Acho que não tenho como exprimir este capítulo em um comentário digno, porque me impressionou muito a quantidade de coisas que você conseguiu colocar nele sem deixá-lo cansativo. Pelo contrário, você entra na história e no looping dos dias de pesadelo e paralisia da Lucy.
Gostei muito (apesar de ter sofrido imaginando a cena) da maneira como você fez que até mesmo Vlad se chocasse com Shiva, indicando que havia humanidade nele, mas não nela. Essa cena do bebê me acertou na alma, embora tenha sido apenas narrada indiretamente por Vlad.
A resistência e teimosia da Lucy me deram a impressão de que ela é mesmo um invencível espírito que não pode ser quebrado.
Vlad, você transformou a moça em vampira e simplesmente quer que ela leve isso numa boa? Sério mesmo?
Mas quem é essa Shiva? FIQUE BEM LONGE DA LUCY! Cara, odeio essa Shiva, odeio muito ela, odeio muito mesmo!
Shiva... essa é uma a ser degustada... hehehe
Vlad hora eu tenho pena de tu, hora te acho um cuzão. No fim, eu tenho pena de você cara.
O que mais gostei: O fato dela recusar se alimentar
Essa Shiva é um the mônio.
hauhuauhauha Bem isso mesmo
Caralho, impressão ou até o Vlad acha a Shiva louca? Bebês? É o cúmulo da crueldade.
Lucy tá sendo muito resistente, na boa, adoro isso nos filmes.
Pois é, até o Drácula tem limites...
Acho que não tenho como exprimir este capítulo em um comentário digno, porque me impressionou muito a quantidade de coisas que você conseguiu colocar nele sem deixá-lo cansativo. Pelo contrário, você entra na história e no looping dos dias de pesadelo e paralisia da Lucy.
Gostei muito (apesar de ter sofrido imaginando a cena) da maneira como você fez que até mesmo Vlad se chocasse com Shiva, indicando que havia humanidade nele, mas não nela. Essa cena do bebê me acertou na alma, embora tenha sido apenas narrada indiretamente por Vlad.
A resistência e teimosia da Lucy me deram a impressão de que ela é mesmo um invencível espírito que não pode ser quebrado.