Comentários em “Histórias do cara do balcão.”: “Despedidas... Foi um prazer.”

Rain

Oi, cara do balcão.

Não vou usar o Google Translator desta vez, porque estou sentimental e prefiro ser sentimental em língua materna. É apenas justo. Embora se terassá me fosse familiar eu até me arriscasse como uma ousadia de despedida. Mas não. Minha escrita ficaria bastante incompreensível e é não correr o risco de dizer coisas erradas. Em especial agora que a guerra acabou.

Deve ter dado mesmo muito trabalho se despedir do pessoal, mas as reações foram as esperadas. Sinceramente, embora eu não os conheça pessoalmente, vou sentir falta do Vincent/Van/Vitório e da Chef Olga. Aliás, você tomou a decisão acertada pelo tamagotchi, o Vgogh é um bom pai para ele. Uma pena que você não se despediu da Simone/Simaria/Susan. Talvez fosse legal você dar uma passada no novo emprego dela antes de ir. Eu sei que você vai dizer que não faz ideia de onde é, mas pode ser sua primeira aventura descobrir.

Poxa, quer dizer que o ship Balcão Dourado naufragou antes mesmo de zarpar? Que chato! Mas vida que segue, né. Agora que você vai viajar, pode embarcar em muitos outros navios.

Bem, eu estou enrolando, porque você sabe: não quero arrancar curativo nenhum. Eu realmente me apeguei a você e está sendo bem chato desgrudar. Mas se de fato é preciso, quero que saiba que vou sentir falta de suas histórias. E de você.

Lembra daquele cara com nome meio pedante que eu mencionei umas duas vezes? Claro que você não lembra, mas enfim... Um cara chamado Mestre do Universo dos Vermes. Aparentemente, ele é um bom contador de histórias também. Então, quando sentir muita falta sua, apareço para escutar algo que esse cara possa me contar, mas, ei, me faça um favor? Invente um apelido mais rápido para eu chamá-lo? É porque assim posso lembrar de você enquanto falo com ele. Eu não sou boa para apelidos. Se deixar na minha mão, vou acabar chamando-o de MUV.

Acho que é isso. A Chef Olga já fez as recomendações necessárias e creio que se você ficar longe do fogo vai estar mais ou menos seguro. Aproveite bem suas aventuras.

Ah, o MUV disse que somos BFFs, então tenho direito a cartão postal. Se vira.

Obrigada por nosso tempo juntos.

Até.

(Não vou dizer adeus, porque você me deve um cartão.)

PS: Feliz Natal e Ano Novo.

Mestre do Universo dos Vermes

Olá, Rain!

Então... Minhas sinceras desculpas, mas acho que vai ter que se contentar com uma resposta do autor pedante...

Afinal, uma vez que o "adeus" foi dado, acho que você vai concordar comigo em um ponto: não dá mais para o Cara do Balcão te responder.

É, eu sei, que triste. Mas vou dar meu melhor para não te desapontar na resposta. Eu posso até não ser o Cara do Balcão, mas sou até que gente boa (se você forçar um pouquinho)

Então...

Eu super compreendo essa relação de sentimentalismo e língua materna. Não há lugar como o lar, certo? Já dizia Gonçalves Dias, "minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá..." é tudo sobre saudade no fim. Sentimentalismo exacerbado.

E terassá é uma coisa complexa! Francamente, não sei como vocês dois conseguiam se arriscar...

É uma boa sugestão, pena que ele não ouviu... Mas, ei, o mundo é grande, vai que os dois se reencontram ou algo assim?

(Sim, eu estou te dando o que eu acredito serem falsas esperanças porque, francamente, eu sou bem pessimista... Ou realista, na melhor das hipóteses)

É, eu concordo, você se apegou bastante a ele. Na real, acho que você é a pessoa que mais ficou íntima dele por aqui e, bem, intimidade gera apego e isso, mais cedo ou mais tarde, gera dor. É só a vida.

Antes sentir dor que não sentir nada, certo?

