Primeiro que você pode ficar tranquila sobre a forma como abordou tudo, porque acho que não poderia ter sido melhor. Esse assunto é muitíssimo delicado e poderia ter sido um gatilho terrivel pra mim, inclusive, porem foi TAO bem escrito que só partiu meu coração, mas não me deu vontade de morrer.
Tu é FODA demais!!!! Eu não canso de dizer isso, sério mesmo. Eu AMO a forma como a história tá sendo construída (em cima do conceito DOIDO como tu disse, mas não consigo ver ela sendo escrita de outro jeito). Tu tem o dom, mulher!!! O dom de escrever e mais especificamente de escrever sobre clato. A relação deles ta ficando cada vez mais clara e compreensivel e é bonito o jeito que eles se pertencem, meu coração derrete de tanta emoção.
Foi tudo muito intenso e bonito e doloroso ao mesmo tempo e só tu consegue passar isso pro leitor tão perfeitamente. Te amo e tô sempre ansiosa por mais ❤️.
Oxe amiga :c DESCULPA por esse capítulo aqui, sério. Eu tô me sentindo um lixão por ainda ter te pedido pra ler antes. A última coisa que eu queria era machucar você com esse tipo de conteúdo. Desculpa mesmo mesmo. Se tu quiser descer uma xingadinha básica estamos aqui. E assim..... você ainda ter lido apesar do conteúdo super gatilho é muito incrível. Você é muito TOP, Alice.
Amiga espero que você saiba que sua opinião é muito muito importante mesmo e que apesar de eu sempre trabalhar com LOUCURAS e conceitos doidos, sempre fico muito insegura. Ainda mais quando a loucura está atravessando o plot da históriaaaaaaaaa. Mas se você está gostando nada mais importaaaa. Eu fico muito EmocionadaTM com a fé que tu bota em mim, sério. E em clato também amiga. Graças a Deus que a gente se conheceu, na moral, pois enquanto clato shippers precisamos nos fortalecer.
(alice agora sério: ainda abalada com a isabelle e o alexander se encontrando).
ENFIM AMIGA. Muito obrigada por tudoooo. Eu te amo e tô de joelho pedindo desculpa por esse gatilho e esperando que esteja tudo bem ♥
Ai, amiga, esses capítulos DelicadosTM são sempre tensos demais, né?
Essa dinâmica de falar sobre mulheres abusada é muito difícil e a gente nunca tem como saber exatamente que pontos vamos atingir quando largamos um capítulo desses. No caso específico da Clove isso envolve muitos outros fatores além do abuso em si, como por exemplo o jeito como ela tá acostumada a lidar com violência. Eu enxergo que ela acredita que a vivência no 2 devia tê-la preparado pra tudo que fosse jogado em cima dela. Ela inclusive fala que deveria estar acostumada "com qualquer tipo de merda", porque a formação dela exige isso. Exige que ela nunca se surpreenda, que ela sempre esteja além, que nada a impressione nem a machuque.
Mas tem uns troços que destroem até quem INVENTOU a doideira, né não? Quando ela narra que pediu para ele parar e o quanto isso soa como uma confissão é muito dolorido. Ela está sendo abusada da forma mais vil possível e ainda assim o momento em que ela se desesperou é tratado como uma fraqueza. Isso é cruel demais e ao mesmo tempo tão condizente com toda a vivência que você apresentou para eles dois até agora................ Até a forma como ela reage com o Cato é marcada por violência também, com os gritos, os socos, a agressividade; é meio que como se essa fosse a forma "digna" de alguém do 2 reagir a algo desse tipo. Ela não pode se deixar abater, mesmo que tenha se abatido, e a única forma de demonstrar isso tem que ser ainda mais contundente. E ela pedindo pro Cato não encostar nela??????????????????? ISABELLA PELO AMOR DE DEUS QUE DOR NO CORAÇÃO
O Cato muito perdido pra lidar com essa situação específica é muito emblemático também. Quando ele finalmente entende que ela não gosta daquilo, que é impossível gostar. A vontade dele de vingança por ela também é TUDOOOOOOOOOO, meu deus, eu num guento um troço desse não.
