Olá outra vez! Juro que vou dar uma passadinha na sua one de It mais tarde, hihihihi!
Estou ainda me perguntando um pouco sobre o porquê da mudança de ponto de vista da narrativa. Mas se você falou que vai explicar no final, então tá falado. Confio nos seus talentos, de qualquer forma.
De novo, ótimo capítulo impecavelmente escrito. Mesmo que a narrativa em si não tenha progredido, gostei bastante do insight sobre a figura da Marina. Achei interessante essa contraposição entre toda a base teórica que ela tem e a prática, a emoção que pisoteia toda forma de racionalidade. É bem aquela máxima de que "só sabe quem já passou por isso", né? E ainda bem que ela se lembrou da paciente para começar a traçar todo esse mistério... eu já estava pensando que se a Marina fosse atrás da polícia já de cara todo mundo pensaria que ela era louca e provavelmente seria presa como suspeita pelo assassinato da própria filha. Estou na torcida por ela, tomara que a pequena Lorena esteja viva!
"Estou ainda me perguntando um pouco sobre o porquê da mudança de ponto de vista da narrativa." -> Olha, confesso que eu, particularmente, tenho uma preferência MUITO maior pela 3ª pessoa (tanto na escrita quanto na leitura), mas essa mudança realmente tem um significado importante, porém eu só vou poder explicá-lo no fim mesmo, hahahaha. Espero que faça sentido pra você, quando souber do que se trata essa mudança xP
Pois é, menina, arrisco até a dizer que foi um capítulo monótono, mas achei que valia a pena escrevê-lo. Assim, a partir de agora, posso me focar melhor nos trampos que a Marina vai passar em busca de entender o que aconteceu com sua Lorena, ao invés de ir apresentando-a aos poucos. Até porque eu não pretendo me alongar nessa história como costuma acontecer com minhas fanfics, então a partir de agora teremos mais ação mesmo, até que o relato de Marina termine.
"É bem aquela máxima de que 'só sabe quem já passou por isso'" -> Exatamente. O próprio fato de ela experimentar o discrepante abismo que existe entre prática e teoria já se traduz num baque enorme. Deve ser uma das sensações mais devastadoras, cara, ainda mais na situação dela, em que a idade já vai tornando a gravidez muito mais difícil de se realizar, e o sonho da maternidade gerada pelo próprio ventre já pode ser considerada indo por água abaixo.
"eu já estava pensando que se a Marina fosse atrás da polícia já de cara todo mundo pensaria que ela era louca e provavelmente seria presa como suspeita pelo assassinato da própria filha." -> É isso mesmo, hehehe. Ela vai ter que se virar totalmente sozinha pra descobrir tudo o que deseja, e tem plena consciência de que a polícia nesse momento só a atrapalharia.
Bem, vamos lá. Primeiramente, quero dizer que hoje não é seu aniversário, mas você está de parabéns, hein marida!? Me surpreendendo cada vez mais com seu vocabulário cada vez mais rico, adorei, e aprendo muito contigo! Sua narrativa em primeira pessoa deu um toque muito mais aprofundado as coisas, e é admirável, porque é difícil escrever dessa forma, ainda mais, atentando aos detalhes da narrativa. Bem, ao menos eu acho um pouco mais complicado escrever em primeira pessoa, apesar de gostar desse ponto de vista mais complexo e detalhado. Como se sentíssemos tudo o que a personagem sente. Estou aguardando o próximo capítulo de nossa desafortunada Marina!
Segundamente, respondendo ao review anterior: Sim! Infelizmente, meu little Tablet-PC está inativo, preciso levá-lo a uma autorizada da Positivo, pra poder desbloqueá-lo, porque a licensa dele expirou, e tals. Aí, enquanto isso, a história não sai. Apesar de que, andei dando uma relida em todos os capítulos postados, pra ver se eu consigo escrever algumas coisas, ou ter outras ideias... Até agora, nada feito. Até a ideia de um "Da estrada até aqui..." alá Sobrenatural já pensei em fazer, mas não coloquei em prática, nadinha.