"Um nome meio pedante"? Sério mesmo? Como você é legal comigo!

Aliás, já foi bem legal você se lembrar de mim! Muita consideração sua.

Aliás, curiosidade inútil pra você: eu queria "Mestre Supremo do Universo dos Vermes", mas o Nyah barrou por ser muito grande, então cortei o Supremo.

Então, sim, sou completamente pedante e provavelmente mais convencido do que deveria!

E eu agradeço o elogio. Gosto de pensar em mim como "contador de histórias", por mais que uma parte minha acredite que o título é pura pretensão da minha parte.

E, quanto ao apelido, acho que nós dois estamos em maus lençóis nesse quesito! Também sou bem ruim de inventar nomes... Tanto que, na única vez que precisei de algo mais curto, usei justamente "MUV" (e, de quebra, irritei minha amiga que detesta física lembrando-a que MUV é abreviatura, também, para Movimento Uniformemente Variado).

Precisaríamos do Cara do Balcão para inventar um apelido decente! Mas acho que agora é tarde... Então vou deixar na sua mão, você parece uma pessoa criativa o bastante (pelo menos, pelo que eu bisbilhotei das suas histórias... Um dia ainda passo por lá oficialmente)

De fato, a Chef Olga fez as melhores recomendações!

E, por mais que eu acredite que vocês são "BFF's", não sei até que ponto você pode esperar o cartão postal...

Sim, eu sou aquele tipo de pessoa que diz "Papai Noel não existe" para as crianças e tem que lidar com pais bravos depois.

Mas vou tentar ser simpático (ou empático, o que se encaixar melhor) e nutrir suas esperanças, então... Claro, por que não? Vai que acontece...

Na pior das hipóteses, você pode pensar no cara estranho que foi seu amigo por três meses. E isso é algo que ninguém vai tirar de você.

Por fim, eu sei que não somos exatamente "amigos", mas eu aprecio você como leitora, então espero que minha resposta não tenha sido completamente decepcionante. Eu sei que não sou tão legal ou otimista quanto seu "BFF", mas foi o que deu pra fazer...

Respeito sua escolha de não dizer "adeus", por mais que a considere sintoma de apego e negação... Como eu disse, vou tentar ser um pouquinho mais empático hoje.

Feliz Natal e Ano Novo, Rain!

Aproveite bastante.

L
Lorde Barão

É, enfim aqui estou: o último capítulo da fic.

É uma ocasião muito especial, que merece um comentário especial. E comentários especiais merecem convidados especiais. Senhoras e senhores, crianças, adultos e idosos, monstros e dragões, uma salva de palmas para o inigualável BRAK!!!

*Brak aparece enquanto a platéia o aplaude

Brak: Fala aê, Lorde Barão! Tudo em cima?

Eu: Claro, as coisas tão tudo no último andar.

*a platéia ri da minha piada sem graça

Brak: HAHAHAHAHA!! Essa foi boa, Barão!

Eu: Obrigado. Mas vamos deixar as piadinhas de lado e tratar de negócios. Tá pronto pra comentar no último capítulo de ‘Histórias do cara do balcão’?

Brak: Preparadíssimo. Passei essa semana inteira maratonando essa fic. De fato, ontem mesmo eu li o último capítulo.

Eu: Oh, é mesmo? Bem, eu também dei uma lida no último capítulo ontem à noite. Mas antes, gostaria de comentar a respeito da história em geral? Sabe, opinar sobre as aventuras que você mais gostou e tals.

Brak: Claro que sim. Eu curti pra caramba aquela vez que o cara do balcão trabalhou como manobrista.

Eu: Quê? Serinho?

Brak: 2000% sério. Eu achei interessante aquele trabalho de manobrista de só ficar olhando os carros. Você fica lá, de boas, e de repente você fica tipo: “Olha, um fusca!”. Daí você fica lá de novo e então: “Olha, um Santana 2000”. E você passa mais um tempo e: “Olha, um Camaro igualzinho àquele dos filmes dos Transformers!”.

