Na verdade, sempre estarei aqui em respeito a sua dedicação à escrita dessa bela história. Sei o quanto os comentários são gratificantes e estimulantes! Eu particularmente sempre comento em histórias que gosto da escrita e do enredo, acho que é o mínimo que posso oferece. Adoro demais a sua história, ainda mais por ser de época. Parabéns por nos presentear com essa maravilhosa obra!
Agora vamos ao comentário sobre o capítulo em si.
Eu tive a impressão que a falecida Baronesa amou demais o marido, da mesma forma que foi amada ( mesmo o marido sendo um crápula).
Também vejo que existe amor entre o visconde e sua amável esposa.
Entao minha conclusão é que não passou de uma paixonite que foi alimentada pela imaginação do que “poderia ter sido”, o que não prova nada que seria real.
Amo histórias que trazem uma trama bem enredada do destino.
Eu realmente acredito que o destino seguiu o rumo certo, apesar das imposições do passado. Da mesma forma que acho que o destino é perfeito em “hoje” cruzar os filhos desses dois casais.
Acredito que os que realmente estão destinados a ficar juntos é essa geração atual! A passada essa só uma pegadinha! Hahahaha
P.s1: Agora sabemos o que Liana puxou da mãe! Rsrsrsrs
P.s2: Muito ansiosa para descobrir o que a falecida baronesa pensava exatamente. Isso tudo pela leitura do diário dela!
P.s3: que Vergonha saber que você descobriu minhas histórias. Todas elas precisam ser revisadas, tem muitos erros e diálogos bobos... espero que releve! Rarsrssrs Um dia ainda terei tempo de revisar minhas histórias. Bloom realmente é meu xodó ( exatamente por ser de época!)
Bem, acho que isso é tudo! Rsrsrs
Obrigada por nos presentear com mais um capítulo maravilhoso! Muito Ansionsa para ler mais dessa obra imcrivel!
Nossa...nem sei te agradecer por sua disposição, paciência e dedicação em relação à APIDE! Eu também procuro sempre comentar nas histórias que acompanho - atualmente estou com pouco tempo, mas já favoritei algumas para ler e comentar depois -, e concordo demais que isso motiva um autor. Valorizar/ajudar o colega que está na mesma caminhada que a gente é gratificante.
Bom, vamos à história rsrs
A baronesa aprendeu a amar o marido sim - aliás, ela não tinha muita escolha... - mas ele era um bom amigo pra ela, na época, e isso "ajudou" um pouquinho na convivência. PORÉM, estamos falando de século XVIII/XIX e, como bem sabemos, as mulheres eram mais românticas, o amor era mais... mais... valorizado (vamos colocar assim). Por mais que ela tenha "aceitado" o barão e aprendido a compreendê-lo, o seu amor por Maurice - e o dele por ela - ficou marcado por um bom tempo.
Afinal, né amiga, eles tinham certeza de que se casariam, de um futuro feliz, e depois, sofreram uma baita decepção, coitados!
Maaaaassss, (rsrs) também estamos falando de destino, oras! E este sabe o que faz. Isso aconteceu para que as desavenças do passado fossem consertadas "hoje", como nós concordamos que deveria acontecer :D
Ai que provação... kkkk
Ah pára! Como assim sentiu vergonha de eu ler sua história? Menina do céu, que escrita preciosa! ♥ Eu sei que sempre vamos achar que o texto precisa ser melhorado. (Nossa! Eu que o diga! Toda vez que eu leio os meus, acho erros horríveis).
E engraçado você falar sobre "diálogos bobos"... eu sempre acho isso dos meus... kkkk Mas é o mal dos autores, neh? Principalmente de gente perfeccionista (prazer, sou capricorniana. Ah, com ascendente em gêmeos, por isso falo/escrevo demais kkkk).
Beijos Jenny! E ainda vou arrumar um tempinho para ler e comentar Bloom, viu? A propósito, você pretende transformá-la em original?
