Oi, como vai? Sim, também tô meio surpreso em ter voltado. Uma parte de mim ainda tem esperanças de que role umas aventuras bem doidonas. Bem, como tudo o que tinha pra falar sobre terassá eu já falei no comentário anterior, bora ver o que de novo tem esse capítulo. Huhuhu, parece que finalmente teremos um pouco de ação por aqui. Foi sábio por parte do cara do balcão falar sobre batalhas brutais. Depois do secsu, violência é o que mais vende no mundo. Pessoas amam ver personagens batendo, chutando e arrancando as cabeças de outros personagens. É quase como se assistir filmes e séries violentos fosse uma forma de se desestressar. Não, pera, É uma forma de se desestressar. Olha, eu nunca considerei sanguinolência uma palavra bonita, mas eu também não a considero feia. Ela é tipo aquela mina do colégio que não tem muitos atrativos mas também não parece a Izma do "A Nova Onda do Imperador". Taí um lance que me faz ter vários questionamentos. Quando exatamente uma guerra acaba? É quando ambas as partes assinam um tratado de paz e Bibidi-Bobidi-Bu, a guerra acaba? É quando uma das partes decide se render com direito a bandeira branca e tudo mais? Às vezes eu penso que as guerras deviam ser que nem nos videogames, só acaba quando o final boss é derrotado, e pra chegar no final boss você precisa enfrentar os outros boss, e pra enfrentar os boss tem que passar pelos capangas. Ia ser bem mais prático. Mas as sugestões do cara do balcão também são boas. Incluindo essa do buquê de flores. Se Seiya e seus amigos usassem essa estratégia na batalha das doze casas, eles teriam chegado a sala do grande mestre em pouco mais de duas horas, no máximo, e o Saga teria sobrevivido porque sua parte malégna teria deixado de existir pra sempre pelo resto da eternidade. Tá, chega de criar cenas alternativas idiotas para animes, bora continuar com o comentário. Enfim chegamos ao grande finalmente do capitulo: a história do dia. E uma suspeita minha se confirmou. O cara do balcão mentiu na entrevista, e mesmo assim ele conseguiu a vaga. E olha só que coisa, ele passou por uma outra entrevista de emprego, e ele conseguiu passar mesmo depois daquelas trapalhadas todas. Esse homem merece um Oscar, um Nobel ou seja lá o prêmio que dão para situações como essa. Eita, Dra Acre de novo querendo aprontar com nosso (nem um pouco) heróico protagonista. Será que ela arranjou outra fantasia de bicho pra ele? Agora sim posso encerrar o comentário de hoje. Tchau.
Você por aqui? Uau, vou até checar se estou acordado mesmo.
Nah... Pensando bem, se isso fosse um sonho, eu estaria fazendo algo mais divertido como, sei lá, voar, ter super poderes, nadar numa piscina, em vez de estar respondendo seu comentário.
Sem ofensa, eu gosto dele, só não é legal o bastante para ser um sonho.
Nem está no nível pesadelo, então deve ser verdade.
Uma parte de você tem expectativas demais!
Sim! Nada melhor que assuntos não relacionados ao Terassá!
Claro! Ninguém liga para histórias sem sexo, violência, drogas e tragédia. Que graça têm? Até história infantil tem gente sendo queimada viva no forno ou devorada por lobos!
"tipo aquela mina do colégio que não tem muitos atrativos mas também não parece a Izma do "A Nova Onda do Imperador"."
Melhor definição que eu já vi! Explica muito bem as pessoas medianas.
A Izma até que virou um gato bonitinho... Depois ficou com uma cauda de efeito colateral.
Cara, essa é um excelente pergunta! Acho que alguém ou algum símbolo tem que morrer para a guerra terminar. Hitler se matou na Segunda Guerra, a União Soviética foi dissolvida na Guerra Fria...
Mas eu não tenho certeza sobre a Primeira Guerra, então pode não ser.
Guerra é uma coisa estranha. Parece que não tem regras fixas!
Nem me diga, seria tão prático quanto as plaquinhas de "cuidado, nazistas logo a frente!"
