[Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO]
Cheguei ao derradeiro capítulo final:-) e devo dizer que adorei assim como os outros kkkkk A história inteira foi muito gostosa de ler, apesar do tema triste (alegria mórbida aqui...)
Eu gostei particularmente do trecho inicial porque ele resume bem o que é a última etapa do luto. Leva tempo, mas quando aceitamos a perda, aceitamos nossa impotência e nos conformamos, finalmente vislumbramos um horizonte melhor, deixando a dor maior para trás. É realmente um recomeço, já que não teremos mais aquela pessoa ali com a gente e, portanto, temos que aprender a viver sem ela e seguir com a vida.
Não é algo fácil, claro. E por isso gostei do finalzinho também, quando você diz que Adam nunca será esquecido. As etapas mais sofridas do luto passaram, mas ele sempre fará falta aos personagens, né? Sempre será lembrado ♥
Novamente, achei o texto coeso e coerente. Você trabalhou bem a última etapa do luto, de uma forma que fez sentido, seguiu uma lógica dentro da história e passou verdade. Também deixou o texto harmonioso e fluído.
Sobre o pontinho a melhorar, não usamos ponto final antes do travessão quando o verbo que vem depois dele indicar fala (os famosos verbos dicendi) nem usamos letra maiúscula. Então o certinho seria: — Porque você esteve com a gente esse tempo todo – os reis responderam.
Sobre isso, o mesmo se aplica à primeira fala. Apesar de não ter um verbo indicando fala após o travessão, a construção da frase passa essa ideia.
Só usamos ponto final antes do travessão e letra maiúscula quando o verbo indicar ação. Por exemplo, se ao invés de "os reis responderam", você colocasse "Os reis se entreolharam", aí sim seria letra maiúscula e teria o ponto final antes do travessão.
Ave Maria kkkkkk Eu não sei explicar melhor, então vou deixar o link sonho de princesa que sempre me ajuda: http://ligadosbetas.blogspot.com.br/2014/11/como-pontuar-dialogos.html
Parabéns pela linda história, chuchu! Eu amei de verdade!
PS: Ai... Hadock. Te quiero, muchacho! Super aprovo uma oneshot especial dele comigo XD
O que mais gostei: Esse trecho e o seu significado: "Com o tempo, as campânulas foram substituídas por lírios-da-chuva, que significam recomeço." Rapaiiiiz, isso foi lindo!
O que acho que pode melhorar: A pontuação do diálogo.
Menina, eu nem consigo encontrar palavras que não seja "obrigada". Obrigada pelos comentários, pela recomendação, pelos elogios e para os pontinhos que precisavam ser arrumados. Mesmo mesmo ♥
Talvez eu traga o Hadock pra cá, se eu fizer isso eu te aviso, po' deixar.
Mil beijinhos de luz
M
Marcondes
"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Olá, Beatriz. Vim ler a sua contribuição para o 3º Desafio do Caneta Tinteiro e gostei bastante da narrativa que você desenvolveu. Este capítulo me fez pensar em como a nossa relação com o tempo, além do uso da memória são aliados e antídotos importantes para lidarmos com a aleatoriedade da morte diante de nós.
De forma geral, adorei a linguagem uniformemente simples que você utilizou, já que este elemento facilita muito a visualização dos personagens e dos ambientes.
Como a história termina como uma atmosfera de aceitação, confesso que ela me lembrou muitíssimo a canção "PEACE" do AVATAR- A LENDA DE AANG.
Parabéns!
O que mais gostei: Da sensibilidade uniforme da história.
[Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS • GRUPO CANETA TINTEIRO]
Pra começar, eu achei bastante interessante a opção de narrador escolhida. Quero dizer, é muito comum encontramos um narrador personagem ou um narrador onisciente. Mas a opção de descrever os fatos pela própria Morte, que não é exatamente um personagem, mas também não chega a ter onisciência muito incrível e inovador.
Uma coisa que me incomodou um pouquinho foi o fato da história ter ficado um tanto vaga. Entendo que você queira deixar um ar de mistério, mas acabou deixando a impressão de que faltava algo, como se estivesse faltando um capítulo. Eu realmente não compreendi o que houve com a Brianda que a morte precisava quase leva-la (perdoe-me se for falta de sagacidade minha). Também gostaria de saber qual a causa da morte do Adam e as circunstâncias. Compreendo que o espaço para produzir o texto era limitado, mas essas pontas soltas acabaram me deixando um tanto perdida, fazendo com que o texto perdesse um pouco da sua coesão. Quem sabe um dia você não consiga complementar essa história em um outro enredo, num outro desafio.
Foi bem coerente a evolução dos acontecimentos (ao menos os que ficaram compreensíveis para mim) e gostei bastante da analogia com flores para mencionar o recomeço. Adoro esse tipo de simbologia nas histórias que leio. Eu gostei da história com essas ressalvas e se fosse uma long, eu adoraria ser chamada para lê-la, já que é um tema que eu simplesmente adoro! Beijos, nos vemos em breve!
