Comentários em “Glory and Gore”: “We let our battles choose us.”

Clarawr

amiga, esse capítulo............. na moralzinha..........

Eu odeio d+ o Wade sendo sonso e passador de perna e um fudido do caralho com a Clove 24/7. Essa brincadeirinha dele querer ir pra arena com a Clove dá um ÓDIO ainda mais mortal por ele, como se isso fosse um programa de casal pra estreitar laços kkkkkkkkkkkkkkkkk q ódio porraaaaaaa. Devido a tudo isso, eu entendo o Cato ter descido o sarrafo nele e até diria que concordo se não fosse tudo que Clove bem apontou, como por exemplo o fato de que Cato pode mesmo ter assinado seu suicídio decidindo pela porradaria com o rato do Wade. Apesar de, no que diz respeito a isso, eu me inclinar mais para o pensamento do Cato de que ele vai querer ir com a Clove mesmo e que se foda.

Eu gostei d+++++ quando vc fala que desde que virou uma vencedora a Clove se nomeou autoridade máxima pra ela mesma porque ela fica muito unapologetic kkkkkkkkkkkkkkkk isso faz ela fazer uns troços tipo dizer "bom infelizmente a minha vida já tá toda ajeitada e portanto não vai ser possível eu voltar pra arena não galera um beijo em todos" kkkkkkkkkkkkk e eu amo isso kkkkkkkkkkkk ao mesmo tempo, eu adoro como ela não ficou tão unapologetic durante a surra de Cato em Wade, embora tenha parecido que ela ficou para os dois coitados dos alunos da academia que tiveram que separar os dois cavalões. Eu gosto desse movimento de ambivalência da Clove, desse ir e vir e sobretudo dessa capacidade dela de atuar e encobrir as coisas tão bem (ainda que seja flagrada vomitando depois do babado todo).

E essa situação dos vitoriosos terem que escolher entre si quem vão, porraaaaaaaaaaaaaaa. Amiga isso dá mito pano pra manga. Muita treta. Muita baixaria. AMO. Eu gostei também de como vc coloca eles não tão ansiosos para voltar, diferente do que a gente esperaria, sendo eles do 2 e tudo o mais. Mostra que cada um tem as suas questões com a sua vitória, com os Jogos e com a Capital.

Amiga, eu sinto muito por tudo que estamos vivendo e espero de coração que tudo fique bem para você, para mim, para nós. Como você mesma colocou, o cuidado também é resistência. Viver feliz apesar de tudo também é resistir. Eu espero de coração que você consiga retornar a essa história se ela for o que realmente te faz feliz e, mais do que nunca, quero que você saiba o quanto o seu talento ajuda a fazer a existência de outras pessoas mais feliz, também. Obrigada pelo tempo que você dedica a criar essas histórias lindas e tão importantes, e eu espero mesmo que em algum momento você possa voltar. Mas se não der, também, tudo bem. Estaremos aqui ♥

Iulia
Iulia Autor

Oi amigaaaaa. Repare no tempo que demorei pra voltar depois de ter lido o último capítulo de Loyalty. Rapaz, aqueles rolos lá tão fazendo Glory and Gore parecer bem levinha kkkkkkkkkkkkk. Como bem sabemos, contudo, nesse universo aqui só tem DESGRAÇA né amiga.

Bora lá né: primeiro de tudo queria que o Wade MORRESSE. Simplesmente insuportável, mas uma personificação de todos os homens sebosos que infelizmente habitam em minha vida psíquica e na vida de toda mulher. O Cato descer a porrada nele nesse capítulo aqui foi bem catártico honestamente. Eu falto morrer escrevendo qualquer coisa sobre ele. Tudo a respeito das ideias dele sobre a Clove é PODY.

E assim, eu não sei exatamente o que vai rolar com essa surra aí porque eu já escrevi um tantão nessa historinha, mas chegou num ponto que LASCOU tudo. Esses personagens simplesmente NÃO EXISTEM depois do primeiro livros e não sei se tô conseguindo encaixar eles muito bem, amiga, sério. Primeiro porque eu só queria falar sobre eles em outro contexto, mas eles terem que interagir com esse contexto em vez de só um com o outro já não sei se concordo..... Afff e esses negócio de rebelião e não sei q não sei q lá. Legal e tudo, mas não é muito meu conceito. Aí eu pensei “bom isso daqui seria melhor se fosse uma one shot”. Mas eu também quero continuar falando sobre eles então vou precisar dar uma reformuladinha na fic etc. Um desabafo básico.

E a Clove, Clara kkkkkkkkkkkkkk amo ela demais. Parece muito a cara dela ser simplesmente NOJENTA assim e decidir coisas doidas porque decide que tem o poder para o fazer e é isso, que LIDEM. Essencial demais. Mas sobre esse ir e vir dela; tudo faz parte desse plano maligno de mostrar HUMANIDADE nesses personagens porque essa conversinha deles simplesmente serem doidos me irrita demais porque o 2 é todo FUDIDO e não dá pra saber o que é doença o que é ajuste à culturaaaaaaaaaa – bom amiga aqui já peço perdão pelo surto pois enjoada de certas coisas acerca de psicopatologia, o que é irrelevante mas não muito. Enfim. A Clove dá umas mascaradas, mas ela sente coisas, também. Eu quase sempre narro as atitudes dela de acordo com a forma que ela as percebe, mas quando, por exemplo, ela faz alguma coisa ou o Cato fala sobre ela já dá pra ver, né? Ela vomitando já fala muita coisa ou ela simplesmente chorando quando vai falar com o Cato sobre ele batendo no Wade e talvez indo pra arena por conta disso.... Então, sei lá, eu amo ela e é isso né.......

