Eu acabei de ler elefante (desculpa não ter comentado nada) e agora esse outro conto. Estou amando esse seu projeto. Eu amo histórias que nos fazem imaginar, que nos fazem pensar além e caramba to quase chorando com essas 200 palavras que traduzem a vida de muita gente. Eu já consegui imaginar toda a vida desse militar, consegui imaginar ele saindo de casa, conhecendo sua mulher, se casando e anos depois voltando para a sua cidade para enterrar a mãe. Imaginei todos os meses longe de casa, todas as cartas que ele trocou com a esposa e por fim sua morte, provavelmente vítima de um tiroteio ou bom no Iraque ou no Afeganistão.
Bom, eu só queria dizer que você consegue traduzir com clareza uma vida inteira em um momento que você coloca em seus contos. Que apesar de não descrever os personagens as atitudes e as poucas palavras já dizem muito sobre quem eles são e isso é muito muito bom. Parabéns pelas histórias!
Ownn, muito obrigada mesmo por esse feedback! *-* Que bom que você conseguiu imaginar tudo o que tentei deixar escondidinho nas entrelinhas; e ficou bem perto do que eu própria imaginei e deixei subentendido >.< Obrigada por tirar um tempinho e me deixar esse comentário tão inspirador e estimulante; você não tem ideia do quanto estou feliz e grata! ♥
Eu achei o final dessa história tão doce e inesperado, ainda que tenha ficado um pouco confusa (acho que é pq pensei que seria a esposa dele ou algo assim)
É sério, você escreve maravilhosamente bem e consegue fazer histórias realmente tocantes, estou amando ❤️
Essa história surgiu, por acaso; e acabou tomando rumos inesperados... talvez, por isso, esse pouquinho de confusão inicial o.O Mesmo assim, muito obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia, fico muito feliz e agradecida! ♥
Ownn, muito obrigada pelo feedback tão perfeito e motivante. Essa história surgiu bem por acaso, e fico muito feliz por ter conseguido agradar. Obrigada por ler e comentar! ♥
Tive que ler essa droubble mais que uma vez para entender.
Foi bom ter lido algumas antes porque me permitiu interpretar melhor. Notei que você associa a mãe a um símbolo de paz e acolhimento depois da morte. O que é muito bonito e ao mesmo tempo me deixa com um aperto no peito. Você consegue trazer aquela sensação de alívio de saber que tem algo nos esperando do outro lado.
mas não nos permite respirar fundo e sentir pelo que deixamos para trás.
Hey, olá Pessoinha! *-* Agora que você comentou, parei para pensar um pouco e percebi que realmente minha mãe está muito presente em tudo o que faço (e escrevo). Acho que o motivo é a relação única e extremamente próxima que temos. Muito obrigada pelo comentário, suas palavras me fizeram repensar alguns pontos importantes da minha vida, e entender um pouco mais de mim mesma! ♥
Olá, Pessoinha! Foi bem isso que eu tentei passar: que no momento da partida/morte, ao invés de se apegar ao medo ou dor; esse homem foi "levado" para casa, especificamente, sua infância onde ele era puramente feliz (sem o peso do que ele estava passando/enfrentando). Obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia tão pequenininha! ♥
L
Lorde Barão
Deixa-me adivinhar: o marido, que aqui sou eu, morreu e foi para o paraíso. Estou certo? Cheguei perto? Passei longe de adivinhar?
De qualquer modo, acho que seria muito legal se eu tivesse sete anos de novo. Queria ser genuinamente feliz outra vez.
Hey, ola Pessoinha. Bem, eu tentei deixar isso um pouquinho em aberto, mas acho que, de alguma forma, você chegou bem perto... tentei descrever um (na verdade, o meu) lugar "de paz". Confesso que eu também sinto falta da minha infância e do período em que realmente sentíamos a felicidade, sem percebermos. Muito obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia. Fico muito feliz e grata com suas palavras! ♥
São poucas histórias em segunda pessoa que eu li, mas não tive uma experiencia ruim em nenhuma delas. Essa não foi diferente, por mais que tenha ficado um pouco confuso no final.
Essas suas histórias tristes acabam com meu emocional, mas não consigo evitar de lê-las, porque elas sempre me encantam, independente se me fazem sorrir ou chorar.
Olá, Pessoinha. Espero que tenha conseguido desfazer sua confusão... acredite, não foi minha intenção, embora eu possa ter falhado um pouquinho >.< Muito obrigada, mesmo, por cada palavrinha que deixa pra mim, fico muito feliz e grata com seus comentários! ♥
Mais um ótimo texto!!! Incrível!!!
