Temos quatro indivíduos, temos o grupo, mas teremos sempre quatro indivíduos. E é sempre a soma de quatro cabeças que compõe um conjunto muito superior a 1X4. Como em tudo na vida, a união faz a força... E a desunião só cria problemas.
Tudo será explicado - aliás, tu sabes que eu explico sempre tudo nas minhas histórias - sobre namoradas e sobre as vidas deles, sem esquecer que estamos em pleno cenário de universo alternativo. Tenho a história, pelo menos o seu desenho global, totalmente terminada, mas por causa de um comentário teu irei acrescentar um fim depois do fim. Atenção que nesta fase de ilhas e de barcos o fim está muito longe de acontecer... Digamos que teremos Beatles para além de 2018.
Ah, percebo de ilhas. Acho que sim, um bocadinho. Serei sempre um forasteiro numa ilha, apesar de aqui viver. A mesma sensação que temos no Japão. Eles são eles, nós somos nós.
Como diz o Conde Olaf: Olá! Olá! Olá!
Esse foi meu capítulo favorito até agora, não sei por que mas foi. Gostei de ver os quatro num barco tentando se virar como podem.
Acho que estou perdendo uma piada interna, MAS essa coisa de ex-namorada do Paul me lembrou a Linda, eu adoro ela.
Acho que chegaram na ilha. Mas o autor da fanfic sabe mais sobre ilhas do que eu.
=***
Oi Valdie!
Temos quatro indivíduos, temos o grupo, mas teremos sempre quatro indivíduos. E é sempre a soma de quatro cabeças que compõe um conjunto muito superior a 1X4. Como em tudo na vida, a união faz a força... E a desunião só cria problemas.
Tudo será explicado - aliás, tu sabes que eu explico sempre tudo nas minhas histórias - sobre namoradas e sobre as vidas deles, sem esquecer que estamos em pleno cenário de universo alternativo. Tenho a história, pelo menos o seu desenho global, totalmente terminada, mas por causa de um comentário teu irei acrescentar um fim depois do fim. Atenção que nesta fase de ilhas e de barcos o fim está muito longe de acontecer... Digamos que teremos Beatles para além de 2018.
Ah, percebo de ilhas. Acho que sim, um bocadinho. Serei sempre um forasteiro numa ilha, apesar de aqui viver. A mesma sensação que temos no Japão. Eles são eles, nós somos nós.
Beijo!