Ah, como é tão maravilhoso sofrer pelas palavras de cada seu verso. Ao mesmo tempo que elas nos fazem crer que estamos desenquadrados de tudo o que nos rodeia, elas, subtilmente, embalam o nosso profundo ser com a esperança de que, no fundo e no fim de tudo, nada está errado connosco: somos apenas seres complexos que pensam exaustivamente e que, por isso, sofrem, sofrem tanto por tudo e qualquer coisa, como outrem. E isto é tudo tão enigmático e bipolar, que acaba por ser incrível e angustiante simultaneamente, todos os dia de novo, como se numa primeira vez sempre.
Identifiquei-me tanto com este seu poema que gostaria de poder retribuir o abraço dos seus versos novamente e uma vez mais mais, sempre que a vontade de trocar as lágrimas por chuva soasse mais forte que a vontade de trocar a chuva por delicadas e calorosas lágrimas.
E se repararmos bem, toda a nossa existência é um ciclo curioso e incompreensível a nós, por ser-nos tão próximo/pessoal e distante/grandioso à nossa simples existência. Sabemos tanto que chegamos a não saber realmente nada. O que faz de nós sábios, afinal? Quando realmente fomos/somos felizes ou tristes? Quem saberá? Talvez todos nós saibamos, cada um à sua maneira; talvez um pouco, um pouco suficiente para que possamos nos orientar devidamente nesta existência.
E como é tão bom aninhar-se no aconchego da noite que, com a sua aura obscura, nos permite nos identificarmos e nos sentirmos satisfeitos por breves momentos. Ora sossegada e silenciosa, ora revoltada e revoltada, esta é a noite, a natureza, a nossa mãe, o nosso lar, nós próprios.
Ah, se você publicasse uma coletâne sua, eu faria de tudo para comprá-la, e guardá-la-ia numa estante com muitos outros livros, para simplesmente tê-la, e experimentar da sua companhia. Mas, para isso, precisaria de ter, antes de tudo, uma imensa casa ou uma biblioteca particular, porque já não me sobra mais espaço para tanto materialismo xD
Continue escrevendo o/ ~Diamara Passarinho
O que mais gostei: "Quero trocar as lágrimas por chuva..."
Ora, bem, acredito nessa questão que você levantou. De fato, analisando bem a vida, as lágrias e a própria chuva, talvez nos faça sentir desenquadrados do que nos rodeia; é um pensamento deveras comum e contundente, geralmente levando a indagar sobre certos aspectos. Todavia, eu não acho que isso seja "algo errado", a diferença é boa, ser igual é meio perturbador. Questionar é sempre um método eficaz em transmitir esses pensamentos, o quê, ao meu ver, não torna-nos "estranhos" ou até "desenquadrados", analisar a vida e entender algumas metáforas e versos de maneira diferente é o que torna nossa essência algo único, e isso, sem dúvida, é algo bom.
Acredito que você retribui esse "abraço" com seus comentários. Isso literalmente traduz que você "abraçou" esse poema e, dessa forma, poderá sempre lembrar-se dele e desse "abraço" que foi transmitido através do seu comentário. E sempre que quiser trocar a chuva pelas lágrimas, ou até mesmo o contrário, pode voltar aqui e sentir-se "abraçada" pelo poema. Ao menos, espero que este poema atravesse as barreiras temporais e sempre seja acolhedor.
Concordo com o que disse, de fato, sabemos quase nada sobre a vida ou o que nos cerca. Talvez a beleza da vida seja justamente essa, afinal, tudo que nos é incompreensível transmite mais realidade e até subjetividade. Vemo-nos cercados de mistérios, e, de fato, isso torna a vida mais interessante; toda experiência nova que exploramos torna mais "vívida" a passagem e, por mais que no fim de tudo não sejamos capazes de entender a magnitude e inferência do que é a existência, bem, não há problema, afinal, nossa existência não é baseada em ensinamentos esotéricos. Portanto, acho que é como você disse, só nos sabemos se somos felizes ou tristes, sábios ou não; a subjetividade e individualidade dessas características torna esses pensamentos verossímeis.
E quanto a publicar, bem, eu realmente gostaria de faze-lo. Fico feliz em saber que já teria ao menos uma compradora, e isso só engradece o que faço, por isso, agradeço bastante; e quanto ao espaço, compartilho do mesmo problema. A velha estante está ficando um pouco pequena, o que me faz pensar nesse questão de uma biblioteca particular... Bem, por isso, muito obrigado pelos seus elogios e comentários por aqui. Provavelmente serei um pouco repetitivo, mas isso é motivador para continuar postando a história aqui. Por isso e por tudo, minhas sinceras gratulações. Enfim, acho que é tudo, nos vemos na próxima~
Ah, como é tão maravilhoso sofrer pelas palavras de cada seu verso. Ao mesmo tempo que elas nos fazem crer que estamos desenquadrados de tudo o que nos rodeia, elas, subtilmente, embalam o nosso profundo ser com a esperança de que, no fundo e no fim de tudo, nada está errado connosco: somos apenas seres complexos que pensam exaustivamente e que, por isso, sofrem, sofrem tanto por tudo e qualquer coisa, como outrem. E isto é tudo tão enigmático e bipolar, que acaba por ser incrível e angustiante simultaneamente, todos os dia de novo, como se numa primeira vez sempre.
