Comentários em “The Queen's Path”: “Capítulo VI - 29 de Junho de 1868”

Zusaky
Destacado pelo autor

Olha, já começo o capítulo me identificando demaaais com o Edgar. Como é que o povo pode ver que você está ali, quieto, concentrado em um livro, mas aí chega pra desabafar? Só queria ler um livrinho, poxa :c hahah.

Foi interessante ver o Edgar refletindo sobre como as coisas vieram acontecendo até o presente momento. Digo, isso foi tão... real, sabe? Porque nós, na vida real, fazemos isso em alguns momentos da vida. Paramos para tentar “descobrir” como foi que chegamos em determinado ponto. Eu gosto demais dessa humanização dos seus personagens.

Ahh, como eu amo essa amizade entre esses dois. ♥ Acho que ambos se entendem muito bem, são bem parecidos de personalidade, trocam umas “farpas” amigáveis e tal.

Nossa, eu estava que nem a Sarah, louquinha pra saber logo da história da Anya, mas o Edgar só enrolando. Ok, demorou pra falar, mas pelo menos não ficou mantendo segredo. E como assim a mulher desaparece do nada? Será que ele não pensou na possibilidade de a própria família ter “dado um fim” a ela? Mas será que isso seria possível? Hm. Ainda acho que ela vai aparecer por aí, hein!

Ahhh, que agonia de ver essa cena da Sarah vestindo esse tipo de roupa! Eu não iria aguentar, juro. Prefiro mais uma roupa que me deixe confortável. Se pudesse, sairia de pijama na rua, mas... Enfim.

Que lindo isso que a Beatrice fez. A Sarah com certeza amou o vestido, né? E como poderia não ter gostado tanto? Ai, estou morrendo com essas duas juntas, sério. ♥ E até a Evangeline confia em deixar a sua querida Sarah com a Beatrice, então podemos todos ficar tranquilos (ou não? Hahah).

Eu acho incrível como o Allen conseguiu ter todo mundo aos seus pés. Digo, ele nem era o rei oficialmente, mas todos passaram a tratá-lo como tal. Talvez ele saiba como agir com determinadas pessoas, o que fazer e dizer no momento certo. Bem, tem gente que sabe realmente como manipular os outros, né?

É tão bom ver que a Sarah continua se lembrando de seus amigos do passado, mesmo que já tenha avançado bastante no tempo. Mas também, eles acabaram impactando bastante em sua vida, cada um de um jeito próprio. E é claro que eu também já estou morrendo de saudades de cada um deles. :c

Olha só isso... Mesmo quando a Sarah está dançando com o próprio irmão, ela dá um jeito de chegar no assunto de Edgar. Sinto que vou acabar shippando eles dois em um futuro próximo. Ou talvez eles possam apenas fortalecer ainda mais a amizade, considerando que são tão parecidos um com o outro.

Argh, lógico que a Charlotte ia dar um jeito de tentar acabar com tudo. Como sempre. Mds, como eu detesto ela. Já fico pensando aqui em como será a morte dela, socorro. Ainda bem que o Conde chegou bem na hora em que ela destilava seu veneno e viu tudo. Não que eu ache que vá adiantar grandes coisas, né, mas enfim.

Eu já fiquei morrendo de amores com a cena da Beatrice com a Sarah, agora a mesma coisa está acontecendo quando o Edgar aparece. Como eu faço pra pegar ele e guardar em um potinho só meu? Que cara maravilhoso! Mas como nem tudo na vida são flores, óbvio que ele não é perfeito. Achei meio estranho sua atitude de questionar os aprendizados da Sarah com os serventes da casa. Ainda mais isso vindo dele, que se apaixonou por alguém de “fora”.

Agora, veja. E achei a Sarah MUITO madura nessa última parte. Deu até um orgulho aqui no peito. Sei que ela continua faceira como sempre, é algo da personalidade dela e o que faz ela ser quem é. Mas dá pra notar esse amadurecimento na personagem, sabe? Adorei acompanhar isso. ♥

Ah, e antes que eu me esqueça de uma coisa: não se apresse para responder meus comentários. Eu acabo falando até demais, é automático :p e sei bem como é ruim ter tendinite, então não precisa se forçar pra isso, ok? Take your time! E melhoras. :3

Diamond
Diamond Autor

Hello, tudo bem?