Eu: Uau, ver você falando sobre esse emprego o faz parecer tão legal. Outro comentário que queira fazer a respeito da história?

Brak: Claro, teve também aquela vez que o cara do balcão se tornou no cachorrinho da Dra. Acre. Literalmente! Mano, eu gargalhei muito naquele capítulo.

Eu: Sim, imaginar o cara do balcão imitando um cachorro deixou o capítulo uns 300% mais hilário. Só achei meio nojento aquele lance dele mijar no tapete.

Brak: Pra mim aquele foi o momento mais engraçado do capítulo. Mas sabe o que foi engraçado de verdade?

Eu: Puxa, nem imagino. O que você achou engraçado de verdade?

Brak: Aquela cena em que o cara do balcão travestiu o galo e tentou hipnotizá-lo. HAHAHAHA!! Só faltou o galo ter hipnotizado o cara.

Eu: Eu sei, só faltou essa cereja pro bolo ter ficado perfeito.

*eu e Brak rimos por um tempo

Eu: É, acho que já tá na hora de comentarmos sobre o último capítulo.

Brak: Sim, foi emocionante do jeito que só essa fic sabe ser. Eu até esperava que um monte de gente comemorasse a demissão definitiva do cara do balcão. Mas o abraço que a Olga deu nele me pegou de surpresa.

Eu: Pois é, a princípio eu também me surpreendi com essa. Mas nessas horas lembro que a Olga tentou discipliná-lo lá no capítulo do emprego na cozinha. Acho que ela foi uma das poucas, se não a única daquele prédio, que viu potencial no protagonista, e ela tentou ajudá-lo do jeito que só ela sabe. E acho que esses conselhos foram a última tentativa da Olga de ajudá-lo.

Brak: É, verdade. E será que o Valtério vai cuidar bem do tamagotchi do cara do balcão?

Eu: Espero que sim. E vamos ser francos, aquele tamagotchi ficaria melhor nas mãos de qualquer um que não fosse nosso nem um pouco heroico herói.

Brak: Sei não, eu não confiaria muito na Dra. Acre pra tomar conta de um tamagotchi. Ela é muito fria, ela queria matar aquelas pobres rãs indefesas com sua arma do mal.

Eu: E por falar na Acre, você acha que ela verdadeiramente vai sentir saudades do cara do balcão?

Brak: Sendo franco, acho que lá no fundo do coração de gelo dela, ela vai sentir falta sim do cara do balcão. Fala sério, ele deu um pedaço de bolo pra ela lá no capítulo 11. Eu acho que nunca antes a Dra. Acre havia ganhado um pedaço de bolo de alguém. Aquilo deve ter sido um momento especial pra ela, que fez com que seu coração aumentasse 3 vezes de tamanho naquele dia.

Eu: Três vezes, sério mesmo?

Brak: Bom, exagerei. Acho que aumentou um tiquinho, mas para a Dra. Acre foi mais que o suficiente.

Eu: Mais algum detalhe a respeito do último capítulo que queira compartilhar com a gente?

Brak: Não sei, porque no geral o pessoal do prédio comemorou a despedida do cara do balcão que nem o Lula Molusco nessa cena: https://i.ytimg.com/vi/ELdqy9eTx1g/hqdefault.jpg

Eu: Sim, consigo visualizar direitinho o Sans-cullote e o Sr. Dragão comemorando que nem o Lula Molusco.

Brak: Mas mudando um pouco de assunto, gostaria de comentar sobre um ponto negativo a respeito desse último capítulo.

Eu: Eita, lá vem as pedras.

Brak: Relaxa, cara, vou tentar discutir sobre isso como um adulto civilizado. O que achei ruim foi que o cara do balcão nem se importou em procurar a S.

Eu: A S, aquela que crushava no cara do balcão? Esquece, já superei aquele capítulo mesmo.

Brak: Mas eu nunca vou superar aquilo! Buáaa, eu sempre imaginei que a fic fosse acabar com o cara do balcão e a S se casando e tendo dois filhos, Xavier e Amanda. Eu até escrevi aqui umas fanfics sobre isso.