Foi mal, mas, por mais decepcionante que seja: eu nunca assisti Cavaleiros do Zodíaco. Isso aí. Eu sei. Chocante. Mal pego as referências. Então não vou saber te responder a altura.
Cenas alternativas para animes são o que mantém boa parte dos fandoms vivos!
Eu não diria "e mesmo assim". Ele mentiu na entrevista e por isso conseguiu o emprego. Realmente acha que ele conseguiria ser aceito no primeiro emprego sendo ele mesmo?
Não é? Ele merece todos os prêmios possíveis! Já fez de tudo um pouco, ferrou muita gente e continua vivo e empregado!
Dra Acre... Qualquer dia alguém vai pensar que ela tem um fetiche furry!
Ah, tá, agora entendi porque não te dão um trabalho mais estratégico. Realmente não sei se faria muito sucesso comprar um presente para os monstros e torcer pelo melhor. Se bem que... Acho que dependeria do presente.
Do que será que eles gostam? Decoração vintage? Bluerays de filmes do Romero? Cds do Ozzy? Flores? Sei lá! Só estou dizendo umas coisas aleatórias porque, de qualquer jeito, surtiria mais efeito do que a guerra. Você tem toda razão nessa parte.
Talvez não custe arriscar enviar uns chocolates. Todo mundo gosta de chocolates. Principalmente se for monstro fêmea.
Mas ei, cara, como assim a Serena/Solange/Sia não trabalha mais no prédio? Será que não é isso que você está se esquecendo de contar?
E sabe do que eu me lembrei quando vc contou sobre sua época de crachá vermelho? Daquela moça estagiescrava que vc ajudou aquele dia. Não viu mais ela?
A gente se vê quando vc voltar do consultório da Dra. Acre.
PS: Muito bons apelidos os de hoje. Estão cada vez melhores. O "Sans Cullotes" quase superou o Anselmo.
E, por coincidência, também é um modo de dizer "beijo" (mais no oriente que aqui...)
Mas não, eu não estou te mandando beijos, caso você fique na dúvida.
Não que eu não goste de você... É só que... Ah...
Enfim, vamos seguir em frente antes que eu me enrole demais!
Ora, eu mandaria muito bem no estratégico, tá?!
...Eu espero.
Talvez.
Quem sabe?
Ok, eu seria um desastre.
Se quer minha opinião nem um pouco profissional, eu acho que gelatina de mirtilo seria uma excelente opção de presente.
Mas todas foram excelentes ideias! Tá bom que eu não sei quem é Romero, mas tudo bem... Eu não sei quem é um monte de gente!
Acho que mandar um cartão postal surtiria mais efeito que essa guerra!
Então... Essa coisa de "monstro macho" e "monstro fêmea" é arriscado... Até onde eu sei, os monstros se dividem em pelo menos 5 ou 6 gêneros diferentes e, acredite, você não vai querer arriscar chutar!
Ah sim! É isso, obrigado! Eu tinha mesmo que contar sobre a Sicília/Sérgia/Sussu! Se é o que te preocupa, ela não foi demitida. Enfim, prometo que ainda vou te contar essa história direitinho!
Puxa, nunca mais tinha nem pensado nela! Não... Não a vi mais... Ou vai ver ela já tirou o crachá vermelho e eu não reconheci mais, eu sou péssimo em lembrar de rostos! E de nomes. E de endereços. E de datas.
Em resumo, não sei como eu me formei na escola.
Claro, nos vemos lá!
E obrigado! Eu estou com um bloqueio pra nomes ultimamente... Maior que o normal! Qualquer elogio ajuda minha autoestima!
Enfim, até a próxima!
F
Fefa Rodrigues
Fazia tempo que eu não aparecia por aqui e hoje estava precisando me distrair com algo engraçado. O capítulo está genial, mais uma vez, especialmente as indagações a respeito de quando se vence uma guerra e a história todo com o Sr. Sans-cullote... muito bom, parabéns.
Oi, como vai?
Sim, também tô meio surpreso em ter voltado. Uma parte de mim ainda tem esperanças de que role umas aventuras bem doidonas.
Bem, como tudo o que tinha pra falar sobre terassá eu já falei no comentário anterior, bora ver o que de novo tem esse capítulo.
