que capítulo. Tanto acontecendo, tantos momentos de peso, e tudo o que posso fazer é ir comentando aos poucos, começando do começo e devagarinho fazer meu caminho até o fim.
Primeiro, adorei como o primeiro POV é o do pequeno Jack, mesmo que brevemente, até trocarmos para Diana. Ficou muito bem feito, e acabou que foi mesmo um ótimo jeito de começar o capítulo??? Adorei demais. E tem umas quotes tão bonitas aqui???? Preciso confessar que amei.
Para citar apenas alguns exemplos:
"De seu posto, O furacão Murphy detinha sob as frestas azuis os capítulos atuais nas histórias de todos os seus companheiros. E, se mais poder lhe fosse concedido, sussurraria — como a consciência — aos ouvidos de cada um." Esse final, principalmente, achei maravilhoso.
E então, minha preferida, "Antonieta e Hector flertavam sob as estrelas e, por vezes, sobre as estrelas." Que coisa linda, pelo amor de Deus!!! Tinha que ser sobre o OTP, não é?
E então essa conversa entre Diana e Jack, que eu confesso não ter esperado amar tanto quanto amei. Gosto de como todos na fic tem algo a ser discutido sobre seu passado — é sobre as lembranças, afinal, como nos diz o título — mesmo que nos casos de alguns personagens o passado não seja necessariamente compartilhado. Aqui é, e, como sempre, temos a vontade de saber mais.
É interessante ver Jack assim tão quieto, desprovido de emoção, quando o conhecemos como naturalmente o é, e você trabalha muito bem os resquícios de seu tempo no Baú. Também como Diana reage a ele, e como os dois lidam com memórias do que já passaram. E há paralelos também no passado que não compartilham, no que sofreram e no conforto que encontraram em novos amigos e família.
E eu gosto muito do que Diana diz a ele sobre o Pérola, também.
Só para não fugir do assunto Diana e Jack, que, surpreendentemente, acho que acabou sendo o ponto alto do capítulo para mim, preciso dizer que também amei o final. E, falando sobre a estrutura do capítulo em si, ele ficou sim muito, muito bem feito.
Próximo ponto, nosso maior OTP: você me disse na resposta do meu review anterior que não esperava que o ponto a que eu desse mais destaque fossem os dois, e acho isso algo muito curioso no que o que nossos leitores mais amam não necessariamente é o que nós mesmas mais gostamos ao escrever. Acontece com todo escritor, eu acho, de estar muito orgulhoso de uma cena, ou personagem, ou trecho de diálogo, e acabar que nossos leitores não lhe deem tanta atenção, ou reparem em algo que para nós não era assim tão importante. Estamos inclusive estudando isso na faculdade (kudos pra mim por escolha de curso), como cada leitura é diferente e é afetada por infinitas coisas.
Aaaand i'm rambling.
Enfim, gostei muito de ver Hector e Mia nesse capítulo, também, juntinhos (my!! heart!!), conversando sobre o passado e trocando troças. E a emoção por detrás, também, ao falarem levemente sobre temas que são obviamente tão importantes. Eu amo um (1) casal !!! E ela o chamando de "meu capitão" AAAAAAAAAAA IM OVERFLOWING WITH FEELS !!!!!!
Mas então Antonieta percebe os corpos na água, e toda a cor deixa seu rosto, e para os leitores só resta um arrepio e a antecipação da cena de que nos lembramos do filme. Existe também a reflexão sobre a morte: como todos já a causaram, como lidam com ela, como sofrem com ela. (Temos mais mortes nos esperando no futuro, receio.)
É de quebrar o coração, como Elizabeth primeiro pensa que voltaram, e a realização final de que perdeu seu pai. A cena é tal qual no filme, mas muito, muito bem traduzida para o meio escrito, e dessa vez as Barbieri se também fora dela: mas não deixam de ser afetadas pelo que vêem. Não acho que seja possível presenciar algo assim e não se afetar, afinal.
E você trabalhou a ambientação muito bem — intercalando o desespero de Lizzie, as falas de seu pai, as observações e reflexões de Mia e Diana. Ficou maravilhoso, e é claro com todo o peso emocional que precisava ter.
Repito sobre como o final de encaixou bem, essas últimas palavras entre Diana e Jack, e você tem total razão em estar orgulhosa desse capítulo. Ele foi verdadeiramente incrível.
