Misteriosamente o Nyah! considerou que eu não estava logado quando eu estava e o comentário gigante que eu enviei simplesmente sumiu.
Então essa é a versão resumida:
A história da igreja, sinos e besante foi decepcionante. Não foi uma explicação, nem chegou perto de ser uma e o protagonista não teve razão nenhuma pra chegar nessa conclusão.
A jogada que você fez, fazendo o instrutor referir a si mesmo na terceira pessoa (porque era a criatura falando e não ele realmente) foi genial e surpreendente. Passou completamente despercebido.
E eu gostei bastante do final, fazendo essa conexão entre ficção e realidade. Acho que era um dos poucos, talvez únicos que eu não estava esperando.
E a história foi bem interessante e divertida de ler e teorizar sobre.
Eu odeio o Nyah! por jogar todo aquele comentário no lixo.
Vamos lá. Primeiramente uma dica para comentários grandes: Já aconteceu coisa parecida assim comigo antes, e desde então eu sempre copio os comentários e colo no bloco de notas kkkkk Pode parecer meio precário, mas funciona. Salvei alguns bons comentários assim já.
Segundo: Pois é, infelizmente eu tive que ceifar um pouco a explicação mais detalhada da igreja, sinos e besante devido ao limite de palavras e ao fato de eu precisar criar aquela ponte entre o protagonista e o leitor. Mas eu vou te dar um insight aqui pra ver se melhora a situação. Tudo se baseia no medo do instrutor. O medo dele era de que realmente existissem as tais criaturas inumanas. Esse termo "criaturas inumanas" é outro nome especificamente para demônios, ou seja, o maior medo do instrutor era a possível existência de demônios naquela floresta. A igreja e os sinos são uma manifestação do comportamento demoníaco de profanar artigos religiosos. Os sinos serviram como isca, um chamariz para o local sagrado a ser profanado pra causar medo nos personagens até o cu cair da bunda. Já o besante é, nada mais nada menos do que... *rufam os tambores* ...uma moeda. É, esse não tem muita escapatória, é meio brochante mesmo kkkkk O besante foi só um artifício usado pelas criaturas pra manipular o protagonista. Tanto que a moeda foi pintada como uma ligação com a quarta noite sendo que foi encontrada na segunda. Não faz sentido nenhum isso kkkkk era tudo mentira kkkkk O protagonista só relembrou a quarta noite pq era conveniente pras criaturas que ele lembrasse.
O resto das coisas, jogar o instrutor pra falar de si mesmo naquele momento e a ponte entre realidade e ficção foram o real foco do negócio, por isso eu acabei neglicenciando um pouco esses elementos um pouco mais líricos, o que realmente pode ser considerado um erro, mas de qualquer forma fico feliz por ter comentado e grato por ter sido sincero no feedback.
Por fim, ainda bem que consegui causar boas impressões e boas sensações com essa história. Foi realmente um desafio escrevê-la. E não odeie o Nyah! kkkkkkk Tenho certeza que ele não fez de propósito. Agradeço novamente por todo o feedback até aqui e até uma próxima história!
O tempo meio que conspirou contra mim nesse mês, então foi bem difícil, por isso acabei deixando muita coisa pela metade. Ainda assim, também fiquei feliz por ter conseguido terminar.
Grato pelos comentários e perdão por não ter mantido a troca!
E mais uma vez chegamos o final de mais um desafio. O povo com saudade do desafio e eu sou o único a levantar as mãos para o alto e agradecer novembro por ter chegado. Não aguentava mais a pressão.
E sobre a sua história, legal ver terror no desafio. Com um monte de fujoshi que tem naquele grupo, ver um autor de suspense e terror é algo raro por lá. E espero vê-lo em outros desafios.
Também estou muito grato por ter acabado hahahaha! Agora posso voltar a dar 100% do meu foco pra minha fic de Dragon Ball, que é o meu bebê.
E isso é uma verdade, viu? Conheci o Nyah! por conta de amigas fujoshis que liam yaoi por aqui, então de fato tem muitas. Não tenho nada contra, mas acaba saturando um pouco.
