Gente, como assim a Sarah já está com 18 anos? Nossa, como passou rápido o tempo aqui, né? Imagino como os outros personagens do primeiro capítulo envelheceram também. Espero que todos ainda estejam vivos e bem, na medida do possível.
Como a Evangeline estava que a Sarah ficasse quieta em um momento como esse? Ela finalmente conseguiu voltar para sua casa, óbvio que estaria elétrica. Falando na Evangeline, ela acabou ficando bem mais rabugenta com o passar dos anos, não é? Talvez tenha sido por ser obrigada a conviver com o Allen, coisa que, claramente, ela detesta.
Nossa, eu consegui imaginar direitinho a cena do castelo abandonado, tomado pela vegetação. Acho que nessa hora realmente caiu a ficha de como o tempo tinha passado mesmo. E elas duas devem ter revivido as memórias do dia em que foram obrigadas a sair dali.
Ahh, o quadro. Acredita que eu nem me lembrava mais dele? Digo, lembro de quando o Henrique pediu para retirá-lo da parede, mas não imaginei que voltaria a aparecer aqui. A Sarah deve ter mesmo ficado radiante ao encontrá-lo, já que era o único registro de sua mãe.
Olha, na hora que elas ouviram um barulho estranho eu até me ajeitei aqui na cadeira. Provavelmente era um ladrão, um maluco ou um assassino contratado para matar as duas. Pensei em várias possibilidades terríveis aqui. Só não imaginei que seria... um cervo. Ok, dá um alívio, mas eu também iria sair correndo dali se encontrasse com um, ainda mais se ele tivesse chifres como esse que você descreveu.
Um prazo de três meses pra arrumar tudo no castelo? Eu preciso desse prazo pra arrumar as coisas na minha casa, e olhe lá. :p Go, go, Sarah!
Achei legal da parte do Barão Chevalier dar um abrigo para a Sarah. Ok, ele fez isso pensando mais nos seus interesses, mas acho que, nesses momentos, nossa princesa precisa de todos os aliados possíveis.
Acho engraçadinho a Sarah ficar se espelhando na Beatrice ao agir com os outros. Na verdade, é uma influência até boa, porque aí ela não poderia mais ser taxada de criança imatura e que não sabe agir conforme o que se pede.
AAAA, finalmente a Sarah encontrou alguém conhecido do passado! Não imaginava que a Maria seria a primeira, mas não importa, estou mega feliz aqui por esse encontro. ♥ Agora vamos poder ficar por dentro de tudo o que aconteceu nesse meio tempo.
Linda a lealdade do Earnshaw. Não que os outros não tenha sido leais (até porque eles precisariam arrumar um outro meio para viver, para colocar o “pão na mesa”). Mds, o Elliot e o Jacques ainda estão vivos, ainda bem! Ai c_c ainda bem que deu certo pra eles. Lembro que fiquei super receosa quando os dois se esconderam e passaram a ouvir aqueles barulhos terríveis.
Fiquei triste pela Martha, pois eu gostava de verdade dela, mesmo que sua participação não tenha sido muita. Parecia ser uma ótima pessoa. Bem, ao menos ela ainda está viva. Acredito que agora vai poder receber todos os cuidados necessários.
Ai, que saudades da Sarah aprontando alguma coisa. ♥ Socorro, como eu tô amando a história e seus personagens. Já tenho um afeto tão grande por cada um deles. Gosto muito quando o autor consegue fazer isso. Linda a atitude da Sarah de se preocupar realmente com todos. E quando a Martha respondeu, falando dos biscoitos? Até me arrepiei toda aqui.
Essa última cena me intrigou demaaais. Eu sei que você não é do tipo que coloca cenas assim somente por colocar. Sei que tem algo por trás. E eu aqui falando como se a gente já se conhecesse há meses, né? Socorro KKKK :v Curiosíssima pra conhecer a Delia.
Smm, o tempo voa não é mesmo? Nem parece que foi um dia desses que vimos a nossa princesinha com não mais que 10 anos de idade estava fugindo de balas perdidas e de uma revolta violenta, não é? Como você bem sabe, o tempo passa para todos então nunca dá para garantir que todos estejam vivos e bem. Mas soltando um pequeno spoiler para você: teremos menos morte do que o que você está espero (ou o que eu imagino que esteja esperando, já que comentou anteriormente pensar sempre no pior rs).
Aqui eu me justifico: nesse momento inicial eu precisava de uma Evangeline mais rabugenta e intolerante. Era necessário para desencadear acontecimentos futuros. Está mais do que na hora da Sarah compreender que ela é uma princesa e não precisa se submeter as decisões dos outros por toda e qualquer coisa. Mas soltar isso do nada soaria muito estranho, então achei melhor ir construindo um caminho que culminasse nisso. Espero que tenha gostado, haha.
Como eu mesma gosto de falar, nada é por acaso. Que ironia do destino! Henrique tentou se livrar do último registro de Katherine em seu ataque de fúria, e inconscientemente acabou preservando o mesmo. Eu gosto de deixar várias dicas do que vai acontecer em capítulos futuros, é só ter bastante atenção e perspicácia ao ler que você acaba captando alguns deles.
Preciso confessar que essa história do cervo foi um caso de self-insertion. Estudei nos EUA por um tempo e a universidade onde eu ficava era dentro de uma reserva florestal, tudo muito sustentável. Um belo dia acordamos para ir para a aula e ao abrir a porta descobrimos que não tinha como sair, pois havia um cervo ENORME em frente a entrada bloqueando as saídas com os chifres. Resultado: tivemos que pular a janela para poder sair de casa. Achei que quebraria um pouco o ar pesado trazendo essa situação cômica para a vida da Sarah, haha.