Ao som de "Scars" a música tema da Antonieta - muito dark - a gente inicia os trabalhos de 2019 e antes mesmo de digitar as primeiras palavras do capítulo, viemos aqui responder os últimos reviews. Que vergonha. Ia fazer quase um ano. UM ANO que vocês comentaram e eu absolutamente deixei vocês no vácuo. vergonha. desgraça. humilhação para toda uma raça. No entanto, me enche com um novo propósito lembrar as palavrinhas dos leitores sobre os últimos acontecimentos antes de prosseguir com as tretas - PORQUE HAVERÃO TRETAS.
Comecemos com gratidão. Vou falar aqui e vou falar com a Ceci. Eu sou tão grata por todo o apoio que recebi em 2018 quando decidi que iria reescrever Porto Venere. Tem sido uma jornada extra especial, como escritora, reencontrar estes personagens e conceder novas nuances às suas personalidades. Minha beta, que trabalhou comigo no processo original, mesma disse enquanto falávamos anteontem: o quanto essa nova versão nos permitiu um crescimento gigantesco e a história se tornou algo muito maior do que inicialmente pretendido. Os personagens se tornaram maiores pra nós e consequentemente pra vocês e estou extremamente feliz com tudo isso.
Julles, especialmente você, que ontem estava chamando a história de obra-prima; obrigada por tudo. Pelos reviews. Por escutar ideias, por dar ideias. Por ser uma amiga tão incrível e fonte de inspiração/risadas. I love you to pieces. Like, quando eu disse que o primeiro pov desse capítulo seria do little Jack e nós rimos, porque WHAT? kkkkkkkkk e daí foi mesmo e acabou sendo muito bom. Somente as nossas conversas rendem esses momentos de brainstorm funcionais. As quotes a que você se refere nem foram pensadas como momentos grandiosos da minha escrita kkk. Meu amigo, o Felippe, me disse uma vez que sempre dá para notar quando eu tento fazer uma grande quote e que geralmente, são as que eu simplesmente jogo na rodinha que conseguem atingir os alvos. Fico feliz que essa da Diana tenha funcionado dessa forma contigo. Diana is my little angel.
confesso que também não pretendia amar Jack e Diana tanto quanto amei. Claro, eu queria que ficasse realmente bom; que não fosse uma conversa muito imatura e houve reescrita do first draft até essa versão. No entanto, na first fic a relação deles ter sido de flerte é algo que me incomoda muito. Like: how did i allow it? Mas essa reescrita me permitiu um entendimento muito maior da Diana. Além de uma homenagem à minha beta, o nome é o nome romano de Ártemis e eu nunca havia parado para pensar nisso, até metade dessa reescrita. Talvez por isso a dinâmica dela com o Jack tenha se tornado um novo ponto de interesse e também de medo, porque não queria cometer os mesmos erros. Pelo visto, não cometi. Ainda kkk.
Também a forma como escrevi o Jack mais como a caricatura que o Johnny Deep faz dele nos outros filmes, sem me atentar ao potencial fornecido pelo primeiro filme e pelos livros e pelos headcanons do tumblr - GOD BLESS TUMBLR. É muito reconfortante que ele seja interessante para vocês agora, como deveria ser. Como talvez o Deep pretendia inicialmente na franquia. Gosto da amizade do Jack com algumas pessoas pontuais e acredito piamente que a Diana seria uma delas. Very much like Gibbs, eles dividem uma história de anos e se entendem, mesmo que não admitam isso. Acho certo que seja ela a chamar a atenção dele para as necessidades do grupo no momento. Ele não confia em muitos dos que estão ali. Will ainda é amigo? Elizabeth tentou matá-lo. Barbossa ainda é algo complicado. Antonieta é parte dele, então not trustworthy. Gibbs ainda não está pronto para ouvir essa parte da sua história. E ele não tem muita intimidade com os remanescentes. Diana é mesmo a única opção, porque ele sabe que ela também tem cicatrizes; ele mesmo causou uma delas.
Então, sim. A ideia dos lados da moeda entre Antoniossa também se aplica muito a eles.
A morte do pai da Lizzie é algo que, inicialmente, no filme, não significava tanto para mim. No entanto aqui, na reescrita, com toda a presença dos pais da Mia e entendendo como é CLARO que afetaria Elizabeth e todo o crescimento pelo qual ela passou, me pareceu apenas justo que fosse um momento honroso dela; algo mais para uni-la a Antonieta, já que na minha mente, o motivo para que elas se deem tão bem é quase o pararelo que Mia enxerga entra elas, faz entre elas constantemente. Então, que ótimo que esse capítulo foi bom e que estou me relembrando do porque kkkkk continuo orgulhosa.