Gostei de ter escrito terro/suspense nesse desafio. Foi realmente difícil ter que trabalhar com tão poucas palavras.
Veremos se o tempo me permitirá participar de outros desafios!
Nossa. Foi demais. Bem que eu imaginei algo relaciona a medos de todos. Porque não é normal um lugar do nada pegar fogo, e do protaganista nao lembrar da quarta noite. E nem mesmo de poder sair da floresta. Eu estava desconfiando que algo estava acontecendo por trás de tudo.
O instrutor dez tudo de propósito pelo jeito. Sabia que a "aventura" acabaria como acabou.
Foi uma história divertida de escrever e acabou indo por um caminho que eu sei que enganou muita gente por causa do terror visual, quando na verdade era bem mais psicológico hahaha. Mas parece que vc não foi uma dessas pessoas. Legal ver que ficou claro também durante e ao final da história e não só foi jogado aleatoriamente. É muito bom ver que as pistas que eu joguei foram percebidas e que vc conseguiu desconfiar e pensar sobre. Essa era a ideia.
O instrutor fez tudo mais ou menos de propósito. Na verdade ele correu um risco. Ele sabia da natureza maligna da floresta e sabia que os medos dele haviam tomado forma, mas resolveu assim mesmo levar aquele grupo pro acampamento. Foi tudo culpa dele no fim das contas.
Acho que histórias de terror geram o sentimento de que o protagonista não vai sobreviver no final, ainda mais quando ele vai ficando perturbado durante a trama, mas ainda assim é bom saber que vc desconfiava disso.
Valeu pelos seus comentários. Todo feedback em qualquer história sempre é muito bem-vindo. Me ajuda a ver meus erros e acertos e a melhorar muito. Agradeço mesmo e se quiser dar uma olhada em alguma das minhas outras histórias, sinta-se à vontade.
Misteriosamente o Nyah! considerou que eu não estava logado quando eu estava e o comentário gigante que eu enviei simplesmente sumiu.
Então essa é a versão resumida:
A história da igreja, sinos e besante foi decepcionante. Não foi uma explicação, nem chegou perto de ser uma e o protagonista não teve razão nenhuma pra chegar nessa conclusão.
A jogada que você fez, fazendo o instrutor referir a si mesmo na terceira pessoa (porque era a criatura falando e não ele realmente) foi genial e surpreendente. Passou completamente despercebido.
E eu gostei bastante do final, fazendo essa conexão entre ficção e realidade. Acho que era um dos poucos, talvez únicos que eu não estava esperando.
E a história foi bem interessante e divertida de ler e teorizar sobre.
Eu odeio o Nyah! por jogar todo aquele comentário no lixo.
E é isso.
Até a próxima história!
Vamos lá. Primeiramente uma dica para comentários grandes: Já aconteceu coisa parecida assim comigo antes, e desde então eu sempre copio os comentários e colo no bloco de notas kkkkk Pode parecer meio precário, mas funciona. Salvei alguns bons comentários assim já.
Segundo: Pois é, infelizmente eu tive que ceifar um pouco a explicação mais detalhada da igreja, sinos e besante devido ao limite de palavras e ao fato de eu precisar criar aquela ponte entre o protagonista e o leitor. Mas eu vou te dar um insight aqui pra ver se melhora a situação. Tudo se baseia no medo do instrutor. O medo dele era de que realmente existissem as tais criaturas inumanas. Esse termo "criaturas inumanas" é outro nome especificamente para demônios, ou seja, o maior medo do instrutor era a possível existência de demônios naquela floresta. A igreja e os sinos são uma manifestação do comportamento demoníaco de profanar artigos religiosos. Os sinos serviram como isca, um chamariz para o local sagrado a ser profanado pra causar medo nos personagens até o cu cair da bunda. Já o besante é, nada mais nada menos do que... *rufam os tambores* ...uma moeda. É, esse não tem muita escapatória, é meio brochante mesmo kkkkk O besante foi só um artifício usado pelas criaturas pra manipular o protagonista. Tanto que a moeda foi pintada como uma ligação com a quarta noite sendo que foi encontrada na segunda. Não faz sentido nenhum isso kkkkk era tudo mentira kkkkk O protagonista só relembrou a quarta noite pq era conveniente pras criaturas que ele lembrasse.