Eu estava super ansiosa para escrever os reencontros da Sarah com as pessoas do passado, mas fazer tudo de uma vez ou começar com os mais óbvios (tipo Jacques e o Elliot) não me pareceu a melhor escolha. Como já deve ter notado, gosto de trazer um toque de realidade para a história então achei que começar por um personagem mais secundário acabaria soando mais coerente. Confesso que fiquei com dó da Martha, mas o lado bom é que ela está viva (o que não é privilégio de todos, como você viu posteriormente).
A Sarah cresceu e amadureceu bastante, mas ainda tem muita traquinagem para aprontar, haha. Apesar de ser egoísta em alguns aspectos (algo que tento evidenciar cada dia mais), ela não deixa de ser uma pessoa preocupada com o bem estar daqueles que estão à sua volta.
Você não imagina como fico feliz de saber que cada criaçãozinha minha, cada personagem conseguiu te cativar de uma maneira especial. De verdade, fica aqui meu muito obrigada por todo o apoio, é muito gratificante saber que algo que eu criei conseguiu inspirar tantos sentimentos legais nos leitores.
Eu amo muito seus comentários, inclusive estou até com saudades deles (embora eu não esteja em condições de cobrar nada já que ainda estou em débito com muitos deles ainda pendentes de resposta). Espero de coração que você continue acompanhando essa trama, acredito que ainda tenho uma ou duas cartas na manga para te surpreender nos capítulos futuros, hihi. Nos vemos no próximo, beijos!
Dezoito anooosss, já pode ser presa hahahaha. Que nostálgico, esse capítulo ♥ A Sarah voltou pra onde tudo começou.
A princesa tem razão, o castelo não tá tão ruim, basta uma faxina, uma pintura e ele fica novinho. Não dá pra jogar um castelo no lixo porque na crise nada é dispensável.
Ri na cena das duas correndo do cervo. Coitadas, correram de salto, imagina a dor depois.
Não sei o motivo, mas acho que a estadia das moças na mansão desse barão aí não vai ser das melhores. Não senti um clima amigável. É como se estivessem fazendo uma obrigação ao hospedar a princesa e esses três boys filhos do barão vão dar no que falar. Hospedagem na mansão dos Avelar >>> Chevalier.
Gente, que lindinhaaaaaa a Dona Martha lembrar da Sarinha ♥ não sabiam do alzheimer, então com certeza era mais difícil lidar com essa doença do que é hoje T.T
Ansioso pelo próximo ♥
O que mais gostei: Da Sarah e da Evangeline fugindo do cervo ='D
Sim sim, dezoito aninhos, e pensar que essa história começou quando ela era uma criança mimada com não mais que dez anos de idade. Estava muito ansiosa para esse retorno, era tudo que ela sempre quis, mas muito em breve vai ver que nem tudo vai ser um mar de rosas. Cenas dos próximos capítulos ~
Eu adorei escrever essa cena do cervo, algo parecido já aconteceu comigo durante o intercâmbio. Tinha uma aula no andar térreo de um prédio e a universidade ficava dentro de uma reserva florestal. Daí, quando entrei na sala, lá estava um cervo bem gato encarando a gente. Usei essa experiência como inspiração e surgiu essa cena bem cômica, que apesar de não ser meu forte, acho que cumpriu bem seu papel de quebrar a seriedade do momento.
Já deu pra perceber que a Florence Chevalier é uma daquelas senhoras bem chatas que adora empurrar os filhos para os outros. E vai ser assim durante toda a estadia da Sarah, um assédio só. Mas não se preocupe, nossa princesa vai tirar a situação de letra, haha ~
É bem complicado lidar com essas doenças degenerativas hoje em dia, imagine alguns séculos atrás. Mas a Maria e o Marco fazem o possível e o impossível para cuidar da mãe e essa relação familiar deles vai ficar bem clara logo em breve. Nada é por acaso, todas essas interações vão ter uma razão de ser no futuro da nossa protagonista.
Por ora é isso, espero que esteja curtindo ler essa história tanto quanto eu curto escrevê-la. Nos vemos no próximo!!
Que capítulo maos fofis...owwnn. Adorei sarah e evangeline enfim voltando pra Odarin. Melhor cena elas fugindo do cervo kkkkkkk.
Esse capítulo foi maior amor...a volta, sarah e evangeline com o quadro, o reencontros de sarah e martha. Mas socorro, ja to sentindo esse clima de " aquela calmaria que vem antes da tempestade".
Que lindinha sarah com 18 anos e se portando como gente, titia evangeline orgulhosa kkkkkk
E óh, tô de olho nessa política de Odarin, já quero mais detalhes!!!!
O que mais gostei: Sarah e evangeline voltando pra Odarin
Eu estava super ansiosa com esse capítulo, Sarah finalmente pôde realizar o sonho dela de retornar para casa. Mas logo veremos que isso não vai resolver os problemas dela, muito pelo contrário, esse retorno ainda tem muito o que repercutir.
Eu não tenho muita experiência escrevendo comédias, todas as vezes que me aventurei por esse lado falhei miseravelmente. Então a estratégia da vez é investir em situações cômicas, porque com diálogos já deu pra ver que não vai rolar. Foi bem divertido escrever essa cena do cervo, principalmente considerando que foi baseada em uma experiência própria haha
É até bom ter uma.pessoa atenta. Essa parte política, vou me policiar para ir inserindo esse assunto nos próximos capítulos. Apesar de ser um aspecto que já estava planejado, não pretendia escrever por medo de deixar o enredo monótono. Já que insiste, vamos lá!