*Brak mostra uns papéis cheio de letras garranchos

Eu: Pera, você escreveu fanfics de ‘Histórias do cara do balcão’?

Brak: Elementar, meu caro Barão. Uma fic boa como essa merece fanfics escritas pelos mais devotos fãs. E agora que a fic terminou com o cara do balcão viajando pelo mundo, estou trabalhando num novo projeto. Um romance épico entre Cipriano de Bellaventura e Sofia em uma simpática vila francesa, uma das poucas na França que sobreviveu a guerra.

Eu: Cipriano de Bellaventura? Sofia?

Brak: É o meu headcanon pros verdadeiros nomes do cara do balcão e da S. Enfim darei a esses dois o romance que eles merecem. O que acha?

Eu: Olha, tudo bem você criar finais alternativos pro seu casal favorito finalmente dar uns pegas e tals, mas não acha que esse nome tá pomposo demais pro cara do balcão? Acho que Caio Berinjela soa melhor pra ele.

Brak: Cara, minha fanfic minhas regras. Eu boto nos personagens o nome que eu bem entender.

Eu: Ok, ok, já entendi o lance. Bem, Brak, acho que já comentamos tudo a respeito do último capítulo de ‘Histórias do cara do balcão’. Vou sentir saudades de acompanhar essa fic.

*Brak começa a chorar

Brak: Sniff! Eu também vou, mil vezes mais que você. O cara do balcão foi mais que um protagonista trapalhão pra mim. Ele foi um amigo.

Eu: É, eu entendo. De longe o cara do balcão foi o protagonista mais humano que conheci. Ele não é um gênio como o Tony Stark, ele não é super poderoso como o Superman, ele não fazia umas piadinhas daora como o Homem-Aranha e também não era preparado pra tudo como o Batman, e mesmo assim ele estava lá pra alegrar nossas visitas ao Nyah. A verdade é que, assim como naquele prédio, as coisas no Nyah não serão mais as mesmas agora que o cara do balcão foi embora. Gostaria de acrescentar algo, Brak?

Brak: Só uma canção.

Eu: Sim, vamos cantar juntos.

*e então, o show musical começa

Brak: Preciso de um conselho de um irmão

Eu: Que aliviasse a minha imensa aflição

Eu e Brak: Mas mesmo que eu tivesse um conselho que prestasse, o fim de ‘Histórias do cara do balcão’ feriu meu pobre coração!!

*as cortinas se fecham enquanto a platéia aplaude emocionada

Obrigado, cara do balcão, por todos as histórias divertidas que o senhor contou.

Dos seus eternos amigos,

Lorde Barão e Brak

Mestre do Universo dos Vermes

Hey, Lorde Barão!

Então... Eu sei que demorei muito para responder seu comentário, mas tenho uma boa explicação!

Ok, "boa" não é bem a palavra... Tenho uma explicação. Fim.

Então: eu não fazia a menor ideia de como te responder. Sério mesmo. Primeira vez que recebo um comentário nesse estilo! Então fiz a coisa mais natural para mim: te plagiei descaradamente!

Afinal, se você pode comentar em dupla, eu posso responder em dupla!

A parte difícil foi convencer minha dupla disso... Mas ela já está acostumada a ser torturada por mim.

Por "pedido" (ameaça) dela, eu tenho que fazer uma honrosa reverência à ilustríssima presença dela...

Uma salva de palmas (discutivelmente merecidas) para a Capitã Larissa (Prescott) Cabelo Azul!

(Não, não fui eu quem criou o nome, ela se envergonha por conta própria)

Capitã: Ahoy Marujo! Como ousa me atrapalhar?! Por acaso estamos em terra firme? Um ataque está acontecendo? Icem as velas! Armem os canhões! ~ sai por aí procurando o tapa-olho falso e a espada de balão ~

Eu: E essa é a Capitã... Não se preocupem, ela é provavelmente inofensiva. E foi a única pessoa que eu consegui arrastar para responder esse comentário/talk show comigo. Ela vai fazer a parte do "talk". E a do "show" também. E eu vou ficar aqui como um acessório porque eu realmente não sei fazer talk shows.