Huhuhu, parece que finalmente teremos um pouco de ação por aqui. Foi sábio por parte do cara do balcão falar sobre batalhas brutais. Depois do secsu, violência é o que mais vende no mundo. Pessoas amam ver personagens batendo, chutando e arrancando as cabeças de outros personagens. É quase como se assistir filmes e séries violentos fosse uma forma de se desestressar. Não, pera, É uma forma de se desestressar.
Olha, eu nunca considerei sanguinolência uma palavra bonita, mas eu também não a considero feia. Ela é tipo aquela mina do colégio que não tem muitos atrativos mas também não parece a Izma do "A Nova Onda do Imperador".
Taí um lance que me faz ter vários questionamentos. Quando exatamente uma guerra acaba? É quando ambas as partes assinam um tratado de paz e Bibidi-Bobidi-Bu, a guerra acaba? É quando uma das partes decide se render com direito a bandeira branca e tudo mais? Às vezes eu penso que as guerras deviam ser que nem nos videogames, só acaba quando o final boss é derrotado, e pra chegar no final boss você precisa enfrentar os outros boss, e pra enfrentar os boss tem que passar pelos capangas. Ia ser bem mais prático.
Mas as sugestões do cara do balcão também são boas. Incluindo essa do buquê de flores. Se Seiya e seus amigos usassem essa estratégia na batalha das doze casas, eles teriam chegado a sala do grande mestre em pouco mais de duas horas, no máximo, e o Saga teria sobrevivido porque sua parte malégna teria deixado de existir pra sempre pelo resto da eternidade.
Tá, chega de criar cenas alternativas idiotas para animes, bora continuar com o comentário.
Enfim chegamos ao grande finalmente do capitulo: a história do dia.
E uma suspeita minha se confirmou. O cara do balcão mentiu na entrevista, e mesmo assim ele conseguiu a vaga.
E olha só que coisa, ele passou por uma outra entrevista de emprego, e ele conseguiu passar mesmo depois daquelas trapalhadas todas. Esse homem merece um Oscar, um Nobel ou seja lá o prêmio que dão para situações como essa.
Eita, Dra Acre de novo querendo aprontar com nosso (nem um pouco) heróico protagonista. Será que ela arranjou outra fantasia de bicho pra ele?
Agora sim posso encerrar o comentário de hoje.
Tchau.
Olá!
Você por aqui? Uau, vou até checar se estou acordado mesmo.
Nah... Pensando bem, se isso fosse um sonho, eu estaria fazendo algo mais divertido como, sei lá, voar, ter super poderes, nadar numa piscina, em vez de estar respondendo seu comentário.
Sem ofensa, eu gosto dele, só não é legal o bastante para ser um sonho.
Nem está no nível pesadelo, então deve ser verdade.
Uma parte de você tem expectativas demais!
Sim! Nada melhor que assuntos não relacionados ao Terassá!
Claro! Ninguém liga para histórias sem sexo, violência, drogas e tragédia. Que graça têm? Até história infantil tem gente sendo queimada viva no forno ou devorada por lobos!
"tipo aquela mina do colégio que não tem muitos atrativos mas também não parece a Izma do "A Nova Onda do Imperador"."
Melhor definição que eu já vi! Explica muito bem as pessoas medianas.
A Izma até que virou um gato bonitinho... Depois ficou com uma cauda de efeito colateral.
Cara, essa é um excelente pergunta! Acho que alguém ou algum símbolo tem que morrer para a guerra terminar. Hitler se matou na Segunda Guerra, a União Soviética foi dissolvida na Guerra Fria...
Mas eu não tenho certeza sobre a Primeira Guerra, então pode não ser.
Guerra é uma coisa estranha. Parece que não tem regras fixas!
Nem me diga, seria tão prático quanto as plaquinhas de "cuidado, nazistas logo a frente!"
Foi mal, mas, por mais decepcionante que seja: eu nunca assisti Cavaleiros do Zodíaco. Isso aí. Eu sei. Chocante. Mal pego as referências. Então não vou saber te responder a altura.
Cenas alternativas para animes são o que mantém boa parte dos fandoms vivos!