O resto das coisas, jogar o instrutor pra falar de si mesmo naquele momento e a ponte entre realidade e ficção foram o real foco do negócio, por isso eu acabei neglicenciando um pouco esses elementos um pouco mais líricos, o que realmente pode ser considerado um erro, mas de qualquer forma fico feliz por ter comentado e grato por ter sido sincero no feedback.
Por fim, ainda bem que consegui causar boas impressões e boas sensações com essa história. Foi realmente um desafio escrevê-la. E não odeie o Nyah! kkkkkkk Tenho certeza que ele não fez de propósito. Agradeço novamente por todo o feedback até aqui e até uma próxima história!
Olá!
fiquei triste quando desistiu da nossa troca, mas feliz por chegar até o final.
Parabéns!
Olá, bom dia!
O tempo meio que conspirou contra mim nesse mês, então foi bem difícil, por isso acabei deixando muita coisa pela metade. Ainda assim, também fiquei feliz por ter conseguido terminar.
Grato pelos comentários e perdão por não ter mantido a troca!
E mais uma vez chegamos o final de mais um desafio. O povo com saudade do desafio e eu sou o único a levantar as mãos para o alto e agradecer novembro por ter chegado. Não aguentava mais a pressão.
E sobre a sua história, legal ver terror no desafio. Com um monte de fujoshi que tem naquele grupo, ver um autor de suspense e terror é algo raro por lá. E espero vê-lo em outros desafios.
Abraço.
Também estou muito grato por ter acabado hahahaha! Agora posso voltar a dar 100% do meu foco pra minha fic de Dragon Ball, que é o meu bebê.
E isso é uma verdade, viu? Conheci o Nyah! por conta de amigas fujoshis que liam yaoi por aqui, então de fato tem muitas. Não tenho nada contra, mas acaba saturando um pouco.
Gostei de ter escrito terro/suspense nesse desafio. Foi realmente difícil ter que trabalhar com tão poucas palavras.
Veremos se o tempo me permitirá participar de outros desafios!
Abraço!
Nossa. Foi demais. Bem que eu imaginei algo relaciona a medos de todos. Porque não é normal um lugar do nada pegar fogo, e do protaganista nao lembrar da quarta noite. E nem mesmo de poder sair da floresta. Eu estava desconfiando que algo estava acontecendo por trás de tudo.
O instrutor dez tudo de propósito pelo jeito. Sabia que a "aventura" acabaria como acabou.
Foi uma história divertida de escrever e acabou indo por um caminho que eu sei que enganou muita gente por causa do terror visual, quando na verdade era bem mais psicológico hahaha. Mas parece que vc não foi uma dessas pessoas. Legal ver que ficou claro também durante e ao final da história e não só foi jogado aleatoriamente. É muito bom ver que as pistas que eu joguei foram percebidas e que vc conseguiu desconfiar e pensar sobre. Essa era a ideia.
O instrutor fez tudo mais ou menos de propósito. Na verdade ele correu um risco. Ele sabia da natureza maligna da floresta e sabia que os medos dele haviam tomado forma, mas resolveu assim mesmo levar aquele grupo pro acampamento. Foi tudo culpa dele no fim das contas.
Acho que histórias de terror geram o sentimento de que o protagonista não vai sobreviver no final, ainda mais quando ele vai ficando perturbado durante a trama, mas ainda assim é bom saber que vc desconfiava disso.
Valeu pelos seus comentários. Todo feedback em qualquer história sempre é muito bem-vindo. Me ajuda a ver meus erros e acertos e a melhorar muito. Agradeço mesmo e se quiser dar uma olhada em alguma das minhas outras histórias, sinta-se à vontade.
Abraço!