Não sei quanto tempo as coisas vão continuar como estão, talvez eu dê outro rumo para Luce e Nathan, ainda não sei ao certo. Mas, aceito sugestões! ♥'
Beijos, sua linda! E estou muito orgulhosa por ter se formado! ♥♥'
Olá, minha marida mais linda de todas as maridas do mundo! :v Pois é, nem é meu aniversário e você me dando presente com esse review divoso! *-* Fico muito feliz mesmo que tenha gostado desse capítulo mais paradão. Era necessário introduzir vocês mais a fundo à personagem, que no capítulo passado foi meramente ilustrativa, serviu muito mais pra delinear o enredo do que propriamente se apresentar aos leitores, hehe
E nossa, muito bom saber que gostou da minha narrativa em 1a pessoa. Eu normalmente escrevo em 3a por uma preferência pessoal mesmo (acho que narrar com certa distância dos acontecimentos traz mais credibilidade ao fatos da história, uma vez que quando é focada em 1a pessoa sempre fica aquela dúvida de "mas será que isso é confiável, ou é a versão modificada do ponto de vista de quem narra?"), por isso tava meio insegura de mudar, mas é ótimo saber que agradou :P ♥
Que merda, hein, marida :/ Boa sorte quando for ressuscitar o defunto, espero que dê tudo certo! Pior que é f*** ter que se afastar da história assim, né... Eu mesma tô com uma que tá em hiatus há cerca de 6-7 meses e já perdi totalmente o fio da meada e o ritmo pra continuar escrevendo -_- Sei como pode ser frustrante tentar retomar uma escrita parada. É difícil, mas não impossível! Tenhamos fé de que vai dar certo pra nós duas, hahahahaha xP
Muito obrigada, sua lindona! Eu ainda nem acredito que isso (a formatura) de fato aconteceu, hahahahaha xD
Alohaaa, minha querida Arrriba! Como foi de ano novo? Espero que muito bem, e que seu janeiro esteja muito proveitoso em vários sentidos =) por aqui, eu sigo tentando caminhar pra frente, que é o que posso fazer. Estou cheia de planos para esse ano, hehehe!
Gostei da abordagem loucura x sanidade da narrativa, assim como aquele clássico tema de "men of science, men of faith", tão bem explorado em séries como LOST, Vikings e até The Walking Dead, por exemplo. É interessante como o "atravessamento de realidade" sofrido pela Marina foi capaz de abalar as convicções outrora puramente científicas da médica, o que faz jus à sua profissão, mas ao mesmo tempo sempre foi algo que eu me questionei um pouco acerca das pessoas mais "empíricas", por assim dizer. Se a ciência sempre tenta ponderar todos os tipos de realidade à nossa volta e tentar traduzí-las para o conhecimento humano, por que muitas vezes os cientistas costumam ser pessoas tão céticas, ou, pensando mais vulgarmente em termos coloquiais, mais "cabeças fechadas"? Eu sempre pensei que cientistas e filósofos poderiam caminhar de mãos dadas, no sentido de expandir a compreensão de tudo, heheheh! Antes de negar, estudar, vislumbrar, questionar... Até chegar a um ponto chave.
É claro que na situação da personagem principal, qualquer um ficaria achando que surtou, mas é interessante como ela "passou bem" por esse estágio inicial de auto-questionamento e encontrou uma pista para seguir. É uma mãezona mesmo, para conseguir ter tamanha força de vontade, presença de espírito e insight em um momento tão ferrado.
Estou torcendo por ela, mesmo sabendo que a história é uma darkfic uhahushus!
Beijão!
O que mais gostei: A escrita está maravilhosa, mas além dela gostei muito de como o capítulo foi fechado, em termos de narrativa propriamente elaborada.
O que acho que pode melhorar: Não vi um errinho sequer, Arrribinha lacrando totalmente.
Olá, Mentita ^^ Como sempre, fico feliz pra p**** de saber que curtiu a narrativa em si, acredito que esse seja o capítulo mais paradão e introspectivo da história (ainda mais por ser narrado em primeira pessoa, não sou lá muito íntima desse estilo de narração, mas vamos ver no que dá :P).