Ah, minha amiga, que presente de aniversário mais lindo! Eu só lamento não tê-lo podido ler mais cedo... mesmo melancólico, me encheu de todos os sentimentos inimagináveis, e eu precisaria de um caderno para anotar, linha a linha ,todos os pontos que mais amei.
A noite é curta, no entanto, e, entre me derreter com suas notas finais e tentar fazer jus a esta história tão linda, tentarei ser breve.
A relação de Diana e Jack é algo que já havia comentado com você que gostaria de ver mais, e este capítulo me satisfez inteiramente: é maravilhosa a maneira como você consegue mantê-lo in character e, ao mesmo tempo, fazê-lo interagir com Diana com tanta naturalidade.
O diálogo dos dois ao começo e a reconciliação se arremetam de forma tão linda com a confissão de Diana ao fim que eu fiquei encantada; como Mia disse, este é o momento de resolver as pendências, por mais que a ideia deixe Barbossa incrédulo.
(Ainda com dó de seus testículos após o incidente com o leme. Ossos do ofício!).
Ver Barbossa e Mia lado a lado me enche de uma felicidade tão mansa e tão calma que é quase amor; ele lhe confessando a história por trás do apelido de Jack é, não obstante os dias passados desde a primeira vez em que tive o privilégio de ler a cena, verdadeiramente adorável, assim como a postura respeitosa que Mia mantém em relação a Margaret.
Eu a amo por isso, por respeitá-la e também a Barbossa e tudo o que os dois tiveram; amo demais, ainda por cima, a relação dos dois, agora, de reminiscências e cumplicidade. lovers to enemies to lovers again??? ICONIC hahahaha
A cena de Elizabeth me partiu o coração, o que, certamente, já era esperado... e a forma de Will detê-la o remendou e aqueceu inteiro. Nas notas finais, por outro lado, eu tive de sorrir como a boba que sou.
Muito, muito obrigada, minha amiga, por estar comigo ao longo desses anos todos ♥ Ainda aguardo, cheia de expectativa, o momento certo de te esmagar num abraço que talvez te faça arrepender por ter me enchido de amor esses anos todos.
Precisou do ano VIRAR pra eu vir até aqui e te responder, me perdoa, minha deusa. Você merecia uma amiga melhor. Cá estamos, porém, nesse começo de ano, enfrentando o mesmo monstro chamado OAB. Tenho convicção de que vai dar tudo certo. Março de 2019, okey, mas é sempre momento para: FELIZ ANIVERSÁRIO, CECÍLIA KKKKKKKK
Jack e Diana. Eu estava com tanto medo desses dois. Crushs na primeira versão da história e sem qualquer label de relação aqui. De fato, eu não sei dizer o que eles são, ao contrário de antoniossa que é friends to lovers to enemies and then to lovers again, Diana e Jack me parece ser algo que eu li no tumblr: que por ter sido traído pelo seu melhor amiGO, Jack tem uma desconfiança natural com homens e, portanto, consegue se abrir mais facilmente com mulheres; razão pela qual, quando ele está bêbado no primeiro filme, com a Elizabeth na ilha onde eles são abandonados pelo Barbossa, ele consegue se abrir de uma forma mais pura e poética com a Lizzie sobre o seu amor pela pirataria e pelo Pérola Negra. Então, sim, ele tentou um flerte com a Diana no passado - cruzou limites inimagináveis pra ela, por backstory dela reasons - e assim, nossa irlandesa resolveu "brincar" com a vida do Jack. Assim como a Elizabeth que matou o Jack.
Jack, no final de O Fim do Mundo, está deboas com a Lizzie e eu acho que isso me induziu muito a como seria essa conversa deles sobre "perdão". Ele, por si mesmo é um cara totalmente perceptivo, logo ele olha pra Diana e consegue enxergar as cicatrizes internas; e ela o mesmo com ele. Porém, ao contrário de antoniossa, em que esse espelho os atrai, diana e jack apenas estão ali e ok. Tamos aqui. No mesmo barco. Apenas. Jogamos umas cartas, se o trem apertar, a gente se entende e consegue reagir de uma forma legal pra salvar a galera, mas... não somos amiguinhos e ok.
A morte do pai da Elizabeth também partiu meu coração. Fico igualmente feliz que Will estava ali.
ana dearest,
que capítulo. Tanto acontecendo, tantos momentos de peso, e tudo o que posso fazer é ir comentando aos poucos, começando do começo e devagarinho fazer meu caminho até o fim.
