Desculpe pela demora, estava (e ainda estou) ocupada com algumas coisas aqui e o tempo para entrar no Nyah! está pouco. Mas aos poucos vou ler os capítulos. A história continua indo muito bem. Parabéns pela escrita.
Deixe-me ver se entendi: então, de fato, a viagem no tempo que fizeram foi inútil para a realidade deles? Não inútil por completo, já que salvaram aquela outra (creio eu), mas ainda assim, não mudaram o destino da sua própria? Uau, de verdade. Quando comecei a ler a história, imaginava um outro desenrolar, com eles enfrentando o médico e impedindo o desastre que tomaria conta da humanidade. Eu adorei o desvio, de coração.
A Marina cuida dos obsessivos? Adoraria saber como ela conseguiu sobreviver a eles a ponto de colocá-los em uma jaula.
Ps: meu coração quase parou quando vi o Mauro machucado (e aliás, excelente reação do Cássio. Adoro a relação desses dois).
Sim, eles conseguiram evitar o fim do mundo no outro passado, mas não no deles. Conseguiram trazer para o futuro várias coisas e materiais que os ajudaram bastante (Luca mandou praticamente uma lista de compras), mas o futuro deles não mudou.
É o contrário, Marina estava dentro da jaula, os obsessivos ao redor como tubarões. Como eles não iam embora, ela não pôde mais sair. Ela morria de medo deles, mas um ano é muito tempo, e ela acabava conversando com eles às vezes (como uma Síndrome de Estocolmo bem torcida). Um deles foi sua amiga Isadora, e ela meio que ainda gostava dela.
Marina entrou nas histórias da Mônica com um lápis mágico presente do pai. Com ele, ela pôde desenhar comida, bebida e alguma distração. Ela também desenhou a jaula, que os mantinha longe dela.
Também adoro a relação desses dois. É profunda e intensa, e já passaram por tanta coisa juntos que descrevê-la é uma das minhas alegrias nessa história.
Olá =)
Desculpe pela demora, estava (e ainda estou) ocupada com algumas coisas aqui e o tempo para entrar no Nyah! está pouco. Mas aos poucos vou ler os capítulos. A história continua indo muito bem. Parabéns pela escrita.
Deixe-me ver se entendi: então, de fato, a viagem no tempo que fizeram foi inútil para a realidade deles? Não inútil por completo, já que salvaram aquela outra (creio eu), mas ainda assim, não mudaram o destino da sua própria? Uau, de verdade. Quando comecei a ler a história, imaginava um outro desenrolar, com eles enfrentando o médico e impedindo o desastre que tomaria conta da humanidade. Eu adorei o desvio, de coração.
A Marina cuida dos obsessivos? Adoraria saber como ela conseguiu sobreviver a eles a ponto de colocá-los em uma jaula.
Ps: meu coração quase parou quando vi o Mauro machucado (e aliás, excelente reação do Cássio. Adoro a relação desses dois).
Vou correndo ler o próximo =)
Olá, Themis!
Sim, eles conseguiram evitar o fim do mundo no outro passado, mas não no deles. Conseguiram trazer para o futuro várias coisas e materiais que os ajudaram bastante (Luca mandou praticamente uma lista de compras), mas o futuro deles não mudou.
É o contrário, Marina estava dentro da jaula, os obsessivos ao redor como tubarões. Como eles não iam embora, ela não pôde mais sair. Ela morria de medo deles, mas um ano é muito tempo, e ela acabava conversando com eles às vezes (como uma Síndrome de Estocolmo bem torcida). Um deles foi sua amiga Isadora, e ela meio que ainda gostava dela.
Marina entrou nas histórias da Mônica com um lápis mágico presente do pai. Com ele, ela pôde desenhar comida, bebida e alguma distração. Ela também desenhou a jaula, que os mantinha longe dela.
Também adoro a relação desses dois. É profunda e intensa, e já passaram por tanta coisa juntos que descrevê-la é uma das minhas alegrias nessa história.