AGORA UM MOMENTO PRO TRECHO MAIS POWERFUL DE TODOS PERAÍ VOU LER AQUI SÓ UM INSTANTINHO: "Eras atrás, eles eram guerreiros. Havia honra e orgulho e tudo parecia certo. Como num piscar de olhos, tudo que havia era sujeira e violação e aquele desespero que nunca ia embora."
Eles estão com raiva, eles estão decepcionados, eles são doidos e agora tem uma revolução a caminho pra eles se vingarem. EU TÔ MUITO ANIMADA CARALHOWWWWWWWWWWWWWWWWW
Ai, Clara....... As questões desse tipo de conteúdo são muito muito complexas mesmo. Falar sobre mulheres sendo abusadas é um negócio que demanda muito. Eu tô sempre falando de alguma forma sobre esses abusos nessas histórias que eu escrevo mas é um negócio que eu sempre acho muito arriscado e que me deixa com muito medo de machucar e de tá mexendo com coisa que eu não devia pois sem propriedade. Mas porque me parece muito incongruente narrar essa vida como vitorioso sem mencionar esses abusos e esses estupros e tudo, eu tentei retratar aqui como eu acho que a situação seria percebida pela Clove, mais especificamente por essa que eu fui construindo na história.
(antes de tudo: é muito CHIQUE o tanto que você filosofa e discursa sobre essa história aqui AMIGAA você é muito tudo)
Quando eu pensei na construção dessas cenas da Clove lidando com esse abuso em específico, eu pensei muito nessa questão de que tipo de significado ela tava dando pra esse abuso. Acho que é seguro dizer que toda a vivência dela na Capital envolveu mil formas de abuso, mas esse daqui foi percebido de forma diferente por ela. Eu não cheguei a falar muito ainda sobre a relação dela com esse cara pro qual ela foi vendida, o Naevio, porém, creio que conforme eu vá desenvolvendo a história, essa questão da Clove entendendo esse estupro do jeito que ela entendeu fica mais claro. Ficar presa naquela relação com o abusador por conta das tramas da Capital e o jeito que ela percebeu ele lá naqueles outros capítulos como uma pessoa que ela não consegue, sei lá, dominar ou entender/controlar....... tudo contribuiu. E, claro, a questão do 2. É muito massa, amiga, que você apontou essa formação dela lá como o motivo principal dela ter tido esse discurso de "ah eu devia tá acostumada com qualquer tipo de merda" porque quando eu escrevi isso, eu meio que me referia mais à vivência dela na Capital, depois de mais de um ano sendo vitoriosa e tudo. Mas você é inteligentíssima e a situ com o 2 com certeza também afetou, né. Inclusive porque a relação dela com o Wade também envolveu algum tipo de abuso etc.
E a reação dela ao Cato, creio que seja isso mesmo. Em algum nível, a maioria das relações entre o pessoal de lá é permeada por violência. Mas eu não queria que fosse em todas. Eu creio que essa violência tenha mais a ver com as exigências da Capital para com essa estrutura ideológica que forma os carreiristas do que com alguma coisa que, sei lá, exista naturalmente em todas as pessoas de lá. Não creio que seja em todas, mas creio que a Clove reaja assim pois passou a vida toda na Academia e lá esse era o jeito de lidar com isso e ela segue as regras direitinho. O Cato, contudo, já penso que reagiria de maneira diferente. E aff, Clara, eu fiquei tristona escrevendo esse capítulo meio que pelo ponto de vista dele, porque.... ai acho que ele gosta demais dela :c to triste por ter inventado Coisas Tristes Assim.
