Já disse que é melhor você planejar mais rápido a próxima fic de Ano Zero porque logo logo estarei te alcançando, né? Acho que sim. Se não disse tá dito. Fique ciente. q
Eu terminei de ler essa coisinha maravilhosa aqui a uma semana e como tava preocupada com algumas coisas em casa (incluindo atualizar uma das minhas histórias também) acabei deixando pra comentar depois, e não lembro de bodega nenhuma que eu deveria abordar, mas okay.
Acontece.
Com muita frequência, eu sou um caso perdido mesmo. q
Enfim, vou tentar comentar das minhas impressões gerais sobre o que eu me lembro melhor. A começar pela profundidade do pai da Madoka que vimos no primeiro capitulo (acho que é o primeiro, se não for perdoe). Em todo o anime sempre tivemos um foco maior na mãe dela, não era grande coisa mas era bem maior que o resto da família da Madoka. Junko sempre pareceu uma mulher trabalhadora e bastante persistente, e é bom mudar o ângulo para um pai de família que deveria ser um arquiteto, mas no fim das contas optou por cuidar dos filhos e ir para um caminho mais de... nutricionista? Acho que, considerando todas as ideias dele, estaria bem próximo de um.
Sobre a família da Homura eu fiquei absorta em como era disfuncional. Bem, era de se imaginar, quer dizer, quem manda a filha pra outra cidade se tratar sozinha? Não sei se o material base para isso é canônico ou não, mas você trabalhou muito bem a relação entre todos eles, mesmo que a fic em si seja bem pequena. Além disso, é um problema bastante humano e crível, eu não posso dizer que não os desprezo pelo que fizeram à Homura, mas ao mesmo tempo eu entendo as razões que levaram a tal situação.
Uma questão, sempre relaciono o balé à Madoka, não sei se tem alguma menção disso no anime ou se é por conta daquela mini animação de concepção que saiu a alguns anos atrás (se não me engano para fazer marketing pro jogo? Acho que era algo do tipo). Enfim, fiquei bastante surpresa pela Homura também ter conexões com isso.
A ligação dela com as bonecas também foi bem aprofundada. E Madokami, que nervoso de ver as bonecas dela soltas pela mansão, tinha a impressão que um desastre ia acontecer a qualquer minuto, principalmente quando eles vão visitar a capital e as pestinhas sobem no carro.
A resolução final foi bastante imersiva também. Eu sabia que Madoka não deixaria Homura ir longe demais, mas fiquei ansiosa por toda a cena. Mesmo que os membros da família da Homura tenham feito atrocidades com ela quando mais nova (e ainda fizessem de certa forma) eu imagino que ela se arrependeria se algo realmente ocorresse com eles. Isso é mostrado principalmente enquanto as bonecas ela estão em cena durante as cenas do meio da fic, onde ela está sempre nervosa que alguma delas os ataquem. Só é sempre muito difícil pra mim ler as frases invertidas quando elas estão como bruxas. Levei um tempinho a mais tentando entender o contexto, mas eu consegui, acho. kkkk
Aliás, tava quase achando que a Moira ia aparecer também. É Moira o nome da bruxa da Madoka, né? Ou eu to pirando?
Como eu disse, os dois irmãos, seu pai e até a governanta foram bem trabalhados, mesmo que com poucas cenas. Destaque para o Udo que, por mais insuportável que fosse, até que me gerou uma certa simpatia. O problema com a governanta eu meio que já tava prevendo quando ela conta a razão de estar ali pra Madoka. Hehe.
No fim tivemos aquela cena bastante simbólica das fitas. Eu nunca tinha parado para pensar a fundo sobre isso mas, realmente, quando ambas amadurecem no anime, deixam de usar as fitas no cabelo: Quando Homura ve tantas versões ruins do mesmo periodo de tempo e meio que se "rebela", e quando Madoka torna-se uma deusa. Foi interessante, e ao mesmo tempo achei bem bonito. Sei que tá vindo mais desastre por ai, mas eu acredito que elas vão conseguir resolver tudo e continuar unidas.
Uma coisa que eu já ia esquecendo, a relação da própria Madoka com a família, a distância que foi aberta por ela ver o futuro deles... me deu um aperto no peito pensar no que ela sentiu da primeira vez que viu aquilo. :(
Para finalizar uma cena um pouco melancólica da Sayaka e da Kyouko, e a E-Mura chegando para causar a comédia, como sempre. Vou chamá-la assim de agora em diante para não haver confusões.