Meus anos novos estão na mesmice por enquanto. Ainda seguindo aquele mesmo ritmo ragatanga da pousada, hehehe. E 2017, apesar de todas as dificuldades, foi um ano realmente incrível pra mim, ouso dizer que um dos melhores. Sentirei saudade e estou ansiosa pra ver se 2018 supera, ou se pelo menos mantém um pouco da qualidade xP Espero que esses seus planos se concretizem da melhor forma possível, sua linda, que você merece ^^ Eu confesso que ainda to meio perdida, me sentindo bem à deriva mesmo agora que me formei ^^" É muito estranha a sensação de deixar de ser estudante pra passar a ser desempregada, hehehe
Pois é, concordo bastante com a sua análise, mas eu particularmente vejo essa facilidade nesse "atravessamento", como você mesma disse hehehe, muito mais como uma forma de se afundar numa negação bem profunda acerca dessa perda. É mais fácil pra personagem confiar no que viu e se apegar ao fato de encontrar a filha do que duvidar de seus próprios olhos, precisar assumir para si mesma que tudo não faz o menor sentido e que sua menina, de alguma forma, se foi para sempre. Por mais improvável (até mesmo impossível) que seja, ela precisa se agarrar ao fato de que ainda poderá encontrar Lorena viva. Marina é uma mulher que desde sempre sonhou em ser mãe, porém ela só conseguiu realizar esse desejo quando já ultrapassou a casa dos 40 anos, por isso ela tem bastante noção de que essa gravidez foi sua última chance. Acho que seria muito mais saudável à personagem, na verdade, se ela se permitisse um pouco mais esse questionamento, porque ela sequer se permitiu duvidar, tamanho o desespero de se imaginar perdendo a filha. Apesar de todo o perfil acadêmico da pp, ela simplesmente sente essa necessidade de agir no ato, algo puramente instintivo, sem buscar antes compreender (ou pelo menos tentar) essa situação tão estranha. Mas esse imediatismo em querer agir pode até ser bom pra criança. Vai que ela consegue encontrar a Lorena ainda viva, não é mesmo? Nunca se sabe ^^
Beijos, beijos, gatona! Muito obrigada pelo review ;*
Eu sou um pouco suspeita, adoro primeiras pessoas, é como se eu pudesse estar mais próxima dos personagens (é também muito mais fácil ser enganado por elas e me deixar levar por suas loucuras, mas o meu masoquismo gosta disso também).
Enfim, ainda estou aqui. Acompanhando. Agoniada com a dor de Marina, ansiosa pelo próximo capítulo e me perguntando como uma mãe poderia viver com uma imagem dessas sem enlouquecer (como a outra moça que antes eles analisaram).
Olá de novo, sua linda! Espero que esteja tudo ótimo contigo ^^
Eu confesso que eu tendo a gostar mais de narrações em 3ª pessoa porque dá pra explorar o emocional de mais de um personagem ao mesmo tempo, e eu sou meio que viciada em fazer análises mais introspectivas dos personagens, seja através do pensamento deles ou por meio da própria narração onisciente, hsuehusehu. Mas fico feliz que tenha gostado da súbita mudança de narrativa, ela não foi feita à toa. Até porque, queria aproximar ao máximo os leitores da imensa dor pela qual Marina está passando após viver esse terrível episódio, e como a história será curtinha, tenho que usar todos os recursos possíveis para que vocês se identifiquem com a protagonista em pouco conteúdo =P
Fico muito feliz de saber que ainda está por aqui, gatona! Próximo capítulo teremos mais informações sobre essa outra mulher que, ao que tudo indica, passou por maus bocados bem semelhantes com sua própria cria.
Mil beijos procê, e muito obrigada por ler e comentar ♥ ♥ ♥
Olá outra vez! Juro que vou dar uma passadinha na sua one de It mais tarde, hihihihi!
