Primeiramente vou lhe falar que eu li esta fic na moita. Hahahaha Mas tinha prometido que comentaria no último capítulo, promessa que fiz a mim mesma. "Segundamente", eu espero de coração que você não se sinta mal com o meu comentário. Por favor, não pense que vou lhe xingar ou lhe declarar palavras de ódio e nem nada disso. Hahahaha. Mas eu vou lhe dizer o que não me agradou, claro que baseado na minha experiência de leitora e assumo que esta não é magnânima, é minha e somente minha, por tanto não é uma verdade absoluta, aceito e entendo caso você não concorde ou ache que eu tenha ido além de qualquer limite em expressar isto aqui. Peço que me diga caso eu esteja errada sobre o que vou dizer, diga se eu for ofensiva ou lhe desrespeitar, peço desde já minhas mais sinceras desculpas. Eu não estou aqui fazendo uma encenação, apesar de sim, está preparando terreno, pois quero que você leia minha perspectiva sabendo que em momento nenhum eu quis lhe ofender ou lhe dirigir palavras vazias. "Terceiramente" será um comentário enorme, estou escrevendo pelo celular e também peço desculpa pelos erros que possa vir a cometer, mas espero que entendenda. Vamos lá. Quero lhe falar o que me desagradou porque também quero falar o que me agradou e principalmente o que aprendi com a fic. Então vou deixar o melhor para final. Hahahaha. Como você disse esta história acabou se tornando sobre a dor, algo perceptível, eu pessoalmente não costumo ler fics assim, não sou chegada em grandes dramas românticos no mundo das fics, não quero diminuir qualquer outra fic que já li, mas a minha experiência com elas me fez andar ao lado contrário de fics assim, talvez o conteúdo de dramas aleatórios ou as situações extremistas que se tornavam um quebra cabeça clandestino (imagine alguém cortando e colando peças para elas se encaixarem) tenha me motivando a não me atrai por fics de conteúdos muito dramáticos. Mas esta fic apesar e contra todas as possibilidades me pegou, me prendeu e eu simplesmente não pude a ignorar, tenho que dizer o quanto eu a achei bem trabalhada, o quanto ela se difere das outras fics assim que li e o quanto eu a achei fiel a ela mesma, ressalve o final. E é sobre o final que primeiro quero lhe falar, pois eu vou ter que dizer que foi isso que não me agradou, é pouco diante da história toda, apenas um pedaço amargo do doce todo (me perdoe por todas as minhas analogias, comparações ou qualquer outra coisa do tipo que for tola ou boba) este fim em aberto, me frustrou como leitora, pois pra mim o que não foi escrito não aconteceu, entenda bem, quando leio fanfic eu entro no universo, assim como qualquer outra leitura, mas ela tem suas especificações, seus moldes e diferenças, não digo que fanfic é menos que um livro ou coisa do tipo, digo que eu espero sim um formato diferente aqui, até porque ela tem em parte este formato diferente, então quando eu entro em um universo apesar de compartilhar com o autor eu quero a segurança de vê ele todo, mas isto sou eu, Ana Paula, que espera. Eu vou lhe dizer que um dos meus filmes favoritos é O labirinto do Fauno, ele lhe diz que para acreditar você tem que escolher acreditar, pois gentilmente o tempo todo desde o inicio ele te dar as duas opções, acreditar que todo que ela vive é real, ou acreditar que ela é uma criança de fértil imaginação que encontrou uma válvula de escape. Com isso a resposta final do fim é esta, você escolhe no que acreditar, o que é genial se pensarmos a analogia com a forma de crença sobre a magia, você precisa se permitir. Levando isso em consideração, espero que não esteja confusa, eu tenho uma tendência a me perder em explicações as vezes, mas levondo que você está entendedo eu vou seguir. Na fanfic este final em aberto fecha sim um ciclo, e me dar uma idéia de que a fic é sobre perdão e isto é maravilhoso, mas vem meu lado não tão racional e sim aquele emocional que chorar em cenas tristes e volto a dizer