Vi a divulgação de uma outra história tua no grupo do Face do Nyah e, como achei tua escrita interessante e vi que tu tem várias originais, resolvi ler essa história. Tua escrita é muito boa, organizada e "limpa", e valorizo muito isso nos textos que leio aqui no site. Então, antes de tudo, te parabenizo por isso.
A tua ideia, apesar disso, ficou meio vaga. O universo da história era pra ser algo meio futurista? Pós-apocaliptico? Ou apenas uma realidade diferente da nossa? No entanto, eu gostei do cenário do Deserto e dessa tensão por conta da tempestade que se aproxima. Me lembrou um pouco de Mad Max, HAHAH.
Também acho que tu poderia ter explorado um pouco mais a questão do tal velho na casa da árvore e as palavras dele. Fiquei imaginando o papel dele na história, quem é essa personagem e que casa da árvore é essa. Compreendi que a não explicação confere à história um pouco de mistério e admito que deixa o leitor curioso, mas penso que tu poderia ter desenvolvido um pouco mais a inserção dessa personagem e o que ela significa na perspectiva da narração. Do mesmo modo, penso que tu poderia ter aprofundado melhor tua ideia central do texto. Mas são apenas sugestões e, é claro, você não precisa concordar com elas. Sempre que leio uma história, gostando dela ou não, eu deixo um comentário apontando ao autor aquilo que, na minha opinião, ficou legal, e aquilo que deixou a desejar. Gosto que meus leitores também tenham essa postura crítica, pois só assim posso evoluir enquanto autora.
Gostei bastante das personagens, da relação entre elas e do confronto ao final da história. Não foi tanto um confronto de tiros e explosões de ação, mas um confronto estratégico em que a inteligência predomina. Às vezes, ser esperto o suficiente pra entender o que o outro está tramando é muito mais importante do que ter a mão mais rápida pra apertar o gatilho, não é?
Enfim, foi uma boa leitura. Vou dar mais uma olhada no teu perfil, pois acredito que tu tem potencial enquanto escritora. Novamente, parabéns pela escrita dessa one e até mais! ♥
E quanto ao universo, na verdade, ele se passa no mesmo universo da minha long, por isso não o descrevi. É um spin-off, em resumo. Foi feito mais para a coletânea e para amigos que leram a história. E não é futurista nem antigo. É apenas uma realidade diferente mesmo. Mas é possível lê-la sem ter lido a long, claro, e por isso que resolvi divulgá-la mesmo assim.
O velho e a casa da árvore são explorados sim, só que em outra história, na long. Pelo fato de ser uma spin-off e pela coletânea do Café com Letra ter um limite de palavras para que o texto seja aceito (cinco mil, se bem me lembro), decidi não me alongar demais no desenrolar da história com medo de extrapolar esse limite e falando coisas que eu já mencionara na long. Como o texto também teve o público alvo dos leitores dessa minha outra história, achei mais interessante inserir referências sutis do que escrever a mesma coisa "de novo".
E como assim, aprofundar na ideia central do texto? Não entendi o que você quis dizer.
Nunca vi graça naqueles desafios de faroeste em que dois cowboys apontam a arma um para o outro e o mais rápido vence. Não foi muito diferente do que fiz, com a diferença em que, nesse caso, a mais esperta foi a campeã, e não necessariamente o mais rápido.
Fico muito feliz com o seu comentário e faço questão de frisar que gostaria de saber mais sua opinião sobre aprofundar a ideia central do texto. O que eu puder melhorar, eu o farei, já que não considero esse conto o melhor que escrevi. Fiquei relativamente satisfeita ao terminá-lo, mas não totalmente. Talvez esse incômodo possa ser aliviado com suas dicas.
Imagino que eles eram um trio de justiceiros ou assassinos, mas mesmo tanto tempo juntos, de fato não tinham apreço um pelo outro, ou então o apreço se foi no momento do desespero.
