Dana, eu já tinha comentado com você sobre à sua coletânea. Esta é uma ideia incrível, pois os universos que você cria podem ser revisitados e expandidos sempre que possível, com o apoio dos leirores e leitoras.
Quanto ao primeiro capítulo, eu gostei muito! Foi muito legal da sua parte contar sobre um guerreiro invencível, que é derrotado sempre pela natureza, mas nunca por outro guerreiro.
Adorei a comparação do paladino com o titã Atlas da mitologia Grega, pois isso reforça o quanto o personagem está acima dos outros, apesar de que isso traz confitos internos e solidão ao combatente.
Parabéns pela iniciativa e aguardo os demais capítulos.
O que mais gostei: Da interatividade que estes contos pussuam, além da escrita que é bonita e técnica.
Uma coisa que eu realmente quis fazer é a interação maior com os leitores. Entropia era uma história que, apesar de ter uma certa interação por se tratar de uma história muito interpretativa, não dava aos leitores uma liberdade de opinar e sugerir novas ideias, até porque eu não tinha espaço para encaixar novas ideias ali; a história já estava praticamente pronta na minha cabeça.
Mas a minha escrita não permanecerá dessa forma. Inclusive, o próximo conto já está pronto, e minha escrita mudou bastante desse primeiro conto para o próximo, que é um shoujo-ai em primeira pessoa (já estou adiantando alguns detalhes, hehe!). Escrever diversos contos, inclusive, é uma ótima forma de trabalhar a escrita para torná-la mais versátil, e pelo resultado que tive com o próximo conto, acho que estou caminhando para ter uma escrita que pode se encaixar em diversos gêneros.
Exatamente, e logo de início eu já revisitei um mundo que gosto muito, que é o mundo da minha longa Entropia. Mundos de histórias é que nem filho: uma hora cresce e sai de casa, mas é sempre bom fazer uma visitinha de vez em quando. Ou seja, uma hora os mundos de histórias já dão o que têm de dar, mas às vezes é sempre bom pensar em novas maneiras de reinventá-lo.
Eu imaginei que você fosse gostar desse primeiro conto justamente porque ele é mais reflexivo, e sei que você aprecia bastante esse tipo de escrita.
E hoje mesmo já sai outro! Logo, logo, aliás!
Fico muito feliz e agradecida pelo comentário, Condes! Espero vê-lo mais vezes por aqui! Abraços!
Pow Glenda, achei mó dahora. Só daqui a gente já pode criar um bilhão e meio de histórias (de acordo com minhas estimativas calculadas aqui). EU, particularmente, como sou um rapazinho muito ligado a fantasia e tal, gostaria pra raio de ver uma continuação. Um homem buscando destruir essa maldição, talvez... se isso tem a ver com imortalidade e tal e tal... pow essas parada mexe com a mente de tal maneira que fica até inspirador.
Fico bastante feliz que tenha gostado, e já aviso que logo, logo, vai sair outra história! Quem dera se eu pudesse escrever um bilhão e meio de histórias =/ Gostaria muito de viver para sempre para poder escrever eternamente.
E vou fazer uma nota mental de que você quer uma continuação. Bom, não prometo nada, mas posso adiantar: essa história se passa no mundo de outra história minha, Entropia, que finalizei há poucos dias, apesar de o Paladino ser um personagem criado exclusivamente para esse conto.
Fico bastante feliz e agradecida pelo seu comentário! Abraços!
Dana, eu já tinha comentado com você sobre à sua coletânea. Esta é uma ideia incrível, pois os universos que você cria podem ser revisitados e expandidos sempre que possível, com o apoio dos leirores e leitoras.
Quanto ao primeiro capítulo, eu gostei muito! Foi muito legal da sua parte contar sobre um guerreiro invencível, que é derrotado sempre pela natureza, mas nunca por outro guerreiro.
Adorei a comparação do paladino com o titã Atlas da mitologia Grega, pois isso reforça o quanto o personagem está acima dos outros, apesar de que isso traz confitos internos e solidão ao combatente.
Parabéns pela iniciativa e aguardo os demais capítulos.
O que mais gostei: Da interatividade que estes contos pussuam, além da escrita que é bonita e técnica.
Uma coisa que eu realmente quis fazer é a interação maior com os leitores. Entropia era uma história que, apesar de ter uma certa interação por se tratar de uma história muito interpretativa, não dava aos leitores uma liberdade de opinar e sugerir novas ideias, até porque eu não tinha espaço para encaixar novas ideias ali; a história já estava praticamente pronta na minha cabeça.
Mas a minha escrita não permanecerá dessa forma. Inclusive, o próximo conto já está pronto, e minha escrita mudou bastante desse primeiro conto para o próximo, que é um shoujo-ai em primeira pessoa (já estou adiantando alguns detalhes, hehe!). Escrever diversos contos, inclusive, é uma ótima forma de trabalhar a escrita para torná-la mais versátil, e pelo resultado que tive com o próximo conto, acho que estou caminhando para ter uma escrita que pode se encaixar em diversos gêneros.
Exatamente, e logo de início eu já revisitei um mundo que gosto muito, que é o mundo da minha longa Entropia. Mundos de histórias é que nem filho: uma hora cresce e sai de casa, mas é sempre bom fazer uma visitinha de vez em quando. Ou seja, uma hora os mundos de histórias já dão o que têm de dar, mas às vezes é sempre bom pensar em novas maneiras de reinventá-lo.
Eu imaginei que você fosse gostar desse primeiro conto justamente porque ele é mais reflexivo, e sei que você aprecia bastante esse tipo de escrita.
E hoje mesmo já sai outro! Logo, logo, aliás!
Fico muito feliz e agradecida pelo comentário, Condes! Espero vê-lo mais vezes por aqui! Abraços!
Pow Glenda, achei mó dahora. Só daqui a gente já pode criar um bilhão e meio de histórias (de acordo com minhas estimativas calculadas aqui). EU, particularmente, como sou um rapazinho muito ligado a fantasia e tal, gostaria pra raio de ver uma continuação. Um homem buscando destruir essa maldição, talvez... se isso tem a ver com imortalidade e tal e tal... pow essas parada mexe com a mente de tal maneira que fica até inspirador.
Até demorei para reconhecer você, Lipim!
Fico bastante feliz que tenha gostado, e já aviso que logo, logo, vai sair outra história! Quem dera se eu pudesse escrever um bilhão e meio de histórias =/ Gostaria muito de viver para sempre para poder escrever eternamente.
E vou fazer uma nota mental de que você quer uma continuação. Bom, não prometo nada, mas posso adiantar: essa história se passa no mundo de outra história minha, Entropia, que finalizei há poucos dias, apesar de o Paladino ser um personagem criado exclusivamente para esse conto.
Fico bastante feliz e agradecida pelo seu comentário! Abraços!