Boa noite, caro Filho de Kivi! Como está sua vida? Olha, sem querer dar uma de Sr. K mas já dando, menino, se você tá achando difícil se organizar no primeiro período, devo te avisar para colocar o capacete, as joelheiras e tornozeleiras porque só fica pior, viu? ASUHSHUSHUSH! Sendo muito honesta, é uma questão natural. Você será cobrado cada vez mais conforme avança na faculdade, mas, considerando que é um curso que você está fazendo por prazer, imagino que isso não seja tão pesado. E tem o fator adaptabilidade contando: logo você se habitua e vê que faculdade está looooooooooooooooonge de ser um bicho de sete cabeças. Eu particularmente fui malandra demais e empurrei a minha com a barriga HAHAHAHA deveria ter estudado mais. Sempre tirei boas notas e tenho um CR bom também, mas passei quase 100% do tempo na malandragem e mal estudei. Mas por que estou falando isso? Pra te acalmar. Faculdade é fácil de se habituar. É só uma questão de pegar o jeito mesmo. Daqui a poucos períodos você vai entender perfeitamente o que eu estou falando... Sendo bem honesta, acho que o que anda tirando mais seu tempo são as suas prioridades sociais SUHSHUSHUSHU mas, né, somos humanos, demasiado humanos, e certas necessidades da carne precisam ser preenchidas HUSHUSHUSHUHE!
Mas pode relaxar, honestamente. Considere a opinião de quem já passou por tudo isso; é só uma questão simples, de ficar habituado. Logo, logo, você se acostuma. E também é uma questão de sortear as prioridades... Como diz uma amiga minha, tempo a gente sempre tem, a questão é que ele é usado pelo que elencamos como mais relevante ou não, heheehehe! Penso assim também, sinceramente. Eu imaginava que nunca teria tempo pra escrever minhas fics quando começasse a estagiar e trabalhar em algum estágio mais pesado ao mesmo tempo (isso lá pros idos 2012), e, no fim, jamais me faltou tempo. Acho que, na verdade, quanto mais ocupações a pessoa tem, mais ela aprende a sortear melhor o que fazer com seu tempo livre e produz mais rápido. Tendo todo o tempo do mundo, acho que é algo que deixa qualquer um mais vagal. Hehehehe! Eu pelo menos passei a produzir muito mais quanto mais me ocupava de atividades que afinassem meu pensamento: estágio, faculdade, escrever a monografia... Como disse uma leitora minha muito querida, a Marcela Mota "escrever essa sua monografia te fez muito bem, você já escrevia superbem e ficou ainda melhor depois" ahahahah! Palavras dela em um review em Hunter's Instinct.
Mas vamos agora ao capítulo! Pareceu mesmo um episódio repleto de cenas. Deu até para imaginar os cortes hehehehe, as cenas se interligando umas com as outras como uma teia de aranha, fazendo uso da metáfora que Frinini gosta de usar sobre a linguagem: maleável, fluida, se transformando com os fios tecidos... Aliás, sabe que a origem da palavra texto está em tecer, não? Aprendi mais detalhes sobre essa simbologia na aula de filosofia hahahaha aliás, tirei 10 na segunda prova, aêêêê!
Foi um texto bem fluido e leve de ler, gostei de ver! Poderia ter ficado um capítulo carregado no drama, mas acho que o fato de você ter dividido os POVs em tamanhos menores, e os deixando múltiplos, mudando de personagem para personagem, foi algo que acrescentou muito ao ritmo do capítulo, que talvez ficasse truncado se fossem muitos POVs mais longos em reflexões tristes. Eu amo drama, gosto de POVs introspectivos, gosto de ver personagens lidando com seus sofrimentos, você já sabe disso a essa altura hahahahaha mas quis dizer no sentido de que a narrativa em si foi bem fluida com essa divisão, vamos falar assim: você soube muito bem como dosar a hora de parar e de acrescentar os POVs! Muito legal!