Amiga agora sem falta haverá alguns babados com essa história dos vitoriosos decidindo quem é que vai voltar pra arena. Quero confusão SIM. E sobre os vitoriosos não quererem voltar amiga, isso também faz parte de meu plano maligno mas de humanizar as pessoas do 2. Creio que é bem isso que você apontou, amiga, cada um tem suas questões com a Capital e com seus Jogos (aqui ecoando a máxima do nosso curso: cada um é cada um). E, sei lá, não consigo imaginar que tipo de circunstância poderia fazer algum deles achar que a arena é um lugar bom. Algum tipo de negação quanto ao caráter essencial dos Jogos pode funcionar, até porque o 2 tem essa historinha de honra e glória (que a Clove inclusive menciona lá nos primeiros capítulos como uma conversinha que às vezes cola às vezes não), mas daí a realmente se dispor a voltar pra arena e tudo, acho complicado. O Brutus quer, beleza, mas esse daí eu vou patologizar MESMOOOO.

E ô Clara, brigada mesmo, viu? Tu é um anjão. Eu vou sempre voltar aqui por conta de Loyalty, aí capaz que depois que eu ajeitar as coisinhas que eu preciso ajeitar aqui nessa historinha – se eu conseguir – eu volto. Tá sendo uma fase complicadinha, mas até que tá dando pra ir. Mas é capaz que eu volto, sim. Assim que esse capítulo sair eu volto porque eu gosto demais dessa história mesmo e escrever é tudo pra mim, então seguiremos. Força pra nós. Te amo e obrigadão ♥

Julio Santana

Essa coisa de gostar de homem dá um trabalho, né menina?!

Eu acho que o problema deles dois é a comunicação, eles precisam começar a abrir a boca pra conversar. Eu entendo que parte dessa omissão é porque um teme que o outro tome decisões completamente impulsivas e mal calculadas, mas vejamos... VAI TODO MUNDO MORRER! Não há como piorar.

Uma coisa que me deixou confuso foi a visão de Cato pensar que a Clove reage com imprudência ao ser desafiada, mas ela também é esperta o suficiente para farejar um desafio á distância, e se ela é tão indiferente ao Wade, ao mesmo tempo em que provoca ciúmes nele por duvidar da capacidade dela de cuidar dos irmãos caçulas, significa que ela só reage á desafios específicos, vindo de pessoas específicas, em contextos e circunstâncias extremamente específicos.

Novamente eu reforço á minha visão de que ela é guiada pelo instinto, e as necessidades de sobrevivência e ação dela estão restritamente ligadas ao Cato e coisas ao redor dele.

Enfim, até breve.

Iulia
Iulia Autor

DÁ TRABALHO DEMAIS, NUM É??!!

Clove já tá Saturada. Na moral, essa é uma cena que eu acho boa demais, a Clove paradinha vendo o Cato brigar pensando "q mico porém gostoso porém ódio desse otário". Relatable. Aqui trabalhamos com a famosa ambivalência, que aparece em tudooo.

É, eles precisam se comunicar mesmo. Mas eles não fazem isso porque eles nem sabem fazer. Também tem outro capítulo mais pra frente que fala bem disso, de que eles não sabem falar de coisas que não deviam existir no mundo deles. Então, é, dá pra falar de morte, de violência, de vingança, mas falar de SentimentosTM é complicado...... Falar abertamente quase denuncia que eles estão envolvidos, o que é uma coisa que eles não querem fazer de jeito nenhum, por isso o rolo com os irmãos do Cato e da Clove cuidando ou não deles, porque essa coisa do cuidar, do falar, evidencia o envolvimento que eles negam.

Ó, agora eu acho que a Clove não estava provocando o Cato no sentido literal da palavra. Eu acho que ela ficou mesmo meio chateada com ele falando que ela não podia chegar perto da irmã dele, mesmo que tenha sido ela que tenha cuidado dela enquanto ele estava nos Jogos etc. Acho que, mesmo num nível inconsciente, a Clove entendeu que o Cato estava negando ela, deixando claro que sabia que ela não era flor que se cheirasse, sabe. E aí, ela ficou ""brava", por conta dessa doideira aí.

Agora sobre o Wade, também é um personagem que eu falo mais um pouco pra frente, mas a Clove é indiferente a ele sim. Mas não é ao Cato. E é quase como se ela fosse cogitar ir porque o Wade chamou ela e o Cato ia ficar, sei lá, p***. Mas isso é só a hipótese que o Cato criou porque ele é muito Desconfiado da Clove, mas não acho que ela ia fazer isso de verdade não.

E SIM!! Clove é muito ligada ao instinto e mt ligada ao Cato quase de um jeito primitivo mesmo. OBRIGADAAA!