Respondi o comentário e a internet caiu na hora que enviei T.T vou escrever de novo kkk
Então, nesse capítulo tem duas linhas do tempo, uma cena acontece antes deles começarem a viagem e outra cena acontece depois do capítulo anterior, mas não logo depois, ainda tem uns diálogos pra inserir entre o capítulo anterior e esse aqui. Aí vou explicar porque a mulher não apareceu nessa cena.
E essa cena da clínica eu me inspirei numa coisa que aconteceu com a minha mãe, que ela foi na UPA levar meu irmão consultar e o cara não colocou o nome dela na lista quando ela chegou, esqueceu, sei lá, e quando ela percebeu que tinha algo errado e ela foi reclamar, os caras não quiseram concertar o erro, pegaram e colocaram ela no final da fila. Na vdd, a fic inteira é baseada em experiências pessoais.
Até o próximo cap o/
Att,
Captain
I
Igor L S C Oliveira
Sabe, eu vou admitir que essa sua nota inicial é algo bem importante a se colocar. Afinal de contas, muitas vezes parece que você está falando pelos personagens, como eu citei anteriormente, hehe. Vou manter isso em mente.
Hmmm... falando de forma um pouco mais séria aqui, sobre essa questão de drogas... eu já conheci e conheço pessoas que mexem ou mexeram com isso. Nada pesado como cocaína, ao menos não que eu saiba, mas maconha definitivamente. Não vou entrar em questões políticas aqui, de legalização o não, ou mesmo em uma questão moral de ser certo ou errado, mas isso é uma coisa que eu nunca consegui de fato entender, sabe? Hoje em dia, todo mundo sabe o que as drogas fazem. Todo mundo sabe os efeitos colaterais do seu uso, e mesmo as mais brandas - como a maconha é considerada - tem efeitos graves que são conhecidos, como a perda de memória. Sabendo tudo isso, eu não entendo como tantas pessoas gostam disso. Não sei se o uso vem para ajudar a lidar com problemas que encara no dia-a-dia, para se divertir com amigos, por simplesmente não pensar ou não se importar com os efeitos, nem nada do tipo, mas parece pra mim apenas... não valer a pena, sabe? Pra mim é como pegar um empréstimo de cem reais hoje para pagar cem mil daqui a cinco anos.
Mas, ao mesmo tempo, eu sou um cara que nunca fumou um cigarro, nem nunca bebeu uma bebida álcoolica, então a minha percepção é diferente da dos demais. Como sempre é o caso, eu imagino. Todo mundo vê o mundo e a vida de formas diferentes.
Cara, essa questão da clínica é algo que daria um grande processo. Um deles não estaria vivo ao final dele, provavelmente (principalmente se a história se passa no Brasil), mas com certeza seria um desses processos milionários dos quais as vezes ouvimos falar. E é interessante que essa cena situa agora uma diferença maior entre os personagens; a natureza mais calma e controlada de Nic em comparação com a mais estourada e explosiva de Dado, hehe.
E, na última seção do capítulo, temos mais da amizade dos dois. Vou ser franco, esses caras ficaram bem amigos, hehe. A intimidade que parecem ter um com outro é algo que normalmente demora anos para as pessoas criarem, mas ao mesmo tempo ela não parece artificial, até pela situação na qual eles se encontram.
E, só pra comentar o que estava quase esquecendo de comentar, temos a forma como você inicia o capítulo. Dessa vez não tem travessão, mas tampouco parece que é o narrador falando: pela forma que o início é escrito você sabe que está ouvindo um dos personagens, apesar que o tipo de situação te remete exatamente a algo que você parece poder ver na vida real. E é só ao fim dela que sabemos que é Dado que está falando, desenvolvendo ainda mais o personagem. Ou será que quem está falando é a mulher do fim do último capítulo?
Cada personagem tem um pouco do autor. Então, às vezes não são minhas opiniões, mas ambos os personagens têm muito de mim, como já havia comentado em uma conversa nossa.
Essa coisa das drogas... a mim é bem simples, irresponsabilidade. As pessoas não parecem mais tem noção do que é a vida e fogem da realidade usando certos artifícios. A verdade é que a falta de dificuldades na vida de muitos no nosso mundo de hoje, junto com a influência da música (pop, principalmente), da literatura, do cinema... Não só permitem, mas ensinam as pessoas a serem idiotas. “Ninguém” tem mais cara, coragem e sequer noção para admitir a própria miséria e incapacidade; ironicamente no século dos mais miseráveis e incapazes da história. Somos todos um bando de idiotas e mesmo os que se salvam em alguns aspectos, a idiotice é tão parte da realidade que fica difícil fugir completamente.
E nesses inícios, eu percebi ao longo dos capítulos que eles não bem segue um padrão. É mais um teste, pra saber de que forma fica melhor de se ler. Mas não é a mulher, ela ainda não está dentro do carro.
Isso aqui acontece antes? Vi que vc não vai seguir a linha cronológica aqui, então estou curiosa hehe pois a mina não apareceu nesse cap ><
Quero descobrir como eles se toparam é decidiram ir juntos para a clínica. Iahauhau sou curiosa.