que o que não foi escrito, para mim não aconteceu, quando apenas o lado emocional vigora. Então não por falta de imaginação, mas porque não quero deixar a ela o fato delas terem o não ficado juntas, talvez esteja também meu lado literal trabalhando nisso, pois eu, digo de novo, Eu Ana Paula, queria ter lido se elas ficaram ou não juntas, mas eu, não é obrigação sua, estou apenas lhe dizendo que não ter lido isso me frustrou por tudo que lhe falei aqui, não sei como dizer de uma forma melhor, mas eu gosto de ler a história da pessoa, gosto por mais doloroso que seja que ela tenha escrito o que aconteceu, eu sei que parece só uma birra minha que eu estou enfeitando com este falatório e talvez seja mesmo e que seria importante eu não focar apenas nisso, mas eu não estou, tenho outras coisas para dizer também, e de tudo que li a única coisa que me desagradou foi isso, foi um final de certa forma aberto, não é o meu final que eu queria, não foi eu que construir a história, não foi a minha experiência como autora (não sou autora) não foi em minha mente que ela foi concebida, entende o que eu quero dizer? E por mais que nas notas finais você tenha dito o que pra você teria acontecido, isto não foi concretizado na história, então pra mim elas não ficaram juntas, e eu fico triste com isso porque eu queria que elas tivesse ficando. Agora com isso eu já posso entrar nas coisas que me agradaram na fic, como uma espécie de introdução, o perdão, acabou que para mim a história se tornou sobre o perdão. Eu tenho pra mim que perdão tem muito mais a ver com a pessoa que perdoa do que com a pessoa que lhe fez algum mal, porque é a forma como eu vou lidar com aquilo, e sim, eu dissocio o perdão com permanecia e retomada de relação, você pode perdoar e não querer mais aquela pessoa na sua vida, eu não vejo amor como o único responsável por um relacionamento, e espero que ele não supere tudo, porque neste tudo pode estar o respeito e o amor próprio. Mas, você dizendo isso não parece contraditório com querer elas ficarem juntas? Não, não parece e você sabe muito bem, pois trabalhou de forma brilhante isto. Você nos deu a oportunidade de sofrer com a Quinn e de sofrer com a Rachel, as duas não são perfeitas e houve falhas das duas partes, em níveis diferentes obviamente, afinal não dá pra ser maduro e racional o tempo todo, mas você nos deu a chance de ver o arrependimento da Rachel e até o da Quinn e o perdão das duas. Houve a chance de que coisas ruins acontecem, coisas quebram, sentimentos se perdem, mas que com tudo isso e além de tudo isso, existe a redenção. E por isso é muito triste que elas não tenham ficado juntas, é realmente uma grande pena. Talvez ainda sendo fiel a toda a história que é também sobre dor. Talvez você pense, mas você fez sua escolha, eu deixei em aberto e você escolheu elas não ficarem juntas. Não, eu estou apenas indo até o ponto final e até ele elas não ficaram juntas, como um casal romântico. Esta é claro minha visão, você pode ter outra e com esta ainda sim ver que eu fiz minha escolha, mas mesmo assim espero que entenda minha perspectiva. Eu aprendi muito, eu ainda estou construindo o que é efetivamente e o que é total quando se fala em perdão, lhe disse um pouco sobre o que penso sobre ele. Eu guardarei comigo esta história e o que aprendi com ela, pois agora ela faz parte do significado que construo sobre o perdão. É isso, na verdade tudo isso. Espero não ter lhe ofendido em nenhum momento, espero que entenda minha visão e que mesmo que discorde compreenda meus motivos em ver e pensar assim.
Uou, que jornada! Que história! Obrigada por não ter desistido e dado um final a ela! Eu queria muito muito MUITO mesmo um epílogo delas juntas, daqui a alguns anos rs mas eu entendo que esse foi o final que cabia a história e ele foi perfeito! Eu fiquei tensa nesse capítulo do começo ao fim! Parabéns pela fic e aguardo ansiosamente as atualizações das demais!