Olá, Diamond. Seja bem-vindo(a). Aceita algo? Um café um chá...?
Não é bem a Morte em si, é um de seus Mensageiros, a Morte é mais como se fosse o "patrão" dele. Mas obrigada pelo elogio, Dylan agradece.
Eu sei que faltou algo, eu mesma sinto isso também, eu super queria explicar um pouco de como o Adam morreu, ou explicar melhor a questão da quase morte da Brianda, mas eu tinha apenas 600 palavras para usar. A Brianda ficou muito mal com a morte do rmão, parou de se alimentar e ficou fraca demais, caiu em cima de um vaso e acabou fazendo um estrago no pulso.
E sim, eu pretendo escrever mais sobre eles e, caso queira, no meu perfil á duas ones conectadas á esse universo, que são Another Chance e Passado. Sinta-se á vontade se quiser lê-las.
Muito obrigada mesmo pelo comentário, espero que nos vejamos em breve ♥
Que bela frase para se iniciar o capitulo. Quase uma poesia ♥
Sua história, de palavras simples e diretas, foi simplesmente magnífica. Apaixonei-me pelo narrador, e meus parabéns pela escolha deste. Um ponte de vista que quase não é explorado, foi realmente uma excelente ideia.
Assim como estes personagens, também conheci o luto. É um momento delicado de nossas vidas, mas necessário para apreender e compreender muitas coisas.
Desculpe por não ter muito o que falar, e por talvez meus comentários não terem agregado algo, mas gosto de comentar tudo que leio e aprecio, mesmo que seja uma carinha feliz XD.
Ai, sério? Heuhsheuse. Amo a linguagem das flores, as pessoas nem imaginam que um simples buquê pode falar tanta coisa...
Obrigada, obrigada. Dylan está agradecendo e prometendo que voltará para contar mais histórias por aqui...
Sim. Acho que é o momento que mais aprendemos sobre nós mesmos. Foi pelo luto que eu comecei a escrever direto, nunca abandonar o q amo.
Agregaram muito bb. Eu adorei casa um deles literalmente, ontem não foi um dia muito bom mas melhorou quando vi as notificações, ainda mais sendo em TdC, que é meu xodó.
[Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO]
Cheguei ao derradeiro capítulo final:-) e devo dizer que adorei assim como os outros kkkkk A história inteira foi muito gostosa de ler, apesar do tema triste (alegria mórbida aqui...)
Eu gostei particularmente do trecho inicial porque ele resume bem o que é a última etapa do luto. Leva tempo, mas quando aceitamos a perda, aceitamos nossa impotência e nos conformamos, finalmente vislumbramos um horizonte melhor, deixando a dor maior para trás. É realmente um recomeço, já que não teremos mais aquela pessoa ali com a gente e, portanto, temos que aprender a viver sem ela e seguir com a vida.
Não é algo fácil, claro. E por isso gostei do finalzinho também, quando você diz que Adam nunca será esquecido. As etapas mais sofridas do luto passaram, mas ele sempre fará falta aos personagens, né? Sempre será lembrado ♥
Novamente, achei o texto coeso e coerente. Você trabalhou bem a última etapa do luto, de uma forma que fez sentido, seguiu uma lógica dentro da história e passou verdade. Também deixou o texto harmonioso e fluído.
Sobre o pontinho a melhorar, não usamos ponto final antes do travessão quando o verbo que vem depois dele indicar fala (os famosos verbos dicendi) nem usamos letra maiúscula. Então o certinho seria: — Porque você esteve com a gente esse tempo todo – os reis responderam.
Sobre isso, o mesmo se aplica à primeira fala. Apesar de não ter um verbo indicando fala após o travessão, a construção da frase passa essa ideia.
Só usamos ponto final antes do travessão e letra maiúscula quando o verbo indicar ação. Por exemplo, se ao invés de "os reis responderam", você colocasse "Os reis se entreolharam", aí sim seria letra maiúscula e teria o ponto final antes do travessão.
Ave Maria kkkkkk Eu não sei explicar melhor, então vou deixar o link sonho de princesa que sempre me ajuda: http://ligadosbetas.blogspot.com.br/2014/11/como-pontuar-dialogos.html
Parabéns pela linda história, chuchu! Eu amei de verdade!
PS: Ai... Hadock. Te quiero, muchacho! Super aprovo uma oneshot especial dele comigo XD
O que mais gostei: Esse trecho e o seu significado: "Com o tempo, as campânulas foram substituídas por lírios-da-chuva, que significam recomeço." Rapaiiiiz, isso foi lindo!
O que acho que pode melhorar: A pontuação do diálogo.
Menina, eu nem consigo encontrar palavras que não seja "obrigada". Obrigada pelos comentários, pela recomendação, pelos elogios e para os pontinhos que precisavam ser arrumados. Mesmo mesmo ♥
Talvez eu traga o Hadock pra cá, se eu fizer isso eu te aviso, po' deixar.
