Eu gostei da forma como você meio que desenrolou os flashback a partir da cena inicial sem precisar marcar com nada paratextual, tipo separadores, e como a perspectiva foi mudando conforme a história avançava. A princípio, eu achei que a casa do Dominic tinha sido invadida por um ex violento, depois de ele terminar um relacionamento abusivo, mas ao fim já não era isso, e deu pena dos dois.
Apesar de não ser fã de angst, eu gostei de como você desconstruiu o conceito de "mocinho sai do armário e abraça a liberdade" e "pessoa rica abre mão dos privilégios pra viver na miséria com quem ama", mostrando consequências realistas e tal. A gente valoriza muito essas ideias de sacrifício e desprendimento, muitas vezes ignorando a realidade. Eu não gostei muito da possibilidade de problematizar relacionamentos com age gap que a história possibilita, mas não tem como evitar sajdfsds
Não achei o suicídio romantizado, mas eu sou bem tranquilo com essas coisas de problematização, talvez não seja o melhor juiz -q A perspectiva do Nicholas seria interessante de se ter em paralelo, mas na literatura é bom manter algumas coisas no mistério, né.
Ainda tô surpresa de você ter lido, por causa de toda a bad envolvida e tal. Eu gostei de usar uma linha do tempo não linear, foi uma maneira diferente do que geralmente uso, apesar de que, a principio, não tinha planejado escrever dessa forma, mas hora de meter o flahsback, pensei, por que não? Fiquei com dúvida se tava funcionando direito, principalmente pela quantidade de verbo no mais-que-perfeito que eu sempre me confundo.
Sobre a possibilidade de problematização de relacionamento com age gap, pior que eu concordo com você (se entendi direito o que você quis dizer, aliás).
Eu fiquei preocupada de alguém entender que o término do relacionamento foi a (única) causa do suicídio do Nicholas, quando não é o caso, porque os problemas deles são muito maiores, e não estão explícitos porque é a visão do Dominic e (talvez) ele também não entende tudo. Mas fico contente que tenha ficado compreensível. xD
Acho que a perspectiva do Nicholas seria ótimo também, mas não tive confiança pra fazer (ou tempo, ou coragem), enfim, se a gente pode usar a liberdade literária pra deixar as coisas em aberto, por que desperdiçar esse recurso, né verdade?
LEILA!!! oi Leila, eu disse que ia vir te rveilar ♥ Desculpa a enrolação, eu até li o começo da fic e já fiquei "ih, isso não vai dar certo, por que ces ecsrevem essas coisas dor aaaa", e é completamente contraditório pra mim, que amo de paixão um angst, e amo de paixão suas histórias também. Foi culpa do fluff, o fluff me mal acostumou! vamos morder o fluff e ir pro angst, Leila -q
Mas nossa, de todas as fics que li até agora, a sua se tornou uma das minhas favoritas. Amei demais a forma como você foi construindo a relação deles, colocando esse negócio mais realista. Eu mesma adoro quando personagens fazem essas coisas bem inconsequentes pra ficar com o outro, dá um ótimo warm and fuzzy feeling, e é uma atitude tão linda ♥ Só de um estar disposto a enfrentar as diferenças e dificuldades pra ficar com alguém...
But, nem tudo é flores, e Nico viu isso assim que mudou seu estilo de vida pelo Dominic. :c Ah, sei lá, eles eram tão fofos juntos. apesar do age gap e das dificuldades, acho que o Domi podia tentar, sei lá. Sou da opinião que conversas num relacionamento é a solução pra mais da metade dos problemas e só conversando e tendo a paciência de lidar com ele, podiam estar tendo um relacionamento fofo ainda assim.
Assustador foi ver o que o Nico se tornou depois do término dele. Compreensível, né, porque ele havia abandonado tudo pra só ter o Domi, e agora que não tinha mais ele... >.>
Cê me destruiu com o desfecho da história dos dois no fim, viu? Temi pelo Domi e a segurança dele (ha, temendo pela segurança de um segurança), mas tava no fundo esperando que pudessem se resolver. O Nico tava agindo por impulso, dava pra resolver ainda, awn.