Estou ainda me perguntando um pouco sobre o porquê da mudança de ponto de vista da narrativa. Mas se você falou que vai explicar no final, então tá falado. Confio nos seus talentos, de qualquer forma.
De novo, ótimo capítulo impecavelmente escrito. Mesmo que a narrativa em si não tenha progredido, gostei bastante do insight sobre a figura da Marina. Achei interessante essa contraposição entre toda a base teórica que ela tem e a prática, a emoção que pisoteia toda forma de racionalidade. É bem aquela máxima de que "só sabe quem já passou por isso", né? E ainda bem que ela se lembrou da paciente para começar a traçar todo esse mistério... eu já estava pensando que se a Marina fosse atrás da polícia já de cara todo mundo pensaria que ela era louca e provavelmente seria presa como suspeita pelo assassinato da própria filha. Estou na torcida por ela, tomara que a pequena Lorena esteja viva!
E como diz a máxima do site... continua! hahahaha
Oiee, gatona! ♥
"Estou ainda me perguntando um pouco sobre o porquê da mudança de ponto de vista da narrativa." -> Olha, confesso que eu, particularmente, tenho uma preferência MUITO maior pela 3ª pessoa (tanto na escrita quanto na leitura), mas essa mudança realmente tem um significado importante, porém eu só vou poder explicá-lo no fim mesmo, hahahaha. Espero que faça sentido pra você, quando souber do que se trata essa mudança xP
Pois é, menina, arrisco até a dizer que foi um capítulo monótono, mas achei que valia a pena escrevê-lo. Assim, a partir de agora, posso me focar melhor nos trampos que a Marina vai passar em busca de entender o que aconteceu com sua Lorena, ao invés de ir apresentando-a aos poucos. Até porque eu não pretendo me alongar nessa história como costuma acontecer com minhas fanfics, então a partir de agora teremos mais ação mesmo, até que o relato de Marina termine.
"É bem aquela máxima de que 'só sabe quem já passou por isso'" -> Exatamente. O próprio fato de ela experimentar o discrepante abismo que existe entre prática e teoria já se traduz num baque enorme. Deve ser uma das sensações mais devastadoras, cara, ainda mais na situação dela, em que a idade já vai tornando a gravidez muito mais difícil de se realizar, e o sonho da maternidade gerada pelo próprio ventre já pode ser considerada indo por água abaixo.
"eu já estava pensando que se a Marina fosse atrás da polícia já de cara todo mundo pensaria que ela era louca e provavelmente seria presa como suspeita pelo assassinato da própria filha." -> É isso mesmo, hehehe. Ela vai ter que se virar totalmente sozinha pra descobrir tudo o que deseja, e tem plena consciência de que a polícia nesse momento só a atrapalharia.
Continuarei, sim, lindona, haushuahsuahs!
Beijooos! ;*
Olha eu aqui de novo! Hehe :3'
Bem, vamos lá. Primeiramente, quero dizer que hoje não é seu aniversário, mas você está de parabéns, hein marida!? Me surpreendendo cada vez mais com seu vocabulário cada vez mais rico, adorei, e aprendo muito contigo! Sua narrativa em primeira pessoa deu um toque muito mais aprofundado as coisas, e é admirável, porque é difícil escrever dessa forma, ainda mais, atentando aos detalhes da narrativa. Bem, ao menos eu acho um pouco mais complicado escrever em primeira pessoa, apesar de gostar desse ponto de vista mais complexo e detalhado. Como se sentíssemos tudo o que a personagem sente. Estou aguardando o próximo capítulo de nossa desafortunada Marina!
Segundamente, respondendo ao review anterior: Sim! Infelizmente, meu little Tablet-PC está inativo, preciso levá-lo a uma autorizada da Positivo, pra poder desbloqueá-lo, porque a licensa dele expirou, e tals. Aí, enquanto isso, a história não sai. Apesar de que, andei dando uma relida em todos os capítulos postados, pra ver se eu consigo escrever algumas coisas, ou ter outras ideias... Até agora, nada feito. Até a ideia de um "Da estrada até aqui..." alá Sobrenatural já pensei em fazer, mas não coloquei em prática, nadinha.