Compartilhamos da mesma sensação, Edgar é meu personagem xodó, na verdade fica até meio difícil não gostar dele. E eu fico feliz que tenha reparado, eu gosto de trazer essa carga de realidade para as minhas histórias sempre. Eu mesma me pego várias vezes sentada, encarando um canto de parede e pensando: "Deus, o que eu estou fazendo com a minha vida?". Eu precisava passar esse sentimento dentro da história, mas não gosto que tudo seja narrado pelos olhos da Sarah (acho que fica massante e óbvio demais).

E quanto a Anya, é um fato que realmente mexeu com o Edgar, ao ponto de tornar ele um alcoólatra (como já deve ter dado para reparar). Ele não tinha motivos reais para esconder a história da Sarah, que é uma das melhores amigas deles e uma das poucas pessoas com quem ele se identifica. Afora isso, eu queria que o leitores conhecessem mais do passado dele, para não correr o risco de julgarem que ele não passa de um bon viveur. Mas vou te contar um segredinho: a Anya ainda vai colocar a cara no sol, só não posso revelar quando ahaha. No seu devido tempo, tudo será explicado.

A Beatrice percebe com a Sarah é carente de atenção e tenta dar todo o apoio nesse sentido. Além do mais, nossa princesa não pôde conviver com a própria mãe, então acabou fazendo uma "transferência afetiva" para a cunhada. Já vi isso acontecer em algumas famílias. É triste, mas ao mesmo tempo comovente ver como os papeis de cada pessoa dentro de um núcleo familiar podem ser fluidos e quis trazer isso também para o bojo da história.

Já o Allen é um personagem pra lá de enigmático dentro da trama, não? Muito bem visto por toda a sociedade, muito adorado pela irmã mais nova, mas e a Evangeline? Tendo chegado muito cedo no castelo, a governanta acompanhou toda a infância do príncipe, até ele ser mandado para a casa da Família Avelar. O que a governanta presenciou que a deixou tão reticente quanto ao rapaz? Por que ele foi mandado para outro lugar, sob os cuidados de outras pessoas? Fica aqui o questionamento.

A Charlotte é insuportavelmente insuportável, mas veja: ela foi criada para ser assim, é um alívio para as outras tensões presentes na trama. Apesar dessa personalidade odiosa, ela não é má, apenas muito egoísta e ambiciosa. Meu plano original era mantê-la assim do começo ao fim, mas esses dias me veio umas ideias... Quem sabe ela não venha a se redimir com a princesa?

Agora eu vou reservar um momento para defender o meu xodó: pode parecer estranho a indagação do Edgar, questionando se a Sarah realmente conseguia aprender algo com os serventes. Mas veja, a Anya não era uma pessoa de pouca instrução (peço desculpas se esse ponto não ficou claro). Na verdade, a família dela era muito rica, no entanto, não possuía nenhum título de nobreza, o que a enquadrava na classe dos burgueses. Imagine um escalonamento do maior para o menor, em que temos: realeza, nobres, burgueses, camponeses e escravos. Foi algo assim que imaginei ao criar este universo. Fica aqui minha notinha de esclarecimento da questão haha.

Por fim, esse é o maior motivo de eu ter iniciado a história com ela criança. Eu poderia muito bem começar com ela retornando de Hallbridge para Odarin e mencionar apenas o essencial por meio de flashbacks. Mas se fizesse dessa forma, os leitores não teriam uma noção do amadurecimento dela, que é um dos grandes focos da história. Por essa razão optei pela digressão na vida da princesa, espero que esteja gostando desse detalhe.

Eu sempre fico meio envergonhada de pensar que ainda tem uns 6 ou 7 comentários seus para responder. Eu costumo responder rapidamente todo mundo, mas como foram vários de uma vez e ainda inventei de escrever um conto de Halloween esses dias, ficou tudo meio corrido. Mas missão dada é missão cumprida e logo espero chegar lá! Vai dar uma pena quando eu acabar, pois amo seu comentários, eles iluminam meu dia de uma forma única e muito especial. Obrigada por todo o apoio!

Milla Moura

Sarah finalmente debutante! Que lindinhaaaaaaa!!! A amo tanto! Adorei um foco maior em Edgar, bem como a amizade entre ele e Sarah, acho que são duas almas de profunda sensibilidade e é realmente tocante o encontro delas. Allen, apesar dos pesares, é um irmão mais velho que cumpre seu papel. Acredito que ele realmente goste de Sarah, o que me deixa um pouquinho mais tranquila para seguir os próximos capítulos. Haha ♥



O que acho que pode melhorar: A Anya precisa aparecer logooooo!!! Preciso saber mais dela!
Diamond
Diamond Autor

Olá, tudo bem?