Ownn, muito obrigada, mesmo, por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia; fico muito feliz e agradecida com o feedback ♥
Eu acabei de ler elefante (desculpa não ter comentado nada) e agora esse outro conto. Estou amando esse seu projeto. Eu amo histórias que nos fazem imaginar, que nos fazem pensar além e caramba to quase chorando com essas 200 palavras que traduzem a vida de muita gente. Eu já consegui imaginar toda a vida desse militar, consegui imaginar ele saindo de casa, conhecendo sua mulher, se casando e anos depois voltando para a sua cidade para enterrar a mãe. Imaginei todos os meses longe de casa, todas as cartas que ele trocou com a esposa e por fim sua morte, provavelmente vítima de um tiroteio ou bom no Iraque ou no Afeganistão.
Bom, eu só queria dizer que você consegue traduzir com clareza uma vida inteira em um momento que você coloca em seus contos. Que apesar de não descrever os personagens as atitudes e as poucas palavras já dizem muito sobre quem eles são e isso é muito muito bom. Parabéns pelas histórias!
Ownn, muito obrigada mesmo por esse feedback! *-* Que bom que você conseguiu imaginar tudo o que tentei deixar escondidinho nas entrelinhas; e ficou bem perto do que eu própria imaginei e deixei subentendido >.< Obrigada por tirar um tempinho e me deixar esse comentário tão inspirador e estimulante; você não tem ideia do quanto estou feliz e grata! ♥
Eu achei o final dessa história tão doce e inesperado, ainda que tenha ficado um pouco confusa (acho que é pq pensei que seria a esposa dele ou algo assim)
É sério, você escreve maravilhosamente bem e consegue fazer histórias realmente tocantes, estou amando ❤️
Essa história surgiu, por acaso; e acabou tomando rumos inesperados... talvez, por isso, esse pouquinho de confusão inicial o.O Mesmo assim, muito obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia, fico muito feliz e agradecida! ♥
E por último morreu a esposa de tristeza.
Surpreende-me a sua belíssima capacidade de escrever ótimos textos de gêneros tão distintos. Parabéns!
Foi triste, mas tocante e inspirador.
Misaki.
Ownn, muito obrigada pelo feedback tão perfeito e motivante. Essa história surgiu bem por acaso, e fico muito feliz por ter conseguido agradar. Obrigada por ler e comentar! ♥
Tive que ler essa droubble mais que uma vez para entender.
Foi bom ter lido algumas antes porque me permitiu interpretar melhor. Notei que você associa a mãe a um símbolo de paz e acolhimento depois da morte. O que é muito bonito e ao mesmo tempo me deixa com um aperto no peito. Você consegue trazer aquela sensação de alívio de saber que tem algo nos esperando do outro lado.
mas não nos permite respirar fundo e sentir pelo que deixamos para trás.
ate à próxima ♥
Hey, olá Pessoinha! *-* Agora que você comentou, parei para pensar um pouco e percebi que realmente minha mãe está muito presente em tudo o que faço (e escrevo). Acho que o motivo é a relação única e extremamente próxima que temos. Muito obrigada pelo comentário, suas palavras me fizeram repensar alguns pontos importantes da minha vida, e entender um pouco mais de mim mesma! ♥
Sem reação. Não entendi bem, mas parece que nos momentos finais da vida dele, ele voltou a sua infância, num momento feliz. Triste o final.
MS•♡♡
Olá, Pessoinha! Foi bem isso que eu tentei passar: que no momento da partida/morte, ao invés de se apegar ao medo ou dor; esse homem foi "levado" para casa, especificamente, sua infância onde ele era puramente feliz (sem o peso do que ele estava passando/enfrentando). Obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia tão pequenininha! ♥
Deixa-me adivinhar: o marido, que aqui sou eu, morreu e foi para o paraíso. Estou certo? Cheguei perto? Passei longe de adivinhar?
De qualquer modo, acho que seria muito legal se eu tivesse sete anos de novo. Queria ser genuinamente feliz outra vez.
Foi uma boa leitura. Tchau e um abração.
Hey, ola Pessoinha. Bem, eu tentei deixar isso um pouquinho em aberto, mas acho que, de alguma forma, você chegou bem perto... tentei descrever um (na verdade, o meu) lugar "de paz". Confesso que eu também sinto falta da minha infância e do período em que realmente sentíamos a felicidade, sem percebermos. Muito obrigada por tirar um tempinho para ler e comentar essa minha ideia. Fico muito feliz e grata com suas palavras! ♥
São poucas histórias em segunda pessoa que eu li, mas não tive uma experiencia ruim em nenhuma delas. Essa não foi diferente, por mais que tenha ficado um pouco confuso no final.
Essas suas histórias tristes acabam com meu emocional, mas não consigo evitar de lê-las, porque elas sempre me encantam, independente se me fazem sorrir ou chorar.
Olá, Pessoinha. Espero que tenha conseguido desfazer sua confusão... acredite, não foi minha intenção, embora eu possa ter falhado um pouquinho >.< Muito obrigada, mesmo, por cada palavrinha que deixa pra mim, fico muito feliz e grata com seus comentários! ♥