Choque inicial, a mudança de tempo. Pensei que seria uma história que se desenrolaria totalmente na Itália antiga – não leio sinopses – e o primeiro capítulo me pegou de surpresa como um gigantesco plot twist, boa sacada!
Começa com a contradição, um nome comum de cidades fictícias, que representa a ideia de uma cidade feliz e iluminada, com outra demonstração propriamente dita, um dia acinzentado e não tão azul, que logo a seguir temos a informação de sua localidade no Minessota – pessoalmente, acho uma sacada genial, já que assim imagino esse estado –. O local inicialmente desanimado, parece palco de atitudes monstruosas de um temeroso assassino, narrado na televisão, que creio que terá importância na história, possivelmente conexão com a carta final do capítulo, já que a narração dele causa desconfiança nela e desagrado, creio que vá obviamente ser confrontada por ele.
Catherine ou Cathy para os íntimos, se apresenta como uma personagem com traços independentes, trabalhando por si mesma e tendo que se cuidar diante da aplicação de uma mãe ausente, entretanto, não sabe muito bem como prosseguir com essa tal liberdade, já que acaba por ser desleixada e, certas doses de infelicidade, talvez ligadas com a morte recente de seu pai. Contudo, trabalha, vai a escola e se ausenta da sociabilidade, uma erudita temporária ou posicionada assim.
Logo em seguida, a narrativa apresenta Robert, um garoto bonito que talvez ajude ou talvez, seja uma peça de vilania ou confronto para obra, incomodando, mas não há muito para dizer sobre ele, já que aparece como um admirador da nossa principal.
O clima produz uma história misteriosa e objetiva, com mudanças rápidas e, instigantes. Realmente, estou gostando disso, embora pensasse que seria um pouco mais lenta na apresentação de personagens, mas vi, que se criarmos laços com eles, será diante de uma perspectiva alterada de suas rotinas, e não pelo que são antes disso. Vou seguir para o próximo, lerei e comento lá.
Choque inicial, a mudança de tempo. Pensei que seria uma história que se desenrolaria totalmente na Itália antiga – não leio sinopses – e o primeiro capítulo me pegou de surpresa como um gigantesco plot twist, boa sacada!
Começa com a contradição, um nome comum de cidades fictícias, que representa a ideia de uma cidade feliz e iluminada, com outra demonstração propriamente dita, um dia acinzentado e não tão azul, que logo a seguir temos a informação de sua localidade no Minessota – pessoalmente, acho uma sacada genial, já que assim imagino esse estado –. O local inicialmente desanimado, parece palco de atitudes monstruosas de um temeroso assassino, narrado na televisão, que creio que terá importância na história, possivelmente conexão com a carta final do capítulo, já que a narração dele causa desconfiança nela e desagrado, creio que vá obviamente ser confrontada por ele.
Catherine ou Cathy para os íntimos, se apresenta como uma personagem com traços independentes, trabalhando por si mesma e tendo que se cuidar diante da aplicação de uma mãe ausente, entretanto, não sabe muito bem como prosseguir com essa tal liberdade, já que acaba por ser desleixada e, certas doses de infelicidade, talvez ligadas com a morte recente de seu pai. Contudo, trabalha, vai a escola e se ausenta da sociabilidade, uma erudita temporária ou posicionada assim.
Logo em seguida, a narrativa apresenta Robert, um garoto bonito que talvez ajude ou talvez, seja uma peça de vilania ou confronto para obra, incomodando, mas não há muito para dizer sobre ele, já que aparece como um admirador da nossa principal.
O clima produz uma história misteriosa e objetiva, com mudanças rápidas e, instigantes. Realmente, estou gostando disso, embora pensasse que seria um pouco mais lenta na apresentação de personagens, mas vi, que se criarmos laços com eles, será diante de uma perspectiva alterada de suas rotinas, e não pelo que são antes disso. Vou seguir para o próximo, lerei e comento lá.