Hahaha, fico bem feliz que você tenha gostado da Anya, mas infelizmente ela vai demorar bastante até aparecer. Até lá terão muitos outros personagens para você amar, nem se preocupe quanto a isso.

Fazer quinze anos é algo bem banal para os homens, mas sem dúvida é um divisor de águas para as mulheres. Espero qur tenha ficado bem claro o amadurecimento de Sarah, que era o foco maior neste capítulo. Já não tem mais todos aqueles trejeitos de criança birrenta, já tem o porte de uma dama, mas sem perder a essência meio sapeca dela.

Também adoro o Edgar, simplesmente meu personagem masculino favorito nesta trama. Apesar de terem tido vivências muito diferentes, tanto ele quanto a Sarah sentem que não se encaixam nesse meio nobre, ainda que por razões diversas.

Allen é um personagem bastante controverso, mas é inegável o cuidado dele com a Sarah.

Muito feliz com seu(s) comentário(s), indo responder os demais imediatamente!!

Sílvia Costa

Isso aí! Tem que ocupar novamente o seu lugar Sarah. Já está na hora de voltar e enfrentar os desafios.

Edgar me parece um bom aliado. Espero que Anya apareça novamente.

Diamond
Diamond Autor

Oi oi, tudo bem?

Sim, Sarah tem mais é que chegar botando o pé em cima da mesa e se impondo de uma vez. Logo poderemos vislumbrar um momento assim. Essa é uma das razões pelas quais eu optei escrever esse história com ela ainda criança. Queria deixar bem evidente seu amadurecimento se comparado em relação ao início da obra. E acredite, quando ela resolver voltar para Odarin, haverá muito o que se enfrentar.

Eu simplesmente amo o Edgar, é um dos meus personagens favoritos. Ele tem muitas nuances a serem exploradas ainda, desde esse lado mais brincalhão até o trauma de ter perdido a noiva de forma tão brusca e enigmática. Anya terá aparições futuras e prometo que serão todas bem recheadas de emoções.

Obrigada por comentar, nos vemos em breve!

Júlio Oliveira

E a cada capítulo acompanhamos a evolução da nossa amada Sarah. Entretanto, o livro está acertando demais em não se limitar a isso: como você tem personagens interessantes! Conhecer a sombria história sobre a amada de Edgar, Anya (lembrei na hora de "To The Moon"), foi de entristecer o coração. Foi bacana (ainda que triste) ver um lado mais sério do personagem. Confesso que esperava algo do tipo, tendo em vista a sua compulsão por álcool e sua aparente imutável alegria. Tinha que ter algo podre aí e eu acertei.

Foi legal também ver o processo de amadurecimento de Sarah. Sei que ainda estou no princípio da história, mas foram notáveis os momentos em que ela se conteve, influência da boa presença de Beatrice em sua vida, ocupando o espaço vazio que Kat deixou após sua morte. Foi interessante também ela dando uma lição de moral ao Edgar, garoto acostumado demais com a vida de nobre, sem ter um contato verdadeiramente humano com aqueles que o servem. Sarah se torna menos irritante e mais amável a cada capítulo hahahaha

Agora devo elogiar mais uma vez os ecos do passado influenciando a vida de Sarah. Foi muito lindo ler a mensagem que Jacques deixou gravada em sua memória. Consigo enxergá-lo como uma figura paterna para a garota, tendo em vista que o rei estava sempre tão ocupado. Ao mesmo tempo, é legal ver as novas influências. Já citei o exemplo da Beatrice, mas é porque ela se mostra ser extremamente amável. Sério, melhor pessoa. Só o fato dela manter a paciência ao lado de Sarah já mostra que seu coração é gigante HAHAHAHA.

Agora um elogio especial: seus diálogos foram extremamente certeiros nesse capítulo. Digo, você foi bem nesse quesito em absolutamente tudo que escreveu até agora, mas nesse você conseguiu se superar. Acho fantástico como você consegue trabalhar bem com Charlotte, por mais que suas cenas sejam curtas (ao menos por enquanto) e ela seja uma pessoa chata. Ainda assim, nutro um carinho por ela, admito hehehe. Teve ainda toda aquela questão sentimental envolvendo Edgar, Sarah, o amor de Beatrice pela sua "filha", etc. Você mandou muito bem e as cenas foram apresentadas de maneira certeira. Deu pra passar muita autenticidade. Ah, e uma coisa que eu achei foda: o silêncio de Evangeline ao confiar a arrumação de Sarah a Beatrice. A ausência de falas por parte da governanta foi algo que eu amei e mostrou uma confiança tremenda. Posso estar enlouquecendo, mas você já deve ter se acostumado com minhas loucuras hahaha.

