Olá. Enfim estou aqui. E, bem, eu não curto muito prólogos explicativos; prefiro que os detalhes do universo da historia sejam revelados conforme o andar da trama, acho mais natural e orgânico. Até porque eu sou péssimo de memória, então quando se tem muita informação de uma vez só, absorvo menos do que a metade dela. Até o terceiro parágrafo, o texto consegue me instigar, mas quando entra a parte de descrição, que é bastante longa, ele perde bastante desse tom e só volta com ele ao fim das descrições. Particularmente, eu acharia melhor retirar toda as descrições de sereias e tritões e inseri-las aos poucos nos capítulos, e colocar o que sobrou do prólogo (os primeiros e os últimos parágrafos) no início do primeiro capítulo. Mas isso é só uma sugestão. rsrs Vamos ao primeiro cap então.
Oi, Luiz! Perdão pela demora. Houve alguns problemas nesse meio tempo.
Sobre o prólogo: obrigada pela dica! Será absorvida com todo o carinho, pode ter certeza. Digo de antemão que agora que voltei, editarei a história (aqui e no wattpad) com calma e darei continuidade, de uma forma melhor. E a ideia é justamente essa, a de amenizar na descrição e colocar um pouco mais de história e menos informação. Acho que pela ansiedade de ter algo "realista" acabei me afobando e metendo os pés pelas mãos.
Estou com sua FIC a dias adicionada nos acompanhamentos, mas como estou acompanhando muitas eu fiquei um pouco atrapalhada. Eu me interessei bastante quando postou aquela frase no grupo Bunkers, mas admito que não sou fã de contos com sereias e tritões. Apesar de ser uma crença e uma sociedade muito boa para ser explorada as pessoas se jogam nos clichês acabando com toda a magia. No seu caso eu gostei bastante da forma que abordou cada um deles, como descreveu suas características e porque são assim, bem diferente do comum. Gostei!
Sobre o prólogo achei ele de um bom tamanho e explicativo, dando um gancho inicial para nossa protagonista. A proposta elaborada é muito boa, vou continuar acompanhando e nos próximos capítulos tentarei expor os pontos positivos e negativos, da mesma forma e intensidade que gostaria de receber ♥
Wow! As pessoas são tão quietinhas por lá que eu realmente não achei que fosse ter algum tipo de resultado, pelo menos, não a curto prazo! Te ver por aqui é uma surpresa, muito boa, diga-se! haeheuah Obrigada por tirar esse tempinho pra ler.
Já aviso que a primeira revisão mesmo vem só depois que terminar, então todas as críticas — boas e ruins — estão sendo guardadas com carinho pra posterioridade. Certeza que vou amar teus comentários só pela boa vontade em abordar pontos positivos e ruins E POSSO RETRIBUIR, VIU? Só me dizer qual história tu quer que eu leia :)
No mais, espero que goste e mt obrigada ♥
A
Anne L
[SBLAN — PROJETO CRITIQUE-ME]
Olá!
Eu sou a Anne L e estou aqui para fazer a crítica da sua história, como você requisitou no projeto Critique-me. Lembrando que nada que eu disser deve ser levado como verdade absoluta e que não tenho como objetivo ofender você.
Foi um pouco difícil decidir em que me focar, já que você não especificou nada, mas ficarei com o worldbuilding/inconsistências no enredo. Ah, só para esclarecer, eu li os três primeiros capítulos (contando com o prólogo).
A capa, achei adequada, porque mostra o bastante sem dar nenhum spoiler. A fonte combina com a imagem, apesar de o título não estar exatamente no meio, mas ficou bom. Tenho apenas uma pergunta: o que é esse dinahmitt no final? É seu apelido? O nick do Nyah! não é esse e tem o nick escrito já na capa, então não entendi. Sobre a sinopse, ela está legal, porém, o começo me confundiu um pouco. Você diz “Em um mundo repleto de criaturas desconhecidas pelo homem, traições, guerra e até uma singela dose de romance, existe uma colônia de sereias a profundezas inimagináveis, onde nereides viviam pacificamente”. Tem traição e guerra ou eles vivem pacificamente? Parece meio um paradoxo. O mundo é geral, mas foca neles, que eram diferentes por serem pacíficos? Isso não ficou muito claro.
