E, como prometido, cá estou, kkkk. Uns dias atrás eu finalmente terminei essa longfic. Primeiro já queria dar os parabéns por ter ido até o fim com a história. Qualquer escritor sabe como é difícil escrever e, ainda mais, finalizar uma história tão comprida como essa. Imagino que compensou muito demorar quase dois anos escrevendo, porque eu gostei bastante do final.
Gostei bastante dos capítulos de Jenny na Angola. Acho que no final me apeguei bastante ao Sexta-Feira, e é por isso que eu admiro muito a coragem que você teve em matar ele. Acho que meu coração quebrou um pouquinho naquela hora :P . Gostei de você ter incluído a queda do reino Matamba na fic. Confesso que eu não sei nada sobre Matamba, mas ligar acontecimentos históricos à vida dos personagens sempre é interessante.
O caminho de Jenny de Angola até a morte de Birch também foi bem escrito, e gostei do encontro dos dois irmãos Kenway, e fiquei surpreso até com o romance entre Miko e Amy, que começou implícito e acabou funcionando bem. Acho que é uma peça boa para o desenvolvimento do Miko e da decadência da Irmandade (ele bem que podia ter recrutado umas pessoas a mais, mas isso aí eu reclamo com a Ubisoft :v ), mostrando ele como um homem antes de Assassino. E sendo essa uma fan—fic, acho que você fez bem em omitir os acontecimentos de Renegado e Rogue na história, pois acho que no fim das contas elas só seriam filler desnecessários.
Avançando, quando Jenny enfim chega às colônias eu fiquei um pouco com o pé atrás. Primeiro porque eu acho que o romance entre Jenny e Liam, e, ainda mais, a rapidez com que eles se apaixonam, não pareceu tão natural pra mim, principalmente comparado com a química que a Jenny tinha com o Sexta-Feira. Acho que teria sido interessante se em algum momento Liam lutasse ao lado de Jenny e se apaixonasse vendo o quão bem ela podia lutar. Mas enfim, mesmo assim, eu acho que o romance deles melhorou com o caminho, ficando mais natural conforme a história avançava.
Também acho que a Irmandade de Achilles foi tratada de maneira muito simplista (se bem que esse é um erro que até o próprio jogo comete), como vilões uni-dimensionais. Assim como nos últimos ACs, gostaria que o vilão tivesse um pouco de coisas boas e não fosse 100% malvado (algo que eu desgosto bastante nos jogos do Ezio). E, falando em vilão, gostaria que houvesse um pouco mais sobre a perspectiva do Haytham. Afinal, no livro Renegado ele vai até Córsega e depois até as colônias a mando do Reginald Birch, então não sei porque ele teria feito isso mesmo com ele morto (Haytham sempre foi cético quanto aos Precursores).
Devo dizer que a aparição de Pierre Bellec foi inesperada, e eu gostei bastante da dinâmica entre ele e Jenny (o capítulo 62 é maravilhoso). E, chegando ao final da história, todas as pontas foram amarradas e eu adorei o final, apesar da minha descrença inicial no romance com o Liam. Élise no epílogo também foi outra aparição inesperada, e eu adoro como a Jenny nunca deixa de admirar o pai e mantê-lo em sua memória. Apenas gostaria que Sexta-Feira e Anne Bonny também tivessem uma mençãozinha no epílogo, afinal acho que deve ser difícil criar uma família, perder todos e não esquecer deles.
De qualquer maneira, parabéns mais uma vez e desculpa por ter demorado tanto pra ler. Já adicionei a história aos favoritos, foi uma fanfic bem criativa e no geral divertida de ler. Até a próxima! :)
Eu realmente fico contente que tenha gostado do final, pois a verdade é que essa fic acabaria com a morte de Birch, mas a ideia de que Jenny precisava encontrar o irmão como uma Assassina e ele como Grão-mestre foi-me tentadora demais rs.
Confesso que desde o rascunho dessa fic o Sextinha já estava destinado a morrer e os filhos deles também. Mas foi triste até para mim escrever essa parte e bem trabalhoso também. Sim, a questão de Matamba que foi complicada, pois muito do passado histórico dos reinos da África se perderam com as invasões europeias, em PT mesmo eu achei muito pouco sobre eles.