Esse trecho resume BEM o que eu quero que esses bichinho sintam, amigaaa :ccccc só desolação e confusão é ÓDIOOOO.
AMIGA AGORA SE LIGA NESSE TEXTÃO KKKKKKKK SE NÃO QUISER LER NÃO PRECISA SÓ SAIBA QUE CONCORDO MUITO COM TUDO Q TU DISSE E QUE TE ACHO MUITO TUDOOO.
"...(Cato se lembrava de ter rezado uma vez, quando o choro dela era muito desesperado e seu rosto estava muito cheio de dor)...", é oficial, você acabou comigo. Estou morto no chão, é só enterrar!
Eu tenho tido alguns problemas para entender as emoções deles no cotidiano de suas naturezas, mas quando coisas intensas acontecem, o que se passa dentro deles fica mais nítido pra mim. Saber que Cato gosta de biologia e concede aulas para crianças cria um senso muito mais humano e compreensível ao redor de um personagem que realmente deveria ser somente uma maquina matar, eu realmente gostei disso.
Normalmente só há menções de situações passadas dos ataques de Clove, essa é a primeira vez que eu vejo ao vivo, e me parece quase como se ela e a garota que ataca o Cato fossem consciências diferentes no mesmo corpo. E também ficou claro pra mim que eles tem maneiras singulares para interpretar as próprias emoções, sejam boas ou ruins. Cato usa a violênica, já Clove usa a fúria. A diferença é que quando os momentos de pico acabam, Cato fica resmungando e remoendo o passado, e a Clove prossegue como se nada demais tivesse acontecido e logo arruma um passatempo para distrair sua concentração.
Foi um capítulo muito intenso, eu adorei. Até breve.
AEEEE! Sempre fico feliz de provocar EmoçõesTM em quem lê minhas historinhas mesmo que sejam emoções tristes e tudo. E é, eu acho que esses momentos emocionalmente complexos ajudam bastante a gente entender um tanto de coisa e que bom que ajudou você a entender a construção deles! (eu acho que essa história das aulas seria mais um caozinho pra vender pra Capital, mas ainda foi um caozinho que ele escolheu contar, então vale). Eu acredito que essa coisa da Clove atacar o Cato conversa bastante com aquele ponto que coloquei na outra resposta, de que às vezes essa violência é a única forma de resposta que eles conseguem dar. Eu também acho que o Cato lida com essas questões construindo esses projetos de vingança, enquanto a Clove só dá aquela disfarçada básica e finge não estar doida de ódio. Enfim. Feliz que cê tenha gostado! Obrigadaaa
Ok
Tô sem palavras
Primeiro que você pode ficar tranquila sobre a forma como abordou tudo, porque acho que não poderia ter sido melhor. Esse assunto é muitíssimo delicado e poderia ter sido um gatilho terrivel pra mim, inclusive, porem foi TAO bem escrito que só partiu meu coração, mas não me deu vontade de morrer.
Tu é FODA demais!!!! Eu não canso de dizer isso, sério mesmo. Eu AMO a forma como a história tá sendo construída (em cima do conceito DOIDO como tu disse, mas não consigo ver ela sendo escrita de outro jeito). Tu tem o dom, mulher!!! O dom de escrever e mais especificamente de escrever sobre clato. A relação deles ta ficando cada vez mais clara e compreensivel e é bonito o jeito que eles se pertencem, meu coração derrete de tanta emoção.
Foi tudo muito intenso e bonito e doloroso ao mesmo tempo e só tu consegue passar isso pro leitor tão perfeitamente. Te amo e tô sempre ansiosa por mais ❤️.
Oxe amiga :c DESCULPA por esse capítulo aqui, sério. Eu tô me sentindo um lixão por ainda ter te pedido pra ler antes. A última coisa que eu queria era machucar você com esse tipo de conteúdo. Desculpa mesmo mesmo. Se tu quiser descer uma xingadinha básica estamos aqui. E assim..... você ainda ter lido apesar do conteúdo super gatilho é muito incrível. Você é muito TOP, Alice.