Depois de anos, chegamos ao fim e é com imensa tristeza no coração que eu dou adeus a uma das melhores fanfics que eu já li na minha vida.
Muito bem trabalhada, com lições sobre a vida.
Trabalha a dor, o saber perdoar as pessoas e se perdoar, enteder que a vida nem sempre vai ser feita de flores, sorrisos e momentos bons e que uma hora você vai sofrer, vai sofrer muito, vai sentir muita dor, vai querer desistir de tudo, mas que ainda sim você deve continuar a lutar e aceitar tudo aquilo, como Quinn aceitou.
A vida é assim e Sinal Fire trouxe a realidade nua e crua, uma realidade onde poucas fanfics se encaixam.
Sinal Fire é especial e eu agradeço muito por ter entrado nesse mundo.
PS: Para os leitores que estão criticando a autora por não existir o final esperado, sugiro que leiam a fanfic outra vez e prestem bastante atenção. Leiam as notas também é se possível, procurem entender as letras das músicas. Tudo aqui tem um significado.
Um grande abraço de uma super fã de Signal Fire e da autora.
O que mais gostei: Tudo.
Oiii! Mas gente, pensei que com oq você disse no TT que alguma delas iria morrer kkk, ainda bem que nada aconteceu. Vou ter que reler ela para poder dizer a apropriadamente como me me senti durante a fic, eu leio ela desde que você começou a postar. Mas como sempre todas as histórias suas são muito boas! Sobre o final, ainda bem que elas se perdoaram e vão seguir em frente. elas amadureceram bastante durante a história principalmente a Rachel, fico imaginando uma sequencia de coisas sobre este final kkk. Mas ok, não tenho muita coisa para falar neste momento, obrigada por compartilhar essa história conosco! Muito bela! Até a próxima.
que pena que não tem epílogo, o final ficou totalmente em aberto mesmo, mas em meu coração elas sempre ficam juntas, faltou uma coisa que Rachel acabou não falando com Quinn sobre a livraria, pensei que a morena cuidaria dela....
bom....quero agradecer por tudo, por cada cap ppstado aqui, abraços e ate a próxima fic
Que final maravilhoso, consigo imaginar ele acontecendo na minha mente de uma forma tão natural. E quanto ao final aberto acho que foi o mais coerente com toda a fic, pois assim como na vida tudo depende das nossas escolhas, e nunca haverá um final completamente feliz e satisfatório a todos (apesar de na minha cabeça elas terminarem felizes para sempre como nos contos de fadas hahaha).
Dito isso, gostaria de parabeniza-la pelo seu trabalho, SF foi uma história muito bacana e emocionante de se acompanhar e você a fez com maestria, com certeza uma das melhores que já li. Sem dúvidas sentirei saudades das atualizações de SF, mas já espero ansiosamente pela continuação de Everlasting! ;)
Eu não podia deixar de comentar aqui sendo Signal Fire o que é e o que foi para mim... Foram seis anos nessa jornada e por todos os cursos e percursos dessa trajetória acho que Signal Fire pode ser uma representação da maturidade alcançada ao longo do caminho, seja na tua forma de escrita, da sua história pessoal, Fê, seja nos significados que cada leitora atribui a esta história. Pessoalmente, Signal Fire para mim foi muito visceral. Mexeu com questões e emoções que iam para além das despertadas na leitura... as palavras aqui transbordavam para marcar pontos da vida real. Há pouco conversávamos sobre se Signal Fire era uma história de dor ou perdão e, na minha opinião, as duas coisas. Repensando sobre eu continuo achando que seja as duas coisas, porque para mim de certa forma há uma reciprocidade na constituição da dor