Identifiquei-me tanto com este seu poema que gostaria de poder retribuir o abraço dos seus versos novamente e uma vez mais mais, sempre que a vontade de trocar as lágrimas por chuva soasse mais forte que a vontade de trocar a chuva por delicadas e calorosas lágrimas.
E se repararmos bem, toda a nossa existência é um ciclo curioso e incompreensível a nós, por ser-nos tão próximo/pessoal e distante/grandioso à nossa simples existência. Sabemos tanto que chegamos a não saber realmente nada. O que faz de nós sábios, afinal? Quando realmente fomos/somos felizes ou tristes? Quem saberá? Talvez todos nós saibamos, cada um à sua maneira; talvez um pouco, um pouco suficiente para que possamos nos orientar devidamente nesta existência.
E como é tão bom aninhar-se no aconchego da noite que, com a sua aura obscura, nos permite nos identificarmos e nos sentirmos satisfeitos por breves momentos. Ora sossegada e silenciosa, ora revoltada e revoltada, esta é a noite, a natureza, a nossa mãe, o nosso lar, nós próprios.
Ah, se você publicasse uma coletâne sua, eu faria de tudo para comprá-la, e guardá-la-ia numa estante com muitos outros livros, para simplesmente tê-la, e experimentar da sua companhia. Mas, para isso, precisaria de ter, antes de tudo, uma imensa casa ou uma biblioteca particular, porque já não me sobra mais espaço para tanto materialismo xD
Continue escrevendo o/
~Diamara Passarinho
O que mais gostei: "Quero trocar as lágrimas por chuva..."
Ora, bem, acredito nessa questão que você levantou. De fato, analisando bem a vida, as lágrias e a própria chuva, talvez nos faça sentir desenquadrados do que nos rodeia; é um pensamento deveras comum e contundente, geralmente levando a indagar sobre certos aspectos. Todavia, eu não acho que isso seja "algo errado", a diferença é boa, ser igual é meio perturbador. Questionar é sempre um método eficaz em transmitir esses pensamentos, o quê, ao meu ver, não torna-nos "estranhos" ou até "desenquadrados", analisar a vida e entender algumas metáforas e versos de maneira diferente é o que torna nossa essência algo único, e isso, sem dúvida, é algo bom.
Acredito que você retribui esse "abraço" com seus comentários. Isso literalmente traduz que você "abraçou" esse poema e, dessa forma, poderá sempre lembrar-se dele e desse "abraço" que foi transmitido através do seu comentário. E sempre que quiser trocar a chuva pelas lágrimas, ou até mesmo o contrário, pode voltar aqui e sentir-se "abraçada" pelo poema. Ao menos, espero que este poema atravesse as barreiras temporais e sempre seja acolhedor.
Concordo com o que disse, de fato, sabemos quase nada sobre a vida ou o que nos cerca. Talvez a beleza da vida seja justamente essa, afinal, tudo que nos é incompreensível transmite mais realidade e até subjetividade. Vemo-nos cercados de mistérios, e, de fato, isso torna a vida mais interessante; toda experiência nova que exploramos torna mais "vívida" a passagem e, por mais que no fim de tudo não sejamos capazes de entender a magnitude e inferência do que é a existência, bem, não há problema, afinal, nossa existência não é baseada em ensinamentos esotéricos. Portanto, acho que é como você disse, só nos sabemos se somos felizes ou tristes, sábios ou não; a subjetividade e individualidade dessas características torna esses pensamentos verossímeis.
E quanto a publicar, bem, eu realmente gostaria de faze-lo. Fico feliz em saber que já teria ao menos uma compradora, e isso só engradece o que faço, por isso, agradeço bastante; e quanto ao espaço, compartilho do mesmo problema. A velha estante está ficando um pouco pequena, o que me faz pensar nesse questão de uma biblioteca particular... Bem, por isso, muito obrigado pelos seus elogios e comentários por aqui. Provavelmente serei um pouco repetitivo, mas isso é motivador para continuar postando a história aqui. Por isso e por tudo, minhas sinceras gratulações. Enfim, acho que é tudo, nos vemos na próxima~