Gostei de ler a narração de um dos sobreviventes. Não sei se eu teria me trancado no banheiro ou tentado sair correndo (a segunda é mais provável). Já que as escolas simplesmente não parecem interessadas em combater o bullying (é, até mesmo os professores praticam isso), poderiam pelo menos investir em janelas nos banheiros? Aposto que teria sido bem mais útil.
Foi um comentário infeliz, eu sei. Mas é verdade. Aposto que isso não teria acontecido (ou teria grandes chances de não acontecer) se tivessem se importado e notado antes os indícios de depressão ou, pelo menos, se tivessem programas de interação, professores treinados e dispostos a agir quando necessário.
Sobre ele se trancar, a explicação é simples: você percebe que está no tiroteio, e o tiroteio é do lado de fora da escola. Pensa que, se sair, poderá ser um alvo fácil. Igual o de Las Vegas. Ninguém imaginava que os tiros vinham do hotel, aí em vez da pessoa correr, ela se agacha pensando que tinha algum atirador no chão. É compreensível. A gente sabe que os assassinos estão na outra entrada da escola, e que ele poderia sair pela entrada principal, mas o personagem não sabe. Precisamos ver o ponto de vista do personagem, pois até ele narra.
Sobre o bullying, tem razão. É um círculo vicioso: bullying-trauma-massacre-inocentes-mortos.
Alguém avisa esse pobre garoto que armário de ferro não protege de armas automáticas? lol
Essa professora parece muito inteligente :v
Bjs
Melhor professora ❤
Gostei de ler a narração de um dos sobreviventes. Não sei se eu teria me trancado no banheiro ou tentado sair correndo (a segunda é mais provável). Já que as escolas simplesmente não parecem interessadas em combater o bullying (é, até mesmo os professores praticam isso), poderiam pelo menos investir em janelas nos banheiros? Aposto que teria sido bem mais útil.
Foi um comentário infeliz, eu sei. Mas é verdade. Aposto que isso não teria acontecido (ou teria grandes chances de não acontecer) se tivessem se importado e notado antes os indícios de depressão ou, pelo menos, se tivessem programas de interação, professores treinados e dispostos a agir quando necessário.
Bem, foi um desabafo, acho que ando revoltada.
Até amanhã.
Sobre ele se trancar, a explicação é simples: você percebe que está no tiroteio, e o tiroteio é do lado de fora da escola. Pensa que, se sair, poderá ser um alvo fácil. Igual o de Las Vegas. Ninguém imaginava que os tiros vinham do hotel, aí em vez da pessoa correr, ela se agacha pensando que tinha algum atirador no chão. É compreensível. A gente sabe que os assassinos estão na outra entrada da escola, e que ele poderia sair pela entrada principal, mas o personagem não sabe. Precisamos ver o ponto de vista do personagem, pois até ele narra.
Sobre o bullying, tem razão. É um círculo vicioso: bullying-trauma-massacre-inocentes-mortos.
SOCORRO!
Eu vou pro inferno se eu disser que eu ri?!
PUTAMERDA EU RI
Adorei!!
Louca pelo próximo ♥
Claro que não. Eu fiz esse capítulo para dar uma aliviada. Se eu fizer só na visão dos assassinos, eu fico na depressiva.
Escapou por pouco, hein!
Adorei a forma como colocou a Milla na história! HSIA
Até o próximo!
O bom que vão ser vários pontos de vista diferentes. E sim, escapou por pouco. Foi tenso o que aconteceu na biblioteca.
Cara, adorei como você colocou a palavra, que criativo kkkk e ainda fez uma homenagem.
Essa homenagem aí vai aparecer no capítulo 7. Aguarde.
Adorei essa ideia de colocar todas as palavras do desafio no capítulo. A ideia de escrever sobre outro ponto de vista tbm.
Claro, pô. Na hora do tiroteio tinha centenas de pessoas ali... ficar só narrando aqueles dois cansa rsrs
Só '-'
O que mais gostei: A inteligência do cara ahuahau
'-' ♥️