Primeiro, devo comentar que gostei muito da sua abordagem na história, principalmente com o prólogo explicativo, porque aí o leitor não fica voando e fazendo esforços homéricos para entender o que está acontecendo, onde e por quê. Ele foi meu capítulo favorito. Você comentou que era uma parte fraca no formulário, mas pensei o oposto. Apenas pergunto a razão para ter focado na aparência física das sereias e tritões. As outras colônias são diferentes, fisicamente falando? Mesmo que seja o caso, você poderia apenas descrever o geral no prólogo e deixar as particularidades para quando cada um aparecesse (ex: Rire foi para a Praça Muçuri, balançando seus cabelos assim e assado, que vinham presos num coque. Ela gostava muito deles, porque eram diferentes/iguais aos dos outros Hapori por isso e aquilo). Ficou a dúvida se ele se referia só aos Hapori ou a outros, quantos outros existiam, onde estavam, se estavam em guerra ou se eram pacíficos também (de novo, essa dúvida veio por causa da sinopse). Algo que faltou foi falar dos globies, porque sinceramente não entendi o que eles eram quando apareceram no capítulo 1. Me pareceu uma versão mais perigosa de piranhas, peixinhos pequenos e do mal, mas eles tinham lanças e tudo mais, então acho que é algo mais humanoide. Você só menciona que não têm muito a ver com mamíferos, mas isso eu não entendi também, porque os nereides já não lembram muito, fora talvez o formato do corpo da cauda para cima. Se houver outra colônia relevante além dessa, seria legal citar os nomes também.
Você comentou sobre a gramática no formulário, mas notei alguns problemas, como uso de “o mesmo” como substituição para nome, que não é adequado, algumas crases e vírgulas faltando (principalmente em oração subordinada adjetiva, aquela em que dá pra substituir o “que” por “o qual”. Existe uma diferença entre restritiva e explicativa e aí a leitura acaba ficando diferente sem a vírgula, confunde um pouco). Também seria bom se atentar para colocação pronominal, no caso em que há um advérbio de negação. Ex: “não” — Não se acostume. (Certo.) Não acostume-se. (Errado).
Além disso, tive um pouco de dificuldade para compreender alguns detalhes por conta de ambiguidades na escrita. Ocorreu principalmente com o pronome “seu”. Você usou várias vezes em situações em que mudava o sujeito, o foco da oração, de modo que não dava mais para entender a quem o “seu” se referia. Um exemplo é a relação entre o Ihoy, o Kahan e o Marama. Sei que o Ihoy é pai do Kahan, mas o Marama é irmão dele ou irmão do Kahan? Outro exemplo é esse aqui: "Assim que chegaram Rire sentara-se em seu ninho que, admitira, era muito melhor que o seu." De quem era o ninho anterior e de quem é o de agora?
Outra coisa que dificulta a compreensão, em especial em histórias originais, é o uso de recursos como “a menor”, “a mais velha”. Recomendo colocar isso só para mostrar ao leitor que alguém é maior ou mais velho, etc. Para se referir aos personagens, use os nomes, ele/ela, a raça, se houver diferença, entre outros. Como o leitor ainda não está muito familiarizado com quem é quem, dizer que “a menor fez isso” é não dizer nada. Quem é a menor? Por que não usar o nome dela, até porque ajuda o leitor a decorar? Tem que tomar cuidado com erros nos nomes também, como Maram e Wari (capítulo 2, se não me engano), verótopes, verópodes (capítulo 1), de novo, principalmente no começo. Como todo mundo é personagem novo, se você colocar errado, o leitor pode achar que você está introduzindo mais um personagem, não se referindo a um que já estava ali.
Gostaria de questionar também os planos tantos dos globies quanto do Ihoy. O primeiro nem sei se posso chamar de plano, porque o leitor não tem como saber o que eles queriam e como queriam. A Rire dá a entender que eles queriam só pegar o verótopes, mas então por que seguiram até a colônia Hapori? Não seria mais fácil aguardar a passagem do bicho por lá e depois ir atrás, ou ficar de tocaia, ver se os Hapori iam atacar o verótopes e, depois, fazer um plano para roubar o bicho morto? Questiono porque invadir a colônia atrás de um animal é um plano meio suicida. Mesmo sem saber as intenções deles, a Rire teria percebido algo errado caso os visse seguindo para Hapori. E, sobre a invasão, que fim se deu no verótopes? Ele apareceu lá? Pra onde ele foi? Ele foi para a colônia, afinal? Acredito que a Rire não possa ter visto certinho, porque parecia que ela estava a certa distância de lá, por isso chegou depois que acabou a invasão toda. Na verdade, questiono essa parte também. O tamanho do estrago descrito no capítulo 2 não condiz com o tempo de batalha. Para a Rire chegar e não tem mais inimigos lá, ela teria que ter aguardado um bom tempo escondida nas algas, ou então foi todo um exército do globies atrás de Hapori, mas isso também derruba a teoria de que eles estavam apenas atrás do verótopes, não da colônia. Seria legal ver isso aí. Já comentei sobre descrever mais os globies, quem são, como são e o que fazem, então não vou me demorar mais nessa parte.
