Esther, linda, eu te entendo. Infelizmente tive uma época que encontrei alívio para as dores na ponta de uma lâmina. Ao olhar para trás, aqueles problemas parecem brincadeira com os da vida adulta. Ainda bem que eu tenho uma nova válvula de escape: a escrita. Relacionamento abusivo é horrível. Nunca sofri, nem alguém próximo de mim, mas já vi relatos assustadores. Já quero o próximo *-* Beijos da Mini =*
Eu ainda fui boazinha de não por mais coisas. Minha mãe teve uma sorte tremenda de se envolver com o meu pai e com o pai do meu irmão. Ela sofreu violência doméstica com os dois. Ao contrário da Esther, eu não entendia e hoje em dia, não tenho nem lembranças da minha infância. Não muitas. Graças a Deus ela encontrou um homem bom, que vai na igreja com ela e tudo. Ele até parou de beber quando meu irmãozinho caçula nasceu. :3
Tentei criar um laço entre mãe e filha, principalmente no esforço da menina para que a mãe não viesse apanhar, mesmo sem conseguir evitar diretamente. Mais no fim, ela conseguiu. Você viu a farda azul? Hehehe Olha, eu estava com uma tremenda dor de cabeça. Depois de ler teus comentários, ela até amenizou rsrsrs Obrigada.
M
Marcondes
Eu fiquei notoriamente triste quando terminei de ler essa história. Você retratou com brutalidade e sutileza todo o horror que a violência doméstica gera na vida das mulheres, com uma precisão cirúrgica.
Meus parabéns por esse lindo e catártico trabalho!
O que mais gostei: Da violência doméstica retratada com tanta verossimilhança e ao mesmo tempo, sensibilidade.
Quase perdi o fôlego. Estou muito grata por saber que você foi tocado pela história e que tenha gostado também. ^^ Simplesmente amo teus comentários, eles me dão apoio e forças para escrever o próximo capítulo. ♥
Me sinto fraca e sem forças para escrever e descrever minhas emoções de acordo com este capítulo mas igualmente fraca e desfalecida fiquei.
É realmente horrível passar por tudo isso, graças que nunca passei por isso mas conheço gente que passou, nas fanfics também se da para ter uma noção do inferno que é.
Você soube retratar copiosamente e infeliz como é um momento desse, a desgraça de ter um pai viciado e uma família condenada por ele.
Mas o que achei inesperado foi a reação da menina, não a condeno, afinal eu também arrumaria um jeito de "aliviar" a dor de minha mãe e descontando como seria fraca só que não esperei que acabaria acontecendo dessa maneira, tecnicamente fora um suicídio e isso que achei diferente, nunca vi retratado suícidio dessa maneira...pelo menos não nas pernas, já que os suicídios dos pulsos acontece de igual maneira né, rompendo a artéria...tenso :/
Não sei dizer se foi bom ou ruim esse capítulo... :/
Bjss de puppies ♥
O que mais gostei: Os temas retratados.
O que acho que pode melhorar: Nada
♥ Seu comentário alegrou meu dia... ou madrugada? ^^
Diferente e Inesperado... Tudo o que sempre desejo ler. rsrsrs Enfim...
Romper a artéria da perna, foi a unica forma de ligar os cortes com um quase suicídio, — um acidente na verdade, a lamina só afundou mais do que o esperado. — para no fim, libertar as duas.
T.T
Esther, linda, eu te entendo. Infelizmente tive uma época que encontrei alívio para as dores na ponta de uma lâmina. Ao olhar para trás, aqueles problemas parecem brincadeira com os da vida adulta. Ainda bem que eu tenho uma nova válvula de escape: a escrita.
Relacionamento abusivo é horrível. Nunca sofri, nem alguém próximo de mim, mas já vi relatos assustadores.
Já quero o próximo *-*
Beijos da Mini =*
Eu ainda fui boazinha de não por mais coisas. Minha mãe teve uma sorte tremenda de se envolver com o meu pai e com o pai do meu irmão. Ela sofreu violência doméstica com os dois. Ao contrário da Esther, eu não entendia e hoje em dia, não tenho nem lembranças da minha infância. Não muitas.
Graças a Deus ela encontrou um homem bom, que vai na igreja com ela e tudo. Ele até parou de beber quando meu irmãozinho caçula nasceu. :3
Tentei criar um laço entre mãe e filha, principalmente no esforço da menina para que a mãe não viesse apanhar, mesmo sem conseguir evitar diretamente. Mais no fim, ela conseguiu. Você viu a farda azul? Hehehe
Olha, eu estava com uma tremenda dor de cabeça. Depois de ler teus comentários, ela até amenizou rsrsrs
Obrigada.
Eu fiquei notoriamente triste quando terminei de ler essa história. Você retratou com brutalidade e sutileza todo o horror que a violência doméstica gera na vida das mulheres, com uma precisão cirúrgica.
Meus parabéns por esse lindo e catártico trabalho!
O que mais gostei: Da violência doméstica retratada com tanta verossimilhança e ao mesmo tempo, sensibilidade.
Quase perdi o fôlego.
Estou muito grata por saber que você foi tocado pela história e que tenha gostado também. ^^
Simplesmente amo teus comentários, eles me dão apoio e forças para escrever o próximo capítulo. ♥
Beijinhos na testa :*
Me sinto fraca e sem forças para escrever e descrever minhas emoções de acordo com este capítulo mas igualmente fraca e desfalecida fiquei.
É realmente horrível passar por tudo isso, graças que nunca passei por isso mas conheço gente que passou, nas fanfics também se da para ter uma noção do inferno que é.
Você soube retratar copiosamente e infeliz como é um momento desse, a desgraça de ter um pai viciado e uma família condenada por ele.
Mas o que achei inesperado foi a reação da menina, não a condeno, afinal eu também arrumaria um jeito de "aliviar" a dor de minha mãe e descontando como seria fraca só que não esperei que acabaria acontecendo dessa maneira, tecnicamente fora um suicídio e isso que achei diferente, nunca vi retratado suícidio dessa maneira...pelo menos não nas pernas, já que os suicídios dos pulsos acontece de igual maneira né, rompendo a artéria...tenso :/
Não sei dizer se foi bom ou ruim esse capítulo... :/
Bjss de puppies ♥
O que mais gostei: Os temas retratados.
O que acho que pode melhorar: Nada
♥ Seu comentário alegrou meu dia... ou madrugada? ^^
Diferente e Inesperado... Tudo o que sempre desejo ler. rsrsrs
Enfim...
Romper a artéria da perna, foi a unica forma de ligar os cortes com um quase suicídio, — um acidente na verdade, a lamina só afundou mais do que o esperado. — para no fim, libertar as duas.
Acredite, foi agoniante escrever...
Obrigada por comentar ^^
Beijinhos dramáticos :♥, e até a próxima...