Comentários em “Histórias do cara do balcão.”: “A palavra importante.”

Rain

Ya, bila kûçikek çêbikin

(Isso é curdo.)

Eu ia começar fazendo um drama, gritando um "nãããooo!" de novela mexicana e dizendo que não quero que a historinha acabe, que não é hora de dormir ainda. Mas depois me toquei que, como sua amiga que acho que sou, devo reforçar sua visão do lado bom das coisas e ainda acrescentar mais.

Veja só, você tem razão em pensar primeiro e principalmente no fim da guerra. Essa é a coisa mais importante. Possivelmente, isso significa que dentro em pouco o prédio também vai ter outra dinâmica e as cidades vão voltar a funcionar, então mesmo se você ficasse as coisas seriam diferentes mesmo.

Agora que a situação é de paz, não vai ser difícil você topar com o pessoal todo pelas ruas da cidade e a Dra. Acre não tem mais desculpa para construir armas potencialmente destruidoras de rãs.

Você pode lançar um curso de terassá instrumental e ensinar esse jeito mais prático de falar. Isso certamente ajudaria bastante nos intercâmbios. Aqui, é importante destacar que eu realmente tentei falar a palavra que você ensinou e acho que consegui bons resultados. Ainda bem que estava sozinha, no entanto, porque as pessoas achariam bem interessante minha incursão na cultura monstro. Mas só para você saber que é um bom professor, com bastante senso prático, o que é um bem tão subestimado quanto valioso no meio educacional.

Enfim, não fique triste, a situação me parece bastante promissora.

Quer saber um segredo? Você não precisa me contar segredo nenhum, eu sei que foi você que causou a guerra. Ainda assim, quero saber os detalhes.

Então até lá.

Mestre do Universo dos Vermes

Curdo? Isso é realmente uma língua?

Mais parece que alguém escreveu "surdo" errado!

Mas, ei, quem sou eu para questionar?

Hi, Baranê!

Eu gosto de "nããããão's" de novela mexicana! Deixam qualquer cena mais dramática!

Concordo, por mim, eu te contava mais umas vinte histórias, mas não acho que vá dar mais...

Mesmo assim: Viva! É o fim da guerra!

Depois de uns cinco anos, já era hora de acabar!

Ora, claro que não é hora de dormir! Dormir é chato...

É hora de parar de contar histórias e caçar mais histórias para contar.

Claro que somos amigos, você é tão legal! ♥

Pois é, tudo muda, tudo flui, a vida passa...

Acho que já ouvi uma música assim. Ou umas vinte.

Sei lá, tem músicas com temas tão parecidos...

Mas, ei, onde eu estava?

Francamente? Não tenho certeza se vou ficar muito tempo pela cidade.

Sei lá, tenho um senso de aventura que beira o suicida e uma mochila ainda utilizável, por que não sair pelo mundo como mochileiro?

Vai ser tão divertido! Ainda mais depois de ficar quase cinco anos "encarcerado" no prédio!

Isso aí! Nada como um mundo no qual a Dra Acre não pode criar armas potencialmente letais!

(E por um mundo no qual eu possa comer na lanchonete também! Vai por mim, não tem nada pior que a lanchonete do prédio...)

Eu poderia acampar perto do lago e passar uns dias com as rãs antes de ir embora... Vai ser tão legal!

Será que elas vão sentir minha falta?

E eu não tenho certeza se alguém ainda vai me deixar falar terassá, mas vai que rola? Eu gostei da minha experiência de professor!

Bons resultados são sempre bons!

As pessoas não são mente aberta o bastante para entender por que alguém tenta falar terassá... Acredite, senti isso na pele por cinco anos!

Mas vale a pena!

É, sem problemas, já estou mais otimista.

Afinal, pra que ficar pra baixo? A vida é bela, o sol brilha e as chances de ser assassinado caíram drasticamente.

Sério? Me desculpa por causar uma guerra? Que demais! Quase ninguém do prédio me desculpou por isso!

E eu sempre vou te dar os detalhes ;3

Quer dizer, menos quando me mandarem embora, aí vai ficar complicado...

Mas você entendeu o que eu quis dizer!

Até!