e do perdão. SF é muito significativa nesse ponto porque para além da dor e do perdão nas relações, SF fala da dor e do perdão em si mesmo, para si mesmo. E esse é o ponto que eu acho mais genial e forte, porque é primário o reconhecimento disto em nós para a construção de um devir. Ao longo dos (des)encontros da vida adquirimos cicatrizes - algumas superficiais que esmaecem com o tempo, outras tão cruas e nuas que ficam ali sempre se fazendo notar. Daí as dores e os reflexos delas em nós - em tentar mascarar, tentar não notar ou não mexer, ou agravar. Quando o perdão a si próprios entra nessa equação, acho que pode atuar para além de um analgésico, pode agir mesmo para queimar aquela dor, cicatriz, e notar que existe e que isso faz parte de mim, de quem eu sou, mas não precisa me determinar. Pode ser um novo possível. Acho que é um reflexo do perdoar: visualizar o possível em mim, no outro, uma nova aposta. Já que afinal a vida é cheia de riscos e viver exige coragem, então precisa de apostas. A nossa vida, nossos sentimentos, tudo é vulnerável... é imprevisível... e é nessa forma tênue que seguimos, tentando vislumbrar possíveis pelos sinais que vamos tendo. Enfim, eu acho que possivelmente posso ter viajado um pouco e não sei se me fiz entender, mas é uma das significações que Signal Fire desperta em mim.
A narrativa de SF foi pautada nas cicatrizes de cada personagem, no crescimento e na possível redenção de cada um deles consigo mesmos e na relação com os outros - as passadas e as futuras. Foi uma história de uma dura beleza, que explorou o tátil e o abstrato das relações, da mágica às tragédias... da dor e do perdão em si. Que é uma intersecção tão complexa e tão vívida que se torna difícil ao menos de por em palavras. Enfim... se eu fosse comentar de todo e cada personagem aqui esse comentário iria ficar gigante, então vou me encurtar, porque acho que ao longo dos meus outros comentários eu já sinalizei isso em algum momento. Quanto a este capítulo especificamente, você sabe que para mim a única parte confortante foi Claire e Chris, minha bebês, porque transmite um sentimento tão fresco e tão consciente que provoca uma leveza na gente. Quinn e Rachel... *suspira* não é novidade que eu queria as duas juntas, não apenas pela ideia de um final feliz simplesmente ou que tudo fosse esquecido, nada disso. A ideia do final aberto particularmente não me agrada, também não é novidade, hahaha, e por mais que eu já estava avisada sobre este final, não foi fácil vê-lo concretizado. Eu até entendo o modo significativo que isto aparece na história, porque afinal ele enquadra em si a linha entre a dor e o perdão... e assim faz sentido. Dói, é uma marca de fogo para mim esse final, porque em algum ponto ele me aparece como uma falta de coragem (a cena do carro) e ao mesmo tempo como uma trêmula chama que insiste em permanecer acesa e iluminar um possível, que é a aposta da cena final do reencontro delas.
Bem, de toda forma, eu quero te parabenizar pela narrativa que construiu, pelo modo singular de tocar e marcar pelas palavras a gente enquanto leitores. Sou tua fã mesmo, Fê! Além disso, Signal Fire foi a história especificamente que aproximou a gente, hahaha. Te xinguei mentalmente com esse final por me arrasar, mas é isso, lá vamos nós para o próximo tombo. Porque Everlasting vai ser minha morte, fato. Tu só não vai me arrasar mais com o meu amorzinho Heart, viu? Porque se tu ousar fazer isso, aí resolve eu e tu, e não vai ser bonito. Rum! Hahahahaha Beijo!