O plano do Ihoy não fez sentido para mim, porque não soava bem como um plano: cerquem todos e matem todo mundo. Acredito que eles atacariam os globies no calor do momento e na louca mesmo, como descrito aí (cercar e matar geral), mas chamar de plano é um pouco estranho porque não teve de fato um planejamento. Eu até me perguntei se os Hapori não eram estrategistas nem gostavam desse tipo de coisa, mas não sei dizer só com o que li.
Outra ação que fugiu um pouco para mim foi a Auho saindo da área cheia de pedras para ir fazer um ninho. Esses ninhos são tão importantes assim para ela largar o local com mortos e feridos para construir um? Seria legal explicar a relevância deles, porque senão fica parecendo que ela só não estava muito a fim de ajudar, não se importava, etc. Mesmo que as fêmeas não tenham costume de fazer coisas como levantar pedras, numa situação excepcional como essa, creio que todos ajudariam.
Último detalhe sobre o plot, mas não menos importante: o que são as peles de água-viva desidratadas? Como isso funciona? Entendi que os nereides vão à superfície desidratar as peles, mas aí como que eles voltam com elas pra Hapori e elas continuam desidratas? Não deveriam voltar ao normal? Elas são envoltas em algo ou cobertas de algum material específico? Seria bom explicar.
Ainda focando em inconsistências no texto, tem o uso de itálico, que não ficou claro para mim. Em alguns momentos, você não usa, como no caso dos “globies”, que não são uma palavra real, que eu saiba, pelo menos; mas, em outros, coloca: "Na sua vez, pegara o que assemelhava-se a uma besta, a groul, acompanhada de flechas contendo veneno paralisante que apaga o sistema nervoso central; já havia treinado com uma daquelas antes, lembrara." Por que “groul” vem em itálico? Seria bom seguir uma regra só, até para não confundir o leitor. Não compreendi também por que o “apaga” está em itálico. Ah, aí tem aquele problema que eu mencionei de colocação pronominal, mas com “que”. Seria “o que se assemelhava a uma besta”.
Até aqui, achei seu texto muito bom, do tipo que seria agradável de acompanhar e de betar também. Você se beneficiaria bastante com uma betagem aliás, e não posso deixar de recomendar. Tem outros detalhes como pontuação de diálogo e todo o resto que eu citei aqui, que um beta certamente perceberia e informaria a você. Gostei da escolha de nomes, porque de fato parecem pertencer a um mesmo povo, não soando só como nomes escolhidos a esmo por serem bonitos ou algo assim. Ainda não consegui definir bem as personalidades, mas acho que lendo mais capítulos isso aconteceria. A história em si parece legal e seria ótimo ver mais desse mundo.
Sucesso para você.
Se puder, por favor, dê um feedback sobre a crítica. O link é este: http://goo.gl/forms/rv0T0Zf7B3
Consegui voltar haha houve uns probleminhas nesse meio tempo, perdão. O "dinahmitt" é um "codinome" meu que gosto mais que o meu nick do Nyah! haha Como eu ganhei a página, não pude pedir alteração (sinceramente, não lembro quem me fez esse presente mega fofo) pra alterar aqui. Sry
"Tem traição e guerra ou eles vivem pacificamente? Parece meio um paradoxo.", verdade. Falha minha e como ninguém nunca comentou (juro, ninguém notou isso antes de ti!), admito que eu nunca percebi a falha de raciocínio e lógica nesse trecho. Que horror! Mas tudo será devidamente revisado e ai mandarei para outras avaliações do teu pessoal (quem sabe tu pega a história de novo pra dar uma reavaliada? haha). Nossa, deu até vergonha agora :(
"Apenas pergunto a razão para ter focado na aparência física das sereias e tritões. As outras colônias são diferentes, fisicamente falando? Mesmo que seja o caso, você poderia apenas descrever o geral no prólogo e deixar as particularidades para quando cada um aparecesse". Então, quando comecei a escrever a história, ainda tinha pouca base literária (no sentido de estudo, não de leitura; eu leio bastante). Essa coisa do "mostre, não conte" só fui aprender beeeem depois. Triste, eu sei. Mas aprendi e pretendo melhorar e editar essas coisinhas. Tu já não é a primeira que fala da descrição excessiva do prólogo, realmente, perdi muitas oportunidades de enriquecer a história em função disso também. Uma pena. Ah! E sim, as colônias são diferentes fisicamente, porque são outras subespécies. Gosto bastante desse detalhe porque dá a entender que o universo é muito grande (e na verdade, me dá abertura pra trabalhar isso futuramente, caso venha a calhar).