Espero que esteja gostando, obrigada por comentar sempre! Nos vemos no próximo :)
Capítulo muito tocante! Sarah é realmente incrível, tem muita fibra e bom caráter! Não lhe falta empatia para com os outros e isso a diferencia. Evangeline deveria ser só um pouquinho menos amarga, até mesmo porque Sarah é a filha da mulher que foi o amor de sua vida. (Descobri tudo, Sta. autora! Hahahaha).
Ademais, por que será que o quadro de Katherine resistiu à destruição geral? Acho que Jacques o salvou! Como Katherine teve amantes em vida! A venero! Hahahha ♥
J
Juliana
Eu queria voltar a ler e comentar desde o início, mas cade que tenho tempo? Por sorte a memória ainda está fresca e não tive problemas para aproveitar esses capítulos, que estão muito bons.
Compartilho com Sarah a expectativa para volta à Odarin. Como estarão as coisas? Voltarão a ser como antes? Talvez, mas dificilmente de modo fácil. Evangeline tem uma visão mais realista, por isso sua postura mais dura. Mas não teria ao menos um pouco de alivio por se afastar do convívio de Allen? Adoro recomeços, ótimas oportunidades de vencer velhos desafios e melhorar. Hah! Ao esconder o quadro, numa tentativa de afastar à memória de Katherine, o rei acabou conservando-a. Irônico. Sarah já está se comportando como uma real governante. Capítulo entre nostálgico e dolorido. Pelo menos ninguém morreu. Bom que Martha reconheceu Sarah, imaginei que a fosse confundir com sua mãe. Uma pessoa muito parecida com a princesa? Que coincidência, não? Mas coincidências não existem.
Nem se preocupe com isso que falta de tempo é algo que entendo perfeitamente. Aliás, só de ver você aqui novamente já me deixa muito feliz, pois mostra como a história realmente te cativo (e não existe honra maior para mim do que isso).
Eu também gosto bastante da ideia de recomeços, acho um conceito muito válido a ser usado. Quero dizer, é um tanto "fácil" amadurecer quando se está em um ambiente diferente, mas ter de fazê-lo dentro da zona de conforto é bem mais difícil e quero que a Sarah explore cada dificuldade dessas, para que eu possa moldá-la ao longo do caminho. A Evangeline é uma daquelas pessoas que já nasceu meio velha, é enjoada e as coisas nunca parecem estar boas o suficiente. Quanto ao seu questionamento, explico: há um certo alívio em se afastar do Allen, porém além de saber que é uma situação temporária, o retorno a Odarin trazem algumas outras lembranças igualmente ruins, como a morte de Katherine.
Essa questão do quadro não foi intencional. Inicialmente, ia ser apenas um meio para demonstrar o desgosto que Henrique sentia em relação a falecida esposa, mas quando escrevi o Capítulo 08 a ideia praticamente brotou no momento e eu curti bastante o resultado.
A Sarah é mais parecida com a Katherine psicologicamente que fisicamente, então achei que não caberia essa comparação. Já quanto a Delia e a semelhança entre as duas, já dizia a Yuko Ichihara (de xxxHolic): "Não existem coincidências, apenas o inevitável". Levo a frase como lema e ela se aplica perfeitamente a este caso.
Obrigada por comentar, suas impressões são muito importantes para mim e espero corresponder às suas expectativas até o final deste projeto!
Que nostálgico! Incrível como em poucos capítulos você conseguiu passar um valor afetivo tão grande em relação ao castelo de Odarin e cada uma das pessoas que lá trabalhavam. Esse capítulo valorizou ainda mais tudo que foi trabalhado no início, com a infância de Sarah e sua fuga. Foi muito bacana ver ela caminhando mais uma vez pelo castelo ao mesmo tempo em que se lembrava de diferentes fatos da sua infância. Bacana também foi ver a reação de Evangeline em relação a tudo aquilo.
Achei muito foda esse trabalho que você fez com a memória afetiva. Amei ver Sarah reencontrando e carregando consigo o quadro da sua mãe, ao mesmo tempo em que ela também demonstrava evolução (graças ao amadurecimento natural e ao bom exemplo de Beatrice, além de outras coisas), mas sem deixar de ser quem ela é. A resposta que ela deu à Evangeline ("Sim, principalmente se isso incomodar-lhe um pouco mais!") arrancou risos de mim. Sarah está ficando cada vez mais legal ♥
Gostei de ver como o nome da família real ainda tem peso, mostrando aos poucos os contatos e famílias que apoiam. Claro, sempre existe uma troca por trás, mas faz parte. Ver Sarah jogando o jogo da nobreza é lindo e eu acredito que ela tem tudo para se tornar uma GRANDE jogadora hahaha.
Agora a parte mais impactante do capítulo foi o encontro com Martha. Não sei se você fez de propósito, mas vi uma relação entre a nostalgia do início do capítulo e os problemas de memória da pobre mulher. Ver Sarah sendo lembrada passa meio que uma mensagem de resgate de um passado feliz (ao menos para Sarah). Posso estar viajando, mas "memória" foi o tema que mais me chamou a atenção no capítulo. Quanto a cena em si, ela foi lindamente escrita e eu realmente me emocionei. E a cada capítulo você deixa mais evidente que Sarah tem um belíssimo coração, mas sem perder a esperteza necessária para sobreviver nesse mundo perigoso. Estou ansioso para ver como isso vai evoluir.
Agora quanto ao último trecho do capítulo: parecida com Sarah, hein? Isso ou vai dar uma treta tremenda ou vai dar algo muito bom. Ou ambos. Enfim, tenho certeza que vou me surpreender, você tem demonstrado ter muita criatividade, então aguardo algo realmente bom!