Nossa não tem como descrever oq senti ao ler essa estória , só posso afirmar que vivi cada sentimento das personagens como se fosse o meu próprio , ela é bem realista ao ponto de mostrar que as vezes as coisas não acontecem como queremos ,mas a vida nós surpreende trazendo oq verdadeira merecemos , amei amei
Primeiramente vou lhe falar que eu li esta fic na moita. Hahahaha Mas tinha prometido que comentaria no último capítulo, promessa que fiz a mim mesma. "Segundamente", eu espero de coração que você não se sinta mal com o meu comentário. Por favor, não pense que vou lhe xingar ou lhe declarar palavras de ódio e nem nada disso. Hahahaha. Mas eu vou lhe dizer o que não me agradou, claro que baseado na minha experiência de leitora e assumo que esta não é magnânima, é minha e somente minha, por tanto não é uma verdade absoluta, aceito e entendo caso você não concorde ou ache que eu tenha ido além de qualquer limite em expressar isto aqui. Peço que me diga caso eu esteja errada sobre o que vou dizer, diga se eu for ofensiva ou lhe desrespeitar, peço desde já minhas mais sinceras desculpas. Eu não estou aqui fazendo uma encenação, apesar de sim, está preparando terreno, pois quero que você leia minha perspectiva sabendo que em momento nenhum eu quis lhe ofender ou lhe dirigir palavras vazias. "Terceiramente" será um comentário enorme, estou escrevendo pelo celular e também peço desculpa pelos erros que possa vir a cometer, mas espero que entendenda. Vamos lá. Quero lhe falar o que me desagradou porque também quero falar o que me agradou e principalmente o que aprendi com a fic. Então vou deixar o melhor para final. Hahahaha. Como você disse esta história acabou se tornando sobre a dor, algo perceptível, eu pessoalmente não costumo ler fics assim, não sou chegada em grandes dramas românticos no mundo das fics, não quero diminuir qualquer outra fic que já li, mas a minha experiência com elas me fez andar ao lado contrário de fics assim, talvez o conteúdo de dramas aleatórios ou as situações extremistas que se tornavam um quebra cabeça clandestino (imagine alguém cortando e colando peças para elas se encaixarem) tenha me motivando a não me atrai por fics de conteúdos muito dramáticos. Mas esta fic apesar e contra todas as possibilidades me pegou, me prendeu e eu simplesmente não pude a ignorar, tenho que dizer o quanto eu a achei bem trabalhada, o quanto ela se difere das outras fics assim que li e o quanto eu a achei fiel a ela mesma, ressalve o final. E é sobre o final que primeiro quero lhe falar, pois eu vou ter que dizer que foi isso que não me agradou, é pouco diante da história toda, apenas um pedaço amargo do doce todo (me perdoe por todas as minhas analogias, comparações ou qualquer outra coisa do tipo que for tola ou boba) este fim em aberto, me frustrou como leitora, pois pra mim o que não foi escrito não aconteceu, entenda bem, quando leio fanfic eu entro no universo, assim como qualquer outra leitura, mas ela tem suas especificações, seus moldes e diferenças, não digo que fanfic é menos que um livro ou coisa do tipo, digo que eu espero sim um formato diferente aqui, até porque ela tem em parte este formato diferente, então quando eu entro em um universo apesar de compartilhar com o autor eu quero a segurança de vê ele todo, mas isto sou eu, Ana Paula, que espera. Eu vou lhe dizer que um dos meus filmes favoritos é O labirinto do Fauno, ele lhe diz que para acreditar você tem que escolher acreditar, pois gentilmente o tempo todo desde o inicio ele te dar as duas opções, acreditar que todo que ela vive é real, ou acreditar que ela é uma criança de fértil imaginação que encontrou uma válvula de escape. Com isso a resposta final do fim é esta, você escolhe no que acreditar, o que é genial se pensarmos a analogia com a forma de crença sobre a magia, você precisa se permitir. Levando isso em consideração, espero que não esteja confusa, eu tenho uma tendência a me perder em explicações as vezes, mas levondo que você está entendedo eu vou seguir. Na fanfic este final em aberto fecha sim um ciclo, e me dar uma idéia de que a fic é sobre