Sim, ela se ferrou bastante desde a Angola até o Miko salvá-la. Quase morreu pelo menos umas 3x se não fosse por intervenções de terceiros e eu quis mostrar justamente isso, pq nos jogos os Assassinos mais se dão bem do que se dão mal na minha humilde opinião.
HAHA Eu acho que depois da morte do Ed, ele ficou receoso de "arrastar" mais pessoas para aquela guerra, porque a família Kenway basicamente morreu ali. Tessa faleceu um tempo depois, Jenny foi sequestrada e teve aquele destino trágico e o Haytham... Bem, ele teve o Connor, mas o Connor nunca se intitulou como Kenway. Por isso acho que ele não saiu recrutando a lá Ezio que não podia ver um fraco e oprimido na rua rs.
Quando a Jenny chega à colônias ela já uma mulher vívida e não uma jovenzinha que nada sabe da vida. A verdade é que eles não apaixonaram a primeira vista, talvez isso não tenha ficado claro, mas irei explicar ali. As intenções do Liam para com ela eram puramente carnais. Sendo ele um homem do mar, eu imagino tanto ele quanto o Shay como homens de muitas mulheres. Ela, já conhecendo bem esse tipo, gostou da aproximação e se aproveitou da situação tanto quanto ele.
"Acho que teria sido interessante se em algum momento Liam lutasse ao lado de Jenny e se apaixonasse vendo o quão bem ela podia lutar."
Contudo, ele não se apaixonou por ela por causa disso e sim pela forma como a Jenny era diferente se comparada as outras jovens que ele devia encontrar pelos portos e pela fronteira. Jenny era uma mulher completamente livre dos paradigmas da época naquele local. Não se importava em manter um "nome" ou manchar a honra da família. Ele se encantou com a personalidade dela que nunca teve medo que peitar o mentor dele ou de encontrar nativos sozinha ou de velejar pelo mundo mesmo sendo uma mulher. Ela era audaciosa de uma jeito que muitos homens não foram, inclusive ele que não acreditou no Shay e ficou ao lado de Achilles.
Unilaterais? Bem, a fic era focada na Jenny e sinceramente eu pouco vi de coisas boas que aquela irmandade fez. Traficando escravos? Criando gangues nas cidades? Arriscando nações por causa de artefatos que não conheciam o poder? Adoraria que você pudesse me apresentar essas coisas boas que eles fizeram.
Quanto ao ponto de vista do Haythan, bom, novamente me firmo no ponto que a fic é dela. Mas acredito que ao longo de sua jornada ele foi encontrando pequenas coisas que o fizeram mudar de ideia quanto aos percursores, talvez até na mansão de Birch que devia abrigar vários livros, relatos etc. Suponho que ele quisesse entender o porquê o mentor dele se dedicou tanto a esses percursores e terminou por se convencendo mais tarde.
E eu achando que iam odiar esse capítulo por ele ser imenso rs Como o Pierre menciona ter visto Templários queimarem cidades inteiras ou aldeias, não lembro bem, apenas para matarem um Assassino, presumi que ele teria passado por situações ruins e visto coisas durante sua juventude, mas que em algum momento algum Assassino se amostrou pra ele e ele decidiu que essa seria a vida que ele queria tomar. Por que não ela?
Eu tinha dois finais em mente quando comecei a escrever. Este e um com o Connor que era deveras triste. Seria ele quem ela encontraria e não a Elise, mas que bom que gostou dessa opção mais light rs. Acho que essa admiração é um pouco meu rs. Ele é meu Assassino favorito e ela admira a vida que ele teve de aventuras em mar e em terra. Uma vida livre das leis dos homens. Mesmo ele tendo lá seus defeitos.
Já tem décadas entre a morte de Sextinha e Bonny até o epílogo. Algumas pessoas lidam melhor com as perdas, mantendo-a distantes e no limbo. Ela provavelmente vê aquela vida como uma velha vida.
Não precisa se desculpar quanto a isso e agradeço eu por tido santa paciência em ler essas monstruosidade de fic.