Não sei quanto tempo as coisas vão continuar como estão, talvez eu dê outro rumo para Luce e Nathan, ainda não sei ao certo. Mas, aceito sugestões! ♥'
Beijos, sua linda! E estou muito orgulhosa por ter se formado! ♥♥'
Olá, minha marida mais linda de todas as maridas do mundo! :v Pois é, nem é meu aniversário e você me dando presente com esse review divoso! *-* Fico muito feliz mesmo que tenha gostado desse capítulo mais paradão. Era necessário introduzir vocês mais a fundo à personagem, que no capítulo passado foi meramente ilustrativa, serviu muito mais pra delinear o enredo do que propriamente se apresentar aos leitores, hehe
E nossa, muito bom saber que gostou da minha narrativa em 1a pessoa. Eu normalmente escrevo em 3a por uma preferência pessoal mesmo (acho que narrar com certa distância dos acontecimentos traz mais credibilidade ao fatos da história, uma vez que quando é focada em 1a pessoa sempre fica aquela dúvida de "mas será que isso é confiável, ou é a versão modificada do ponto de vista de quem narra?"), por isso tava meio insegura de mudar, mas é ótimo saber que agradou :P ♥
Que merda, hein, marida :/ Boa sorte quando for ressuscitar o defunto, espero que dê tudo certo! Pior que é f*** ter que se afastar da história assim, né... Eu mesma tô com uma que tá em hiatus há cerca de 6-7 meses e já perdi totalmente o fio da meada e o ritmo pra continuar escrevendo -_- Sei como pode ser frustrante tentar retomar uma escrita parada. É difícil, mas não impossível! Tenhamos fé de que vai dar certo pra nós duas, hahahahaha xP
Muito obrigada, sua lindona! Eu ainda nem acredito que isso (a formatura) de fato aconteceu, hahahahaha xD
Beijos, marida ;* ♥
Alohaaa, minha querida Arrriba! Como foi de ano novo? Espero que muito bem, e que seu janeiro esteja muito proveitoso em vários sentidos =) por aqui, eu sigo tentando caminhar pra frente, que é o que posso fazer. Estou cheia de planos para esse ano, hehehe!
Gostei da abordagem loucura x sanidade da narrativa, assim como aquele clássico tema de "men of science, men of faith", tão bem explorado em séries como LOST, Vikings e até The Walking Dead, por exemplo. É interessante como o "atravessamento de realidade" sofrido pela Marina foi capaz de abalar as convicções outrora puramente científicas da médica, o que faz jus à sua profissão, mas ao mesmo tempo sempre foi algo que eu me questionei um pouco acerca das pessoas mais "empíricas", por assim dizer. Se a ciência sempre tenta ponderar todos os tipos de realidade à nossa volta e tentar traduzí-las para o conhecimento humano, por que muitas vezes os cientistas costumam ser pessoas tão céticas, ou, pensando mais vulgarmente em termos coloquiais, mais "cabeças fechadas"? Eu sempre pensei que cientistas e filósofos poderiam caminhar de mãos dadas, no sentido de expandir a compreensão de tudo, heheheh! Antes de negar, estudar, vislumbrar, questionar... Até chegar a um ponto chave.
É claro que na situação da personagem principal, qualquer um ficaria achando que surtou, mas é interessante como ela "passou bem" por esse estágio inicial de auto-questionamento e encontrou uma pista para seguir. É uma mãezona mesmo, para conseguir ter tamanha força de vontade, presença de espírito e insight em um momento tão ferrado.
Estou torcendo por ela, mesmo sabendo que a história é uma darkfic uhahushus!
Beijão!
O que mais gostei: A escrita está maravilhosa, mas além dela gostei muito de como o capítulo foi fechado, em termos de narrativa propriamente elaborada.
O que acho que pode melhorar: Não vi um errinho sequer, Arrribinha lacrando totalmente.