Mil beijinhos de luz
"Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS do GRUPO CANETA TINTEIRO"
Olá, Beatriz. Vim ler a sua contribuição para o 3º Desafio do Caneta Tinteiro e gostei bastante da narrativa que você desenvolveu. Este capítulo me fez pensar em como a nossa relação com o tempo, além do uso da memória são aliados e antídotos importantes para lidarmos com a aleatoriedade da morte diante de nós.
De forma geral, adorei a linguagem uniformemente simples que você utilizou, já que este elemento facilita muito a visualização dos personagens e dos ambientes.
Como a história termina como uma atmosfera de aceitação, confesso que ela me lembrou muitíssimo a canção "PEACE" do AVATAR- A LENDA DE AANG.
Parabéns!
O que mais gostei: Da sensibilidade uniforme da história.
Heeey lorde Marcondes. Tudo bom?
Seja bem-vindo, meu caro. Quer algo? Chá, café?
Foi meu capítulo favorito, eu acho. O guarda, a transição... tudo nele me faz amá-ko mais ainda. E seu comentário ajudou, então muito obrigada.
De verdade, muito obrigada mesmo tá? Eu amei seu comentário.
Abraços
[Estou participando do DESAFIO MEMÓRIA DOS MORTOS • GRUPO CANETA TINTEIRO]
Pra começar, eu achei bastante interessante a opção de narrador escolhida. Quero dizer, é muito comum encontramos um narrador personagem ou um narrador onisciente. Mas a opção de descrever os fatos pela própria Morte, que não é exatamente um personagem, mas também não chega a ter onisciência muito incrível e inovador.
Uma coisa que me incomodou um pouquinho foi o fato da história ter ficado um tanto vaga. Entendo que você queira deixar um ar de mistério, mas acabou deixando a impressão de que faltava algo, como se estivesse faltando um capítulo. Eu realmente não compreendi o que houve com a Brianda que a morte precisava quase leva-la (perdoe-me se for falta de sagacidade minha). Também gostaria de saber qual a causa da morte do Adam e as circunstâncias. Compreendo que o espaço para produzir o texto era limitado, mas essas pontas soltas acabaram me deixando um tanto perdida, fazendo com que o texto perdesse um pouco da sua coesão. Quem sabe um dia você não consiga complementar essa história em um outro enredo, num outro desafio.
Foi bem coerente a evolução dos acontecimentos (ao menos os que ficaram compreensíveis para mim) e gostei bastante da analogia com flores para mencionar o recomeço. Adoro esse tipo de simbologia nas histórias que leio. Eu gostei da história com essas ressalvas e se fosse uma long, eu adoraria ser chamada para lê-la, já que é um tema que eu simplesmente adoro! Beijos, nos vemos em breve!
Olá, Diamond. Seja bem-vindo(a). Aceita algo? Um café um chá...?
Não é bem a Morte em si, é um de seus Mensageiros, a Morte é mais como se fosse o "patrão" dele. Mas obrigada pelo elogio, Dylan agradece.
Eu sei que faltou algo, eu mesma sinto isso também, eu super queria explicar um pouco de como o Adam morreu, ou explicar melhor a questão da quase morte da Brianda, mas eu tinha apenas 600 palavras para usar. A Brianda ficou muito mal com a morte do rmão, parou de se alimentar e ficou fraca demais, caiu em cima de um vaso e acabou fazendo um estrago no pulso.
E sim, eu pretendo escrever mais sobre eles e, caso queira, no meu perfil á duas ones conectadas á esse universo, que são Another Chance e Passado. Sinta-se á vontade se quiser lê-las.
Muito obrigada mesmo pelo comentário, espero que nos vejamos em breve ♥
Que bela frase para se iniciar o capitulo. Quase uma poesia ♥
Sua história, de palavras simples e diretas, foi simplesmente magnífica. Apaixonei-me pelo narrador, e meus parabéns pela escolha deste. Um ponte de vista que quase não é explorado, foi realmente uma excelente ideia.
Assim como estes personagens, também conheci o luto. É um momento delicado de nossas vidas, mas necessário para apreender e compreender muitas coisas.
Desculpe por não ter muito o que falar, e por talvez meus comentários não terem agregado algo, mas gosto de comentar tudo que leio e aprecio, mesmo que seja uma carinha feliz XD.
Um grande beijo,
Misaki.
Ai, sério? Heuhsheuse. Amo a linguagem das flores, as pessoas nem imaginam que um simples buquê pode falar tanta coisa...
Obrigada, obrigada. Dylan está agradecendo e prometendo que voltará para contar mais histórias por aqui...
Sim. Acho que é o momento que mais aprendemos sobre nós mesmos. Foi pelo luto que eu comecei a escrever direto, nunca abandonar o q amo.
Agregaram muito bb. Eu adorei casa um deles literalmente, ontem não foi um dia muito bom mas melhorou quando vi as notificações, ainda mais sendo em TdC, que é meu xodó.
Por isso, muitp muito MUITO obrigada mesmo!
Mil beijinhos de luz,
Bia!