É um relato cativante e ao mesmo tempo desgastante — não estou falando que a leitura é desgastante, mas sim que ler isso me causou desgaste porque me sinto na pele da personagem —, coisas que sim, podem andar juntas. É um texto sincero e sem rodeios, no qual você, querida autora, não mede palavras e não personifica o texto de modo a deixá-lo mais tenro e bonito e... e... e falso.
Quantas vezes temos de nos contentar com uma estrutura fraca e sem vida, quando precisamos de algo vigoroso e benevolente? Quantas vezes seguramos em uma mão "desconhecida" — ou mal conhecida —, apenas para não andarmos com as mãos livres, ao léu, largadas e à deriva?
Devo admitir que reconheci um grande talento em você. Acho que você deve postar mais das coisas que escreve. Ficou magnífico. E o que posso dizer além disso. Ah, já sei. Esse é o tipo de texto que eu gostei tanto a ponto de querer tê-lo escrito.
Perdão por só estar te respondendo agora. Honestamente, eu não tinha estrutura emocional para isso antes e creio que entenda. Você foi a primeira pessoa para quem mostrei algo assim — tão íntimo —, e com certeza eu não poderia ter escolhido melhor. Você me ajudou, em muitos aspectos, em relação a tudo isso. Hoje leio esse relato e não me sinto mais destruída por dentro, pelo contrário, sinto que consegui superar todas as dores e inseguranças que ele havia trazido para a minha vida. Por um longo tempo tudo aquilo parecia suficiente para mim, até que outras coisas — inclusive pessoas — me mostraram o contrário. No fundo, Jô, acho que todos temos que passar por coisas assim, mortes súbidas, ataques de pânico e alguns corações quebrados para então perceber o quanto não temos que nos apoiar em algo tão incerto como as pilastras da nossa própria carência. Obrigada por tudo, Jô! De verdade. Por todos os conselhos maravilhosos que sei, em parte, também te assustam as vezes. Obrigada por ser esse amigo maravilhoso e por ver algo tão bom em mim. Obrigada ♥
É um relato cativante e ao mesmo tempo desgastante — não estou falando que a leitura é desgastante, mas sim que ler isso me causou desgaste porque me sinto na pele da personagem —, coisas que sim, podem andar juntas. É um texto sincero e sem rodeios, no qual você, querida autora, não mede palavras e não personifica o texto de modo a deixá-lo mais tenro e bonito e... e... e falso.
Quantas vezes temos de nos contentar com uma estrutura fraca e sem vida, quando precisamos de algo vigoroso e benevolente? Quantas vezes seguramos em uma mão "desconhecida" — ou mal conhecida —, apenas para não andarmos com as mãos livres, ao léu, largadas e à deriva?
Devo admitir que reconheci um grande talento em você. Acho que você deve postar mais das coisas que escreve. Ficou magnífico. E o que posso dizer além disso. Ah, já sei. Esse é o tipo de texto que eu gostei tanto a ponto de querer tê-lo escrito.
Abraços.
Perdão por só estar te respondendo agora. Honestamente, eu não tinha estrutura emocional para isso antes e creio que entenda. Você foi a primeira pessoa para quem mostrei algo assim — tão íntimo —, e com certeza eu não poderia ter escolhido melhor. Você me ajudou, em muitos aspectos, em relação a tudo isso. Hoje leio esse relato e não me sinto mais destruída por dentro, pelo contrário, sinto que consegui superar todas as dores e inseguranças que ele havia trazido para a minha vida. Por um longo tempo tudo aquilo parecia suficiente para mim, até que outras coisas — inclusive pessoas — me mostraram o contrário. No fundo, Jô, acho que todos temos que passar por coisas assim, mortes súbidas, ataques de pânico e alguns corações quebrados para então perceber o quanto não temos que nos apoiar em algo tão incerto como as pilastras da nossa própria carência. Obrigada por tudo, Jô! De verdade. Por todos os conselhos maravilhosos que sei, em parte, também te assustam as vezes. Obrigada por ser esse amigo maravilhoso e por ver algo tão bom em mim. Obrigada ♥