Fico feliz que tenha gostado! Tive medo de ela não se encaixar muito bem nos requisitos do CcL e realmente pensei em removê-la — deletá-la e postá-la na minha coletânea de contos, no caso. Essa história contém muitas referências à minha long Entropia (inclusive se passa no mesmo universo da história), outro motivo para eu ter acreditado que ela também não se encaixaria muito nos requisitos: os leitores talvez poderiam se sentir confusos em algumas passagens — e acho que isso é inevitável — ou até mesmo no próprio enredo. Mas o fato de você ter gostado me fez perder bastante dessas dúvidas.
Mais uma vez, fico bastante contente que tenha gostado e agradeço pelo comentário! Abraços!
"Natália saiu do carro. Ao abrir o capô, percebeu que uma das pessoas havia superaquecido" - Eu tive que ler umas três vezes para perceber que o carro não tinha nada de magia negra nem alguma loucura ao estilo de Rick and Morty e que era para ser "peças" hahahahahaha' cara, foi o erro de digitação mais divertido que eu já li 'D
Bom, adorei a One. A sua escrita é deliciosa e clara, sem enrolação. Os personagens foram bem construídos, deu para sentir "por eles" mesmo tendo só essa cena para conhecê-los. E o suspense foi sentido na minha nuca também, obrigada.
O que eu fiquei "aaaahh" foi do Max ter morrido hahaha' gostei dele, e era meio previsível que a toda poderosa ficaria viva, ela é a protagonista, ne?
Foi uma ótima leitura, adorei os elementos, os personagens, a construção. Parabéns!
Obrigada pelo comentário, Lyubi! Inclusive, obrigada por notar o erro, irei corrigi-lo imediatamente!
E eu que agradeço! Muito obrigada por esse comentário sobre os personagens!
Sim, é previsível até porque esse conto, como descrito nas notas da história, fez parte de uma coletânea em que o foco era abordar mulheres fortes, e uma mulher forte que morre no final da história não seria muito interessante, não é mesmo?
Oi.
Tudo bom?
Vi a divulgação de uma outra história tua no grupo do Face do Nyah e, como achei tua escrita interessante e vi que tu tem várias originais, resolvi ler essa história. Tua escrita é muito boa, organizada e "limpa", e valorizo muito isso nos textos que leio aqui no site. Então, antes de tudo, te parabenizo por isso.
A tua ideia, apesar disso, ficou meio vaga. O universo da história era pra ser algo meio futurista? Pós-apocaliptico? Ou apenas uma realidade diferente da nossa? No entanto, eu gostei do cenário do Deserto e dessa tensão por conta da tempestade que se aproxima. Me lembrou um pouco de Mad Max, HAHAH.
Também acho que tu poderia ter explorado um pouco mais a questão do tal velho na casa da árvore e as palavras dele. Fiquei imaginando o papel dele na história, quem é essa personagem e que casa da árvore é essa. Compreendi que a não explicação confere à história um pouco de mistério e admito que deixa o leitor curioso, mas penso que tu poderia ter desenvolvido um pouco mais a inserção dessa personagem e o que ela significa na perspectiva da narração. Do mesmo modo, penso que tu poderia ter aprofundado melhor tua ideia central do texto. Mas são apenas sugestões e, é claro, você não precisa concordar com elas. Sempre que leio uma história, gostando dela ou não, eu deixo um comentário apontando ao autor aquilo que, na minha opinião, ficou legal, e aquilo que deixou a desejar. Gosto que meus leitores também tenham essa postura crítica, pois só assim posso evoluir enquanto autora.
Gostei bastante das personagens, da relação entre elas e do confronto ao final da história. Não foi tanto um confronto de tiros e explosões de ação, mas um confronto estratégico em que a inteligência predomina. Às vezes, ser esperto o suficiente pra entender o que o outro está tramando é muito mais importante do que ter a mão mais rápida pra apertar o gatilho, não é?
Enfim, foi uma boa leitura. Vou dar mais uma olhada no teu perfil, pois acredito que tu tem potencial enquanto escritora. Novamente, parabéns pela escrita dessa one e até mais! ♥
Olá!
Obrigada pelo elogio! Fico muito feliz com isso.