Sobre os globies: ficou mesmo vago assim? Puxa vida! Já ouviu falar que um péssimo autor é um que não consegue se fazer entender ao leitor? Pois é como estou me sentindo agora. Sensação de falha total. Gzuis. haha Os globies são uma subespécie de sereias também, mais animalescos e de natureza e cultura totalmente diferentes. Devido a isso também são mais fáceis de manipular. Espero poder corrigir isso logo, mas sei que vai levar algum tempo.
Quanto a gramática, realmente tenho algum problema de falta de atenção. Sabe quando tu escreve já no automático e na revisão não percebe? E como não tenho um beta (ou não tinha, arrumei um ontem!) era bem difícil encontrar esses errinhos. Mas obrigada, vou ficar mais atenta! Também pretendo alterar a forma de expressão geral da história (dá pra chamar assim?), quero deixar uma leitura mais leve, porque quando reli um capítulo sem compromisso achei pesada, arrastada, cansativa.
"Sei que o Ihoy é pai do Kahan, mas o Marama é irmão dele ou irmão do Kahan? Outro exemplo é esse aqui: 'Assim que chegaram Rire sentara-se em seu ninho que, admitira, era muito melhor que o seu.' De quem era o ninho anterior e de quem é o de agora?" Kahan é irmão do Marama. Ambos filhos de Ihoy. Sobre o ninho: "sentara-se em seu ninho" se referia ao ninho da outra. Perdão por isso, ficou realmente péssimo. Vou tratar de arrumar semana que vem toda a história (amanhã já começo pelo prólogo e sinopse, mas não sei quando vou conseguir editar no site).
Meu Deus, cara, eu te amo. HAUEHEUHAUHU JURO QUE NINGUÉM FOI CAPAZ DE CAPTAR ESSES ERROS ATÉ HOJE. Ou pelo menos, ninguém me contou. Nem meu namorado. Percebe? Quero teu e-mail/contato pra ti me ajudar, se puder, é claro. Isso facilitaria metade do processo, já que eu também me sentiria mais segura...
"Questiono porque invadir a colônia atrás de um animal é um plano meio suicida." aqui vou ser obrigada a te dar um spoiler. Eles estavam fingindo caçar a verópodes (é uma fêmea) a fim de invadir a colônia pra dominação. Isso fica claro mais pra frente. Tudo o que acontece, é a interpretação confusa e inocente da Rire. É claro que não consegui deixar isso claro (mas já sei como abordar isso melhor) e a culpa é minha, não tua e muito menos da Rire (que nem existe, pobrezinha haha).
"O tamanho do estrago descrito no capítulo 2 não condiz com o tempo de batalha. Para a Rire chegar e não tem mais inimigos lá, ela teria que ter aguardado um bom tempo escondida nas algas, ou então foi todo um exército do globies atrás de Hapori, mas isso também derruba a teoria de que eles estavam apenas atrás do verótopes, não da colônia." Exato! Não estavam atrás da verópodes. A verópodes era a arma biológica deles. Novamente, culpa minha não ter deixado isso subentendido de forma mais adequada... quis tanto fazer mistério que acabei confundindo mais o leitor que qualquer coisa, pelo visto. Desculpe.
O plano de Ihoy foi uma vergonha. Eu pretendia editar aquela parte e esqueci, acredita? Sim, uma coisa bem boba, mas sincera. Escrevi um plano separadamente, num outro momento e esqueci de acoplar à história antes de postar. De novo, falha minha. E de novo, algo que pretendo corrigir.
"Por que 'groul' vem em itálico? Seria bom seguir uma regra só, até para não confundir o leitor." o itálico eu coloco só na hora de apresentar a palavra. Quando ela aparece pela primeira vez. O "apaga" é porque foi uma força de expressão, já que não tem como apagar literalmente um organismo vivo (isso é algo que só pode ser feito com energia elétrica).
Darei um feedback sim, pode ter certeza disso! Muito obrigada pelo teu tempo, atenção e dúvidas. Na verdade, pareceu que tu realmente ficou curiosa pra tentar entender tudo o que se passava e se interessou pelo conteúdo da trama. Obrigada por tudo!
