Ai eu realmente quero que tudo continue assim, mas aí seria perfeito de mais. Tem como embrulhar um Andrew desse jeitinho e enviar por Sedex? É perfeição demais pra um pessoa, como não se apaixonar por ele. Mas acho que a Nina tem q se abrir com ele e contar tudo, só assim ela pode superar tudo isso. Amando muito! Beijos
"Nação deixe passar. Eu preciso saber para poder concertar, O.K.?"
Acho que esse foi o único erro de me dar arrepios. Não se esqueça que "consertar" vem de ajeitar, arrumar e "concerto" vem de orquestra, ou algo assim.
Preciso admitir que não gosto de fanfics em que tudo sai exatamente como o planejado, sabe? Nina teve um passado difícil e está numa boa fase agora, eu entendo. O meu problema não está no conteúdo do capítulo em si, e sim na maneira que você descreveu esse bom momento. Vou dividir em tópicos para facilitar.
— Conversa com o Eli. Num primeiro momento, temos uma garota assustada e confusa procurando a ajuda do seu melhor amigo. Eu, numa situação como essa, também procuraria pelo meu melhor amigo. O problema é que a cena inteira não me parece natural. Vou colocar de outra forma para que você entenda a minha crítica. Quando eu vou à psicóloga - e eu a visito toda semana - é esse tipo de diálogo que eu espero. Aquela mulher maravilhosa é a luz que me guia na escuridão, é ela quem me ajuda a não ter um ataque toda vez que algo de ruim me acontece. E o diálogo se encaixa bem numa situação como essa. Bárbara, a minha psicóloga, é uma profissional e eu espero dela algo que pareça ter sido tirado de um livro de autoajuda. Quando eu peço conselhos ao meu melhor amigo, certamente não é esse tipo de conversa que temos. A cena não ficou ruim, só... Não me parece muito natural, só isso.
— Epifania da Nina. É como se, de repente, a Nina entendesse todo o sentido da vida. Quase posso imaginar os olhos dela brilhando e seu corpo se erguendo aos céus com esse momento de esclarecimento.
— Andrew no cavalo branco. Sei que ele foi o príncipe no cavalo branco durante toda a história, mas... Não sei explicar, é como se aquele momento fosse arrancado de um livro de conto de fadas. Não é algo ruim, só... Se fosse só esse momento fofo, eu não criticaria. Tudo bem, tudo bem. Não há nada de errado em querer que as coisas sejam melhores do que realmente são, mas com todos os momentos incrivelmente perfeitos, isso me incomodou um pouco.
— A felicidade da Nina. Não tem nada de errado em estar feliz, pelo contrário. Quando a Nina está com o Andrew, sei que ela está feliz. O problema nesse capítulo é que é quase como se ela precisasse se declarar feliz e realizada a cada duas linhas. Se você reler o texto, vai entender do que estou falando. Depois da epifania, é como se não existisse cansaço ou qualquer outra emoção negativa, já que o amor supera todas as barreiras.
O capítulo ficou bom, Mi, eu juro. Ficou muito bom, na verdade. O que eu não gostei foi esse excesso de situações incrivelmente extraordinárias que deixam a personagem principal mais feliz que pinto no lixo.
A minha parte favorita foi o final, quando Andrew entrega a foto. A impressão que você me passou é que ele pensou muito antes de se decidir por aquele presente. Foi fofo, eu gostei muito.
Por favor, não leve minhas críticas para o lado pessoal. Não tem nada de errado com o capítulo, essa foi só a minha opinião. Espero que entenda.
2º: Eu entendo perfeitamente suas criticas. Eu leio tudo com muita atenção e considero muitas coisas. Mas não concordo em muitas partes. Deve ser porque quando eu escrevo sinto coisas totalmente diferentes de você, do outro lado, que está lendo. E acho isso super aceitável. Porque cada um tem sua própria perspectiva em relação as coisas. Um modo de pensar e de ver. E é exatamente por isso que eu acho, na minha opinião, que exista muitos tipos de amigos. Os que dizem tudo que você precisa, mesmo que você não saiba que precisa. Aqueles que só dizem coisas pra te agradar, mesmo que não faça isso por mal. Existe os profissionais: psicólogos e terapeutas que além de serem excelentes no que fazem e estudarem pra isso, não deixam de ser uma especie de amigo. Entre outros. Até porque cada pessoa é uma pessoa. Não dá pra esperar que sejam todas iguais. E é isso que eu tento passar através do Eliezer. Ele conhece a Nina como ninguém. Conhece ele mais que qualquer outra pessoa. E a amizade deles é assim do jeitinho que eu tento passar nos diálogos, nas cenas. Ele é uma pessoa muito direta na maior parte do tempo. O tipo de pessoa que diz na lata, mesmo que doa e mesmo que ele perceba, algum tempo depois, que pode ter ido um pouquinho longe demais e precise se desculpar. Acontece. Não dá pra acertar o tempo todo. Ao meu ver, foi o que aconteceu no diálogo entre eles. Foi o que tentei passar. Mesmo que você não tenha enxergado da maneira como eu gostaria. O que é aceitável. Não estou questionando, apenas justificando.