Começamos com o POV da Olga, e, como eu pensei, fazendo uso da máxima capacidade humana (demasiada humana hahahaaha) de colocar os pés pelas mãos e sair julgando o outro sem conhecimento de causa, o Carson já fez a coitada da Olga ser obrigada a carregar um sentimento de culpa escroto sem necessidade. Ok que os caras eram maneiros. Mas faltou um pouco de compreensão da parte dele. E se a Olga fosse uma ótima pessoa também (ela é maneira, mas como o Carson não a conhece, por isso apontei esse detalhe)? Ele não conhece a história dela. As motivações dela. Ele só conhece os sujeitos, e, por isso, tomou o partido e botou na conta dela. As pessoas são fodas. Por que não temos o instinto de buscar compreender antes de julgar? Por que é tão imediato assim condenar? É algo que me irrita muito no que poderia ser a "aparente natureza humana" (embora, como Sartre - acho que já disse isso uma vez - eu ache que a natureza humana é volátil, se constrói pelas escolhas feitas). Ela agiu pelo "coração" e até pelo instinto, assim como ele também agiu pelo "coração" (embora eu ache que a sensibilidade muitas vezes dialoga com a racionalidade: afinal de contas, empatia é algo que funciona muito mais que uma competitividade extremada, fadada a destruição de uma sociedade, ao isolamento, a um individualismo escroto). Então será que não dá pra simplesmente call it even? Faltou um pouco de sabedoria aí pro cara... Acho que um Hershel da vida pensaria mais pro lado da minha opinião. Mas... Agora já foi. Coitada da Olga.
Depois temos um POV de Rick! Comendo porco e purê, rapaz, eu AMO carne de porco, acho boa demais hehehehehe! Só não perde para carne de vaca em meu paladar. E fiquei aguando pensando nesse churrasco maneiro ahahahaha! Aliás, não tinha vaquinhas e boizinhos em Hilltop? Por que a galera não comeu uma carne maneira também (imagine-me com a voz de JP perguntando isso HUSUHHS)? Uma picanha na brasa, imagina que delícia! Bem roots e gostoso pra porra UHSHUSHUS! Só faltava aparecer um personagem chamado John Paul dizendo "eu tinha um tio no interior que criava boi e andava com cooler de carne pra lá e pra cá quando viajava" AHUUHSUHSUHEH! Como uma das histórias contadas à beira da churrasqueira nessa celebração do último dia (no caso, momento) de paz em Hilltop!
Concordo com Rick. Negan é um, mas não é dois eheheheh! É claro que ele tem muitos seguidores, mas o que fazia Negan tão ameaçador e sedutor (não no sentido sexual da palavra, já chego lá), é algo que minha tia que convenci a assistir TWD e agora gosta muito da série disse: ele é um cara que está MUITO vivo. Ele não tem medo de dominar, de atacar, de transar, de botar a cara a tapa, ele vive intensamente e assume a responsabilidade por isso. É "fácil" ser um Salvador. Você pode botar todas as atrocidades na conta do chefe, e foda-se. Algo meio como o nazismo de Hitler, sem querer usar argumentos ad hitlerum, só pra ilustrar mesmo: tudo se resumia a vontade do Fuhrer, certo? Algo meio como uma idolatria. Esse é o problema com Negan. É um ídolo a ser destruído. Um nome temido a ser derrubado. Ele angariou tanto poder porque não teve medo. Porque tinha "fome" de tudo: de poder, de mulheres, de conquistas em geral. Quando Rick percebe que a vida pode ser mais do que se esconder, sobreviver e apenas passar um dia após o outro pensando em proteger seus entes queridos e seu povo, ele ganha um passo a frente. Ele começa a pensar que nem Negan, no sentido de pensar no lado bom que existe na filosofia de Negan: VIVAM, não sobrevivam. Tenham prazer em viver.
O POV de Lizzy foi de uma fofura só. Ela é uma das minhas personagens favoritas, eu diria que minha segunda favorita depois do GooGoo. Sim, ela ganhou da Leah em estima pra mim ahahahahha! Gosto muito da personalidade dela, do jeitinho dela, dos hobbies dela, enfim, ela é uma gracinha de pessoa e de personagem! Uma linda, muito, muito preciosa. AI DE VOCÊ SE RESOLVER MATÁ-LA SÓ PORQUE FALEI QUE GOSTO DELA! ACHO BOM QUE VOCÊ TIRE ESSAS IDEIAS SÁDICAS DA SUA MENTE PORQUE VOCÊ SABE QUE EU NÃO VOU DEIXAR BARATO! AHUSUHSHUSUHSHU! XD O modo dela de pensar é interessante, algo mais pró carpe diem e otimista.
