Comentários em “Histórias do cara do balcão.”: “Política, futebol, religião e outras aleatoriedades.”

L
Lorde Barão

E outra vez consegui chegar até aqui, o capítulo mais recente.
Uma vantagem de maratonar capítulos do jeito que tô é que é fácil se lembrar dos babados recentes.
O chefe do prédio todo morreu, vai ter reunião, agente Chihuahua morreu e a dona S foi embora.
Um pouco de tristeza ainda reside em meu coração por causa desses eventos recentes, mas tenho que ser forte.
YAY, a Acre não poderá usar a arma dela! As rãs tão salvas!!
Olha, eu curti muito essa curiosidade. Na verdade, acho que vou tentar pronunciar essa palavra em Terassá quando tiver um tempinho.
Mano, o cara do balcão tem razão, recomendo parece mesmo a ação de comer de novo. Minha vida mudou pra sempre pelo resto da vida.
Com o que mais o cara do balcão pode me encher? Pra ser franco, queria que ele focasse mais na reunião que teve, mas acho que isso tá fora de cogitação.
É, compreendo a dor dele, minha vida na educação física era um inferno.
HAHAHAHAHA, amei os nomes alternativos. Os contos de fadas vão dominar essa fic.
"Aliás, só eu acho meio esquisito o príncipe ver uma garota "morta" num caixão de vidro e ter como primeiro pensamento "uau, que bela moça, vou beijá-la"?
Bem, além do cara do balcão acho que todo mundo na Internet já se questionou isso.
É, que pena que não teve historinha nova hoje, mas pelo menos tivemos...
Ehhh...
Conhecemos duas personagens novas super legais, e isso é o bastante!!
Bem, agora é oficial, meu trabalho por aqui acabou.
Até a próxima!!



O que acho que pode melhorar: "Ou vai ver é o povo do exército que sobre de patente em épocas de guerra" - Você não quis dizer "o povo do exército que sobe de patente em épocas de guerra"?
Mestre do Universo dos Vermes

Não sei o que é pior, eu ter escrito isso, eu ter deixado isso passar na revisão ou eu ter precisado ler seu comentário duas vezes pra achar o erro!

Sei lá, acho que meu cérebro só ignora automaticamente a existência do R no "sobre".

Enfim, vou corrigir, e muito obrigado por avisar!

Pois é, maratonas compensam!

Quanta gente morrendo/indo embora...

Mas é isso aí! Seja forte!

Isso porque a gente nem sabia se a arma afetaria ou não as rãs...

Mas claro, por que não? Viva!

Divirta-se e me conta o resultado!

Aliás, se puder gravar essa tentativa e me mostrar, eu adoraria!

Não é? Devaneios que mudam vidas!

Ele poderia te encher de tédio.

Ah não, espera, isso ele já faz!

E, francamente, acho que nem ele sabe direito o que se passou na reunião! Ele tem a atenção de uma criança hiperativa e reuniões são muito chatas.

Eu me escondia pra ler um livro nas aulas de educação física...

E os contos de fadas dominam tudo!

Concordo, todo ser humano já parou pra questionar até que ponto o príncipe era um necrófilo...

"Pelo menos tivemos... Ehhh..."

Pois é, exatamente.

"Super legais". Aham.

Isso aí! Você está oficialmente o mais atualizado possível!

Vamos comemorar!

Até lá, Lorde Barão!

Espero que tenha curtido a maratona!

Rain

Hi, aghaidh a 'chunntaidh

(Gaélico escocês. Já reparou que eu gosto das Terras Altas né?)

O Chefe morreu, a Chef Olga não tem sido vista, agentes morrem em "missão"... Sei não, mas acho que a guerra está acontecendo aí mesmo dentro do prédio.

Gostei dos apelidos, mas diga uma coisa: existe eleição para War Lord (Lady), é isso? Mas esse prédio é mesmo muito surpreendente! E os outros? Há outros prédios? Como funciona? Onde as pessoas moram? Você mora aí no quarto andar?

