Não sei fazer isso de deixa a escrita mais informal, e admiro enorme! É uma das minhas maiores fraquezas, você sabe, eu pontuo em chats na internet. Assim, não tem como não me derreter com esses diálogos! Dá para ouvir a voz dos personagens!
A interação entre o Pedro Bala e o Professor! ♥ Você passou muito bem o carinho entre os dois. Quando mencionou que Professor andava ao lado do Bala, mas não com os braços dados como antigamente, já deu um tom de ternura a relação deles, que achei sutil e bonito.
Como resistir ao Bala exigindo seu retrato de macho valente?? Ohh, aposto que o Professor João José tem um monte de retratos dele escondidos em alguma gaveta, aposto. XD Como também tenho certeza que ele não faria oposição a desenhar outro para dar para o Pedro. ♥
E depois do Trapiche e de tudo o que eles passaram na infância é muito legal ver que o Bala tem uma casa batuta!
Também gostei desse contraste entre o fato de o Professor estar buscando um novo olhar sobre a Bahia e acabar reencontrando as memórias da infância. ^^
Vou para o próximo, Libs!
O que mais gostei: Os diálogos, a narração bem feita e a adaptação da linguagem. ♥
Aah, Sarah *-* Seus reviews me derretem, simplesmente. Não sei nem descrever a alegria que é essa sua percepção para detalhes ou sutilezas deixadas aqui e ali por mim (às vezes sem eu mesma me dar conta).
A linguagem foi puro amor ao livro, hehe ♥ Algo que simplesmente não podia faltar :3
Obrigada pelo comentário, sério!! Beijos, beijos ♥ ♥
B
Bárbara Vitória
Ao visto os dois eram pestes na infância como vadios de rua, mas cada qual quando cresceu tomou seu jeito e rumo. Essa nostalgia toda tá me deixando em clima de monotonia, sabe daquelas que tu sente quando lê algo antigo e desconhecido mas sente como se já houvesse visto.
De qualquer forma *cof* Sim, os dois eram meninos de rua, faziam parte de um grupo de crianças abandonadas que tinham que se virar sozinhas para sobreviver e aí já sabe, né, roubavam aqui e ali, faziam serviços em troca de dinheiro e coisas do tipo. A fic parte do ponto em que ambos seguiram seus caminhos na vida, mas que agora, por força do destino, estão se reencontrando.
Ai, meu Deus, qual frase?? *-* Fiquei curiosa! Até reli o chap mas não sei se é a última frase de todo o capítulo ou algum parágrafo em específico...
E sim, penúltimo capítulo xD Quase acabando!!
Obrigada pelo review, meu bem :D Beijos, beijos ♥ ♥
E
Elyon Somniare
Pedro tem razão, se o Professor prometeu o retrato, é para cumprir (e pelo que me recordo do livro, ele de facto inspirou-se muito nos companheiros, então é provável que o tenho feito).
Essa de "tombá-las" na areia é uma das coisas que penso que iria desgostar-me muito mais numa releitura do que antes fez. É que antes não compreendia a magnitude. Enfim.
Segue muito legal! Esse é o ponto em que começa a ficar complicado eu comentar em todos os capítulos, já que tenho a sensação que essa história foi feita pra ser lida assim, de uma vez só, mas isso não é motivo pra parar, haha.
Confesso que eu não conheço todas as gírias que eles usam, embora essa seja uma coisa que me deixe ainda mais imersa nos personagens, me dá a sensação que são homens de verdade, andando e bebendo em alguma parte da Bahia (confesso, também, que fico um tanto irritada toda vez que eles jogam uma bituca no chão/areia, mas acho que isso é in character, então ok). Consigo ver o carinho que eles tem um pelo outro, e também o carinho pelas memórias que eles dividiram. Seguindo, que quero ver o famigerado beijo :>
E, novamente, esses diálogos acabam comigo!