Agora vamos aos trechos:
"Sinto falta dos seus biscoitos, Martha" - Frase simples, singela, mas que fala MUITO dentro da história. ♥
"Nunca poderia esquecer das pessoas que compuseram toda minha infância" - Já disse que amo a Sarah? É uma protagonista que gera muita empatia com seu crescimento e bom coração ♥
Enfim, gostei demais do capítulo. Não sei o motivo, mas achei diferente dos demais, mas de uma maneira boa. Dá pra ver que você tem versatilidade, o que é magnífico. Nos vemos nos próximos comentários.
Você está totalmente certo, a ideia desde o começo era trazer esse comparativo, bem como a sensação de saudosismo por parte da Sarah. É engraçado porque apesar da princesa não ter chegado a conhecer a mãe, existe todo esse carinho com a imagem dela, perspectiva de como ela poderia ter sido. Evangeline não aparenta estar feliz com o retorno, mas não se trata somente disso. Voltar ao castelo e encontrá-lo nesse estado de abandono lhe trás antigas memórias de volta e a faz recordar certos fatos do passado.
Para quem achava a Sarah bem chatinha a princípio, parece que ela está conquistando um fã agora, não é mesmo? O amadurecimento dela é notável, mesmo que ainda tenha um longo caminho pela frente e muito para melhorar.
Sim, essas jogadas políticas vão se fazer ainda mais presentes neste ponto da trama, mas no seu lugar eu não apostaria minhas fichas na Sarah. Apesar de todo o amadurecimento, é notório que ela continua sendo uma pessoa mais passional que racional, de modo que posso adiantar uma longa lista de problemas para ela futuramente.
Juro como na hora de escrever não foi intencional essa relação das memórias do começo e do esquecimento da Martha, sério mesmo! Talvez tenha sido algo mais inconsciente ou apenas uma coincidência mesmo, não sei afirmar ao certo. Mas sim, coração grande é o que não falta para a nossa princesa.
Desculpa a demora em responder, às vezes tenho a impressão que tenho mais leitores do que consigo dar conta haha. Confesso que estou bastante ansiosa para saber a sua impressão sobre os próximos capítulos, em breve você vai descobrir o porquê. Obrigada por todo o apoio, nos vemos em breve!
Pois é, menina, os anos se passaram e até mesmo é possível perceber o amadurecimento da Sarah em alguns aspectos, mas de um modo geral ainda temos aqui uma protagonista bastante infantilizada mesmo. Tudo isso é proposital rs. É que algo que me incomoda um pouco em livros/filmes/fanfics são esses protagonistas lineares, cheios de virtudes e muitas vezes sem um único defeito, que enfrentam diversos obstáculos sem jamais mudar sua forma de agir e pensar. Ora, uma das grandes maravilhas inerentes ao ser humano é justamente a possibilidade de poder amadurecer, mudar de ideia, agir de uma forma diferente, assumir novas filosofias de vida. Então foi algo que quis trazer aqui, não só na Sarah, mas em todos os personagens, que foi justamente esse processo de amadurecimento lento e gradativo.
Tem umas horas que dá vontade de estapear ela mesmo e dizer: "Amiga, assim não dá pra te defender, acorda pra vida", KKKKK. Mas é isso mesmo, te garanto que acompanhar o crescimento da Sarah vai ser como ver um familiar crescendo contigo, porque poderemos acompanhar todos esses momentos de camarote :P
Obrigada pelo comentário dedicado, mais uma vez desculpa pela demora em responder. Mil beijos, nos vemos em breve!
Nossa senhora, aconteceu tanta coisa nesse capítulo que sei nem por onde começar. Fiquei supresa com o quadro da rainha intacto, é o tipo de detalhe que demonstra o cuidado que você teve na narrativa!
Assim como a Sarah, estou empolgada para ver a revitalização do castelo. Embora a Evangeline esteja rabugenta a respeito, acho que também ficará emocionada quando o trabalho estiver terminado. Tenho a leve sensação que o Allen impôs essa tarefa e esse prazo esperando que ela não consiga terminar, mas sabemos o quanto Sarah é determinada.
E essa moça tão parecida com a princesa, o que significa? Não acho que sej mera coincidência... e caso seja, certamente será um fato relevante em algum momento.
Sim, eu tenho um cuidado tremendo com os detalhes, claro que algumas coisinhas podem passar despercebidas, mas gosto do detalhamento e das muitas surpresas que isso pode proporcionar aos leitores. Esse quadro é bastante emblemático, vai ser importante em momentos futuros da história também ;)
Allen impôs esse trabalho muito mais para mantê-la ocupada e sem perturbá-lo com suas questões pessoais. O tempo também foi proposital, na esperança de que ela falhasse e se desse conta de como é difícil lidar com as questões burocráticas de um reino. Bem, já vimos que não deu muito certo e a nossa princesinha tirou de letra a tarefa que lhe foi dada. Só oegulho da Sarah nesse momento ♥
Essa moça semelhante (a Delia) vai ser uma personagem de grande importância e que terá muitos destaques e revelações em momentos futuros. Fique de olho nela!
São muitos comentários para responder, sinto que estou em débito com você nesse sentido, mas fique ciente de que estou imensamente feliz de te ver tão envolvida com a história. Muito obrigada pelo apoio e pelo voto de confiança. Nos vemos em breve!
Gente, como assim a Sarah já está com 18 anos? Nossa, como passou rápido o tempo aqui, né? Imagino como os outros personagens do primeiro capítulo envelheceram também. Espero que todos ainda estejam vivos e bem, na medida do possível.