Bem, estarei correndo em direção a proxima da lista. Nos vemos por ai ♥
Olá. Eu já tinha respondido em seu outro comentário sobre a sua aceleradinha. O meu próximo trabalho ainda vai demorar para publicar, se você ler os volumes restantes, você vai entender o porquê.
Memento foi bem recebido pelos leitores em sites estrangeiros onde eu publico em inglês. Depois de Desconexão ele foi o melhor e Desconexão teve a ajudinha do Rebellion para emplacar. Provavelmente por Memento ser um MadoHomu e por explorar o passado de Homura, sempre muito negligenciado pela própria franquia.
A inspiração de Memento vem de Rebellion mesmo. A animação de conceitos que eles apresentaram anos atrás é apenas uma expansão disso, visando uma seqüência que ainda não deu o ar da graça. A barreira e a bruxa de Homura no filme eram uma alegoria explícita da peça O Quebra-Nozes .
Não havia muito segredo, sendo que Memento já estava tomando forma enquanto eu escrevia Desconexão, Homura já dava uns passinhos de balé por lá, assim como quando ela responde a Nagisa que ela quis ser uma bailarina, mas era um sonho pueril. Em Visionária temos uma cena onde Homura está em seu quarto na mansão com a sua boneca Ai, feliz por ter sido aprovada para uma escola de balé. Nessa época eu até pensei em introduzir a governanta, mas achei imprudente já que levaria anos para escrever a história onde os leitores poderiam conhecer a personagem.
Em outras palavras, é uma idéia bem amadurecida. Acho que se deve a isso o fato da história ser tão compacta, eu consegui entregar exatamente o que era preciso, inclusive a É-mura.
E, sim, você está pirando. O nome da bruxa de Madoka é Kriemhild Gretchen. Moira é uma das possíveis adaptações do português para os Majuu, aqueles seres brancos que parecem monges que surgiram no lugar das bruxas no fim do anime, em uma tradução literal do japonês significa 'besta mágica'. Quando só havia traduções feitas por fãs em inglês, eles traduziram para demon e é o que uso para as minha histórias (demônios). A tradução oficial usa o termo Wraith para preservar o jogo palavra que há no japonês entre Majou (Witch) e Majuu (Wraith).
Olá de novo o/
Já disse que é melhor você planejar mais rápido a próxima fic de Ano Zero porque logo logo estarei te alcançando, né? Acho que sim. Se não disse tá dito. Fique ciente. q
Eu terminei de ler essa coisinha maravilhosa aqui a uma semana e como tava preocupada com algumas coisas em casa (incluindo atualizar uma das minhas histórias também) acabei deixando pra comentar depois, e não lembro de bodega nenhuma que eu deveria abordar, mas okay.
Acontece.
Com muita frequência, eu sou um caso perdido mesmo. q
Enfim, vou tentar comentar das minhas impressões gerais sobre o que eu me lembro melhor. A começar pela profundidade do pai da Madoka que vimos no primeiro capitulo (acho que é o primeiro, se não for perdoe). Em todo o anime sempre tivemos um foco maior na mãe dela, não era grande coisa mas era bem maior que o resto da família da Madoka. Junko sempre pareceu uma mulher trabalhadora e bastante persistente, e é bom mudar o ângulo para um pai de família que deveria ser um arquiteto, mas no fim das contas optou por cuidar dos filhos e ir para um caminho mais de... nutricionista? Acho que, considerando todas as ideias dele, estaria bem próximo de um.
Sobre a família da Homura eu fiquei absorta em como era disfuncional. Bem, era de se imaginar, quer dizer, quem manda a filha pra outra cidade se tratar sozinha? Não sei se o material base para isso é canônico ou não, mas você trabalhou muito bem a relação entre todos eles, mesmo que a fic em si seja bem pequena. Além disso, é um problema bastante humano e crível, eu não posso dizer que não os desprezo pelo que fizeram à Homura, mas ao mesmo tempo eu entendo as razões que levaram a tal situação.
Uma questão, sempre relaciono o balé à Madoka, não sei se tem alguma menção disso no anime ou se é por conta daquela mini animação de concepção que saiu a alguns anos atrás (se não me engano para fazer marketing pro jogo? Acho que era algo do tipo). Enfim, fiquei bastante surpresa pela Homura também ter conexões com isso.
A ligação dela com as bonecas também foi bem aprofundada. E Madokami, que nervoso de ver as bonecas dela soltas pela mansão, tinha a impressão que um desastre ia acontecer a qualquer minuto, principalmente quando eles vão visitar a capital e as pestinhas sobem no carro.
