Dear Cacheada, Passei um tempinho sem vir aqui mas eu voltei e foi por você. Algo me dizia pra ver como você tava. Cacheada, sei que você está quebrada e ferida, cansada e exausta. Mas querida Cacheada, a vida é assim, sei que é a frase mais clichê e comum que ouvimos sempre mas é a verdade. Sei que seu coração tem hábitos, como o meu tem e o de todos. Mas assim como uma mãe você precisa educá-lo. Lembre-se que ele pode ser a porta para sua maior felicidade, mas para a sua maior tristeza também. Antes de ouvir outro coração batendo ouça o seu. Saiba que seus amigos, assim como eu (mesmo não sendo considerada uma amiga) só queremos seu bem, mas a vida continua e qualquer esforço pra ligar ou conversar com você já é um sinal que se importam com você. Não viva assim pensando que ninguém te ama, isso não é verdade. Querida Cacheada, sempre que acordar lembre-se que várias pessoas te amam. Comece a sorrir com os pequenos detalhes do dia a dia pois são esses detalhes que nos deixam felizes de verdade. E os estranhos perfeitos talvez não sejam a melhor saida para um coração que tenta se reerguer podem ser uma cura momentânea mas que vai passar rapidamente. Não sei se você vai ler tudo e se talvez irá me responder. Só queto que saiba que me importo com você e se precisar de uma amiga aqui estou. Com carinho, Mari.
Esse texto me pegou de jeito, nossa. Tive que até tomar uns minutos para conseguir respirar. Eu me senti bastante tomada por ele, bastante envolvida e especialmente absorta.
Meu coração é vagabundo -oooh se é. E bem carente. Mas por motivos da vida, traços do destino - chame do que quiser -, ele está bem acostumado a solidão. A ilusão, na verdade, é sua melhor amiga. E não, não é a ilusão que faz mal, nunca foi. A vilã da história, na verdade, é a desilusão. Essa dói.
É só... impressionante. O quanto que, mesmo estraçalhado, mesmo em caquinhos e completamente quebrado, o nosso coração é tão resistente, continua batendo, funcionando. Amando. Em cada desilusão a sensação é a mesma, e apesar dele estar acostumado com a falta de amor, com a desilusão não se acostuma - dói na mesma intensidade, todas.
Não sei se sou grata ou ingrata por não saber nada do que a vida me reservou.
Dear Cacheada,
Passei um tempinho sem vir aqui mas eu voltei e foi por você. Algo me dizia pra ver como você tava. Cacheada, sei que você está quebrada e ferida, cansada e exausta. Mas querida Cacheada, a vida é assim, sei que é a frase mais clichê e comum que ouvimos sempre mas é a verdade. Sei que seu coração tem hábitos, como o meu tem e o de todos. Mas assim como uma mãe você precisa educá-lo. Lembre-se que ele pode ser a porta para sua maior felicidade, mas para a sua maior tristeza também. Antes de ouvir outro coração batendo ouça o seu. Saiba que seus amigos, assim como eu (mesmo não sendo considerada uma amiga) só queremos seu bem, mas a vida continua e qualquer esforço pra ligar ou conversar com você já é um sinal que se importam com você. Não viva assim pensando que ninguém te ama, isso não é verdade. Querida Cacheada, sempre que acordar lembre-se que várias pessoas te amam. Comece a sorrir com os pequenos detalhes do dia a dia pois são esses detalhes que nos deixam felizes de verdade. E os estranhos perfeitos talvez não sejam a melhor saida para um coração que tenta se reerguer podem ser uma cura momentânea mas que vai passar rapidamente. Não sei se você vai ler tudo e se talvez irá me responder. Só queto que saiba que me importo com você e se precisar de uma amiga aqui estou.
Com carinho,
Mari.
Esse texto me pegou de jeito, nossa. Tive que até tomar uns minutos para conseguir respirar. Eu me senti bastante tomada por ele, bastante envolvida e especialmente absorta.
Meu coração é vagabundo -oooh se é. E bem carente. Mas por motivos da vida, traços do destino - chame do que quiser -, ele está bem acostumado a solidão. A ilusão, na verdade, é sua melhor amiga. E não, não é a ilusão que faz mal, nunca foi. A vilã da história, na verdade, é a desilusão. Essa dói.
É só... impressionante. O quanto que, mesmo estraçalhado, mesmo em caquinhos e completamente quebrado, o nosso coração é tão resistente, continua batendo, funcionando. Amando. Em cada desilusão a sensação é a mesma, e apesar dele estar acostumado com a falta de amor, com a desilusão não se acostuma - dói na mesma intensidade, todas.
Não sei se sou grata ou ingrata por não saber nada do que a vida me reservou.
Estou completamente apaixonada por esse texto ♥
Acho que tenho alguns hábitos do meu coração em
Já pensou em escrever um livro????
Dedo no cu e gritaria!!!!
Amei você!