tempo que adoraria ver sua descrição dos sentimentos dos personagens numa reação a essas consequências, devo admitir que ficaria triste de ler algo assim. Resumindo: estou ansiosa.

A cena entre o Fred e a Marina foi linda. De novo: é muito bom ver sentimentos bons descritos em meio a uma realidade tenebrosa como essa. A relação deles está cada vez mais bem construída, parabéns. Não nego que são um bom casal desde os quadrinhos, mas você está dando características novas e bem desenvolvida para os dois.

Interessante o comentário do Cássio sobre o tio.

Excelente capítulo, como sempre. Até o próximo =)



O que mais gostei: "Você está conversando comigo em cima de um colchão feito por um lápis mágico, durante um apocalipse zumbi só de vivos, num grupo de adolescentes que sobreviveu ao que governos e militares não conseguiram, e está procurando por algo lógico?"
N

Olá, Themis!

Sim, era uma questão de tempo. Esse mundo é instável, e essa horda pode levá-los ao limite.

Obrigada pelos elogios, e também gosto de descrever os dois juntos, apesar de todos os problemas. Também estou ansiosa pra ver a reação de vocês aos próximos capítulos.

Cássio tem pensado cada vez mais no tio, e se ele sobreviveu a todo o caos. Afinal, ele tinha poderes, tinha mais chance de sobreviver que qualquer outro. Interessante, não é? Até o próximo.