4º: Outro grande problema é que as vezes os leitores esperam que eu escreva algo que eles idealizam muito. Sei lá. Por exemplo: uma grande reviravolta, um final feliz, uma grande evolução do personagem. E não tem problema nenhum. Eu super entendo. Porque também sou leitora e sofro, choro, fico com raiva junto com a história. E isso é o melhor. Porque nunca estou esperando nada disso. Ou então, nem sempre meus amigos ou outros leitores têm as mesmas reações. E é ótimo agradar os leitores. Claro que é! Mas tem um grande porém, não entenda mal. Acontece que antes de escrever e começar uma história, eu já idealizo tudo na minha cabeça como eu quero que as coisas aconteçam e fluam. Eu não faço nada só fazer. Tudo tem um proposito pra mim, um sentido, que talvez não vocês leitores enxerguem agora ou nunca nem vão enxergar, porque eu não sei o quanto vocês absorvem. Ou seja, eu gostaria muito de agradar todo mundo e fazer tudo maravilhoso o tempo todo, mas não funciona assim pra mim. Porque eu já tenho uma linha de raciocínio na qual eu necessito seguir.
E por um ultimo: Obrigada por tudo. São toques legais, apesar de eu nem sempre concordar com tudo. Eu vivo dizendo que não sou uma escritora profissional. Tenho várias falhas e defeitos, estou sempre tentando dar o meu melhor e fazer o que gosto. Não para ter milhões de leitores, até porque nem penso em viver disso, mas faço só pelo prazer de fazer, sabe?
Ai eu realmente quero que tudo continue assim, mas aí seria perfeito de mais. Tem como embrulhar um Andrew desse jeitinho e enviar por Sedex? É perfeição demais pra um pessoa, como não se apaixonar por ele. Mas acho que a Nina tem q se abrir com ele e contar tudo, só assim ela pode superar tudo isso. Amando muito! Beijos
Fica tranquila, porque vai continuar esse amorzinho por um tempo. E eu adoraria poder te enviar um Andrew, viu? hahaha Beijos!
Olá!
Em primeiro lugar,
"Nação deixe passar. Eu preciso saber para poder concertar, O.K.?"
Acho que esse foi o único erro de me dar arrepios. Não se esqueça que "consertar" vem de ajeitar, arrumar e "concerto" vem de orquestra, ou algo assim.
Preciso admitir que não gosto de fanfics em que tudo sai exatamente como o planejado, sabe? Nina teve um passado difícil e está numa boa fase agora, eu entendo. O meu problema não está no conteúdo do capítulo em si, e sim na maneira que você descreveu esse bom momento. Vou dividir em tópicos para facilitar.
— Conversa com o Eli. Num primeiro momento, temos uma garota assustada e confusa procurando a ajuda do seu melhor amigo. Eu, numa situação como essa, também procuraria pelo meu melhor amigo. O problema é que a cena inteira não me parece natural. Vou colocar de outra forma para que você entenda a minha crítica. Quando eu vou à psicóloga - e eu a visito toda semana - é esse tipo de diálogo que eu espero. Aquela mulher maravilhosa é a luz que me guia na escuridão, é ela quem me ajuda a não ter um ataque toda vez que algo de ruim me acontece. E o diálogo se encaixa bem numa situação como essa. Bárbara, a minha psicóloga, é uma profissional e eu espero dela algo que pareça ter sido tirado de um livro de autoajuda. Quando eu peço conselhos ao meu melhor amigo, certamente não é esse tipo de conversa que temos. A cena não ficou ruim, só... Não me parece muito natural, só isso.
— Epifania da Nina. É como se, de repente, a Nina entendesse todo o sentido da vida. Quase posso imaginar os olhos dela brilhando e seu corpo se erguendo aos céus com esse momento de esclarecimento.
