Comentários em “Histórias do cara do balcão.”: “A melhor comida é a de graça.”

Lady Brisa

Cara, deixa eu tentar explicar o que a Sabrine/saliane/sirlene quis dizer.

Ela... Estava... Apaixonada... Por... você! entendeu agora?

E... Aaaaaaah EU sabia, tinha algo mais aí ♥♥♥♥ shippei vocês dois, espero que fiquem juntos ♥

Em fim, até mais!

Mestre do Universo dos Vermes

Hey! Bom te ver por aqui!

Apeixonada por mim? O que os peixes tem a ver com essa história?

Ah não, pera, erro meu. Apaixonada por mim? Apaixonada... Apaixonada...

Isso tem algo a ver com pachorra?

Não... Acho que aí seria "apachorrada"...

Quem sabe algo com alcachofra? Se bem que eu espero que não, alcachofra parece ruim...

Tem algo a mais aonde? Eu quero ver! Me mostra!

Ship... ship... Até onde eu sei, significa "navio", então... Vamos navegar? Ou a coisa a mais que você viu foi no mar? Foi um golfinho? Uma sereia?

Ficar junto com a Sabrine/Saliane/Sirlene? Nah... Está o maior calor para ficar perto de qualquer um! Além do mais, ela foi transferida, então acho que seria fisicamente impossível eu ficar perto dela, então, não, não dá exatamente para ficar junto dela agora.

Enfim, essa história toda está me confundindo mais ainda e agora eu tenho que descobrir como navios se relacionam com alcachofras.

Até mais!

L
Lorde Barão

É, acho que estou de volta, pelo menos para esse capítulo em específico.
E começamos em grande estilo com um clássico do maternal. Huh, acho que essa musiquinha também tocava nos primórdios do ensino fundamental, mas não tenho certeza.
Eita, já havia me esquecido desse encontro com a Acre.
Caraca, o agente Chihuahua sumiu!
TAM TAM TAAAAM (sim, é aquela musiquinha de suspense que toca em algumas séries e desenhos)
Mano, tô que nem a Mônica nessa imagem: https://pbs.twimg.com/media/DEoZ0s8W0AAJhoC.jpg
Eu hein, por que a dona Acre insiste em acreditar que o cara do balcão sabe de alguma coisa? Tá certo que ele é o protagonista e é ele quem conta essas histórias, mas querer que ele saiba de alguma conspiração já é demais.
Irônico, não? O cara do balcão de informações não sabe de informação alguma.
Mas acho que isso não é surpresa pra ninguém.
Ei, foi uma boa jogada o cara do balcão comprar alguma coisa de chocolate pra Dra. Acre. Tipo, ela pode ser uma cientista assustadora, mas antes de tudo ela é uma mulher, e reza a lenda que chocolates sempre tranquilizam uma mulher raivosa.
Ebaa, mais uma história, e dessa vez é com a moça cujo nome começa com S. Confesso, uma parte de mim torce para que role um romance, mas eu conheço mais ou menos o estilo dessa fic então tô preparado pro impacto.
Ok, esqueci de me preparar pra essa. JEGUS, a S vai ser transferida!!!
Olha, na minha opinião a dona S devia ter dito que ela gosta gosta do cara do balcão (sim, que nem naquele desenho, o Hey Arnold).
Agora devo ser franco, ler a S indo embora quase me fez chorar. E acredite, isso é muita coisa.
É, vou encerrar por aqui. Preciso de um tempo para aceitar o fato de que a S foi embora.
Tchau

Mestre do Universo dos Vermes

Hey! Bem vindo de volta (pelo menos por esse capítulo específico)

Essa musiquinha é onipresente. Está por aí desde que o mundo é mundo e a Páscoa existe!

Pois é, teve um encontro com a Dra Acre, né?

Ah, detalhes... São tão dispensáveis, não?

Capítulo cheio de emoção! E Suspense e intriga.

Vou parar por aqui antes que eu vire o narrador da sessão da tarde. Essa é sua praia, não a minha.

Bela imagem. Eu gosto de como o narrador deixa a perplexidade bem clara.

Com certeza, qualquer um com bom senso veria que é esperar demais! Daí vemos o desespero da Dra Acre.

O cara do balcão de informações está lá por pura falta de opção do RH.

Não, a essa altura do campeonato, não surpreende mais ninguém...

"Reza a lenda" é um princípio arriscado! Mas eu goste de acreditar que chocolate melhora tudo. Não confie numa pessoa que não gosta de nenhum tipo de chocolate! Concordo com a parte de ela ser mulher antes de ser "A Dra Acre".

Viva! Histórias! Nunca dá pra cansar delas, não?

Vai ser uma pena quando acabarem...

Ótimo! Se preparar para decepções é um excelente começo! Principalmente nessa histórias.

Mas, se o impacto te atingiu, não se preparou o bastante...

Essa não! Uma pessoa cujo nome nem sabemos vai ser transferida! Que tragédia!

Eu não sei se adiantaria muita coisa... O Cara do Balcão é a lerdeza em pessoa. Mas vale a tentativa.

Com certeza é muita coisa! São lágrimas! E quase chorar com certeza é o tipo de reação que me deixa orgulhoso de escrever.

Afinal, se eu não afeto ninguém, qual é a graça de escrever?

Sem problemas, leve seu tempo.

E valeu mesmo pelo comentário, Lorde Barão!

Bye!

Rain

Oi, cara do balcão.