Não sei fazer isso de deixa a escrita mais informal, e admiro enorme! É uma das minhas maiores fraquezas, você sabe, eu pontuo em chats na internet. Assim, não tem como não me derreter com esses diálogos! Dá para ouvir a voz dos personagens!
A interação entre o Pedro Bala e o Professor! ♥ Você passou muito bem o carinho entre os dois. Quando mencionou que Professor andava ao lado do Bala, mas não com os braços dados como antigamente, já deu um tom de ternura a relação deles, que achei sutil e bonito.
Como resistir ao Bala exigindo seu retrato de macho valente?? Ohh, aposto que o Professor João José tem um monte de retratos dele escondidos em alguma gaveta, aposto. XD Como também tenho certeza que ele não faria oposição a desenhar outro para dar para o Pedro. ♥
E depois do Trapiche e de tudo o que eles passaram na infância é muito legal ver que o Bala tem uma casa batuta!
Também gostei desse contraste entre o fato de o Professor estar buscando um novo olhar sobre a Bahia e acabar reencontrando as memórias da infância. ^^
Vou para o próximo, Libs!
O que mais gostei: Os diálogos, a narração bem feita e a adaptação da linguagem. ♥
Aah, Sarah *-*
Seus reviews me derretem, simplesmente. Não sei nem descrever a alegria que é essa sua percepção para detalhes ou sutilezas deixadas aqui e ali por mim (às vezes sem eu mesma me dar conta).
A linguagem foi puro amor ao livro, hehe ♥ Algo que simplesmente não podia faltar :3
Obrigada pelo comentário, sério!!
Beijos, beijos ♥ ♥
Ao visto os dois eram pestes na infância como vadios de rua, mas cada qual quando cresceu tomou seu jeito e rumo. Essa nostalgia toda tá me deixando em clima de monotonia, sabe daquelas que tu sente quando lê algo antigo e desconhecido mas sente como se já houvesse visto.
Hum... Poxa, monotonia? D:
De qualquer forma *cof* Sim, os dois eram meninos de rua, faziam parte de um grupo de crianças abandonadas que tinham que se virar sozinhas para sobreviver e aí já sabe, né, roubavam aqui e ali, faziam serviços em troca de dinheiro e coisas do tipo. A fic parte do ponto em que ambos seguiram seus caminhos na vida, mas que agora, por força do destino, estão se reencontrando.
Obrigada por comentar ^^
Gente, como assim? Já está acabando?
O que mais gostei: Essa última frase, essa última frase!
Ai, meu Deus, qual frase?? *-* Fiquei curiosa! Até reli o chap mas não sei se é a última frase de todo o capítulo ou algum parágrafo em específico...
E sim, penúltimo capítulo xD Quase acabando!!
Obrigada pelo review, meu bem :D
Beijos, beijos ♥ ♥
Pedro tem razão, se o Professor prometeu o retrato, é para cumprir (e pelo que me recordo do livro, ele de facto inspirou-se muito nos companheiros, então é provável que o tenho feito).
Essa de "tombá-las" na areia é uma das coisas que penso que iria desgostar-me muito mais numa releitura do que antes fez. É que antes não compreendia a magnitude. Enfim.
Segue muito legal! Esse é o ponto em que começa a ficar complicado eu comentar em todos os capítulos, já que tenho a sensação que essa história foi feita pra ser lida assim, de uma vez só, mas isso não é motivo pra parar, haha.
Confesso que eu não conheço todas as gírias que eles usam, embora essa seja uma coisa que me deixe ainda mais imersa nos personagens, me dá a sensação que são homens de verdade, andando e bebendo em alguma parte da Bahia (confesso, também, que fico um tanto irritada toda vez que eles jogam uma bituca no chão/areia, mas acho que isso é in character, então ok). Consigo ver o carinho que eles tem um pelo outro, e também o carinho pelas memórias que eles dividiram. Seguindo, que quero ver o famigerado beijo :>