Como a Evangeline estava que a Sarah ficasse quieta em um momento como esse? Ela finalmente conseguiu voltar para sua casa, óbvio que estaria elétrica. Falando na Evangeline, ela acabou ficando bem mais rabugenta com o passar dos anos, não é? Talvez tenha sido por ser obrigada a conviver com o Allen, coisa que, claramente, ela detesta.
Nossa, eu consegui imaginar direitinho a cena do castelo abandonado, tomado pela vegetação. Acho que nessa hora realmente caiu a ficha de como o tempo tinha passado mesmo. E elas duas devem ter revivido as memórias do dia em que foram obrigadas a sair dali.
Ahh, o quadro. Acredita que eu nem me lembrava mais dele? Digo, lembro de quando o Henrique pediu para retirá-lo da parede, mas não imaginei que voltaria a aparecer aqui. A Sarah deve ter mesmo ficado radiante ao encontrá-lo, já que era o único registro de sua mãe.
Olha, na hora que elas ouviram um barulho estranho eu até me ajeitei aqui na cadeira. Provavelmente era um ladrão, um maluco ou um assassino contratado para matar as duas. Pensei em várias possibilidades terríveis aqui. Só não imaginei que seria... um cervo. Ok, dá um alívio, mas eu também iria sair correndo dali se encontrasse com um, ainda mais se ele tivesse chifres como esse que você descreveu.
Um prazo de três meses pra arrumar tudo no castelo? Eu preciso desse prazo pra arrumar as coisas na minha casa, e olhe lá. :p Go, go, Sarah!
Achei legal da parte do Barão Chevalier dar um abrigo para a Sarah. Ok, ele fez isso pensando mais nos seus interesses, mas acho que, nesses momentos, nossa princesa precisa de todos os aliados possíveis.
Acho engraçadinho a Sarah ficar se espelhando na Beatrice ao agir com os outros. Na verdade, é uma influência até boa, porque aí ela não poderia mais ser taxada de criança imatura e que não sabe agir conforme o que se pede.
AAAA, finalmente a Sarah encontrou alguém conhecido do passado! Não imaginava que a Maria seria a primeira, mas não importa, estou mega feliz aqui por esse encontro. ♥ Agora vamos poder ficar por dentro de tudo o que aconteceu nesse meio tempo.
Linda a lealdade do Earnshaw. Não que os outros não tenha sido leais (até porque eles precisariam arrumar um outro meio para viver, para colocar o “pão na mesa”). Mds, o Elliot e o Jacques ainda estão vivos, ainda bem! Ai c_c ainda bem que deu certo pra eles. Lembro que fiquei super receosa quando os dois se esconderam e passaram a ouvir aqueles barulhos terríveis.
Fiquei triste pela Martha, pois eu gostava de verdade dela, mesmo que sua participação não tenha sido muita. Parecia ser uma ótima pessoa. Bem, ao menos ela ainda está viva. Acredito que agora vai poder receber todos os cuidados necessários.
Ai, que saudades da Sarah aprontando alguma coisa. ♥ Socorro, como eu tô amando a história e seus personagens. Já tenho um afeto tão grande por cada um deles. Gosto muito quando o autor consegue fazer isso. Linda a atitude da Sarah de se preocupar realmente com todos. E quando a Martha respondeu, falando dos biscoitos? Até me arrepiei toda aqui.
Essa última cena me intrigou demaaais. Eu sei que você não é do tipo que coloca cenas assim somente por colocar. Sei que tem algo por trás. E eu aqui falando como se a gente já se conhecesse há meses, né? Socorro KKKK :v Curiosíssima pra conhecer a Delia.
Oi oi, tudo bem?
Smm, o tempo voa não é mesmo? Nem parece que foi um dia desses que vimos a nossa princesinha com não mais que 10 anos de idade estava fugindo de balas perdidas e de uma revolta violenta, não é? Como você bem sabe, o tempo passa para todos então nunca dá para garantir que todos estejam vivos e bem. Mas soltando um pequeno spoiler para você: teremos menos morte do que o que você está espero (ou o que eu imagino que esteja esperando, já que comentou anteriormente pensar sempre no pior rs).
Aqui eu me justifico: nesse momento inicial eu precisava de uma Evangeline mais rabugenta e intolerante. Era necessário para desencadear acontecimentos futuros. Está mais do que na hora da Sarah compreender que ela é uma princesa e não precisa se submeter as decisões dos outros por toda e qualquer coisa. Mas soltar isso do nada soaria muito estranho, então achei melhor ir construindo um caminho que culminasse nisso. Espero que tenha gostado, haha.
Como eu mesma gosto de falar, nada é por acaso. Que ironia do destino! Henrique tentou se livrar do último registro de Katherine em seu ataque de fúria, e inconscientemente acabou preservando o mesmo. Eu gosto de deixar várias dicas do que vai acontecer em capítulos futuros, é só ter bastante atenção e perspicácia ao ler que você acaba captando alguns deles.
Preciso confessar que essa história do cervo foi um caso de self-insertion. Estudei nos EUA por um tempo e a universidade onde eu ficava era dentro de uma reserva florestal, tudo muito sustentável. Um belo dia acordamos para ir para a aula e ao abrir a porta descobrimos que não tinha como sair, pois havia um cervo ENORME em frente a entrada bloqueando as saídas com os chifres. Resultado: tivemos que pular a janela para poder sair de casa. Achei que quebraria um pouco o ar pesado trazendo essa situação cômica para a vida da Sarah, haha.