E, como prometido, cá estou, kkkk. Uns dias atrás eu finalmente terminei essa longfic. Primeiro já queria dar os parabéns por ter ido até o fim com a história. Qualquer escritor sabe como é difícil escrever e, ainda mais, finalizar uma história tão comprida como essa. Imagino que compensou muito demorar quase dois anos escrevendo, porque eu gostei bastante do final.
Gostei bastante dos capítulos de Jenny na Angola. Acho que no final me apeguei bastante ao Sexta-Feira, e é por isso que eu admiro muito a coragem que você teve em matar ele. Acho que meu coração quebrou um pouquinho naquela hora :P . Gostei de você ter incluído a queda do reino Matamba na fic. Confesso que eu não sei nada sobre Matamba, mas ligar acontecimentos históricos à vida dos personagens sempre é interessante.
O caminho de Jenny de Angola até a morte de Birch também foi bem escrito, e gostei do encontro dos dois irmãos Kenway, e fiquei surpreso até com o romance entre Miko e Amy, que começou implícito e acabou funcionando bem. Acho que é uma peça boa para o desenvolvimento do Miko e da decadência da Irmandade (ele bem que podia ter recrutado umas pessoas a mais, mas isso aí eu reclamo com a Ubisoft :v ), mostrando ele como um homem antes de Assassino. E sendo essa uma fan—fic, acho que você fez bem em omitir os acontecimentos de Renegado e Rogue na história, pois acho que no fim das contas elas só seriam filler desnecessários.
Avançando, quando Jenny enfim chega às colônias eu fiquei um pouco com o pé atrás. Primeiro porque eu acho que o romance entre Jenny e Liam, e, ainda mais, a rapidez com que eles se apaixonam, não pareceu tão natural pra mim, principalmente comparado com a química que a Jenny tinha com o Sexta-Feira. Acho que teria sido interessante se em algum momento Liam lutasse ao lado de Jenny e se apaixonasse vendo o quão bem ela podia lutar. Mas enfim, mesmo assim, eu acho que o romance deles melhorou com o caminho, ficando mais natural conforme a história avançava.
Também acho que a Irmandade de Achilles foi tratada de maneira muito simplista (se bem que esse é um erro que até o próprio jogo comete), como vilões uni-dimensionais. Assim como nos últimos ACs, gostaria que o vilão tivesse um pouco de coisas boas e não fosse 100% malvado (algo que eu desgosto bastante nos jogos do Ezio). E, falando em vilão, gostaria que houvesse um pouco mais sobre a perspectiva do Haytham. Afinal, no livro Renegado ele vai até Córsega e depois até as colônias a mando do Reginald Birch, então não sei porque ele teria feito isso mesmo com ele morto (Haytham sempre foi cético quanto aos Precursores).
Devo dizer que a aparição de Pierre Bellec foi inesperada, e eu gostei bastante da dinâmica entre ele e Jenny (o capítulo 62 é maravilhoso). E, chegando ao final da história, todas as pontas foram amarradas e eu adorei o final, apesar da minha descrença inicial no romance com o Liam. Élise no epílogo também foi outra aparição inesperada, e eu adoro como a Jenny nunca deixa de admirar o pai e mantê-lo em sua memória. Apenas gostaria que Sexta-Feira e Anne Bonny também tivessem uma mençãozinha no epílogo, afinal acho que deve ser difícil criar uma família, perder todos e não esquecer deles.
De qualquer maneira, parabéns mais uma vez e desculpa por ter demorado tanto pra ler. Já adicionei a história aos favoritos, foi uma fanfic bem criativa e no geral divertida de ler. Até a próxima! :)
Eu realmente fico contente que tenha gostado do final, pois a verdade é que essa fic acabaria com a morte de Birch, mas a ideia de que Jenny precisava encontrar o irmão como uma Assassina e ele como Grão-mestre foi-me tentadora demais rs.
Confesso que desde o rascunho dessa fic o Sextinha já estava destinado a morrer e os filhos deles também. Mas foi triste até para mim escrever essa parte e bem trabalhoso também. Sim, a questão de Matamba que foi complicada, pois muito do passado histórico dos reinos da África se perderam com as invasões europeias, em PT mesmo eu achei muito pouco sobre eles.