Olá. Enfim estou aqui. E, bem, eu não curto muito prólogos explicativos; prefiro que os detalhes do universo da historia sejam revelados conforme o andar da trama, acho mais natural e orgânico. Até porque eu sou péssimo de memória, então quando se tem muita informação de uma vez só, absorvo menos do que a metade dela. Até o terceiro parágrafo, o texto consegue me instigar, mas quando entra a parte de descrição, que é bastante longa, ele perde bastante desse tom e só volta com ele ao fim das descrições. Particularmente, eu acharia melhor retirar toda as descrições de sereias e tritões e inseri-las aos poucos nos capítulos, e colocar o que sobrou do prólogo (os primeiros e os últimos parágrafos) no início do primeiro capítulo. Mas isso é só uma sugestão. rsrs Vamos ao primeiro cap então.
Oi, Luiz! Perdão pela demora. Houve alguns problemas nesse meio tempo.
Sobre o prólogo: obrigada pela dica! Será absorvida com todo o carinho, pode ter certeza. Digo de antemão que agora que voltei, editarei a história (aqui e no wattpad) com calma e darei continuidade, de uma forma melhor. E a ideia é justamente essa, a de amenizar na descrição e colocar um pouco mais de história e menos informação. Acho que pela ansiedade de ter algo "realista" acabei me afobando e metendo os pés pelas mãos.
Novamente, muito obrigada!
Cheguei Natália, atrasada mais cheguei!
Estou com sua FIC a dias adicionada nos acompanhamentos, mas como estou acompanhando muitas eu fiquei um pouco atrapalhada. Eu me interessei bastante quando postou aquela frase no grupo Bunkers, mas admito que não sou fã de contos com sereias e tritões. Apesar de ser uma crença e uma sociedade muito boa para ser explorada as pessoas se jogam nos clichês acabando com toda a magia. No seu caso eu gostei bastante da forma que abordou cada um deles, como descreveu suas características e porque são assim, bem diferente do comum. Gostei!
Sobre o prólogo achei ele de um bom tamanho e explicativo, dando um gancho inicial para nossa protagonista. A proposta elaborada é muito boa, vou continuar acompanhando e nos próximos capítulos tentarei expor os pontos positivos e negativos, da mesma forma e intensidade que gostaria de receber ♥
Wow! As pessoas são tão quietinhas por lá que eu realmente não achei que fosse ter algum tipo de resultado, pelo menos, não a curto prazo! Te ver por aqui é uma surpresa, muito boa, diga-se! haeheuah Obrigada por tirar esse tempinho pra ler.
Já aviso que a primeira revisão mesmo vem só depois que terminar, então todas as críticas — boas e ruins — estão sendo guardadas com carinho pra posterioridade. Certeza que vou amar teus comentários só pela boa vontade em abordar pontos positivos e ruins E POSSO RETRIBUIR, VIU? Só me dizer qual história tu quer que eu leia :)
No mais, espero que goste e mt obrigada ♥
[SBLAN — PROJETO CRITIQUE-ME]
Olá!
Eu sou a Anne L e estou aqui para fazer a crítica da sua história, como você requisitou no projeto Critique-me. Lembrando que nada que eu disser deve ser levado como verdade absoluta e que não tenho como objetivo ofender você.
Foi um pouco difícil decidir em que me focar, já que você não especificou nada, mas ficarei com o worldbuilding/inconsistências no enredo. Ah, só para esclarecer, eu li os três primeiros capítulos (contando com o prólogo).
A capa, achei adequada, porque mostra o bastante sem dar nenhum spoiler. A fonte combina com a imagem, apesar de o título não estar exatamente no meio, mas ficou bom. Tenho apenas uma pergunta: o que é esse dinahmitt no final? É seu apelido? O nick do Nyah! não é esse e tem o nick escrito já na capa, então não entendi. Sobre a sinopse, ela está legal, porém, o começo me confundiu um pouco. Você diz “Em um mundo repleto de criaturas desconhecidas pelo homem, traições, guerra e até uma singela dose de romance, existe uma colônia de sereias a profundezas inimagináveis, onde nereides viviam pacificamente”. Tem traição e guerra ou eles vivem pacificamente? Parece meio um paradoxo. O mundo é geral, mas foca neles, que eram diferentes por serem pacíficos? Isso não ficou muito claro.