Primeiro, adorei como o primeiro POV é o do pequeno Jack, mesmo que brevemente, até trocarmos para Diana. Ficou muito bem feito, e acabou que foi mesmo um ótimo jeito de começar o capítulo??? Adorei demais. E tem umas quotes tão bonitas aqui???? Preciso confessar que amei.
Para citar apenas alguns exemplos:
"De seu posto, O furacão Murphy detinha sob as frestas azuis os capítulos atuais nas histórias de todos os seus companheiros. E, se mais poder lhe fosse concedido, sussurraria — como a consciência — aos ouvidos de cada um." Esse final, principalmente, achei maravilhoso.
E então, minha preferida, "Antonieta e Hector flertavam sob as estrelas e, por vezes, sobre as estrelas." Que coisa linda, pelo amor de Deus!!! Tinha que ser sobre o OTP, não é?
E então essa conversa entre Diana e Jack, que eu confesso não ter esperado amar tanto quanto amei. Gosto de como todos na fic tem algo a ser discutido sobre seu passado — é sobre as lembranças, afinal, como nos diz o título — mesmo que nos casos de alguns personagens o passado não seja necessariamente compartilhado. Aqui é, e, como sempre, temos a vontade de saber mais.
É interessante ver Jack assim tão quieto, desprovido de emoção, quando o conhecemos como naturalmente o é, e você trabalha muito bem os resquícios de seu tempo no Baú. Também como Diana reage a ele, e como os dois lidam com memórias do que já passaram. E há paralelos também no passado que não compartilham, no que sofreram e no conforto que encontraram em novos amigos e família.
E eu gosto muito do que Diana diz a ele sobre o Pérola, também.
Só para não fugir do assunto Diana e Jack, que, surpreendentemente, acho que acabou sendo o ponto alto do capítulo para mim, preciso dizer que também amei o final. E, falando sobre a estrutura do capítulo em si, ele ficou sim muito, muito bem feito.
Próximo ponto, nosso maior OTP: você me disse na resposta do meu review anterior que não esperava que o ponto a que eu desse mais destaque fossem os dois, e acho isso algo muito curioso no que o que nossos leitores mais amam não necessariamente é o que nós mesmas mais gostamos ao escrever. Acontece com todo escritor, eu acho, de estar muito orgulhoso de uma cena, ou personagem, ou trecho de diálogo, e acabar que nossos leitores não lhe deem tanta atenção, ou reparem em algo que para nós não era assim tão importante. Estamos inclusive estudando isso na faculdade (kudos pra mim por escolha de curso), como cada leitura é diferente e é afetada por infinitas coisas.
Aaaand i'm rambling.
Enfim, gostei muito de ver Hector e Mia nesse capítulo, também, juntinhos (my!! heart!!), conversando sobre o passado e trocando troças. E a emoção por detrás, também, ao falarem levemente sobre temas que são obviamente tão importantes. Eu amo um (1) casal !!! E ela o chamando de "meu capitão" AAAAAAAAAAA IM OVERFLOWING WITH FEELS !!!!!!
Mas então Antonieta percebe os corpos na água, e toda a cor deixa seu rosto, e para os leitores só resta um arrepio e a antecipação da cena de que nos lembramos do filme. Existe também a reflexão sobre a morte: como todos já a causaram, como lidam com ela, como sofrem com ela. (Temos mais mortes nos esperando no futuro, receio.)
É de quebrar o coração, como Elizabeth primeiro pensa que voltaram, e a realização final de que perdeu seu pai. A cena é tal qual no filme, mas muito, muito bem traduzida para o meio escrito, e dessa vez as Barbieri se também fora dela: mas não deixam de ser afetadas pelo que vêem. Não acho que seja possível presenciar algo assim e não se afetar, afinal.
E você trabalhou a ambientação muito bem — intercalando o desespero de Lizzie, as falas de seu pai, as observações e reflexões de Mia e Diana. Ficou maravilhoso, e é claro com todo o peso emocional que precisava ter.
Repito sobre como o final de encaixou bem, essas últimas palavras entre Diana e Jack, e você tem total razão em estar orgulhosa desse capítulo. Ele foi verdadeiramente incrível.