perdão e isto é maravilhoso, mas vem meu lado não tão racional e sim aquele emocional que chorar em cenas tristes e volto a dizer que o que não foi escrito, para mim não aconteceu, quando apenas o lado emocional vigora. Então não por falta de imaginação, mas porque não quero deixar a ela o fato delas terem o não ficado juntas, talvez esteja também meu lado literal trabalhando nisso, pois eu, digo de novo, Eu Ana Paula, queria ter lido se elas ficaram ou não juntas, mas eu, não é obrigação sua, estou apenas lhe dizendo que não ter lido isso me frustrou por tudo que lhe falei aqui, não sei como dizer de uma forma melhor, mas eu gosto de ler a história da pessoa, gosto por mais doloroso que seja que ela tenha escrito o que aconteceu, eu sei que parece só uma birra minha que eu estou enfeitando com este falatório e talvez seja mesmo e que seria importante eu não focar apenas nisso, mas eu não estou, tenho outras coisas para dizer também, e de tudo que li a única coisa que me desagradou foi isso, foi um final de certa forma aberto, não é o meu final que eu queria, não foi eu que construir a história, não foi a minha experiência como autora (não sou autora) não foi em minha mente que ela foi concebida, entende o que eu quero dizer? E por mais que nas notas finais você tenha dito o que pra você teria acontecido, isto não foi concretizado na história, então pra mim elas não ficaram juntas, e eu fico triste com isso porque eu queria que elas tivesse ficando. Agora com isso eu já posso entrar nas coisas que me agradaram na fic, como uma espécie de introdução, o perdão, acabou que para mim a história se tornou sobre o perdão. Eu tenho pra mim que perdão tem muito mais a ver com a pessoa que perdoa do que com a pessoa que lhe fez algum mal, porque é a forma como eu vou lidar com aquilo, e sim, eu dissocio o perdão com permanecia e retomada de relação, você pode perdoar e não querer mais aquela pessoa na sua vida, eu não vejo amor como o único responsável por um relacionamento, e espero que ele não supere tudo, porque neste tudo pode estar o respeito e o amor próprio. Mas, você dizendo isso não parece contraditório com querer elas ficarem juntas? Não, não parece e você sabe muito bem, pois trabalhou de forma brilhante isto. Você nos deu a oportunidade de sofrer com a Quinn e de sofrer com a Rachel, as duas não são perfeitas e houve falhas das duas partes, em níveis diferentes obviamente, afinal não dá pra ser maduro e racional o tempo todo, mas você nos deu a chance de ver o arrependimento da Rachel e até o da Quinn e o perdão das duas. Houve a chance de que coisas ruins acontecem, coisas quebram, sentimentos se perdem, mas que com tudo isso e além de tudo isso, existe a redenção. E por isso é muito triste que elas não tenham ficado juntas, é realmente uma grande pena. Talvez ainda sendo fiel a toda a história que é também sobre dor. Talvez você pense, mas você fez sua escolha, eu deixei em aberto e você escolheu elas não ficarem juntas. Não, eu estou apenas indo até o ponto final e até ele elas não ficaram juntas, como um casal romântico. Esta é claro minha visão, você pode ter outra e com esta ainda sim ver que eu fiz minha escolha, mas mesmo assim espero que entenda minha perspectiva. Eu aprendi muito, eu ainda estou construindo o que é efetivamente e o que é total quando se fala em perdão, lhe disse um pouco sobre o que penso sobre ele. Eu guardarei comigo esta história e o que aprendi com ela, pois agora ela faz parte do significado que construo sobre o perdão. É isso, na verdade tudo isso. Espero não ter lhe ofendido em nenhum momento, espero que entenda minha visão e que mesmo que discorde compreenda meus motivos em ver e pensar assim.
Uou, que jornada! Que história! Obrigada por não ter desistido e dado um final a ela! Eu queria muito muito MUITO mesmo um epílogo delas juntas, daqui a alguns anos rs mas eu entendo que esse foi o final que cabia a história e ele foi perfeito! Eu fiquei tensa nesse capítulo do começo ao fim! Parabéns pela fic e aguardo ansiosamente as atualizações das demais!
Muito bem trabalhada, com lições sobre a vida.
