Muito obrigado! Fico muito feliz por ter agradado :D
C
Cairu
Somos conduzidos desde o princípio para o final escrito, contudo, a viagem até este final nos deixa apreensivos e curiosos. Sabemos que o narrador-personagem sofreu algum tipo de acidente, mas não sabemos qual e como isso ocorreu. Foi uma boa surpresa poder ler este one-shot, de verdade. Não é do tipo de enredo que me comove (puxando pelo meu pé gritando para eu marejar os olhos), mas é o tipo de enredo que me faz pensar e refletir sobre vários poréns da vida.
A vida deve continuar, independente dos 'pauses' que surjam nas vidas daqueles que nos rodeiam. Mesmo que queiramos carregar as dores dos outros, devemos sempre nos lembrar que somos responsáveis apenas pela nossa própria vida. A decisão que rodeia a família a partir de certo ponto da história é claro e não muito evidente, sendo sutil; a questão da eutanásia. Provavelmente Roberto permaneceria em estado vegetativo pelo resto de seus dias e, continuar daquela forma, não seria viável para ele (que só vive vendo flashes, perdido entre passado, sonhos e presente) e nem para a sua família (vamos imaginar o sofrimento de cada um, os gastos, a preocupação). Enfim, me prolonguei.
Parabéns pela história, meu caro.
Saudações do Cairu!
O que acho que pode melhorar: Tenho que destacar que você precisa tomar cuidado com a escrita e com a concordância em algumas frases, fora isso, tá sussa.
Muito bom, adorei. Achei criativa e a escrita foi ótima.
Muito obrigado! Fico muito feliz por ter agradado :D
Somos conduzidos desde o princípio para o final escrito, contudo, a viagem até este final nos deixa apreensivos e curiosos. Sabemos que o narrador-personagem sofreu algum tipo de acidente, mas não sabemos qual e como isso ocorreu. Foi uma boa surpresa poder ler este one-shot, de verdade. Não é do tipo de enredo que me comove (puxando pelo meu pé gritando para eu marejar os olhos), mas é o tipo de enredo que me faz pensar e refletir sobre vários poréns da vida.
A vida deve continuar, independente dos 'pauses' que surjam nas vidas daqueles que nos rodeiam. Mesmo que queiramos carregar as dores dos outros, devemos sempre nos lembrar que somos responsáveis apenas pela nossa própria vida. A decisão que rodeia a família a partir de certo ponto da história é claro e não muito evidente, sendo sutil; a questão da eutanásia. Provavelmente Roberto permaneceria em estado vegetativo pelo resto de seus dias e, continuar daquela forma, não seria viável para ele (que só vive vendo flashes, perdido entre passado, sonhos e presente) e nem para a sua família (vamos imaginar o sofrimento de cada um, os gastos, a preocupação). Enfim, me prolonguei.
Parabéns pela história, meu caro.
Saudações do Cairu!
O que acho que pode melhorar: Tenho que destacar que você precisa tomar cuidado com a escrita e com a concordância em algumas frases, fora isso, tá sussa.