Comentários em “Hastryn: Ascensão”: “A Rosa Indomável”

Pierre Ro
Destacado pelo autor

Sério... Melhor final, impossível!

Cara, então temos um Xeroque Rolmes aqui, hein! Visto que eu acertei a teoria! Hahaha

Mas, nossa, esse final foi muito épico. Não tenho outras palavras para dizer. Acho que já disse tudo. Toda a história (principalmente o final) foi surpreendente. Apesar de tantas mortes, o fim da história foi excepcional!

Mas agora fica a dúvida: Parece que o arco já fechou. Mas ainda tem mais 2 livros pela frente. O que mais poderia acontecer? Véi. Como assim? De novo, não tenho a MENOR ideia.

Estou torcendo para que o volume 2 chegue logo.

Até mais então. E parabéns pela história!

Dreamy Boy
Dreamy Boy Autor

Aaaa, fico feliz por ter minhas expectativas para o leitor cumpridas! Tive medo de que fosse um final ruim e fraco, ou que não despertasse interesse em ler a continuação.

A intenção foi criar uma coisa destruidora, mas com portas para um futuro. As mortes foram essenciais pro caminho que a história tomou agora. Se um dos personagens que morreu continuasse vivo, isso não seria possível. E foi também a hora deles, eu creio.

Pode acreditar que ainda tem história, hahaha.

Obrigado pela parabenização ♥

Rainbow Blast

Enfim meu último comentário nessa parte da história. Eu aqui pretendo fazer uma análise (não espere nada tão elaborado). Bom, vamos lá!

A história tem erros, mas não erros em sua trama (pelo menos eu não vi) mas na escrita e o principal erro estava nos diálogos. Os diálogos normais eram okays,você via interação, naturalidade e tudo o que a de bom. Mas em outros vinham recheados de frases batidas que nem Hollywood usa mais (recheados pode estar errado pq erros marcam mais que acertos) e esse tipo de dialogo presenciei mais na guerra dos continentes (esse nome da um ar de imponência a uma guerra, tipo guerra dos cem anos). Outro ponto do diálogo vem da falta dele em muitas passagens, o narrador tem papel muito grande pq ele simplesmente descreve tudo, como o personagem esta se sentindo, fatos do passado, comparações entre os reinos, o motivo de ser, etc. Você tem uma enorme habilidade em descrição e já comentei isso antes, mas satura sua escrita com isso.

No que tange as mortes as últimas não tiveram tanto impacto quanto as primeiras. Por mais que Gregory tenha sido um objeto de roteiro, você o construiu de forma que ele tinha uma autonomia sobre si e morreu de "motivos da escrita", afinal tudo girava para sua morte e não tinha escapatória. Já Susan não, eu não consegui me importar com sua morte e seu uso na história ficou parecendo que ela só foi a personagem que tornou Elliot rei. E depois você a matou quando ela se tornou descartável, afirmando que ela não tinha mais objetivo (isso me deu raiva, um pouco, mas deu). A de Evelyn por exemplo foi uma morte melhor que a de Susan pq não pareceu um descarte de personagem (apesar dessa ter o problema da identificação de roupa que não fizeram quando a encontraram e a forma de identificação não mencionada antes) e sim que o mundo girou de forma que se ela sobrevivesse ficaria forçado.

Também tem outro problemas, dois na verdade que são os capítulos "Carnificina" e o primeiro da Hazel. Pq se tira os dois a história segue sem parar, como um trem que para em uma estação que ninguém sobe. O da Hazel tem uma boa função que é desenvolver a personagem, mas seria melhor utilizado se ela começasse a fase II mostrando como esta a vida da Charlote, dessa forma não só mostraria seu passado e seu dia a dia e sua relação com ela. O de Lothar é... esse quando li me deu a impressão de que você estava atrasado com a história e precisava postar um capitulo com o narrador o seguindo, mas pela cronologia você se prendeu pq não podia adiantar coisas que aconteceriam no futuro, nesse capítulo seria melhor mostrar os três exércitos do reino e sua relação com o rei pq ficou jogado no final aqueles três nomes que identificavam três grandes grupos pq já sabíamos como o rei era, mas não sabíamos da estrutura aristocrática por trás.

Os pontos positivos vão para a descrição, como eu disse ali em cima. Pq apesar de muito descritivo, as partes que não fogem do contexto ti insere na história e vivência a imersão. E os personagens tem carisma e você entende as motivações de cada um e seus conflitos. Principalmente do Elliot que como eu já disse tem um forte senso de altruísmo egoísta, o que no meu ver era só uma desculpa para se vingar do Lothar (tudo isso transforma ele em uma cebola). Ao mundo tem pontos fortes e em branco, pois apesar de ter algumas coisas ditas aqui e ali não houve espaço para trabalha-lo de forma adequada.

O que eu quero dizer é que os personagens são o ponto forte da história, mas você tem um problema com o "falar e não demonstrar" e tempo para organizar as ideias para enaltecer ainda mais os seus pontos positivos.

Em tudo foi uma boa história ^^

Dreamy Boy
Dreamy Boy Autor

Oie!

Desculpa pela demora, mas é que é um comentário detalhado e com bastante coisa apontada. Então, precisava responder assim também, sem descaso e explicando algumas coisinhas :)

Primeiro: adorei o nome que você deu para a guerra, hahahaha. Vou ficar mais de olho nessa questão da escrita saturada. Inclusive, acho que já melhorei bastante no livro dois, porque ampliei o vocabulário e a narração.

Eu meio que não acredito nisso de objetos de roteiro. Eu acredito em histórias. Histórias bonitas, por mais curtas que possam ser. E vi Gregory e Susan assim. Como heróis que, infelizmente, duraram pouco em Hastryn, mas que tiveram seus papéis e suas forças. Essa visão sobre Susan é interessante, embora eu não concorde sobre a construção dela ter sido essa.

A roupa de Evelyn estava muito queimada, e não dava para saber como era antes disso. Por incrível que pareça, eu imagino todo um futuro paralelo se Evelyn tivesse existido. E acho que também seria legal, embora eu não tenha optado por isso... Hazel e Lothar são personagens que eu fui desenvolvendo aos poucos, e mostrando, também aos poucos, a visão deles sobre as coisas.

Fico feliz por ter gostado da descrição, porque era esse meu objetivo mesmo. Fazer o leitor se sentir imerso na coisa. Sobre Elliot, eu concordo muito com o senso de altruísmo egoísta. Fiz ele como uma forma de anti-herói mesmo, que faz o que quer, sem se importar muito com as consequências disso.

Vou me atentar a esses detalhes nos próximos livros :)