Sim, ela se ferrou bastante desde a Angola até o Miko salvá-la. Quase morreu pelo menos umas 3x se não fosse por intervenções de terceiros e eu quis mostrar justamente isso, pq nos jogos os Assassinos mais se dão bem do que se dão mal na minha humilde opinião.
HAHA Eu acho que depois da morte do Ed, ele ficou receoso de "arrastar" mais pessoas para aquela guerra, porque a família Kenway basicamente morreu ali. Tessa faleceu um tempo depois, Jenny foi sequestrada e teve aquele destino trágico e o Haytham... Bem, ele teve o Connor, mas o Connor nunca se intitulou como Kenway. Por isso acho que ele não saiu recrutando a lá Ezio que não podia ver um fraco e oprimido na rua rs.
Quando a Jenny chega à colônias ela já uma mulher vívida e não uma jovenzinha que nada sabe da vida. A verdade é que eles não apaixonaram a primeira vista, talvez isso não tenha ficado claro, mas irei explicar ali. As intenções do Liam para com ela eram puramente carnais. Sendo ele um homem do mar, eu imagino tanto ele quanto o Shay como homens de muitas mulheres. Ela, já conhecendo bem esse tipo, gostou da aproximação e se aproveitou da situação tanto quanto ele.
"Acho que teria sido interessante se em algum momento Liam lutasse ao lado de Jenny e se apaixonasse vendo o quão bem ela podia lutar."
Contudo, ele não se apaixonou por ela por causa disso e sim pela forma como a Jenny era diferente se comparada as outras jovens que ele devia encontrar pelos portos e pela fronteira. Jenny era uma mulher completamente livre dos paradigmas da época naquele local. Não se importava em manter um "nome" ou manchar a honra da família. Ele se encantou com a personalidade dela que nunca teve medo que peitar o mentor dele ou de encontrar nativos sozinha ou de velejar pelo mundo mesmo sendo uma mulher. Ela era audaciosa de uma jeito que muitos homens não foram, inclusive ele que não acreditou no Shay e ficou ao lado de Achilles.
Unilaterais? Bem, a fic era focada na Jenny e sinceramente eu pouco vi de coisas boas que aquela irmandade fez. Traficando escravos? Criando gangues nas cidades? Arriscando nações por causa de artefatos que não conheciam o poder? Adoraria que você pudesse me apresentar essas coisas boas que eles fizeram.
Quanto ao ponto de vista do Haythan, bom, novamente me firmo no ponto que a fic é dela. Mas acredito que ao longo de sua jornada ele foi encontrando pequenas coisas que o fizeram mudar de ideia quanto aos percursores, talvez até na mansão de Birch que devia abrigar vários livros, relatos etc. Suponho que ele quisesse entender o porquê o mentor dele se dedicou tanto a esses percursores e terminou por se convencendo mais tarde.
E eu achando que iam odiar esse capítulo por ele ser imenso rs Como o Pierre menciona ter visto Templários queimarem cidades inteiras ou aldeias, não lembro bem, apenas para matarem um Assassino, presumi que ele teria passado por situações ruins e visto coisas durante sua juventude, mas que em algum momento algum Assassino se amostrou pra ele e ele decidiu que essa seria a vida que ele queria tomar. Por que não ela?
Eu tinha dois finais em mente quando comecei a escrever. Este e um com o Connor que era deveras triste. Seria ele quem ela encontraria e não a Elise, mas que bom que gostou dessa opção mais light rs. Acho que essa admiração é um pouco meu rs. Ele é meu Assassino favorito e ela admira a vida que ele teve de aventuras em mar e em terra. Uma vida livre das leis dos homens. Mesmo ele tendo lá seus defeitos.
Já tem décadas entre a morte de Sextinha e Bonny até o epílogo. Algumas pessoas lidam melhor com as perdas, mantendo-a distantes e no limbo. Ela provavelmente vê aquela vida como uma velha vida.
Não precisa se desculpar quanto a isso e agradeço eu por tido santa paciência em ler essas monstruosidade de fic.