Eu estava super ansiosa para escrever os reencontros da Sarah com as pessoas do passado, mas fazer tudo de uma vez ou começar com os mais óbvios (tipo Jacques e o Elliot) não me pareceu a melhor escolha. Como já deve ter notado, gosto de trazer um toque de realidade para a história então achei que começar por um personagem mais secundário acabaria soando mais coerente. Confesso que fiquei com dó da Martha, mas o lado bom é que ela está viva (o que não é privilégio de todos, como você viu posteriormente).
A Sarah cresceu e amadureceu bastante, mas ainda tem muita traquinagem para aprontar, haha. Apesar de ser egoísta em alguns aspectos (algo que tento evidenciar cada dia mais), ela não deixa de ser uma pessoa preocupada com o bem estar daqueles que estão à sua volta.
Você não imagina como fico feliz de saber que cada criaçãozinha minha, cada personagem conseguiu te cativar de uma maneira especial. De verdade, fica aqui meu muito obrigada por todo o apoio, é muito gratificante saber que algo que eu criei conseguiu inspirar tantos sentimentos legais nos leitores.
Eu amo muito seus comentários, inclusive estou até com saudades deles (embora eu não esteja em condições de cobrar nada já que ainda estou em débito com muitos deles ainda pendentes de resposta). Espero de coração que você continue acompanhando essa trama, acredito que ainda tenho uma ou duas cartas na manga para te surpreender nos capítulos futuros, hihi. Nos vemos no próximo, beijos!
Dezoito anooosss, já pode ser presa hahahaha. Que nostálgico, esse capítulo ♥ A Sarah voltou pra onde tudo começou.
A princesa tem razão, o castelo não tá tão ruim, basta uma faxina, uma pintura e ele fica novinho. Não dá pra jogar um castelo no lixo porque na crise nada é dispensável.
Ri na cena das duas correndo do cervo. Coitadas, correram de salto, imagina a dor depois.
Não sei o motivo, mas acho que a estadia das moças na mansão desse barão aí não vai ser das melhores. Não senti um clima amigável. É como se estivessem fazendo uma obrigação ao hospedar a princesa e esses três boys filhos do barão vão dar no que falar. Hospedagem na mansão dos Avelar >>> Chevalier.
Gente, que lindinhaaaaaa a Dona Martha lembrar da Sarinha ♥ não sabiam do alzheimer, então com certeza era mais difícil lidar com essa doença do que é hoje T.T
Ansioso pelo próximo ♥
O que mais gostei: Da Sarah e da Evangeline fugindo do cervo ='D
Olá, tudo bem?
Sim sim, dezoito aninhos, e pensar que essa história começou quando ela era uma criança mimada com não mais que dez anos de idade. Estava muito ansiosa para esse retorno, era tudo que ela sempre quis, mas muito em breve vai ver que nem tudo vai ser um mar de rosas. Cenas dos próximos capítulos ~
Eu adorei escrever essa cena do cervo, algo parecido já aconteceu comigo durante o intercâmbio. Tinha uma aula no andar térreo de um prédio e a universidade ficava dentro de uma reserva florestal. Daí, quando entrei na sala, lá estava um cervo bem gato encarando a gente. Usei essa experiência como inspiração e surgiu essa cena bem cômica, que apesar de não ser meu forte, acho que cumpriu bem seu papel de quebrar a seriedade do momento.
Já deu pra perceber que a Florence Chevalier é uma daquelas senhoras bem chatas que adora empurrar os filhos para os outros. E vai ser assim durante toda a estadia da Sarah, um assédio só. Mas não se preocupe, nossa princesa vai tirar a situação de letra, haha ~
É bem complicado lidar com essas doenças degenerativas hoje em dia, imagine alguns séculos atrás. Mas a Maria e o Marco fazem o possível e o impossível para cuidar da mãe e essa relação familiar deles vai ficar bem clara logo em breve. Nada é por acaso, todas essas interações vão ter uma razão de ser no futuro da nossa protagonista.
Por ora é isso, espero que esteja curtindo ler essa história tanto quanto eu curto escrevê-la. Nos vemos no próximo!!
Que capítulo maos fofis...owwnn. Adorei sarah e evangeline enfim voltando pra Odarin. Melhor cena elas fugindo do cervo kkkkkkk.
Esse capítulo foi maior amor...a volta, sarah e evangeline com o quadro, o reencontros de sarah e martha. Mas socorro, ja to sentindo esse clima de " aquela calmaria que vem antes da tempestade".
Que lindinha sarah com 18 anos e se portando como gente, titia evangeline orgulhosa kkkkkk
E óh, tô de olho nessa política de Odarin, já quero mais detalhes!!!!
O que mais gostei: Sarah e evangeline voltando pra Odarin
Olá, tudo bem?
Eu estava super ansiosa com esse capítulo, Sarah finalmente pôde realizar o sonho dela de retornar para casa. Mas logo veremos que isso não vai resolver os problemas dela, muito pelo contrário, esse retorno ainda tem muito o que repercutir.
Eu não tenho muita experiência escrevendo comédias, todas as vezes que me aventurei por esse lado falhei miseravelmente. Então a estratégia da vez é investir em situações cômicas, porque com diálogos já deu pra ver que não vai rolar. Foi bem divertido escrever essa cena do cervo, principalmente considerando que foi baseada em uma experiência própria haha
É até bom ter uma.pessoa atenta. Essa parte política, vou me policiar para ir inserindo esse assunto nos próximos capítulos. Apesar de ser um aspecto que já estava planejado, não pretendia escrever por medo de deixar o enredo monótono. Já que insiste, vamos lá!