Trabalha a dor, o saber perdoar as pessoas e se perdoar, enteder que a vida nem sempre vai ser feita de flores, sorrisos e momentos bons e que uma hora você vai sofrer, vai sofrer muito, vai sentir muita dor, vai querer desistir de tudo, mas que ainda sim você deve continuar a lutar e aceitar tudo aquilo, como Quinn aceitou.
A vida é assim e Sinal Fire trouxe a realidade nua e crua, uma realidade onde poucas fanfics se encaixam.
Sinal Fire é especial e eu agradeço muito por ter entrado nesse mundo.
PS: Para os leitores que estão criticando a autora por não existir o final esperado, sugiro que leiam a fanfic outra vez e prestem bastante atenção. Leiam as notas também é se possível, procurem entender as letras das músicas. Tudo aqui tem um significado.
Um grande abraço de uma super fã de Signal Fire e da autora.
O que mais gostei: Tudo.
Oiii! Mas gente, pensei que com oq você disse no TT que alguma delas iria morrer kkk, ainda bem que nada aconteceu. Vou ter que reler ela para poder dizer a apropriadamente como me me senti durante a fic, eu leio ela desde que você começou a postar. Mas como sempre todas as histórias suas são muito boas! Sobre o final, ainda bem que elas se perdoaram e vão seguir em frente. elas amadureceram bastante durante a história principalmente a Rachel, fico imaginando uma sequencia de coisas sobre este final kkk. Mas ok, não tenho muita coisa para falar neste momento, obrigada por compartilhar essa história conosco! Muito bela! Até a próxima.
everlasting voltando, o gloria
que pena que não tem epílogo, o final ficou totalmente em aberto mesmo, mas em meu coração elas sempre ficam juntas, faltou uma coisa que Rachel acabou não falando com Quinn sobre a livraria, pensei que a morena cuidaria dela....
bom....quero agradecer por tudo, por cada cap ppstado aqui, abraços e ate a próxima fic
Que final maravilhoso, consigo imaginar ele acontecendo na minha mente de uma forma tão natural. E quanto ao final aberto acho que foi o mais coerente com toda a fic, pois assim como na vida tudo depende das nossas escolhas, e nunca haverá um final completamente feliz e satisfatório a todos (apesar de na minha cabeça elas terminarem felizes para sempre como nos contos de fadas hahaha).
Dito isso, gostaria de parabeniza-la pelo seu trabalho, SF foi uma história muito bacana e emocionante de se acompanhar e você a fez com maestria, com certeza uma das melhores que já li. Sem dúvidas sentirei saudades das atualizações de SF, mas já espero ansiosamente pela continuação de Everlasting! ;)
aleeeluuiaaaaaaaaaaaaaaa !!! agora posso ler tudo!!!
Nossa, faz 6 anos que acompanho Signal Fire (sem nunca comentar ^^' hehe), eu não tinha me dado conta desse tempo.
Se posso falar algo sobre ela, é que, assim como você, eu também tenho 23 anos agora, e, também cresci com essa história.
Isso faz dela inesquecível pra mim.
Aiiii, quase eu choro!!! Parabéns pela fic, foi uma das que mais mexeram comigo!