Sobre a sua piada:

Capitã: fnrebfhbhwbcjkhbciyreukjcndbh (porque é assim que eu imagino que se escreve a risada de pessoas escandalosas), essa foi muito boa!

Eu: *palmas sarcásticas. Sem comentários*

Voltando ao comentário:

Capitã: Ah sim, vamos falar do Cara do Balcão! Arr, já falei alguma vez que eu até vejo um futuro marujo nele? Já que estando num navio, cercado de água, acredito que seja difícil ele por fogo em algo! Mas não vamos duvidar, não é mesmo? Meu querido navio é todo de madeira, pensar no Cara do Balcão sozinho nele... É. Provavelmente ele seria demitido. Ou seria obrigado a andar na prancha para ser lançado ao mar e servir de comida aos tubarões. Uma pena. A propósito, olá Lorde Barão e Brak!

Eu: Como se você fosse capaz de fazer alguém andar na prancha... E oi, pessoal. (sim, eu sou aquele personagem chato, pessimista, meio emo e odiado por 89% do fandom. Prazer)

Capitã: A única coisa que eu penso quando lembro do emprego de manobrista é em como ele nunca brincou de fusca azul com alguém. Sério. Se era para ficar só olhando os carros, por que não aproveitar para gritar "FUSCA AZUL" e dar um soco amigável em alguém? Tá que não havia ninguém para brincar com ele disso. E provavelmente ele seria demitido por justa causa. Ossos do ofício... Eu que não poderia a chance, perder o emprego tudo bem!

Eu: Aham... *concorda automaticamente, meio zumbi*

Capitã: Eu não entendo gente de exatas. Como vocês conseguem?! 2000%, 300%, é tanta porcentagem que eu até já me perdi. Por isso segui no mundo da pirataria ~ ri da piada sem graça ~

Eu: *olha pra ela, pensa em falar algo, revira os olhos, desiste*

Capitã: Eu também esperava um festão com direito a torta de despedida. Poxa, que o cara do balcão ao menos alegrou a vida no prédio, isso não podemos negar! Tudo bem que ele meio que causou a guerra, algumas pessoas morreram, alguns lugares pegaram fogo, tortas e pedaços de bolo foram roubados e fofocas espalhadas... Mas ah, alguém já parou pra pensar que graças a ele os vestibulares acabaram? Não? Pois é, agradeça ao cara do balcão. Viva! E terassá? Não saberíamos nada dessa língua se ele não vencesse a barreira que é falar de terassá aos outros! Mais um viva! Também não saberíamos sobre Presinhas de Prata que, na minha humilde opinião humana, é muito melhor que Cachinhos Dourados. Viva e viva!

Eu: *pensa seriamente em só sair e deixar a Capitã apresentar isso sozinha, já que eu sou tão útil quanto uma planta*

(pensando bem, esquece isso. A planta pelo menos tem função decorativa!)

Capitã: Eu sempre soube que as famosas 'colheradas de pau na cabeça' da Chef Olga eram nada mais, nada menos que o juízo sendo enfiado a força naquele ser! Ela tem um bom coração, o que não sei se podemos dizer o mesmo da Dra. Acre. Mas eu até concordo com Brak, no fundo, beeeeem lá no fundo, no fundinho do lado esquerdo do pequeno coração de gelo dela, ela vai sentir falta do Cara do Balcão.

Eu: É discutível...

Capitã: Valtério será um ótimo pai. Só fico triste que agora R não terá mais dois pais com guarda compartilhada. Acreditem ou não, eu sempre achei que ele preferisse o cara do balcão. Qualé, a vida tinha mais aventura! Tá que ela era mais curta, mas ao menos ele dava um rolê pelo prédio!