L
Lorde Barão

YOHOHO!!!
É, estou me aproximando cada vez mais do fim. Já tô até planejando como vai ser o comentário para o último capítulo.
E vou mudar de assunto logo porque não quero estragar a surpresa.
Vejamos...
Um pouquinho?
Essa história da conferência fez o meu nível de curiosidade aumentar uns 1000000%.
Hehehe, será que a ABMPLT (ou Arbete, ou Bete ou o que soar melhor) é a verdadeira arma para destruir os monstros e acabar com a guerra de uma só vez?
*le versão funk da musiquinha do dori me ameno começa a tocar
https://www.youtube.com/watch?v=adMipslAZ7I
Uau, me surpreende que por mais de cinco horas o cara do balcão contou os segundos. O tédio te dá umas habilidades no melhor estilo X-Men.
Agora entendo porque a paz é tão difícil, galera prefere matar uns aos outros a ter que aturar uma Bete.
Felizmente a Branca de Neve conseguiu. BORA COMEMORAR!!!

TUTS! TUTS! TUTS! TUTS!

EVERIBODE DANCE NOU!!

Ok, a farra acabou. De volta ao comentário...
Uau, quem imaginaria? O cara do balcão não tava brincando com todas aquelas instruções malucas pra falar terassá. Então por que esquecê-las?
Como é, não somos monstros?
TAM TAM TAAAAAMMMMMMMMMM
Maior plot twist desde aquele sobre a Branca de Neve ser mulher.
Invocando de novo o meme da Mônica pra mostrar minha reação com relação a isso: https://pbs.twimg.com/media/DEoZ0s8W0AAJhoC.jpg
Hummm, por isso que sempre ficava insatisfeito com minhas tentativas de falar terassá. Nunca vou me livrar do meu sotaque. Que puxa, queria ter um sotaque mais bonitinho.
Caralha, não bastou a conferência durar esse tempo todo, ainda a fizeram durar uma noite e só acabar no dia seguinte!! Isso daí já é uma Bete com o mesmo poder de uma bomba atômica.
É, não me surpreende que o vendedor de café foi o que mais lucrou. Só isso explica o povo ter aguentado mais de 19 horas de conferência.
Sério, nem a batalha das doze casas durou tanto.
Hehehehehe, acho que oito agentes é pouco pra conter o cara do balcão e seu campo magnético de azar. Devia mandar um exército armado com pés de coelho, trevos de quatro folhas e um apanhador de sonhos, só pra garantir.
Mas no final das contas valeu a pena, porque humanos e monstros enfim chegaram a um acordo.
Realmente, não foi a melhor das histórias, mas foi uma das mais interessantes. E vamos concordar que os oito agentes não ajudaram muito (mas se não fossem por eles, nosso herói nem um pouco heroico se meteria numa confusão que só Deus duvida e isso comcertezamente arruinaria a conferência).
Mahein? Como assim? Uma palavrinha em terassá que o cara do balcão não soube falar causou essa guerra?
Ok, definitivamente o maior plot twist dessa fic inteira! Eita, o próximo capítulo promete.

Mestre do Universo dos Vermes

Hey!

Você por aqui? Derrotou a preguiça pra valer, hein?

Espero que a "maratona" esteja valendo a pena!

E aposto que vai ser um ótimo comentário.

Eu acho que "Bete" soa melhor porque parece que você está chamando alguém! Tipo aquela personagem d'Os Flinstones, a esposa do Barney.

E, francamente, matar de tédio é crueldade até para uma guerra! Câmara de gás? Beleza. Tédio? Nããããão!

Uma amiga minha já disse que, no tédio, ela tinha vontade até de construir uma máquina do tempo. Então, sim, o tédio faz coisas impressionantes.

No meu caso, o máximo que o tédio já fez foi me fazer descobrir se o peixe de estimação do meu irmão era macho ou fêmea... Era fêmea.

Eu sei, informação inútil.

Isso aí! A Branca de Neve conseguiu! Êêê!

Não somos monstros?! Tem certeza?!

Sei lá, com certas pessoas isso é bem discutível...

Ora, como você sabe que seu sotaque não é bonitinho? Já perguntou para um monstro?

Nem me diga, nem Hiroshima e Nagasaki foi tão cruel quanto a duração dessa conferência!

Pois é, depois de uns cinco anos, humanos e monstros se entenderam!

E só levou muito café e mais de dezenove horas...

Sério? O melhor plot twist? Melhor que nós não sermos monstros e a Branca de Neve ser mulher?!

Me sinto muito lisonjeado agora... XD

Bye, Lorde Barão!