Espero que esteja gostando, obrigada por comentar sempre! Nos vemos no próximo :)
Capítulo muito tocante! Sarah é realmente incrível, tem muita fibra e bom caráter! Não lhe falta empatia para com os outros e isso a diferencia. Evangeline deveria ser só um pouquinho menos amarga, até mesmo porque Sarah é a filha da mulher que foi o amor de sua vida. (Descobri tudo, Sta. autora! Hahahaha).
Ademais, por que será que o quadro de Katherine resistiu à destruição geral? Acho que Jacques o salvou! Como Katherine teve amantes em vida! A venero! Hahahha ♥
Eu queria voltar a ler e comentar desde o início, mas cade que tenho tempo? Por sorte a memória ainda está fresca e não tive problemas para aproveitar esses capítulos, que estão muito bons.
Compartilho com Sarah a expectativa para volta à Odarin. Como estarão as coisas? Voltarão a ser como antes? Talvez, mas dificilmente de modo fácil. Evangeline tem uma visão mais realista, por isso sua postura mais dura. Mas não teria ao menos um pouco de alivio por se afastar do convívio de Allen?
Adoro recomeços, ótimas oportunidades de vencer velhos desafios e melhorar.
Hah! Ao esconder o quadro, numa tentativa de afastar à memória de Katherine, o rei acabou conservando-a. Irônico.
Sarah já está se comportando como uma real governante.
Capítulo entre nostálgico e dolorido. Pelo menos ninguém morreu. Bom que Martha reconheceu Sarah, imaginei que a fosse confundir com sua mãe.
Uma pessoa muito parecida com a princesa? Que coincidência, não? Mas coincidências não existem.
Olá, tudo bem?
Nem se preocupe com isso que falta de tempo é algo que entendo perfeitamente. Aliás, só de ver você aqui novamente já me deixa muito feliz, pois mostra como a história realmente te cativo (e não existe honra maior para mim do que isso).
Eu também gosto bastante da ideia de recomeços, acho um conceito muito válido a ser usado. Quero dizer, é um tanto "fácil" amadurecer quando se está em um ambiente diferente, mas ter de fazê-lo dentro da zona de conforto é bem mais difícil e quero que a Sarah explore cada dificuldade dessas, para que eu possa moldá-la ao longo do caminho. A Evangeline é uma daquelas pessoas que já nasceu meio velha, é enjoada e as coisas nunca parecem estar boas o suficiente. Quanto ao seu questionamento, explico: há um certo alívio em se afastar do Allen, porém além de saber que é uma situação temporária, o retorno a Odarin trazem algumas outras lembranças igualmente ruins, como a morte de Katherine.
Essa questão do quadro não foi intencional. Inicialmente, ia ser apenas um meio para demonstrar o desgosto que Henrique sentia em relação a falecida esposa, mas quando escrevi o Capítulo 08 a ideia praticamente brotou no momento e eu curti bastante o resultado.
A Sarah é mais parecida com a Katherine psicologicamente que fisicamente, então achei que não caberia essa comparação. Já quanto a Delia e a semelhança entre as duas, já dizia a Yuko Ichihara (de xxxHolic): "Não existem coincidências, apenas o inevitável". Levo a frase como lema e ela se aplica perfeitamente a este caso.
Obrigada por comentar, suas impressões são muito importantes para mim e espero corresponder às suas expectativas até o final deste projeto!
Que nostálgico! Incrível como em poucos capítulos você conseguiu passar um valor afetivo tão grande em relação ao castelo de Odarin e cada uma das pessoas que lá trabalhavam. Esse capítulo valorizou ainda mais tudo que foi trabalhado no início, com a infância de Sarah e sua fuga. Foi muito bacana ver ela caminhando mais uma vez pelo castelo ao mesmo tempo em que se lembrava de diferentes fatos da sua infância. Bacana também foi ver a reação de Evangeline em relação a tudo aquilo.
Achei muito foda esse trabalho que você fez com a memória afetiva. Amei ver Sarah reencontrando e carregando consigo o quadro da sua mãe, ao mesmo tempo em que ela também demonstrava evolução (graças ao amadurecimento natural e ao bom exemplo de Beatrice, além de outras coisas), mas sem deixar de ser quem ela é. A resposta que ela deu à Evangeline ("Sim, principalmente se isso incomodar-lhe um pouco mais!") arrancou risos de mim. Sarah está ficando cada vez mais legal ♥
Gostei de ver como o nome da família real ainda tem peso, mostrando aos poucos os contatos e famílias que apoiam. Claro, sempre existe uma troca por trás, mas faz parte. Ver Sarah jogando o jogo da nobreza é lindo e eu acredito que ela tem tudo para se tornar uma GRANDE jogadora hahaha.
Agora a parte mais impactante do capítulo foi o encontro com Martha. Não sei se você fez de propósito, mas vi uma relação entre a nostalgia do início do capítulo e os problemas de memória da pobre mulher. Ver Sarah sendo lembrada passa meio que uma mensagem de resgate de um passado feliz (ao menos para Sarah). Posso estar viajando, mas "memória" foi o tema que mais me chamou a atenção no capítulo. Quanto a cena em si, ela foi lindamente escrita e eu realmente me emocionei. E a cada capítulo você deixa mais evidente que Sarah tem um belíssimo coração, mas sem perder a esperteza necessária para sobreviver nesse mundo perigoso. Estou ansioso para ver como isso vai evoluir.
Agora quanto ao último trecho do capítulo: parecida com Sarah, hein? Isso ou vai dar uma treta tremenda ou vai dar algo muito bom. Ou ambos. Enfim, tenho certeza que vou me surpreender, você tem demonstrado ter muita criatividade, então aguardo algo realmente bom!