E quanto ao universo, na verdade, ele se passa no mesmo universo da minha long, por isso não o descrevi. É um spin-off, em resumo. Foi feito mais para a coletânea e para amigos que leram a história. E não é futurista nem antigo. É apenas uma realidade diferente mesmo. Mas é possível lê-la sem ter lido a long, claro, e por isso que resolvi divulgá-la mesmo assim.
O velho e a casa da árvore são explorados sim, só que em outra história, na long. Pelo fato de ser uma spin-off e pela coletânea do Café com Letra ter um limite de palavras para que o texto seja aceito (cinco mil, se bem me lembro), decidi não me alongar demais no desenrolar da história com medo de extrapolar esse limite e falando coisas que eu já mencionara na long. Como o texto também teve o público alvo dos leitores dessa minha outra história, achei mais interessante inserir referências sutis do que escrever a mesma coisa "de novo".
E como assim, aprofundar na ideia central do texto? Não entendi o que você quis dizer.
Nunca vi graça naqueles desafios de faroeste em que dois cowboys apontam a arma um para o outro e o mais rápido vence. Não foi muito diferente do que fiz, com a diferença em que, nesse caso, a mais esperta foi a campeã, e não necessariamente o mais rápido.
Fico muito feliz com o seu comentário e faço questão de frisar que gostaria de saber mais sua opinião sobre aprofundar a ideia central do texto. O que eu puder melhorar, eu o farei, já que não considero esse conto o melhor que escrevi. Fiquei relativamente satisfeita ao terminá-lo, mas não totalmente. Talvez esse incômodo possa ser aliviado com suas dicas.
Mais uma vez, obrigada! Abraços e até a próxima!
Wow, que história!
Imagino que eles eram um trio de justiceiros ou assassinos, mas mesmo tanto tempo juntos, de fato não tinham apreço um pelo outro, ou então o apreço se foi no momento do desespero.
E Natália foi sábia o bastante para sair ilesa ;)
Fico feliz que tenha gostado! Tive medo de ela não se encaixar muito bem nos requisitos do CcL e realmente pensei em removê-la — deletá-la e postá-la na minha coletânea de contos, no caso. Essa história contém muitas referências à minha long Entropia (inclusive se passa no mesmo universo da história), outro motivo para eu ter acreditado que ela também não se encaixaria muito nos requisitos: os leitores talvez poderiam se sentir confusos em algumas passagens — e acho que isso é inevitável — ou até mesmo no próprio enredo. Mas o fato de você ter gostado me fez perder bastante dessas dúvidas.
Mais uma vez, fico bastante contente que tenha gostado e agradeço pelo comentário! Abraços!
"Natália saiu do carro. Ao abrir o capô, percebeu que uma das pessoas havia superaquecido" - Eu tive que ler umas três vezes para perceber que o carro não tinha nada de magia negra nem alguma loucura ao estilo de Rick and Morty e que era para ser "peças" hahahahahaha' cara, foi o erro de digitação mais divertido que eu já li 'D
Bom, adorei a One. A sua escrita é deliciosa e clara, sem enrolação. Os personagens foram bem construídos, deu para sentir "por eles" mesmo tendo só essa cena para conhecê-los. E o suspense foi sentido na minha nuca também, obrigada.
O que eu fiquei "aaaahh" foi do Max ter morrido hahaha' gostei dele, e era meio previsível que a toda poderosa ficaria viva, ela é a protagonista, ne?
Foi uma ótima leitura, adorei os elementos, os personagens, a construção. Parabéns!
Continue escrevendo, grande abraço o/
Obrigada pelo comentário, Lyubi! Inclusive, obrigada por notar o erro, irei corrigi-lo imediatamente!
E eu que agradeço! Muito obrigada por esse comentário sobre os personagens!
Sim, é previsível até porque esse conto, como descrito nas notas da história, fez parte de uma coletânea em que o foco era abordar mulheres fortes, e uma mulher forte que morre no final da história não seria muito interessante, não é mesmo?
Mais uma vez, obrigada pelo comentário e abraços!