A resolução final foi bastante imersiva também. Eu sabia que Madoka não deixaria Homura ir longe demais, mas fiquei ansiosa por toda a cena. Mesmo que os membros da família da Homura tenham feito atrocidades com ela quando mais nova (e ainda fizessem de certa forma) eu imagino que ela se arrependeria se algo realmente ocorresse com eles. Isso é mostrado principalmente enquanto as bonecas ela estão em cena durante as cenas do meio da fic, onde ela está sempre nervosa que alguma delas os ataquem. Só é sempre muito difícil pra mim ler as frases invertidas quando elas estão como bruxas. Levei um tempinho a mais tentando entender o contexto, mas eu consegui, acho. kkkk
Aliás, tava quase achando que a Moira ia aparecer também. É Moira o nome da bruxa da Madoka, né? Ou eu to pirando?
Como eu disse, os dois irmãos, seu pai e até a governanta foram bem trabalhados, mesmo que com poucas cenas. Destaque para o Udo que, por mais insuportável que fosse, até que me gerou uma certa simpatia. O problema com a governanta eu meio que já tava prevendo quando ela conta a razão de estar ali pra Madoka. Hehe.
No fim tivemos aquela cena bastante simbólica das fitas. Eu nunca tinha parado para pensar a fundo sobre isso mas, realmente, quando ambas amadurecem no anime, deixam de usar as fitas no cabelo: Quando Homura ve tantas versões ruins do mesmo periodo de tempo e meio que se "rebela", e quando Madoka torna-se uma deusa. Foi interessante, e ao mesmo tempo achei bem bonito. Sei que tá vindo mais desastre por ai, mas eu acredito que elas vão conseguir resolver tudo e continuar unidas.
Uma coisa que eu já ia esquecendo, a relação da própria Madoka com a família, a distância que foi aberta por ela ver o futuro deles... me deu um aperto no peito pensar no que ela sentiu da primeira vez que viu aquilo. :(
Para finalizar uma cena um pouco melancólica da Sayaka e da Kyouko, e a E-Mura chegando para causar a comédia, como sempre. Vou chamá-la assim de agora em diante para não haver confusões.
Bem, estarei correndo em direção a proxima da lista. Nos vemos por ai ♥
Kisses kisses ♥
Olá. Eu já tinha respondido em seu outro comentário sobre a sua aceleradinha. O meu próximo trabalho ainda vai demorar para publicar, se você ler os volumes restantes, você vai entender o porquê.
Memento foi bem recebido pelos leitores em sites estrangeiros onde eu publico em inglês. Depois de Desconexão ele foi o melhor e Desconexão teve a ajudinha do Rebellion para emplacar. Provavelmente por Memento ser um MadoHomu e por explorar o passado de Homura, sempre muito negligenciado pela própria franquia.
A inspiração de Memento vem de Rebellion mesmo. A animação de conceitos que eles apresentaram anos atrás é apenas uma expansão disso, visando uma seqüência que ainda não deu o ar da graça. A barreira e a bruxa de Homura no filme eram uma alegoria explícita da peça O Quebra-Nozes .
Não havia muito segredo, sendo que Memento já estava tomando forma enquanto eu escrevia Desconexão, Homura já dava uns passinhos de balé por lá, assim como quando ela responde a Nagisa que ela quis ser uma bailarina, mas era um sonho pueril. Em Visionária temos uma cena onde Homura está em seu quarto na mansão com a sua boneca Ai, feliz por ter sido aprovada para uma escola de balé. Nessa época eu até pensei em introduzir a governanta, mas achei imprudente já que levaria anos para escrever a história onde os leitores poderiam conhecer a personagem.
Em outras palavras, é uma idéia bem amadurecida. Acho que se deve a isso o fato da história ser tão compacta, eu consegui entregar exatamente o que era preciso, inclusive a É-mura.
E, sim, você está pirando. O nome da bruxa de Madoka é Kriemhild Gretchen. Moira é uma das possíveis adaptações do português para os Majuu, aqueles seres brancos que parecem monges que surgiram no lugar das bruxas no fim do anime, em uma tradução literal do japonês significa 'besta mágica'. Quando só havia traduções feitas por fãs em inglês, eles traduziram para demon e é o que uso para as minha histórias (demônios). A tradução oficial usa o termo Wraith para preservar o jogo palavra que há no japonês entre Majou (Witch) e Majuu (Wraith).
cya