Primeiro, devo comentar que gostei muito da sua abordagem na história, principalmente com o prólogo explicativo, porque aí o leitor não fica voando e fazendo esforços homéricos para entender o que está acontecendo, onde e por quê. Ele foi meu capítulo favorito. Você comentou que era uma parte fraca no formulário, mas pensei o oposto. Apenas pergunto a razão para ter focado na aparência física das sereias e tritões. As outras colônias são diferentes, fisicamente falando? Mesmo que seja o caso, você poderia apenas descrever o geral no prólogo e deixar as particularidades para quando cada um aparecesse (ex: Rire foi para a Praça Muçuri, balançando seus cabelos assim e assado, que vinham presos num coque. Ela gostava muito deles, porque eram diferentes/iguais aos dos outros Hapori por isso e aquilo). Ficou a dúvida se ele se referia só aos Hapori ou a outros, quantos outros existiam, onde estavam, se estavam em guerra ou se eram pacíficos também (de novo, essa dúvida veio por causa da sinopse). Algo que faltou foi falar dos globies, porque sinceramente não entendi o que eles eram quando apareceram no capítulo 1. Me pareceu uma versão mais perigosa de piranhas, peixinhos pequenos e do mal, mas eles tinham lanças e tudo mais, então acho que é algo mais humanoide. Você só menciona que não têm muito a ver com mamíferos, mas isso eu não entendi também, porque os nereides já não lembram muito, fora talvez o formato do corpo da cauda para cima. Se houver outra colônia relevante além dessa, seria legal citar os nomes também.
Você comentou sobre a gramática no formulário, mas notei alguns problemas, como uso de “o mesmo” como substituição para nome, que não é adequado, algumas crases e vírgulas faltando (principalmente em oração subordinada adjetiva, aquela em que dá pra substituir o “que” por “o qual”. Existe uma diferença entre restritiva e explicativa e aí a leitura acaba ficando diferente sem a vírgula, confunde um pouco). Também seria bom se atentar para colocação pronominal, no caso em que há um advérbio de negação. Ex: “não” — Não se acostume. (Certo.) Não acostume-se. (Errado).
Além disso, tive um pouco de dificuldade para compreender alguns detalhes por conta de ambiguidades na escrita. Ocorreu principalmente com o pronome “seu”. Você usou várias vezes em situações em que mudava o sujeito, o foco da oração, de modo que não dava mais para entender a quem o “seu” se referia. Um exemplo é a relação entre o Ihoy, o Kahan e o Marama. Sei que o Ihoy é pai do Kahan, mas o Marama é irmão dele ou irmão do Kahan? Outro exemplo é esse aqui: "Assim que chegaram Rire sentara-se em seu ninho que, admitira, era muito melhor que o seu." De quem era o ninho anterior e de quem é o de agora?
Outra coisa que dificulta a compreensão, em especial em histórias originais, é o uso de recursos como “a menor”, “a mais velha”. Recomendo colocar isso só para mostrar ao leitor que alguém é maior ou mais velho, etc. Para se referir aos personagens, use os nomes, ele/ela, a raça, se houver diferença, entre outros. Como o leitor ainda não está muito familiarizado com quem é quem, dizer que “a menor fez isso” é não dizer nada. Quem é a menor? Por que não usar o nome dela, até porque ajuda o leitor a decorar? Tem que tomar cuidado com erros nos nomes também, como Maram e Wari (capítulo 2, se não me engano), verótopes, verópodes (capítulo 1), de novo, principalmente no começo. Como todo mundo é personagem novo, se você colocar errado, o leitor pode achar que você está introduzindo mais um personagem, não se referindo a um que já estava ali.
Gostaria de questionar também os planos tantos dos globies quanto do Ihoy. O primeiro nem sei se posso chamar de plano, porque o leitor não tem como saber o que eles queriam e como queriam. A Rire dá a entender que eles queriam só pegar o verótopes, mas então por que seguiram até a colônia Hapori? Não seria mais fácil aguardar a passagem do bicho por lá e depois ir atrás, ou ficar de tocaia, ver se os Hapori iam atacar o verótopes e, depois, fazer um plano para roubar o bicho morto? Questiono porque invadir a colônia atrás de um animal é um plano meio suicida. Mesmo sem saber as intenções deles, a Rire teria percebido algo errado caso os visse seguindo para Hapori. E, sobre a invasão, que fim se deu no verótopes? Ele apareceu lá? Pra onde ele foi? Ele foi para a colônia, afinal? Acredito que a Rire não possa ter visto certinho, porque parecia que ela estava a certa distância de lá, por isso chegou depois que acabou a invasão toda. Na verdade, questiono essa parte também. O tamanho do estrago descrito no capítulo 2 não condiz com o tempo de batalha. Para a Rire chegar e não tem mais inimigos lá, ela teria que ter aguardado um bom tempo escondida nas algas, ou então foi todo um exército do globies atrás de Hapori, mas isso também derruba a teoria de que eles estavam apenas atrás do verótopes, não da colônia. Seria legal ver isso aí. Já comentei sobre descrever mais os globies, quem são, como são e o que fazem, então não vou me demorar mais nessa parte.