E sacanagem viu. Deixar eles com medo de morrer e sem certeza de nada. Uma putaria
Respondi o comentário e a internet caiu na hora que enviei T.T vou escrever de novo kkk
Então, nesse capítulo tem duas linhas do tempo, uma cena acontece antes deles começarem a viagem e outra cena acontece depois do capítulo anterior, mas não logo depois, ainda tem uns diálogos pra inserir entre o capítulo anterior e esse aqui. Aí vou explicar porque a mulher não apareceu nessa cena.
E essa cena da clínica eu me inspirei numa coisa que aconteceu com a minha mãe, que ela foi na UPA levar meu irmão consultar e o cara não colocou o nome dela na lista quando ela chegou, esqueceu, sei lá, e quando ela percebeu que tinha algo errado e ela foi reclamar, os caras não quiseram concertar o erro, pegaram e colocaram ela no final da fila. Na vdd, a fic inteira é baseada em experiências pessoais.
Até o próximo cap o/
Att,
Captain
Sabe, eu vou admitir que essa sua nota inicial é algo bem importante a se colocar. Afinal de contas, muitas vezes parece que você está falando pelos personagens, como eu citei anteriormente, hehe. Vou manter isso em mente.
Hmmm... falando de forma um pouco mais séria aqui, sobre essa questão de drogas... eu já conheci e conheço pessoas que mexem ou mexeram com isso. Nada pesado como cocaína, ao menos não que eu saiba, mas maconha definitivamente. Não vou entrar em questões políticas aqui, de legalização o não, ou mesmo em uma questão moral de ser certo ou errado, mas isso é uma coisa que eu nunca consegui de fato entender, sabe? Hoje em dia, todo mundo sabe o que as drogas fazem. Todo mundo sabe os efeitos colaterais do seu uso, e mesmo as mais brandas - como a maconha é considerada - tem efeitos graves que são conhecidos, como a perda de memória. Sabendo tudo isso, eu não entendo como tantas pessoas gostam disso. Não sei se o uso vem para ajudar a lidar com problemas que encara no dia-a-dia, para se divertir com amigos, por simplesmente não pensar ou não se importar com os efeitos, nem nada do tipo, mas parece pra mim apenas... não valer a pena, sabe? Pra mim é como pegar um empréstimo de cem reais hoje para pagar cem mil daqui a cinco anos.
Mas, ao mesmo tempo, eu sou um cara que nunca fumou um cigarro, nem nunca bebeu uma bebida álcoolica, então a minha percepção é diferente da dos demais. Como sempre é o caso, eu imagino. Todo mundo vê o mundo e a vida de formas diferentes.
Cara, essa questão da clínica é algo que daria um grande processo. Um deles não estaria vivo ao final dele, provavelmente (principalmente se a história se passa no Brasil), mas com certeza seria um desses processos milionários dos quais as vezes ouvimos falar. E é interessante que essa cena situa agora uma diferença maior entre os personagens; a natureza mais calma e controlada de Nic em comparação com a mais estourada e explosiva de Dado, hehe.
E, na última seção do capítulo, temos mais da amizade dos dois. Vou ser franco, esses caras ficaram bem amigos, hehe. A intimidade que parecem ter um com outro é algo que normalmente demora anos para as pessoas criarem, mas ao mesmo tempo ela não parece artificial, até pela situação na qual eles se encontram.
E, só pra comentar o que estava quase esquecendo de comentar, temos a forma como você inicia o capítulo. Dessa vez não tem travessão, mas tampouco parece que é o narrador falando: pela forma que o início é escrito você sabe que está ouvindo um dos personagens, apesar que o tipo de situação te remete exatamente a algo que você parece poder ver na vida real. E é só ao fim dela que sabemos que é Dado que está falando, desenvolvendo ainda mais o personagem. Ou será que quem está falando é a mulher do fim do último capítulo?
Até a próxima!
Cada personagem tem um pouco do autor. Então, às vezes não são minhas opiniões, mas ambos os personagens têm muito de mim, como já havia comentado em uma conversa nossa.
Essa coisa das drogas... a mim é bem simples, irresponsabilidade. As pessoas não parecem mais tem noção do que é a vida e fogem da realidade usando certos artifícios. A verdade é que a falta de dificuldades na vida de muitos no nosso mundo de hoje, junto com a influência da música (pop, principalmente), da literatura, do cinema... Não só permitem, mas ensinam as pessoas a serem idiotas. “Ninguém” tem mais cara, coragem e sequer noção para admitir a própria miséria e incapacidade; ironicamente no século dos mais miseráveis e incapazes da história. Somos todos um bando de idiotas e mesmo os que se salvam em alguns aspectos, a idiotice é tão parte da realidade que fica difícil fugir completamente.
E nesses inícios, eu percebi ao longo dos capítulos que eles não bem segue um padrão. É mais um teste, pra saber de que forma fica melhor de se ler. Mas não é a mulher, ela ainda não está dentro do carro.
Enfim, até daqui a pouco!
Att,
Captain