Aliás não achei que o suicidio ficou romantizado não u.u
Amei sua história, Leila!! ♥
Vem escrever mais coisas nos delipas sim, que eu apareço pra te revilar
Olha, eu também gosto de fluffy, mas angst wins sempre, rsrs.
Olha, sou da sua mesma opinião de que uma conversa sincera é sempre o caminho para se resolver os conflitos de um relacionamento, mas vamos combinar que é mais fácil dizer isso quando não é a gente no meio do conflito, né? Assim, muitas vezes as pessoas evitam a conversa porque tem medo ou porque acha que evitar falar pode fazer o problema desaparecer. É mais uma limitação do ser humano mesmo. Então, a questão com o Nico é que ele tinha outros problemas e o relacionamento com o Dominic acabou se tornando uma maneira de escapar disso, perdê-lo foi como perder tudo porque era assim que o Nico via o mundo, ele sentia como se tudo que restava pra ele fosse o Dominic, que tudo que tinha acontecido antes dele era parte de outra vida para a qual ele não queria voltar, e realmente não voltou :(. Você achou que ele estava agindo por impulso? Interessante essa visão, não foi bem assim que eu imaginei, rsrs, quer dizer, o Nicholas se esforçou muito, não dá pra dizer que ele não lutou, mas não conseguiu.
Até eu fiquei destruída com o final, desculpa. Quase desisti da história algumas vezes, e depois de terminar de escrever demorei dias pra revisar e postar porque fique meio assim com o final.
Fico feliz que você tenha gostado (por que a gente gosta dessas coisas que nos fazem sofrer, hein??
Eu espero estar em outros Delipas sim, mas não prometo nada.
Eu nem imaginava que a história sobre a música das Wonder Girls sairia tão pesada ao ponto de envolver suicídio, me pegou de surpresa, fiquei um tanto receosa quando fui ler, mas acabou que gostei no geral. Eu, particularmente, gosto de um bom drama e o desenvolvimento com mais ação. Como a história deu uma quebra de tempo para ir explicando as coisas durante mais da metade dela, só mostrando o tempo real no início e no fim, pra mim pareceu meio monótono. Eu sou bem chatinha em relação á isso. Esse tipo de narrativa não é necessáriamente algo ruim, nem algo bom; Depende mais do tipo de leitor que está lendo mesmo. O plot foi interessante, bem explicado, os personagens desencolcidos num curto espaço de tempo. Sobre a gramática não tenho muito a falar, não costumo bater a tecla nisso, o português correto que foi escrito pra mim já é suficiente.
Nem eu esperava que fosse escrever algo assim, mas aconteceu, a ideia surgiu e eu aproveitei. Como falei nas notas, talvez tenha fugido um pouco do tema da música, apesar de que, quando eu faço songfic não costumo seguir fielmente a letra, mas tentar interpretar a música; primeiro eu pensei que com aquele ritmo não ia ter como encaixar esse angst, então não me surpreende que a relação do enredo com a música não esteja muito clara, rsrs, acontece nas melhores famílias.
Creio que essa foi a primeira vez que eu usei a narrativa não linear numa história e apesar de não ter planejado isso a princípio, achei fantástico, é uma maneira diferente de contar a história, e ainda que tenha menos ação, a gente ganha em mistério e suspense, de alguma forma. Mas é como você falou, a percepção do leitor será sempre influenciada pelos gostos pessoais, e é normal que uma história com muitos verbos no pretérito mais-que-perfeito soe enfadonha pra quem tem mais afinidade com história com um passado mais próximo ao tempo linear (não sei se fiz muito sentido, mas enfim).
Obrigada pela leitura e pelo comentário. É sempre um honra servir ao grande limão. Até o próximo Delipa.