Eu não podia deixar de comentar aqui sendo Signal Fire o que é e o que foi para mim... Foram seis anos nessa jornada e por todos os cursos e percursos dessa trajetória acho que Signal Fire pode ser uma representação da maturidade alcançada ao longo do caminho, seja na tua forma de escrita, da sua história pessoal, Fê, seja nos significados que cada leitora atribui a esta história. Pessoalmente, Signal Fire para mim foi muito visceral. Mexeu com questões e emoções que iam para além das despertadas na leitura... as palavras aqui transbordavam para marcar pontos da vida real. Há pouco conversávamos sobre se Signal Fire era uma história de dor ou perdão e, na minha opinião, as duas coisas. Repensando sobre eu continuo achando que seja as duas coisas, porque para mim de certa forma há uma reciprocidade na constituição da dor e do perdão. SF é muito significativa nesse ponto porque para além da dor e do perdão nas relações, SF fala da dor e do perdão em si mesmo, para si mesmo. E esse é o ponto que eu acho mais genial e forte, porque é primário o reconhecimento disto em nós para a construção de um devir. Ao longo dos (des)encontros da vida adquirimos cicatrizes - algumas superficiais que esmaecem com o tempo, outras tão cruas e nuas que ficam ali sempre se fazendo notar. Daí as dores e os reflexos delas em nós - em tentar mascarar, tentar não notar ou não mexer, ou agravar. Quando o perdão a si próprios entra nessa equação, acho que pode atuar para além de um analgésico, pode agir mesmo para queimar aquela dor, cicatriz, e notar que existe e que isso faz parte de mim, de quem eu sou, mas não precisa me determinar. Pode ser um novo possível. Acho que é um reflexo do perdoar: visualizar o possível em mim, no outro, uma nova aposta. Já que afinal a vida é cheia de riscos e viver exige coragem, então precisa de apostas. A nossa vida, nossos sentimentos, tudo é vulnerável... é imprevisível... e é nessa forma tênue que seguimos, tentando vislumbrar possíveis pelos sinais que vamos tendo. Enfim, eu acho que possivelmente posso ter viajado um pouco e não sei se me fiz entender, mas é uma das significações que Signal Fire desperta em mim.
A narrativa de SF foi pautada nas cicatrizes de cada personagem, no crescimento e na possível redenção de cada um deles consigo mesmos e na relação com os outros - as passadas e as futuras. Foi uma história de uma dura beleza, que explorou o tátil e o abstrato das relações, da mágica às tragédias... da dor e do perdão em si. Que é uma intersecção tão complexa e tão vívida que se torna difícil ao menos de por em palavras. Enfim... se eu fosse comentar de todo e cada personagem aqui esse comentário iria ficar gigante, então vou me encurtar, porque acho que ao longo dos meus outros comentários eu já sinalizei isso em algum momento. Quanto a este capítulo especificamente, você sabe que para mim a única parte confortante foi Claire e Chris, minha bebês, porque transmite um sentimento tão fresco e tão consciente que provoca uma leveza na gente. Quinn e Rachel... *suspira* não é novidade que eu queria as duas juntas, não apenas pela ideia de um final feliz simplesmente ou que tudo fosse esquecido, nada disso. A ideia do final aberto particularmente não me agrada, também não é novidade, hahaha, e por mais que eu já estava avisada sobre este final, não foi fácil vê-lo concretizado. Eu até entendo o modo significativo que isto aparece na história, porque afinal ele enquadra em si a linha entre a dor e o perdão... e assim faz sentido. Dói, é uma marca de fogo para mim esse final, porque em algum ponto ele me aparece como uma falta de coragem (a cena do carro) e ao mesmo tempo como uma trêmula chama que insiste em permanecer acesa e iluminar um possível, que é a aposta da cena final do reencontro delas.
Bem, de toda forma, eu quero te parabenizar pela narrativa que construiu, pelo modo singular de tocar e marcar pelas palavras a gente enquanto leitores. Sou tua fã mesmo, Fê! Além disso, Signal Fire foi a história especificamente que aproximou a gente, hahaha. Te xinguei mentalmente com esse final por me arrasar, mas é isso, lá vamos nós para o próximo tombo. Porque Everlasting vai ser minha morte, fato. Tu só não vai me arrasar mais com o meu amorzinho Heart, viu? Porque se tu ousar fazer isso, aí resolve eu e tu, e não vai ser bonito. Rum! Hahahahaha Beijo!
Nossa não tem como descrever oq senti ao ler essa estória , só posso afirmar que vivi cada sentimento das personagens como se fosse o meu próprio , ela é bem realista ao ponto de mostrar que as vezes as coisas não acontecem como queremos ,mas a vida nós surpreende trazendo oq verdadeira merecemos , amei amei