Hoje eu tenho uma curiosidade:

Quando a Dra. Acre te interrogou sobre o Agente Chiuaua, como você soube que era dele que ela estava falando, já que ela, obviamente, não usou o apelido a que estamos acostumados?

Foi por dedução lógica, dado o contexto? É que considerando sua dificuldade com nomes, ela poderia estar falando de outro agente totalmente diferente e vc nem perceber, já pensou? Ainda bem que o problema não se estende a apelidos por causa da coisa mnemônica e tal, senão essa história ficaria impossível.

Enfim, eu fiquei com muita pena deles, porque depois do dia em que vc os comparou com aquele bichinho bonitinho e esquisito que eu esqueci o nome, comecei a shippar. É, não me julgue, eu sofro com histórias que não têm barcos, fico querendo embarcar em qualquer canoa furada. O que me lembra...

É sério mesmo que vc não entendeu por que a Susete/Soraia/Sirlei não falou mais com vc? Porque, cara, vc foi muito mau com ela. Eu até faria um desenhinho para ilustrar o que ela queria, mas não consigo com caracteres e, mesmo se conseguisse, ficaria obsceno para a classificação das suas histórias.

Aliás, fique tranquilo, eu não achei que vc estava me mandando chus. Mas posso te mandar um tapinha no ombro em troca dos meus não-chus? A Sueli/Simone/Selena bem sabe que esses são classificação livre.

E, ah, parabéns por ter comprado um bolo pra Acre, foi legal de sua parte. Pena que ela não deu valor.

Até o próximo.

Mestre do Universo dos Vermes

Olá, Coca Doce!

Coisa que Cai do u...

Acho que já arrumei uns onze modos diferentes de dizer "Chuva" só nessa brincadeira!

Ótimo, curiosidade é sempre bom, veremos se posso ajudar:

Ah, isso envolveu uma longa e chata cena que eu "cortei" da narrativa.

Se faz questão:

Ela começou me perguntando de um cara que eu jurava que nunca tinha ouvido falar (não lembro nem como começava o nome... Era com M? Ou V? Ou E? Talvez B. Quem sabe G...) e eu, com minha melhor expressão de desentendimento, perguntei "Quem?". Ela murmurou algo sobre eu ser um idiota e explicou: "meu namorado". Eu continuei com a expressão de dúvida, mas acho que essa é só minha cara normal mesmo (e é bom garantir, né? Vai que ela tinha mais de um), então ela disse algo nas linhas de "o cara para quem você trabalhou por uma tarde inteira". Aí deu um "clique" na minha cabeça e eu perguntei: "Ah, o Agente Chihuahua?" (Escapou! Foi sem querer!). Aí foi a vez dela de perguntar "quê?" com uma expressão bem confusa, então eu disse "nada não". E, a partir daí, começou o interrogatório.

Pensando agora, não é uma cena ruim. Talvez eu devesse ter falado... Sei lá, na hora que eu tava contando, pareceu tão desnecessária.

Sabe... Agora que você falou, será que ela tinha outro namorado agente de campo, estava perguntando dele e eu entendi tudo errado?

Quer saber, não, esquece. Eu que não vou ficar enchendo minha cabeça com mais essa dúvida! Vamos torcer para ela ser monogâmica!

Tá falando do Axolotl? É realmente um ótimo bichinho.

E eu só levei meia eternidade para decorar o nome!

Você parece meio viciada em navegação, já pensou em virar marinheira?

Se for você conduzindo, eu te sigo até na canoa furada!

Afinal, se você sobrevive a ser mãe, professora e agente de campo em meio período, você com certeza é alguém confiável para seguir!

Ora, ela não falou mais comigo porque ficou muito ocupada com a mudança.

Ela devia ter muita coisa pra arrumar, já que avisaram com tão pouca antecedência e tudo o mais...

Eu fui mau com ela? Eu fui mau com ela?! Eu desejei boa sorte, engoli a comida pra não falar de boca cheia e ainda dei tapinha nas costas!

Eu posso até não ser um expert em "comportamentos socialmente adequados", mas eu não fui mau com ela!

Desenhos? Adoraria! Me ajudam muito a entender as coisas! (O diálogo "quer que eu desenhe?" "sim" faz parte da minha vida...)

E eu sou maior de 18, tá?!

Eu juro! Está no meu RG!

Pelo menos eu acho que está... Perdi meu RG há um tempo...

Mas onde eu estava?

Ah, se mudar de ideia e quiser me explicar, adoro desenhos!

Claro, adoro tapinhas no ombro! São sinais de um trabalho bem feito!

Eu não recebo muitos...

Nem me diga! Eu me dou ao trabalho de comprar um bolo com dinheiro de verdade e ela não dá a mínima!

Bem, é a sina de ser legal..

Até lá!

F
Fefa Rodrigues

Oi, mais um capítulo e a qualidade continua a mesma. Parabéns. Gostei especialmente de “Eu detesto ser a metade racional da conversa....” e “E chocolate resolve tudo”.

Sugiro que você troque “DO meio tempo que eu levei” para “NO meio tempo que eu levei” e que coloque um ponto depois de Dra

No mais, percebi que o Lorde Barão e você tem uma escrita parecida e muito divertida.

Até,

Mestre do Universo dos Vermes

Olá! Que bom que gostou!

Chocolate realmente é a resposta pra quase tudo, se pensar bem...

Agradeço por apontar os erros!

E, é claro, valeu mesmo pelo elogio!

Gosto do Lorde Barão. E da escrita dele.

Até mais, Fefa!