Você é maravilhosa ♥
beijos e beijos,
júlia ♥
Volteeeeei
Agora pra ficaaaaar
Pois aqui é o meu lugaaaaaaaaaaar
Ao som de "Scars" a música tema da Antonieta - muito dark - a gente inicia os trabalhos de 2019 e antes mesmo de digitar as primeiras palavras do capítulo, viemos aqui responder os últimos reviews. Que vergonha. Ia fazer quase um ano. UM ANO que vocês comentaram e eu absolutamente deixei vocês no vácuo. vergonha. desgraça. humilhação para toda uma raça. No entanto, me enche com um novo propósito lembrar as palavrinhas dos leitores sobre os últimos acontecimentos antes de prosseguir com as tretas - PORQUE HAVERÃO TRETAS.
Comecemos com gratidão. Vou falar aqui e vou falar com a Ceci. Eu sou tão grata por todo o apoio que recebi em 2018 quando decidi que iria reescrever Porto Venere. Tem sido uma jornada extra especial, como escritora, reencontrar estes personagens e conceder novas nuances às suas personalidades. Minha beta, que trabalhou comigo no processo original, mesma disse enquanto falávamos anteontem: o quanto essa nova versão nos permitiu um crescimento gigantesco e a história se tornou algo muito maior do que inicialmente pretendido. Os personagens se tornaram maiores pra nós e consequentemente pra vocês e estou extremamente feliz com tudo isso.
Julles, especialmente você, que ontem estava chamando a história de obra-prima; obrigada por tudo. Pelos reviews. Por escutar ideias, por dar ideias. Por ser uma amiga tão incrível e fonte de inspiração/risadas. I love you to pieces. Like, quando eu disse que o primeiro pov desse capítulo seria do little Jack e nós rimos, porque WHAT? kkkkkkkkk e daí foi mesmo e acabou sendo muito bom. Somente as nossas conversas rendem esses momentos de brainstorm funcionais. As quotes a que você se refere nem foram pensadas como momentos grandiosos da minha escrita kkk. Meu amigo, o Felippe, me disse uma vez que sempre dá para notar quando eu tento fazer uma grande quote e que geralmente, são as que eu simplesmente jogo na rodinha que conseguem atingir os alvos. Fico feliz que essa da Diana tenha funcionado dessa forma contigo. Diana is my little angel.
confesso que também não pretendia amar Jack e Diana tanto quanto amei. Claro, eu queria que ficasse realmente bom; que não fosse uma conversa muito imatura e houve reescrita do first draft até essa versão. No entanto, na first fic a relação deles ter sido de flerte é algo que me incomoda muito. Like: how did i allow it? Mas essa reescrita me permitiu um entendimento muito maior da Diana. Além de uma homenagem à minha beta, o nome é o nome romano de Ártemis e eu nunca havia parado para pensar nisso, até metade dessa reescrita. Talvez por isso a dinâmica dela com o Jack tenha se tornado um novo ponto de interesse e também de medo, porque não queria cometer os mesmos erros. Pelo visto, não cometi. Ainda kkk.
Também a forma como escrevi o Jack mais como a caricatura que o Johnny Deep faz dele nos outros filmes, sem me atentar ao potencial fornecido pelo primeiro filme e pelos livros e pelos headcanons do tumblr - GOD BLESS TUMBLR. É muito reconfortante que ele seja interessante para vocês agora, como deveria ser. Como talvez o Deep pretendia inicialmente na franquia. Gosto da amizade do Jack com algumas pessoas pontuais e acredito piamente que a Diana seria uma delas. Very much like Gibbs, eles dividem uma história de anos e se entendem, mesmo que não admitam isso. Acho certo que seja ela a chamar a atenção dele para as necessidades do grupo no momento. Ele não confia em muitos dos que estão ali. Will ainda é amigo? Elizabeth tentou matá-lo. Barbossa ainda é algo complicado. Antonieta é parte dele, então not trustworthy. Gibbs ainda não está pronto para ouvir essa parte da sua história. E ele não tem muita intimidade com os remanescentes. Diana é mesmo a única opção, porque ele sabe que ela também tem cicatrizes; ele mesmo causou uma delas.
Então, sim. A ideia dos lados da moeda entre Antoniossa também se aplica muito a eles.
A morte do pai da Lizzie é algo que, inicialmente, no filme, não significava tanto para mim. No entanto aqui, na reescrita, com toda a presença dos pais da Mia e entendendo como é CLARO que afetaria Elizabeth e todo o crescimento pelo qual ela passou, me pareceu apenas justo que fosse um momento honroso dela; algo mais para uni-la a Antonieta, já que na minha mente, o motivo para que elas se deem tão bem é quase o pararelo que Mia enxerga entra elas, faz entre elas constantemente. Então, que ótimo que esse capítulo foi bom e que estou me relembrando do porque kkkkk continuo orgulhosa.