Agora vamos aos trechos:

"Desejo-lhe o melhor também, inclusive um bom marido. Oh não, espere, acabo de me recordar: você não tem nenhum marido" - Não só essa fala, mas toda a rixa entre Charlotte e Sarah. Eu gargalhei lendo essa cena, ficou MUUUUITO boa! Você sabe narrar com naturalidade, construir bons diálogos e alternar entre seriedade, sentimentalismo, tensão e humou!

"Todas as pessoas que conhecemos enfrentam conflitos dos quais não sabemos nada a respeito. Por isso, devemos sempre ser gentis com todas elas" - Como eu disse, Jacques é foda. E mais foda ainda é Sarah levar isso consigo. Isso mostra a grandeza do seu coração, ainda que seja mimada, ela no fundo é um amorzinho e se preocupa com as pessoas ao seu redor.

Tiveram também outras citações, como Sarah falando sobre como se pode aprender quando se tem a mente aberta, etc. Mas como disse: o que não faltam são excelentes linhas e mensagens na sua história. Eu acabaria redigindo todo o capítulo aqui se fosse escrever cada momento excelente hehehe.

Como já de costume: parabéns e nos vemos no próximo capítulo!

Beijos ♥

Diamond
Diamond Autor

Olá, tudo bem?

Fico feliz que tenha reparado nisso! Sim, apesar da história se passar em sua maior parte do ponto de vista da Sarah e acompanhar o processo de amadurecimento dela, eu busco muito não me limitar a isso. Quero dizer, a ideia é que exista mais de um protagonista em pontencial. Eu poderia contar a história da vida da Sarah do ponto de vista do Edgar ou da Evangeline e a história teria funcionado do mesmo jeito. É algo que me agrada muito nos livros e que tentei reproduzir aqui. Abordar um grande número de personagens permite que os leitores eventualmente acabem se identificando com eles e consequentemente prendendo-os mais a essa trama.

A história do Edgar me comove até hoje. Não tanto pelo sentimento, pois como qualquer paixão na vida, ela tende a ruir se não for devidamente alimentada. Mas muito mais pelo desconhecido: não saber ao certo que fim levou a Anya criou um misto de depressão com ansiedade, fazendo-o se questionar eternamente o que poderia ter acontecido. Acho isso bem pior do que um amor não correspondido e foi isso que tentei trazer a obra. Ah, e por incrível que pareça, esse Anya não é inspirado na personagem de To The Moon, mas na princesa Anastácia do filme (que se chamava Anya após perder as memórias).

Você foi certeiro nesse momento: Jacques representa a figura paterna, ao passo que Evangeline e Beatrice dividem a representação da figura materna de Sarah. Entende quando digo que os serventes eram a real família da Sarah? É daí que vem o sentimento tão forte que ela nutre por todos eles. Earnshaw poderia ser um tio rabugento, enquanto Martha seria a avó que adora mimar os netos. Sim, eu pensei em todas as interações haha.

Obrigada por essas mensagens lindas que cumprem bem o seu papel de alegrar meu dia! Mal posso esperar para ver suas reações em capítulos futuros, de verdade. Beijos, nos vemos em breve!

Rafaella Nunes

Gente, amei o Edgar, fiquei morrendo de compaixão por ele, sofrer desse jeito não é pouca coisa.

Cada capítulo me faz querer mais, sua escrita não decepciona em nenhum momento e eu amo isso.

A Sarah é maravilhosa e a Charlote insuportável de um modo incrível, sim, muito parecida com a minha irmã quando quer chamar a atenção, mas penso que ela tem algo muito ruim, mais provável que seja inveja, da nossa princesa pra ser mais específica, pra ser tão assim.

Essa história dessa Anya está muito mal contada, acho que aconteceu a mesma coisa que aconteceu com a rainha morta, que era alguém sem títulos e foi morta para não se casar com o príncipe herdeiro, mas vamos ver se foi isso mesmo ou se ela é uma vaca que abandonou ele, mas não sei porque, eu duvido.

Bom, vou me encurtar porque simplesmente estou de canto pra ler, por pura curiosidade, que acabei deixando um pouco de falar com a minha família.

Bjs mil!!!

Diamond
Diamond Autor

Oi, tudo bom?