Eu: *concorda com a cabeça e olha para os lados sem ter o que dizer*

Capitã: Não achei ruim que o cara do balcão não tenha procurado a S. Pensa só, ela levou um toco, no mínimo ainda estaria naquela bad/sofrência pós-não-começo-de-relacionamento. E, como nosso amigo do balcão não tem muito tato, pouco perceberia o desconforto dela. Além do mais, eu não shippo! Se for para criar shipps (insira uma piada de pirata aqui) eu sou muito mais Cara do Balcão e V. Eles já tinham até filho juntos! Podiam muito bem adotar mais dois irmãos tamagotchis, Xavier e Amanda, para o R e viverem todos felizes para sempre! E, bem, o V sempre tinha um terno a disposição do Cara do Balcão. Ou uma casa, já que ele apareceu lá de madrugada e ainda com os bolsos cheios de rãs! Além disso, V alegou que vai realmente sentir falta dele. Ouviram isso? Foi o meu coração partindo em mil pedaços com essa despedida. Meu shipp foi parar no baú de Davy Jones. Só me resta juntar ao Brak e escrever fanfics!


Eu: Se você queria fazer uma piada com "ship" ser navio em inglês, devia ter usado um P só... (cara, como eu sou chato! Sem comentários sobre o ship dela. Cada um shippa o que bem entender.)


Capitã: Eu não sei se deveria relevar isso mas lá vai: o Cara do Balcão é, na verdade, meu irmão perdido. Eu sei, é um choque, vou dar um minuto para vocês absorveram a informação. Pronto. Então, há muito tempo eu perdi um irmão. Estávamos andando na rua e ele seguiu pelo caminho errado e não lembrou mais por onde voltava. Como perda de memória é um problema familiar, esquecemos o nome dele e tenho quase certeza que ele também esqueceu. Por isso ele se aperfeiçoou aos empregos, tornando-se o Cara manobrista, o Cara diplomata, o Cara tio da limpeza, o Cara porteiro e assim sucessivamente até virar o Cara do Balcão. Então, as chances dele se chamar Ciprano de Bellaventura ou Caio Berinjela são de 500%. Ei, ilha só eu usando porcetangem!
Eu: E lá vai ela jogando os headcanons dela para os pobres civis desavisados... Eu devia fazer algo? Hm... Nah...


Capitã: Arr, eu entendo essa tristeza. Acompanhar essa fic foi uma aventura e tanto. Também vou sentir muita falta!

Eu: Eu não. Isso só devia ter tido uns cinco capítulos! Vinte e um? Sério? Nem eu sei de onde surgiu tanta coisa!

Capitã: Já parou pra pensar que talvez o Cara do Balcão seja um gênio melhor que Tony Stark. Eu sei, eu sei, mas pensa aqui comigo: ele é tão genial, tãoooo genial, que a nossa capacidade para compreender a genialidade dele não é suficiente e daí só entendemos gênios como o Tony, que não chegam aos pés do Cara do Balcão. O mesmo se aplica aos outros. É tudo questão de perspectiva!


Eu: Não... Nunca parei pra pensar nisso. E nem vou.

Capitã: ~ aplaude de pé, super emocionada, a canção tributo de Lorde Barão e Brak ~

Eu: *aplausos lentos, desanimados e meio sarcásticos*

¨¨¨¨¨¨

Enfim, valeu mesmo por comentar, Lorde Barão!

Eu sei que demorei, mas foi por uma boa causa! Eu realmente não levo jeito para tomar parte em entrevistas/talk shows/etc! Vide: exemplo acima.

E a Capitã até que é bem decente, não? Ela já tem o espírito louco e selvagem de uma apresentadora de TV!

Ah, e valeu pela recomendação também! Você é demais!

Enfim... Vou ficar por aqui porque, francamente, eu não tenho nada a dizer e ficar agradecendo as coisas é um tédio.

Só vou dizer que sou um prazer te ter como leitor! Sério mesmo!

Espero que tenha curtido a experiência tanto quanto eu.

Bye!