O plano do Ihoy não fez sentido para mim, porque não soava bem como um plano: cerquem todos e matem todo mundo. Acredito que eles atacariam os globies no calor do momento e na louca mesmo, como descrito aí (cercar e matar geral), mas chamar de plano é um pouco estranho porque não teve de fato um planejamento. Eu até me perguntei se os Hapori não eram estrategistas nem gostavam desse tipo de coisa, mas não sei dizer só com o que li.
Outra ação que fugiu um pouco para mim foi a Auho saindo da área cheia de pedras para ir fazer um ninho. Esses ninhos são tão importantes assim para ela largar o local com mortos e feridos para construir um? Seria legal explicar a relevância deles, porque senão fica parecendo que ela só não estava muito a fim de ajudar, não se importava, etc. Mesmo que as fêmeas não tenham costume de fazer coisas como levantar pedras, numa situação excepcional como essa, creio que todos ajudariam.
Último detalhe sobre o plot, mas não menos importante: o que são as peles de água-viva desidratadas? Como isso funciona? Entendi que os nereides vão à superfície desidratar as peles, mas aí como que eles voltam com elas pra Hapori e elas continuam desidratas? Não deveriam voltar ao normal? Elas são envoltas em algo ou cobertas de algum material específico? Seria bom explicar.
Ainda focando em inconsistências no texto, tem o uso de itálico, que não ficou claro para mim. Em alguns momentos, você não usa, como no caso dos “globies”, que não são uma palavra real, que eu saiba, pelo menos; mas, em outros, coloca: "Na sua vez, pegara o que assemelhava-se a uma besta, a groul, acompanhada de flechas contendo veneno paralisante que apaga o sistema nervoso central; já havia treinado com uma daquelas antes, lembrara." Por que “groul” vem em itálico? Seria bom seguir uma regra só, até para não confundir o leitor. Não compreendi também por que o “apaga” está em itálico. Ah, aí tem aquele problema que eu mencionei de colocação pronominal, mas com “que”. Seria “o que se assemelhava a uma besta”.
Até aqui, achei seu texto muito bom, do tipo que seria agradável de acompanhar e de betar também. Você se beneficiaria bastante com uma betagem aliás, e não posso deixar de recomendar. Tem outros detalhes como pontuação de diálogo e todo o resto que eu citei aqui, que um beta certamente perceberia e informaria a você. Gostei da escolha de nomes, porque de fato parecem pertencer a um mesmo povo, não soando só como nomes escolhidos a esmo por serem bonitos ou algo assim. Ainda não consegui definir bem as personalidades, mas acho que lendo mais capítulos isso aconteceria. A história em si parece legal e seria ótimo ver mais desse mundo.
Sucesso para você.
Se puder, por favor, dê um feedback sobre a crítica. O link é este: http://goo.gl/forms/rv0T0Zf7B3
Até mais!
Consegui voltar haha houve uns probleminhas nesse meio tempo, perdão. O "dinahmitt" é um "codinome" meu que gosto mais que o meu nick do Nyah! haha Como eu ganhei a página, não pude pedir alteração (sinceramente, não lembro quem me fez esse presente mega fofo) pra alterar aqui. Sry
"Tem traição e guerra ou eles vivem pacificamente? Parece meio um paradoxo.", verdade. Falha minha e como ninguém nunca comentou (juro, ninguém notou isso antes de ti!), admito que eu nunca percebi a falha de raciocínio e lógica nesse trecho. Que horror! Mas tudo será devidamente revisado e ai mandarei para outras avaliações do teu pessoal (quem sabe tu pega a história de novo pra dar uma reavaliada? haha). Nossa, deu até vergonha agora :(
"Apenas pergunto a razão para ter focado na aparência física das sereias e tritões. As outras colônias são diferentes, fisicamente falando? Mesmo que seja o caso, você poderia apenas descrever o geral no prólogo e deixar as particularidades para quando cada um aparecesse". Então, quando comecei a escrever a história, ainda tinha pouca base literária (no sentido de estudo, não de leitura; eu leio bastante). Essa coisa do "mostre, não conte" só fui aprender beeeem depois. Triste, eu sei. Mas aprendi e pretendo melhorar e editar essas coisinhas. Tu já não é a primeira que fala da descrição excessiva do prólogo, realmente, perdi muitas oportunidades de enriquecer a história em função disso também. Uma pena. Ah! E sim, as colônias são diferentes fisicamente, porque são outras subespécies. Gosto bastante desse detalhe porque dá a entender que o universo é muito grande (e na verdade, me dá abertura pra trabalhar isso futuramente, caso venha a calhar).
