Comentários em “Histórias do cara do balcão.”: “Como vai você?”

Rain

Todos à bordo do ship Balcão Dourado, urrul!

(Tá, parei.)

Hi, uso wa counter.

(Hoje vamos de suaíle.)

Ei, você viu só como a Branca de Neve surpreendeu? Apesar de sua descrença, eu imaginei que poderia ser promissor, mas acho que até você concordava que seria melhor que o pai dela.

Você realmente consegue transformar qualquer história em boa história e qualquer informação em utilidade. Vide minha tagarelice de outro dia sobre roupas femininas que te ajudou a ajudar a Chef Olga com seus blazeres. Mas fala a verdade se se essa palavra não lembra uma arma usada pela Resistência ou pelos Stormtroopers? Ah, não, pera, essas são Blasters.

Fiquei curiosa com uma coisa: onde você come, afinal? Não é possível que você consiga roubar todas as refeições da Olga. E a lanchonete você já disse que não frequenta... Acho que estou procurando boas indicações se algum dia eu tiver que ir aí no prédio e, bem, você É o cara das informações.

Outra coisa, como a Branca vai se comunicar com o Anselmo?

Até.

Mestre do Universo dos Vermes

Eu realmente não entendi essa frase, mas vou concordar mesmo assim! Uhul!

Hi, asioc dalhamo!

Suaíle... Nem imagino de onde seja.

Pois é, a Branca de Neve não é tão chata afinal!

Mas eu ainda não vou com a cara dela... Acho que peguei birra.

De qualquer modo, ela realmente toma boas medidas.

E eu não acho que seja tão difícil ser melhor que o pai dela! O pai dela era gente boa, mas me dava um pouco de medo...

Que bom ouvir isso, eu trabalho com informação afinal!

"Blazer" me lembra mais de "Blasé" mesmo. Conhece? Se não me engano, é uma expressão francesa.

E não me odeie depois dessa, mas eu nunca assisti Star Wars!

Ah, é fácil. Eu roubo algumas refeições da Chef Olga, eu ganho algumas refeições da Chef Olga, eu encho o saco do Vanúbio/Vicente/Vero na cafeteria até ele me dar alguma coisa ou o convenço a me pagar um jantar na cidade (mas isso era bem mais fácil com a Sélia/Sucena/Sode, ela sempre pagava de boa, até oferecia uns almoços! Eu nem tinha que pedir!). Ou eu posso convencer outras pessoas a me pagarem lanches na cidade. E teve aquela vez que a Dra Acre me pagou um almoço no restaurante... E aquele jantar executivo que eu invadi.

Enfim, eu como onde dá pra comer, desde que não seja a lanchonete! E uso qualquer meio necessário para isso!

Acho que meu melhor conselho é: irrite as pessoas até que elas te deem comida simplesmente para calar sua boca.

E, se quer uma indicação de restaurante, tem um na parte norte da cidade, numa das ruas bem ao norte mesmo, quase na margem. Ele é o único restaurante do quarteirão e vende comida aceitável a um bom preço. O dono é gente boa também, mas jamais diga a palavra "fiado" nem de brincadeira!

Ah, isso foi fácil. Foi só muita boa vontade e uma mistura estranha de grego, inglês e terassá.

Como eu disse, os monstros, antes do terassá, usavam o grego antigo. E, bem, não é tão difícil assim se adaptar do grego antigo para o grego mais moderno, então eles se viram bem nesse também. E a Branca de Neve fala um grego quase fluente, ela estuda desde pequena eu acho.

Quanto ao inglês, bem, alguns monstros (incluindo o Anselmo) o falam, mas é com um sotaque tão forte que eu não sei até que ponto aquilo pode ser chamado de inglês.

Por fim, a Branca de Neve levou um dicionário básico terassá para as palavras muito difíceis de traduzir para outras línguas. Sempre bom garantir, não?

A conferência foi uma mistura meio louca de grego, inglês e palavras soltas em terassá, mas todo mundo se entendeu no fim! Mesmo com os sotaques e a demora para estabelecer um diálogo funcional.

Até!

L
Lorde Barão

E pra mostrar que a preguiça não manda em mim, vou comentar nesse capítulo também, ainda hoje.
Chupa preguiça!!
A propósito, avise pro cara do balcão que tô bem, muitíssimo obrigado.
Olha, vamos ser francos, roubar comida da Chef Olga deve equivaler a descer uma montanha com um skate velho. Adrenalina pura. Então nesse ponto a vida do cara do balcão é emocionante pakas.
Ok, sou contra colar na prova, mas eu também não vejo sentido quando a matéria de Geografia se resume a decorar informações não muito úteis pra vida. Tipo, decorar capitais de estados e países importantes tá de boas pra mim. Decorar a capital do Insiraumnomealeatorioistão? Eca, passo longe.
Caraca, mas essa Cachinhos não tem jeito. O cara vai lá e dá pudim pra ela, PUDIM!! DE GRAÇA!! E ela: "Ah, o cara do balcão...".
Não é grande fã de tortas, não se interessa por terassá e esse episódio do pudim. São três foras, Cachinhos Dourados.
YAY, mudança!! E eis que me deparo com o grande plot twist do capítulo (talvez da fic inteira): A Branca de Neve é MULHER!!
Mano, eu sempre achei que ela fosse um Helicóptero Apache, uma transmaionese ou algum outro gênero inventado pelo Tumblr
Eita, a Dona Acre ficou full pistola. Acho que um certo cara do balcão vai ficar uns dias afastado dos laboratórios.
Realmente, não foi a melhor história, mas as cenas dos próximos capítulos prometem.
Quais confusões nos aguardam nessa conferência?
E por hoje é só.
Nos vemos na próxima.

Mestre do Universo dos Vermes

Yey! Parabéns! Vencendo a luta contra a preguiça!

Já é bem mais do que eu consigo fazer...

Ela é uma adversário nível hard!

Já assistiu Kick Buttowski? Lá tem uma cena de descer uma montanha em cima de um skate velho!

Nem decorar capitais de estados eu consigo! E eu só descobri ano passado que a Guiana Francesa não ficava na França... Em resumo, sou totalmente a favor de colar na prova de geografia!

"Insiraumnomealeatorioistão"... Se um dia eu fundar um país, estado, cidade, vilazinha, aldeia ou ruazinha da esquina, esse vai ser o nome!

Pois é, Cachinhos, a regra é clara: três strikes, tá fora!

"eu sempre achei que ela fosse um Helicóptero Apache"

Aquele momento que eu lembro que ainda tenho que comentar na sua one-shot natalina...

Tá difícil derrotar a preguiça!

Uns dias é pouco! Tinha que passar uns meses longe do laboratório, no mínimo.

Até lá, Lorde Barão!

Valeu por comentar!