Ahh, você não imagina a minha felicidade a minha felicidade de ver que você gostou do Edgar! Ele é meu personagem favorito nessa trama toda, então logo quero que todas as pessoas o amem como eu o amo haha~

Respondendo ao seu questionamento, apesar dos oesares, Charlotte não é uma má pessoa, é apenas egocêntrica e dramática mesmo. Quanto a ela, pode ficar sossegada, pois não haverá grandes surpresas sobre essa personagem. Quer dizer... Depende do que você chama de surpresa, pois para alguns a atuação dela no Capítulo 07 surpreendeu muito!

SIM, a história do desaparecimento da Anya é cheia de furos, mas deixo registrado que, ao longo dos próximos capítulos existem dicas escondidas para resolver todos os mistérios (principalmente esse específico). Se puder ler com bastante atenção, quem sabe você não descobre tudo antes mesmo do mistério ser revelado dentro da narrativa?

Mais uma vez, obrigada pelo comentário fofissimo, espero que possamos nos ver aqui mais vezes e muito em breve. Beijos, até a próxima!

Aarvyk

Wooooooow. Espero muito que consigam voltar a Odarin! Saudades de Jacques.

E meu deus! Que triste as confissões de Edgard. Além disso, Sarah já tem 15 anos, suas obrigações como princesa devem estar chegando.

A história está cada vez melhor.

Diamond
Diamond Autor

Olá, tudo bem?

Sabe aquele verso bíblico que diz: "O bom filho à casa torna"? Pois é, foi mais ou menos essa a idéia que quis trazer aqui. Por um revés do destino, Sarah acabou sendo obrigada a crescer longe de tudo aquilo que conhecia e amava. Chegou a hora de retomar as memórias do passado e trabalhar para transformá-las no seu futuro.

Quando escrevi esse capítulos, também morria de saudades do Jacques e do velho Earnshaw. Quanto ao Edgar, é melhor ir se acostumando. Embora seja um dos personagens mais amáveis e cativantes da história, é também um dos que mais sofrem. Mas eu juro pra ti que ele ainda vai se muito feliz. Eu vivo dizendo isso para os outros leitores, mas ninguém acredita em mim, não entendo o porquê disso u.u

Mais uma vez, obrigada por ler e comentar, cada número, cada favorito, cada palavrinha de carinho é muito importante para mim, além de motivar a seguir trabalhando nessa trama (que eu amo de paixão, mas preciso admitir que me dá um trabalhinho danado de produzir também, haha~). Beijinhos, nos vemos no próximo ;)

Niyhime

Fiquei surpresa da Beatrice realmente ser legal, estava esperando uma megera kkkk

E quem diria que o Edgar teria um passado assim tão emocional... bom, continuo não simpatizando muito com ele, quem sabe mais pra frente.

Espero que retornem logo para casa, também quero saber o que aconteceu com todos que ficaram! Ainda shippo a Sarah com o Elliot

Diamond
Diamond Autor

Olá, tudo bom?

Ah, todo mundo teve essa falsa impressão inicial da Beatrice, acredito que por conta dos clichês que estamos acostumadas a ver nos contos de fadas e coisas do gênero. Mas é verdade, ela é um amor de pessoa, um tanto passiva e apagada em determinadas ocasiões, mas uma pessoa verdadeiramente boa de coração.

O Edgar tem algumas questões mal resolvidas em seu passado e ficar vivendo em funções disso acabou perturbando-o mais do que o esperado. Como consequência disso, ele buscou um refúgio na bebida e isso aos poucos vai acabar tirando a autonomia dele para fazer algumas coisas. Mas esses são detalhes que ficaram em evidência mais à frente.

Eu confesso que fiquei em choque quando você disse que não simpatizou de pronto com ele porque, bem, como já foi dito no grupo, ele é o queridinho das leitores. Não acredito que daqui para o final da obra você vá morrer de amores por ele, mas imagino que vá compreender e aceitar melhor o personagem. Assim espero né hehe. Tenho quase certeza que o Phillip vai cair muito melhor no seu gosto, fique de olho nesse nome, ele é bem importante no decorrer da história.

A Sarah e o Elliot quando crianças são bem shippaveis mesmo, quando crescidos, nem tanto assim (ao menos na minha opinião). Mas você vai tirar suas próprias conclusões nos próximos capítulos. Eu gosto muito dos momentos em que a Sarah está buscando se reconectar com os antigos serventes do castelo, acho que é uma das situações que mostra melhor o caráter dela. Espero que você curta esses e muitos outros momentos da trama.

Mil beijos, nos vemos em breve :3