Amiga espero que você saiba que sua opinião é muito muito importante mesmo e que apesar de eu sempre trabalhar com LOUCURAS e conceitos doidos, sempre fico muito insegura. Ainda mais quando a loucura está atravessando o plot da históriaaaaaaaaa. Mas se você está gostando nada mais importaaaa. Eu fico muito EmocionadaTM com a fé que tu bota em mim, sério. E em clato também amiga. Graças a Deus que a gente se conheceu, na moral, pois enquanto clato shippers precisamos nos fortalecer.
(alice agora sério: ainda abalada com a isabelle e o alexander se encontrando).
ENFIM AMIGA. Muito obrigada por tudoooo. Eu te amo e tô de joelho pedindo desculpa por esse gatilho e esperando que esteja tudo bem ♥
Ai, amiga, esses capítulos DelicadosTM são sempre tensos demais, né?
Essa dinâmica de falar sobre mulheres abusada é muito difícil e a gente nunca tem como saber exatamente que pontos vamos atingir quando largamos um capítulo desses. No caso específico da Clove isso envolve muitos outros fatores além do abuso em si, como por exemplo o jeito como ela tá acostumada a lidar com violência. Eu enxergo que ela acredita que a vivência no 2 devia tê-la preparado pra tudo que fosse jogado em cima dela. Ela inclusive fala que deveria estar acostumada "com qualquer tipo de merda", porque a formação dela exige isso. Exige que ela nunca se surpreenda, que ela sempre esteja além, que nada a impressione nem a machuque.
Mas tem uns troços que destroem até quem INVENTOU a doideira, né não? Quando ela narra que pediu para ele parar e o quanto isso soa como uma confissão é muito dolorido. Ela está sendo abusada da forma mais vil possível e ainda assim o momento em que ela se desesperou é tratado como uma fraqueza. Isso é cruel demais e ao mesmo tempo tão condizente com toda a vivência que você apresentou para eles dois até agora................ Até a forma como ela reage com o Cato é marcada por violência também, com os gritos, os socos, a agressividade; é meio que como se essa fosse a forma "digna" de alguém do 2 reagir a algo desse tipo. Ela não pode se deixar abater, mesmo que tenha se abatido, e a única forma de demonstrar isso tem que ser ainda mais contundente. E ela pedindo pro Cato não encostar nela??????????????????? ISABELLA PELO AMOR DE DEUS QUE DOR NO CORAÇÃO
O Cato muito perdido pra lidar com essa situação específica é muito emblemático também. Quando ele finalmente entende que ela não gosta daquilo, que é impossível gostar. A vontade dele de vingança por ela também é TUDOOOOOOOOOO, meu deus, eu num guento um troço desse não.
AGORA UM MOMENTO PRO TRECHO MAIS POWERFUL DE TODOS PERAÍ VOU LER AQUI SÓ UM INSTANTINHO: "Eras atrás, eles eram guerreiros. Havia honra e orgulho e tudo parecia certo. Como num piscar de olhos, tudo que havia era sujeira e violação e aquele desespero que nunca ia embora."
Eles estão com raiva, eles estão decepcionados, eles são doidos e agora tem uma revolução a caminho pra eles se vingarem. EU TÔ MUITO ANIMADA CARALHOWWWWWWWWWWWWWWWWW
Beijo e obrigada por essa história impecável ♥
Ai, Clara....... As questões desse tipo de conteúdo são muito muito complexas mesmo. Falar sobre mulheres sendo abusadas é um negócio que demanda muito. Eu tô sempre falando de alguma forma sobre esses abusos nessas histórias que eu escrevo mas é um negócio que eu sempre acho muito arriscado e que me deixa com muito medo de machucar e de tá mexendo com coisa que eu não devia pois sem propriedade. Mas porque me parece muito incongruente narrar essa vida como vitorioso sem mencionar esses abusos e esses estupros e tudo, eu tentei retratar aqui como eu acho que a situação seria percebida pela Clove, mais especificamente por essa que eu fui construindo na história.