Sobre os globies: ficou mesmo vago assim? Puxa vida! Já ouviu falar que um péssimo autor é um que não consegue se fazer entender ao leitor? Pois é como estou me sentindo agora. Sensação de falha total. Gzuis. haha Os globies são uma subespécie de sereias também, mais animalescos e de natureza e cultura totalmente diferentes. Devido a isso também são mais fáceis de manipular. Espero poder corrigir isso logo, mas sei que vai levar algum tempo.
Quanto a gramática, realmente tenho algum problema de falta de atenção. Sabe quando tu escreve já no automático e na revisão não percebe? E como não tenho um beta (ou não tinha, arrumei um ontem!) era bem difícil encontrar esses errinhos. Mas obrigada, vou ficar mais atenta! Também pretendo alterar a forma de expressão geral da história (dá pra chamar assim?), quero deixar uma leitura mais leve, porque quando reli um capítulo sem compromisso achei pesada, arrastada, cansativa.
"Sei que o Ihoy é pai do Kahan, mas o Marama é irmão dele ou irmão do Kahan? Outro exemplo é esse aqui: 'Assim que chegaram Rire sentara-se em seu ninho que, admitira, era muito melhor que o seu.' De quem era o ninho anterior e de quem é o de agora?" Kahan é irmão do Marama. Ambos filhos de Ihoy. Sobre o ninho: "sentara-se em seu ninho" se referia ao ninho da outra. Perdão por isso, ficou realmente péssimo. Vou tratar de arrumar semana que vem toda a história (amanhã já começo pelo prólogo e sinopse, mas não sei quando vou conseguir editar no site).
Meu Deus, cara, eu te amo. HAUEHEUHAUHU JURO QUE NINGUÉM FOI CAPAZ DE CAPTAR ESSES ERROS ATÉ HOJE. Ou pelo menos, ninguém me contou. Nem meu namorado. Percebe? Quero teu e-mail/contato pra ti me ajudar, se puder, é claro. Isso facilitaria metade do processo, já que eu também me sentiria mais segura...
"Questiono porque invadir a colônia atrás de um animal é um plano meio suicida." aqui vou ser obrigada a te dar um spoiler. Eles estavam fingindo caçar a verópodes (é uma fêmea) a fim de invadir a colônia pra dominação. Isso fica claro mais pra frente. Tudo o que acontece, é a interpretação confusa e inocente da Rire. É claro que não consegui deixar isso claro (mas já sei como abordar isso melhor) e a culpa é minha, não tua e muito menos da Rire (que nem existe, pobrezinha haha).
"O tamanho do estrago descrito no capítulo 2 não condiz com o tempo de batalha. Para a Rire chegar e não tem mais inimigos lá, ela teria que ter aguardado um bom tempo escondida nas algas, ou então foi todo um exército do globies atrás de Hapori, mas isso também derruba a teoria de que eles estavam apenas atrás do verótopes, não da colônia." Exato! Não estavam atrás da verópodes. A verópodes era a arma biológica deles. Novamente, culpa minha não ter deixado isso subentendido de forma mais adequada... quis tanto fazer mistério que acabei confundindo mais o leitor que qualquer coisa, pelo visto. Desculpe.
O plano de Ihoy foi uma vergonha. Eu pretendia editar aquela parte e esqueci, acredita? Sim, uma coisa bem boba, mas sincera. Escrevi um plano separadamente, num outro momento e esqueci de acoplar à história antes de postar. De novo, falha minha. E de novo, algo que pretendo corrigir.
"Por que 'groul' vem em itálico? Seria bom seguir uma regra só, até para não confundir o leitor." o itálico eu coloco só na hora de apresentar a palavra. Quando ela aparece pela primeira vez. O "apaga" é porque foi uma força de expressão, já que não tem como apagar literalmente um organismo vivo (isso é algo que só pode ser feito com energia elétrica).
Darei um feedback sim, pode ter certeza disso! Muito obrigada pelo teu tempo, atenção e dúvidas. Na verdade, pareceu que tu realmente ficou curiosa pra tentar entender tudo o que se passava e se interessou pelo conteúdo da trama. Obrigada por tudo!
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