Eu não diria "e mesmo assim". Ele mentiu na entrevista e por isso conseguiu o emprego. Realmente acha que ele conseguiria ser aceito no primeiro emprego sendo ele mesmo?
Não é? Ele merece todos os prêmios possíveis! Já fez de tudo um pouco, ferrou muita gente e continua vivo e empregado!
Dra Acre... Qualquer dia alguém vai pensar que ela tem um fetiche furry!
(pior que a teoria faz algum sentido...)
Agora posso encerrar a resposta de hoje.
E valeu por comentar! É importante pra mim.
Nos vemos por aí, Lorde Barão.
Bye!
Ah, tá, agora entendi porque não te dão um trabalho mais estratégico. Realmente não sei se faria muito sucesso comprar um presente para os monstros e torcer pelo melhor. Se bem que... Acho que dependeria do presente.
Do que será que eles gostam? Decoração vintage? Bluerays de filmes do Romero? Cds do Ozzy? Flores? Sei lá! Só estou dizendo umas coisas aleatórias porque, de qualquer jeito, surtiria mais efeito do que a guerra. Você tem toda razão nessa parte.
Talvez não custe arriscar enviar uns chocolates. Todo mundo gosta de chocolates. Principalmente se for monstro fêmea.
Mas ei, cara, como assim a Serena/Solange/Sia não trabalha mais no prédio? Será que não é isso que você está se esquecendo de contar?
E sabe do que eu me lembrei quando vc contou sobre sua época de crachá vermelho? Daquela moça estagiescrava que vc ajudou aquele dia. Não viu mais ela?
A gente se vê quando vc voltar do consultório da Dra. Acre.
PS: Muito bons apelidos os de hoje. Estão cada vez melhores. O "Sans Cullotes" quase superou o Anselmo.
Hey, Chu!
É diminutivo de "Chuva"...
E, por coincidência, também é um modo de dizer "beijo" (mais no oriente que aqui...)
Mas não, eu não estou te mandando beijos, caso você fique na dúvida.
Não que eu não goste de você... É só que... Ah...
Enfim, vamos seguir em frente antes que eu me enrole demais!
Ora, eu mandaria muito bem no estratégico, tá?!
...Eu espero.
Talvez.
Quem sabe?
Ok, eu seria um desastre.
Se quer minha opinião nem um pouco profissional, eu acho que gelatina de mirtilo seria uma excelente opção de presente.
Mas todas foram excelentes ideias! Tá bom que eu não sei quem é Romero, mas tudo bem... Eu não sei quem é um monte de gente!
Acho que mandar um cartão postal surtiria mais efeito que essa guerra!
Então... Essa coisa de "monstro macho" e "monstro fêmea" é arriscado... Até onde eu sei, os monstros se dividem em pelo menos 5 ou 6 gêneros diferentes e, acredite, você não vai querer arriscar chutar!
Ah sim! É isso, obrigado! Eu tinha mesmo que contar sobre a Sicília/Sérgia/Sussu! Se é o que te preocupa, ela não foi demitida. Enfim, prometo que ainda vou te contar essa história direitinho!
Puxa, nunca mais tinha nem pensado nela! Não... Não a vi mais... Ou vai ver ela já tirou o crachá vermelho e eu não reconheci mais, eu sou péssimo em lembrar de rostos! E de nomes. E de endereços. E de datas.
Em resumo, não sei como eu me formei na escola.
Claro, nos vemos lá!
E obrigado! Eu estou com um bloqueio pra nomes ultimamente... Maior que o normal! Qualquer elogio ajuda minha autoestima!
Enfim, até a próxima!
Fazia tempo que eu não aparecia por aqui e hoje estava precisando me distrair com algo engraçado. O capítulo está genial, mais uma vez, especialmente as indagações a respeito de quando se vence uma guerra e a história todo com o Sr. Sans-cullote... muito bom, parabéns.
Hey, Fefa!
Bom te ver por aqui.
E fico feliz por ter proporcionado uma boa distração! Sinal que fiz minha parte direito.
E, é claro, agradeço os elogios. Muito gentil da sua parte.
Convenhamos, é difícil saber como se vence uma guerra! Parece que todo mundo sai perdendo.
Que bom que gostou!
Bye!