(antes de tudo: é muito CHIQUE o tanto que você filosofa e discursa sobre essa história aqui AMIGAA você é muito tudo)
Quando eu pensei na construção dessas cenas da Clove lidando com esse abuso em específico, eu pensei muito nessa questão de que tipo de significado ela tava dando pra esse abuso. Acho que é seguro dizer que toda a vivência dela na Capital envolveu mil formas de abuso, mas esse daqui foi percebido de forma diferente por ela. Eu não cheguei a falar muito ainda sobre a relação dela com esse cara pro qual ela foi vendida, o Naevio, porém, creio que conforme eu vá desenvolvendo a história, essa questão da Clove entendendo esse estupro do jeito que ela entendeu fica mais claro. Ficar presa naquela relação com o abusador por conta das tramas da Capital e o jeito que ela percebeu ele lá naqueles outros capítulos como uma pessoa que ela não consegue, sei lá, dominar ou entender/controlar....... tudo contribuiu. E, claro, a questão do 2. É muito massa, amiga, que você apontou essa formação dela lá como o motivo principal dela ter tido esse discurso de "ah eu devia tá acostumada com qualquer tipo de merda" porque quando eu escrevi isso, eu meio que me referia mais à vivência dela na Capital, depois de mais de um ano sendo vitoriosa e tudo. Mas você é inteligentíssima e a situ com o 2 com certeza também afetou, né. Inclusive porque a relação dela com o Wade também envolveu algum tipo de abuso etc.
E a reação dela ao Cato, creio que seja isso mesmo. Em algum nível, a maioria das relações entre o pessoal de lá é permeada por violência. Mas eu não queria que fosse em todas. Eu creio que essa violência tenha mais a ver com as exigências da Capital para com essa estrutura ideológica que forma os carreiristas do que com alguma coisa que, sei lá, exista naturalmente em todas as pessoas de lá. Não creio que seja em todas, mas creio que a Clove reaja assim pois passou a vida toda na Academia e lá esse era o jeito de lidar com isso e ela segue as regras direitinho. O Cato, contudo, já penso que reagiria de maneira diferente. E aff, Clara, eu fiquei tristona escrevendo esse capítulo meio que pelo ponto de vista dele, porque.... ai acho que ele gosta demais dela :c to triste por ter inventado Coisas Tristes Assim.
Esse trecho resume BEM o que eu quero que esses bichinho sintam, amigaaa :ccccc só desolação e confusão é ÓDIOOOO.
AMIGA AGORA SE LIGA NESSE TEXTÃO KKKKKKKK SE NÃO QUISER LER NÃO PRECISA SÓ SAIBA QUE CONCORDO MUITO COM TUDO Q TU DISSE E QUE TE ACHO MUITO TUDOOO.
OBRIGADAAAAAAAAA ANJOOO ♥
AEEEE! Sempre fico feliz de provocar EmoçõesTM em quem lê minhas historinhas mesmo que sejam emoções tristes e tudo. E é, eu acho que esses momentos emocionalmente complexos ajudam bastante a gente entender um tanto de coisa e que bom que ajudou você a entender a construção deles! (eu acho que essa história das aulas seria mais um caozinho pra vender pra Capital, mas ainda foi um caozinho que ele escolheu contar, então vale). Eu acredito que essa coisa da Clove atacar o Cato conversa bastante com aquele ponto que coloquei na outra resposta, de que às vezes essa violência é a única forma de resposta que eles conseguem dar. Eu também acho que o Cato lida com essas questões construindo esses projetos de vingança, enquanto a Clove só dá aquela disfarçada básica e finge não estar doida de ódio. Enfim. Feliz que cê tenha gostado! Obrigadaaa