Agora vamos aos trechos:
"Sinto falta dos seus biscoitos, Martha" - Frase simples, singela, mas que fala MUITO dentro da história. ♥
"Nunca poderia esquecer das pessoas que compuseram toda minha infância" - Já disse que amo a Sarah? É uma protagonista que gera muita empatia com seu crescimento e bom coração ♥
Enfim, gostei demais do capítulo. Não sei o motivo, mas achei diferente dos demais, mas de uma maneira boa. Dá pra ver que você tem versatilidade, o que é magnífico. Nos vemos nos próximos comentários.
Beijos ♥
Olá, tudo bem?
Você está totalmente certo, a ideia desde o começo era trazer esse comparativo, bem como a sensação de saudosismo por parte da Sarah. É engraçado porque apesar da princesa não ter chegado a conhecer a mãe, existe todo esse carinho com a imagem dela, perspectiva de como ela poderia ter sido. Evangeline não aparenta estar feliz com o retorno, mas não se trata somente disso. Voltar ao castelo e encontrá-lo nesse estado de abandono lhe trás antigas memórias de volta e a faz recordar certos fatos do passado.
Para quem achava a Sarah bem chatinha a princípio, parece que ela está conquistando um fã agora, não é mesmo? O amadurecimento dela é notável, mesmo que ainda tenha um longo caminho pela frente e muito para melhorar.
Sim, essas jogadas políticas vão se fazer ainda mais presentes neste ponto da trama, mas no seu lugar eu não apostaria minhas fichas na Sarah. Apesar de todo o amadurecimento, é notório que ela continua sendo uma pessoa mais passional que racional, de modo que posso adiantar uma longa lista de problemas para ela futuramente.
Juro como na hora de escrever não foi intencional essa relação das memórias do começo e do esquecimento da Martha, sério mesmo! Talvez tenha sido algo mais inconsciente ou apenas uma coincidência mesmo, não sei afirmar ao certo. Mas sim, coração grande é o que não falta para a nossa princesa.
Desculpa a demora em responder, às vezes tenho a impressão que tenho mais leitores do que consigo dar conta haha. Confesso que estou bastante ansiosa para saber a sua impressão sobre os próximos capítulos, em breve você vai descobrir o porquê. Obrigada por todo o apoio, nos vemos em breve!
Sarah não perde mesmo a sua infantilidade com os anos. Nao creio que isso seja bom para ela :/
Olá, tudo bem?
Pois é, menina, os anos se passaram e até mesmo é possível perceber o amadurecimento da Sarah em alguns aspectos, mas de um modo geral ainda temos aqui uma protagonista bastante infantilizada mesmo. Tudo isso é proposital rs. É que algo que me incomoda um pouco em livros/filmes/fanfics são esses protagonistas lineares, cheios de virtudes e muitas vezes sem um único defeito, que enfrentam diversos obstáculos sem jamais mudar sua forma de agir e pensar. Ora, uma das grandes maravilhas inerentes ao ser humano é justamente a possibilidade de poder amadurecer, mudar de ideia, agir de uma forma diferente, assumir novas filosofias de vida. Então foi algo que quis trazer aqui, não só na Sarah, mas em todos os personagens, que foi justamente esse processo de amadurecimento lento e gradativo.
Tem umas horas que dá vontade de estapear ela mesmo e dizer: "Amiga, assim não dá pra te defender, acorda pra vida", KKKKK. Mas é isso mesmo, te garanto que acompanhar o crescimento da Sarah vai ser como ver um familiar crescendo contigo, porque poderemos acompanhar todos esses momentos de camarote :P
Obrigada pelo comentário dedicado, mais uma vez desculpa pela demora em responder. Mil beijos, nos vemos em breve!
Nossa senhora, aconteceu tanta coisa nesse capítulo que sei nem por onde começar. Fiquei supresa com o quadro da rainha intacto, é o tipo de detalhe que demonstra o cuidado que você teve na narrativa!
Assim como a Sarah, estou empolgada para ver a revitalização do castelo. Embora a Evangeline esteja rabugenta a respeito, acho que também ficará emocionada quando o trabalho estiver terminado. Tenho a leve sensação que o Allen impôs essa tarefa e esse prazo esperando que ela não consiga terminar, mas sabemos o quanto Sarah é determinada.
E essa moça tão parecida com a princesa, o que significa? Não acho que sej mera coincidência... e caso seja, certamente será um fato relevante em algum momento.
Olá, tudo bem?
Sim, eu tenho um cuidado tremendo com os detalhes, claro que algumas coisinhas podem passar despercebidas, mas gosto do detalhamento e das muitas surpresas que isso pode proporcionar aos leitores. Esse quadro é bastante emblemático, vai ser importante em momentos futuros da história também ;)
Allen impôs esse trabalho muito mais para mantê-la ocupada e sem perturbá-lo com suas questões pessoais. O tempo também foi proposital, na esperança de que ela falhasse e se desse conta de como é difícil lidar com as questões burocráticas de um reino. Bem, já vimos que não deu muito certo e a nossa princesinha tirou de letra a tarefa que lhe foi dada. Só oegulho da Sarah nesse momento ♥
Essa moça semelhante (a Delia) vai ser uma personagem de grande importância e que terá muitos destaques e revelações em momentos futuros. Fique de olho nela!
São muitos comentários para responder, sinto que estou em débito com você nesse sentido, mas fique ciente de que estou imensamente feliz de te ver tão envolvida com a história. Muito obrigada pelo apoio e pelo voto de confiança. Nos vemos em breve!