Obrigada por tudo, meu amor.
Bjos
Ana.
Ah, minha amiga, que presente de aniversário mais lindo! Eu só lamento não tê-lo podido ler mais cedo... mesmo melancólico, me encheu de todos os sentimentos inimagináveis, e eu precisaria de um caderno para anotar, linha a linha ,todos os pontos que mais amei.
A noite é curta, no entanto, e, entre me derreter com suas notas finais e tentar fazer jus a esta história tão linda, tentarei ser breve.
A relação de Diana e Jack é algo que já havia comentado com você que gostaria de ver mais, e este capítulo me satisfez inteiramente: é maravilhosa a maneira como você consegue mantê-lo in character e, ao mesmo tempo, fazê-lo interagir com Diana com tanta naturalidade.
O diálogo dos dois ao começo e a reconciliação se arremetam de forma tão linda com a confissão de Diana ao fim que eu fiquei encantada; como Mia disse, este é o momento de resolver as pendências, por mais que a ideia deixe Barbossa incrédulo.
(Ainda com dó de seus testículos após o incidente com o leme. Ossos do ofício!).
Ver Barbossa e Mia lado a lado me enche de uma felicidade tão mansa e tão calma que é quase amor; ele lhe confessando a história por trás do apelido de Jack é, não obstante os dias passados desde a primeira vez em que tive o privilégio de ler a cena, verdadeiramente adorável, assim como a postura respeitosa que Mia mantém em relação a Margaret.
Eu a amo por isso, por respeitá-la e também a Barbossa e tudo o que os dois tiveram; amo demais, ainda por cima, a relação dos dois, agora, de reminiscências e cumplicidade. lovers to enemies to lovers again??? ICONIC hahahaha
A cena de Elizabeth me partiu o coração, o que, certamente, já era esperado... e a forma de Will detê-la o remendou e aqueceu inteiro. Nas notas finais, por outro lado, eu tive de sorrir como a boba que sou.
Muito, muito obrigada, minha amiga, por estar comigo ao longo desses anos todos ♥ Ainda aguardo, cheia de expectativa, o momento certo de te esmagar num abraço que talvez te faça arrepender por ter me enchido de amor esses anos todos.
Te amo demais demais demais ♥
Muitos e muitos beijos ♥
Oi, Ceci,
Precisou do ano VIRAR pra eu vir até aqui e te responder, me perdoa, minha deusa. Você merecia uma amiga melhor. Cá estamos, porém, nesse começo de ano, enfrentando o mesmo monstro chamado OAB. Tenho convicção de que vai dar tudo certo. Março de 2019, okey, mas é sempre momento para: FELIZ ANIVERSÁRIO, CECÍLIA KKKKKKKK
Jack e Diana. Eu estava com tanto medo desses dois. Crushs na primeira versão da história e sem qualquer label de relação aqui. De fato, eu não sei dizer o que eles são, ao contrário de antoniossa que é friends to lovers to enemies and then to lovers again, Diana e Jack me parece ser algo que eu li no tumblr: que por ter sido traído pelo seu melhor amiGO, Jack tem uma desconfiança natural com homens e, portanto, consegue se abrir mais facilmente com mulheres; razão pela qual, quando ele está bêbado no primeiro filme, com a Elizabeth na ilha onde eles são abandonados pelo Barbossa, ele consegue se abrir de uma forma mais pura e poética com a Lizzie sobre o seu amor pela pirataria e pelo Pérola Negra. Então, sim, ele tentou um flerte com a Diana no passado - cruzou limites inimagináveis pra ela, por backstory dela reasons - e assim, nossa irlandesa resolveu "brincar" com a vida do Jack. Assim como a Elizabeth que matou o Jack.
Jack, no final de O Fim do Mundo, está deboas com a Lizzie e eu acho que isso me induziu muito a como seria essa conversa deles sobre "perdão". Ele, por si mesmo é um cara totalmente perceptivo, logo ele olha pra Diana e consegue enxergar as cicatrizes internas; e ela o mesmo com ele. Porém, ao contrário de antoniossa, em que esse espelho os atrai, diana e jack apenas estão ali e ok. Tamos aqui. No mesmo barco. Apenas. Jogamos umas cartas, se o trem apertar, a gente se entende e consegue reagir de uma forma legal pra salvar a galera, mas... não somos amiguinhos e ok.
A morte do pai da Elizabeth também partiu meu coração. Fico igualmente feliz que Will estava ali.
Bjinhos
TE AMO
Ana.