Olá, Mentita ^^ Como sempre, fico feliz pra p**** de saber que curtiu a narrativa em si, acredito que esse seja o capítulo mais paradão e introspectivo da história (ainda mais por ser narrado em primeira pessoa, não sou lá muito íntima desse estilo de narração, mas vamos ver no que dá :P).
Meus anos novos estão na mesmice por enquanto. Ainda seguindo aquele mesmo ritmo ragatanga da pousada, hehehe. E 2017, apesar de todas as dificuldades, foi um ano realmente incrível pra mim, ouso dizer que um dos melhores. Sentirei saudade e estou ansiosa pra ver se 2018 supera, ou se pelo menos mantém um pouco da qualidade xP Espero que esses seus planos se concretizem da melhor forma possível, sua linda, que você merece ^^ Eu confesso que ainda to meio perdida, me sentindo bem à deriva mesmo agora que me formei ^^" É muito estranha a sensação de deixar de ser estudante pra passar a ser desempregada, hehehe
Pois é, concordo bastante com a sua análise, mas eu particularmente vejo essa facilidade nesse "atravessamento", como você mesma disse hehehe, muito mais como uma forma de se afundar numa negação bem profunda acerca dessa perda. É mais fácil pra personagem confiar no que viu e se apegar ao fato de encontrar a filha do que duvidar de seus próprios olhos, precisar assumir para si mesma que tudo não faz o menor sentido e que sua menina, de alguma forma, se foi para sempre. Por mais improvável (até mesmo impossível) que seja, ela precisa se agarrar ao fato de que ainda poderá encontrar Lorena viva. Marina é uma mulher que desde sempre sonhou em ser mãe, porém ela só conseguiu realizar esse desejo quando já ultrapassou a casa dos 40 anos, por isso ela tem bastante noção de que essa gravidez foi sua última chance. Acho que seria muito mais saudável à personagem, na verdade, se ela se permitisse um pouco mais esse questionamento, porque ela sequer se permitiu duvidar, tamanho o desespero de se imaginar perdendo a filha. Apesar de todo o perfil acadêmico da pp, ela simplesmente sente essa necessidade de agir no ato, algo puramente instintivo, sem buscar antes compreender (ou pelo menos tentar) essa situação tão estranha. Mas esse imediatismo em querer agir pode até ser bom pra criança. Vai que ela consegue encontrar a Lorena ainda viva, não é mesmo? Nunca se sabe ^^
Beijos, beijos, gatona! Muito obrigada pelo review ;*
Eu sou um pouco suspeita, adoro primeiras pessoas, é como se eu pudesse estar mais próxima dos personagens (é também muito mais fácil ser enganado por elas e me deixar levar por suas loucuras, mas o meu masoquismo gosta disso também).
Enfim, ainda estou aqui. Acompanhando. Agoniada com a dor de Marina, ansiosa pelo próximo capítulo e me perguntando como uma mãe poderia viver com uma imagem dessas sem enlouquecer (como a outra moça que antes eles analisaram).
Beijos.
Aguardo ansiosa.
O que mais gostei: A escrita em primeira pessoa
Olá de novo, sua linda! Espero que esteja tudo ótimo contigo ^^
Eu confesso que eu tendo a gostar mais de narrações em 3ª pessoa porque dá pra explorar o emocional de mais de um personagem ao mesmo tempo, e eu sou meio que viciada em fazer análises mais introspectivas dos personagens, seja através do pensamento deles ou por meio da própria narração onisciente, hsuehusehu. Mas fico feliz que tenha gostado da súbita mudança de narrativa, ela não foi feita à toa. Até porque, queria aproximar ao máximo os leitores da imensa dor pela qual Marina está passando após viver esse terrível episódio, e como a história será curtinha, tenho que usar todos os recursos possíveis para que vocês se identifiquem com a protagonista em pouco conteúdo =P
Fico muito feliz de saber que ainda está por aqui, gatona! Próximo capítulo teremos mais informações sobre essa outra mulher que, ao que tudo indica, passou por maus bocados bem semelhantes com sua própria cria.
Mil beijos procê, e muito obrigada por ler e comentar ♥ ♥ ♥
;*