Sei lá, de repente percebi que ou eu não sei ou esqueci o que tem para saber sobre esse lugar.

Então tá, vou indo, porque ouvi uns choramingos. Parece que o bebê está se recusando a dormir. Vamos ver como a noite progride. Talvez eu volte.

Mestre do Universo dos Vermes

Hi, Zinabi!

Eu descobri que gosto muito de dizer "Zinabi".

Na verdade não, não tinha reparado.

"Terras Altas" é por que tem muitas montanhas?

Ah, não se preocupa, é normal.

Pessoas morrem em guerras, pessoas somem de vez e quando... Mas, em geral, essas últimas voltam ou, pelo menos, aparece uma explicação muito plausível.

E a Chef Olga está legal, só estava ocupada no dia.

Não dá pra presumir o pior por não ver a pessoa em uma única reunião, sabe?

É, basicamente isso. Eleições para nova "chefe".

Não sei não, acho que vai ser uma bagunça...

Mas quem sou eu pra me meter na vida política alheia?

Ah, sim, há outros prédios. Vários deles, até.

Você sabe que eu não sou exatamente um bom professor de história e geografia, mas vou tentar te explicar o melhor que der:

Depois que a humanidade em geral foi drasticamente reduzida, o que sobrou dela decidiu deixar todas as birras internacionais de lado e fazer acordos de sobrevivência.

Decidiram reunir todo mundo que havia sobrado em pólos estratégicos de guerra. Ou seja, uma área fica concentrada com a população restante e o resto fica deserto e dominado por monstros às vezes. Chamamos a área concentrada de "área segura". Os agentes de campo costumam patrulhar as fronteiras dela.

Acho que, se você fosse contar, existem umas duas ou três áreas seguras por país. Nos países grandes, talvez umas cinco ou seis. Nessas áreas seguras há sempre, de modo padrão, um prédio/quartel general bem ao centro, que é mais ou menos a sede do poder e da estratégia de guerra, uma academia mais perto da fronteira, que é onde os agentes de campo "de verdade" são treinados (até tem um treinamentozinho aqui no prédio, mas é só para os aspirantes. Se você for aceito, vai para a a Academia), um canil (a maior parte dos agentes de campo anda com cães de guarda), algumas fazendas (nossa área segura, por exemplo, tem três fazendas pequenas e, um pouco fora dela, há duas médias e uma grande, mas é um pouco mais arriscado transportar alimentos de lá porque, por ser fora dos limites da zona segura, tem sempre o risco de inimigos as tomarem. Francamente, não sei por que os fazendeiros insistem em ficar lá... Acho que é teimosia de gente do campo), uma cidadezinha/vila, que é onde a maior parte do povo que trabalha no prédio mora (no nosso caso, a vila fica um pouco a sudeste do prédio. É uma caminhada considerável, mas nada cansativo. Os prédios sempre ficam meio afastados das cidades) e, em geral, uma fonte de água (no nosso caso, tem um pedaço considerável de um rio que passa pela nossa zona segura).

Digamos que voltamos mais ou menos ao feudalismo. Cada chefe de prédio é a autoridade de sua zona segura, manda e desmanda dela como quiser. Bem, mais ou menos... Os chefes de prédio em geral impuseram algumas regras/acordos que devem ser seguidos por todos. Algo como "não se juntar aos monstros", "não trair a humanidade" ou algo assim. Essa parte eu não sei dizer ao certo.

E eu meio que "moro" no prédio mesmo, mas não no quarto andar. Em geral, eu durmo nas camas no primeiro andar, tomo banho no chuveiro no décimo andar, como no nono ou no térreo e, é claro, trabalho no quarto andar. É uma vida meio chata se quer saber. De vez em quando eu fico de "hóspede" na casa do Valério/Vernando/Viviano também, mas não com tanta frequência (umas duas ou três vezes por mês).

Relaxa, acontece. E, francamente, nem tem muita coisa interessante pra saber.

Vai lá porque o trabalho de mãe não dá pausas! É o crachá vermelho eterno. Estagiescravidão voluntária.

Nos vemos por aí!