Putz, que bad :x
Eu gostei da forma como você meio que desenrolou os flashback a partir da cena inicial sem precisar marcar com nada paratextual, tipo separadores, e como a perspectiva foi mudando conforme a história avançava. A princípio, eu achei que a casa do Dominic tinha sido invadida por um ex violento, depois de ele terminar um relacionamento abusivo, mas ao fim já não era isso, e deu pena dos dois.
Apesar de não ser fã de angst, eu gostei de como você desconstruiu o conceito de "mocinho sai do armário e abraça a liberdade" e "pessoa rica abre mão dos privilégios pra viver na miséria com quem ama", mostrando consequências realistas e tal. A gente valoriza muito essas ideias de sacrifício e desprendimento, muitas vezes ignorando a realidade. Eu não gostei muito da possibilidade de problematizar relacionamentos com age gap que a história possibilita, mas não tem como evitar sajdfsds
Não achei o suicídio romantizado, mas eu sou bem tranquilo com essas coisas de problematização, talvez não seja o melhor juiz -q A perspectiva do Nicholas seria interessante de se ter em paralelo, mas na literatura é bom manter algumas coisas no mistério, né.
Volta pros delipas mais vezes s2
Olar!
Ainda tô surpresa de você ter lido, por causa de toda a bad envolvida e tal. Eu gostei de usar uma linha do tempo não linear, foi uma maneira diferente do que geralmente uso, apesar de que, a principio, não tinha planejado escrever dessa forma, mas hora de meter o flahsback, pensei, por que não? Fiquei com dúvida se tava funcionando direito, principalmente pela quantidade de verbo no mais-que-perfeito que eu sempre me confundo.
Sobre a possibilidade de problematização de relacionamento com age gap, pior que eu concordo com você (se entendi direito o que você quis dizer, aliás).
Eu fiquei preocupada de alguém entender que o término do relacionamento foi a (única) causa do suicídio do Nicholas, quando não é o caso, porque os problemas deles são muito maiores, e não estão explícitos porque é a visão do Dominic e (talvez) ele também não entende tudo. Mas fico contente que tenha ficado compreensível. xD
Acho que a perspectiva do Nicholas seria ótimo também, mas não tive confiança pra fazer (ou tempo, ou coragem), enfim, se a gente pode usar a liberdade literária pra deixar as coisas em aberto, por que desperdiçar esse recurso, né verdade?
Muito obrigada por ler e comentar.
LEILA!!! oi Leila, eu disse que ia vir te rveilar ♥ Desculpa a enrolação, eu até li o começo da fic e já fiquei "ih, isso não vai dar certo, por que ces ecsrevem essas coisas dor aaaa", e é completamente contraditório pra mim, que amo de paixão um angst, e amo de paixão suas histórias também. Foi culpa do fluff, o fluff me mal acostumou! vamos morder o fluff e ir pro angst, Leila -q
Mas nossa, de todas as fics que li até agora, a sua se tornou uma das minhas favoritas. Amei demais a forma como você foi construindo a relação deles, colocando esse negócio mais realista. Eu mesma adoro quando personagens fazem essas coisas bem inconsequentes pra ficar com o outro, dá um ótimo warm and fuzzy feeling, e é uma atitude tão linda ♥ Só de um estar disposto a enfrentar as diferenças e dificuldades pra ficar com alguém...
But, nem tudo é flores, e Nico viu isso assim que mudou seu estilo de vida pelo Dominic. :c Ah, sei lá, eles eram tão fofos juntos. apesar do age gap e das dificuldades, acho que o Domi podia tentar, sei lá. Sou da opinião que conversas num relacionamento é a solução pra mais da metade dos problemas e só conversando e tendo a paciência de lidar com ele, podiam estar tendo um relacionamento fofo ainda assim.
Assustador foi ver o que o Nico se tornou depois do término dele. Compreensível, né, porque ele havia abandonado tudo pra só ter o Domi, e agora que não tinha mais ele... >.>
Cê me destruiu com o desfecho da história dos dois no fim, viu? Temi pelo Domi e a segurança dele (ha, temendo pela segurança de um segurança), mas tava no fundo esperando que pudessem se resolver. O Nico tava agindo por impulso, dava pra resolver ainda, awn.