Oieeee... olha eu aqui, de novo! Rsrsrs
Na verdade, sempre estarei aqui em respeito a sua dedicação à escrita dessa bela história. Sei o quanto os comentários são gratificantes e estimulantes! Eu particularmente sempre comento em histórias que gosto da escrita e do enredo, acho que é o mínimo que posso oferece. Adoro demais a sua história, ainda mais por ser de época. Parabéns por nos presentear com essa maravilhosa obra!
Agora vamos ao comentário sobre o capítulo em si.
Eu tive a impressão que a falecida Baronesa amou demais o marido, da mesma forma que foi amada ( mesmo o marido sendo um crápula).
Também vejo que existe amor entre o visconde e sua amável esposa.
Entao minha conclusão é que não passou de uma paixonite que foi alimentada pela imaginação do que “poderia ter sido”, o que não prova nada que seria real.
Amo histórias que trazem uma trama bem enredada do destino.
Eu realmente acredito que o destino seguiu o rumo certo, apesar das imposições do passado. Da mesma forma que acho que o destino é perfeito em “hoje” cruzar os filhos desses dois casais.
Acredito que os que realmente estão destinados a ficar juntos é essa geração atual! A passada essa só uma pegadinha! Hahahaha
P.s1: Agora sabemos o que Liana puxou da mãe! Rsrsrsrs
P.s2: Muito ansiosa para descobrir o que a falecida baronesa pensava exatamente. Isso tudo pela leitura do diário dela!
P.s3: que Vergonha saber que você descobriu minhas histórias. Todas elas precisam ser revisadas, tem muitos erros e diálogos bobos... espero que releve! Rarsrssrs Um dia ainda terei tempo de revisar minhas histórias. Bloom realmente é meu xodó ( exatamente por ser de época!)
Bem, acho que isso é tudo! Rsrsrs
Obrigada por nos presentear com mais um capítulo maravilhoso! Muito Ansionsa para ler mais dessa obra imcrivel!
Beijos e até breve, assim espero! Kkkk
Olá, Jenny! ♥
Nossa...nem sei te agradecer por sua disposição, paciência e dedicação em relação à APIDE! Eu também procuro sempre comentar nas histórias que acompanho - atualmente estou com pouco tempo, mas já favoritei algumas para ler e comentar depois -, e concordo demais que isso motiva um autor. Valorizar/ajudar o colega que está na mesma caminhada que a gente é gratificante.
Bom, vamos à história rsrs
A baronesa aprendeu a amar o marido sim - aliás, ela não tinha muita escolha... - mas ele era um bom amigo pra ela, na época, e isso "ajudou" um pouquinho na convivência. PORÉM, estamos falando de século XVIII/XIX e, como bem sabemos, as mulheres eram mais românticas, o amor era mais... mais... valorizado (vamos colocar assim). Por mais que ela tenha "aceitado" o barão e aprendido a compreendê-lo, o seu amor por Maurice - e o dele por ela - ficou marcado por um bom tempo.
Afinal, né amiga, eles tinham certeza de que se casariam, de um futuro feliz, e depois, sofreram uma baita decepção, coitados!
Maaaaassss, (rsrs) também estamos falando de destino, oras! E este sabe o que faz. Isso aconteceu para que as desavenças do passado fossem consertadas "hoje", como nós concordamos que deveria acontecer :D
Ai que provação... kkkk
Ah pára! Como assim sentiu vergonha de eu ler sua história? Menina do céu, que escrita preciosa! ♥ Eu sei que sempre vamos achar que o texto precisa ser melhorado. (Nossa! Eu que o diga! Toda vez que eu leio os meus, acho erros horríveis).
E engraçado você falar sobre "diálogos bobos"... eu sempre acho isso dos meus... kkkk Mas é o mal dos autores, neh? Principalmente de gente perfeccionista (prazer, sou capricorniana. Ah, com ascendente em gêmeos, por isso falo/escrevo demais kkkk).
Beijos Jenny! E ainda vou arrumar um tempinho para ler e comentar Bloom, viu? A propósito, você pretende transformá-la em original?
Fica bem e até a próxima ♥
*-*