— Andrew no cavalo branco. Sei que ele foi o príncipe no cavalo branco durante toda a história, mas... Não sei explicar, é como se aquele momento fosse arrancado de um livro de conto de fadas. Não é algo ruim, só... Se fosse só esse momento fofo, eu não criticaria. Tudo bem, tudo bem. Não há nada de errado em querer que as coisas sejam melhores do que realmente são, mas com todos os momentos incrivelmente perfeitos, isso me incomodou um pouco.
— A felicidade da Nina. Não tem nada de errado em estar feliz, pelo contrário. Quando a Nina está com o Andrew, sei que ela está feliz. O problema nesse capítulo é que é quase como se ela precisasse se declarar feliz e realizada a cada duas linhas. Se você reler o texto, vai entender do que estou falando. Depois da epifania, é como se não existisse cansaço ou qualquer outra emoção negativa, já que o amor supera todas as barreiras.
O capítulo ficou bom, Mi, eu juro. Ficou muito bom, na verdade. O que eu não gostei foi esse excesso de situações incrivelmente extraordinárias que deixam a personagem principal mais feliz que pinto no lixo.
A minha parte favorita foi o final, quando Andrew entrega a foto. A impressão que você me passou é que ele pensou muito antes de se decidir por aquele presente. Foi fofo, eu gostei muito.
Por favor, não leve minhas críticas para o lado pessoal. Não tem nada de errado com o capítulo, essa foi só a minha opinião. Espero que entenda.
Estou ansiosa para o próximo capítulo ♥
Oi. Bom, então vamos lá.
1º: Arrumei o erro.
2º: Eu entendo perfeitamente suas criticas. Eu leio tudo com muita atenção e considero muitas coisas. Mas não concordo em muitas partes. Deve ser porque quando eu escrevo sinto coisas totalmente diferentes de você, do outro lado, que está lendo. E acho isso super aceitável. Porque cada um tem sua própria perspectiva em relação as coisas. Um modo de pensar e de ver. E é exatamente por isso que eu acho, na minha opinião, que exista muitos tipos de amigos. Os que dizem tudo que você precisa, mesmo que você não saiba que precisa. Aqueles que só dizem coisas pra te agradar, mesmo que não faça isso por mal. Existe os profissionais: psicólogos e terapeutas que além de serem excelentes no que fazem e estudarem pra isso, não deixam de ser uma especie de amigo. Entre outros. Até porque cada pessoa é uma pessoa. Não dá pra esperar que sejam todas iguais. E é isso que eu tento passar através do Eliezer. Ele conhece a Nina como ninguém. Conhece ele mais que qualquer outra pessoa. E a amizade deles é assim do jeitinho que eu tento passar nos diálogos, nas cenas. Ele é uma pessoa muito direta na maior parte do tempo. O tipo de pessoa que diz na lata, mesmo que doa e mesmo que ele perceba, algum tempo depois, que pode ter ido um pouquinho longe demais e precise se desculpar. Acontece. Não dá pra acertar o tempo todo. Ao meu ver, foi o que aconteceu no diálogo entre eles. Foi o que tentei passar. Mesmo que você não tenha enxergado da maneira como eu gostaria. O que é aceitável. Não estou questionando, apenas justificando.
4º: Outro grande problema é que as vezes os leitores esperam que eu escreva algo que eles idealizam muito. Sei lá. Por exemplo: uma grande reviravolta, um final feliz, uma grande evolução do personagem. E não tem problema nenhum. Eu super entendo. Porque também sou leitora e sofro, choro, fico com raiva junto com a história. E isso é o melhor. Porque nunca estou esperando nada disso. Ou então, nem sempre meus amigos ou outros leitores têm as mesmas reações. E é ótimo agradar os leitores. Claro que é! Mas tem um grande porém, não entenda mal. Acontece que antes de escrever e começar uma história, eu já idealizo tudo na minha cabeça como eu quero que as coisas aconteçam e fluam. Eu não faço nada só fazer. Tudo tem um proposito pra mim, um sentido, que talvez não vocês leitores enxerguem agora ou nunca nem vão enxergar, porque eu não sei o quanto vocês absorvem. Ou seja, eu gostaria muito de agradar todo mundo e fazer tudo maravilhoso o tempo todo, mas não funciona assim pra mim. Porque eu já tenho uma linha de raciocínio na qual eu necessito seguir.
E por um ultimo: Obrigada por tudo. São toques legais, apesar de eu nem sempre concordar com tudo. Eu vivo dizendo que não sou uma escritora profissional. Tenho várias falhas e defeitos, estou sempre tentando dar o meu melhor e fazer o que gosto. Não para ter milhões de leitores, até porque nem penso em viver disso, mas faço só pelo prazer de fazer, sabe?
Beijos!