Aliás não achei que o suicidio ficou romantizado não u.u
Amei sua história, Leila!! ♥
Vem escrever mais coisas nos delipas sim, que eu apareço pra te revilar
À bientôt!
Doge, sua linda, que bom que você veio ♥ ♥
Olha, eu também gosto de fluffy, mas angst wins sempre, rsrs.
Olha, sou da sua mesma opinião de que uma conversa sincera é sempre o caminho para se resolver os conflitos de um relacionamento, mas vamos combinar que é mais fácil dizer isso quando não é a gente no meio do conflito, né? Assim, muitas vezes as pessoas evitam a conversa porque tem medo ou porque acha que evitar falar pode fazer o problema desaparecer. É mais uma limitação do ser humano mesmo.
Então, a questão com o Nico é que ele tinha outros problemas e o relacionamento com o Dominic acabou se tornando uma maneira de escapar disso, perdê-lo foi como perder tudo porque era assim que o Nico via o mundo, ele sentia como se tudo que restava pra ele fosse o Dominic, que tudo que tinha acontecido antes dele era parte de outra vida para a qual ele não queria voltar, e realmente não voltou :(. Você achou que ele estava agindo por impulso? Interessante essa visão, não foi bem assim que eu imaginei, rsrs, quer dizer, o Nicholas se esforçou muito, não dá pra dizer que ele não lutou, mas não conseguiu.
Até eu fiquei destruída com o final, desculpa. Quase desisti da história algumas vezes, e depois de terminar de escrever demorei dias pra revisar e postar porque fique meio assim com o final.
Fico feliz que você tenha gostado (por que a gente gosta dessas coisas que nos fazem sofrer, hein??
Eu espero estar em outros Delipas sim, mas não prometo nada.
À bientôt, ma chère!
Eu nem imaginava que a história sobre a música das Wonder Girls sairia tão pesada ao ponto de envolver suicídio, me pegou de surpresa, fiquei um tanto receosa quando fui ler, mas acabou que gostei no geral. Eu, particularmente, gosto de um bom drama e o desenvolvimento com mais ação. Como a história deu uma quebra de tempo para ir explicando as coisas durante mais da metade dela, só mostrando o tempo real no início e no fim, pra mim pareceu meio monótono. Eu sou bem chatinha em relação á isso. Esse tipo de narrativa não é necessáriamente algo ruim, nem algo bom; Depende mais do tipo de leitor que está lendo mesmo. O plot foi interessante, bem explicado, os personagens desencolcidos num curto espaço de tempo. Sobre a gramática não tenho muito a falar, não costumo bater a tecla nisso, o português correto que foi escrito pra mim já é suficiente.
Parabéns pela contribuição! Até o próximo delipa~
Olar
Nem eu esperava que fosse escrever algo assim, mas aconteceu, a ideia surgiu e eu aproveitei. Como falei nas notas, talvez tenha fugido um pouco do tema da música, apesar de que, quando eu faço songfic não costumo seguir fielmente a letra, mas tentar interpretar a música; primeiro eu pensei que com aquele ritmo não ia ter como encaixar esse angst, então não me surpreende que a relação do enredo com a música não esteja muito clara, rsrs, acontece nas melhores famílias.
Creio que essa foi a primeira vez que eu usei a narrativa não linear numa história e apesar de não ter planejado isso a princípio, achei fantástico, é uma maneira diferente de contar a história, e ainda que tenha menos ação, a gente ganha em mistério e suspense, de alguma forma. Mas é como você falou, a percepção do leitor será sempre influenciada pelos gostos pessoais, e é normal que uma história com muitos verbos no pretérito mais-que-perfeito soe enfadonha pra quem tem mais afinidade com história com um passado mais próximo ao tempo linear (não sei se fiz muito sentido, mas enfim).
Obrigada pela leitura e pelo comentário. É sempre um honra servir ao grande limão. Até o próximo Delipa.