E logo depois temos um POV da Leah, que traz de certa forma um pensamento contrário mas que ao mesmo tempo dialoga com o de Lizzy. Lizzy e Leah, as duas últimas moças importantes para Vincent Hall, ehehehehe! Eu vi as referências aí a filosofia do eterno retorno de Nietzsche, engraçado como o cara adorava descer a lenha em pensamentos metafísicos e constrói alguns, tipo a metafísica de artista/filosofia da imanência dele e essa questão do eterno retorno ahahahaha! Mas é aquilo, essa contradição faz parte! É preciso ter o caos dentro de si para parir uma estrela dançarina! Será que o pequeno Daryl de Leah assim será? Ou será que ele nem chega a nascer? Tô sentindo que você reserva uma chacina sem precedentes para o final dessa fanfic hahahahahaha! As possibilidades de mortes são muuuitas... Gostei das duas conversando e se dando bem. Aliás, reparei que nesse POV foi mais um POV do narrador onisciente em si do que da Leah, porque há momentos em que vemos o que Leah pensa e o que Lizzy pensa. Fiquei até surpresa, você não costuma fazer isso!
E depois teve o fatídico encontro da Leah e Julia, heheeheh! A projeção que Hall fazia na adolescente e a mulher que o rejeitou e ele nunca superou se encontrando! Olha só! Mais LOST impossível ahahahahhaa o karma da série se manifestando aqui em AOW com toda a dramaticidade precisa! E o encontro teve toda a eletrizante carga de intuição que Julia jamais saberá como explicar... Ou será que saberá? Se você for seguir à risca a inspiração LÓSTica, ela não saberá hehehehehe! Legal que nesse momento também houve uma menção à filosofia de Nietzsche, no sentido das muitas verdades possíveis, e o ridículo (para ele, embora eu também concorde) de uma suposta verdade universal, única, que alguns defendem... O senhor andou lendo e estudando filosofia pelas minhas costas, rapá? Hehehehe! Aliás, nem precisava colocar em itálico as referências, deu pra notar UHAHUSAUHSAHUE! Os segredos enterrados então, nada como aquela auto-propaganda esperta dentro da própria fanfic HAHAHAHAHA! Sugestão: mencione a história nas notas iniciais do capítulo ou notas finais, para os leitores que porventura não tenham visto e tenham curiosidade de lê-la.
Depois, um POV da Imperatriz fodalharaça que é a Eloise linda! Essa mulher é o bicho, meu amigo (imagine o JP dizendo isso AHSHUSUH)! Bebendo um whiskão maneiro com o Hanso... Rolou aquele clima, falando de umas revisitações do passado, quando... EITA CARAI É AGORA A GUERRA CHEGOU, FODEU GERAL, FODEU!
Eduardo foi o escape cômico desse capítulo! Não negando as origens BR, o momento zuera tinha que sobrar pro brasileiro mais de boa da história (já que uma das marcas da Julia é ser, digamos, um tanto intolerante)! AHUUHSH e ainda manda um cara de pau "tem Rick aqui não, amigo" parecendo algo tipo o Chicó ASHUSUHSHUS! Ariano Suassuna gostaria dessa passagem ahahahahahahsauhsauhsd! Ah, a zoeira brasileira... ♥
Outro POV de Rick, com Gleglennzinho lindo se destacando, brilhando e sambando na cara dazinimiga! Definitivamente, não foi um bom dia para as inimigas do descendente de coreanos mais fofo da histórias das séries de televisão e de todos os quadrinhos possíveis UHSHUSUHEH! Aquela que nem exagera no fangirlismo... Mas eu adoro esse guri, vou fazer o quê? Hahahhahaha! Essa conversa dele com Rick se lembrando de Atlanta foi feelings. Realmente, parece que eles já viveram várias vidas... E têm em comum com a Carol da série o fato de terem "nine lives, remember?" ahahahaha são felinos muito adaptáveis! Todos eles! Ou talvez Rick não... Gosto do personagem, mas fiquei com mais medo de você ter matado Glenn do que ele, então admito que não sofri UHASHUSHUSHUE! Honestamente, não faço ideia se você matará Rick ou não. Fico em dúvida. A única certeza que tenho é que você vai matar uma caralhada de personagens, quantos serão e quais serão, aí já é realmente difícil de prever!
Fiquei com dó do Dwight (sério, lembro sempre do Dwight de The Office agora que já estou na metade final do seriado ahushushush). Espero que ele possa provar que isso foi só uma maneira de não fazer Negan desconfiar. Mas acho que vai ser difícil... Tô achando que vai dar ruim pra ele!
Capítulo realmente fascinante! Curiosíssima por mais, espero que o senhor tome tenência (fala a la Billy Ray ahahhahahaha) e poste com a devida rapidez o próximo capítulo, porque capítulos definitivos assim a gente não faz o povo ficar esperando pra ler não! Hunf! Estou aqui esperando ansiosamente heheheheh não me desaponte, gafanhoto!
Mais uma vez meus parabéns por escrever uma fanfic tão foda, caro Daniel! É muito bom acompanhá-la, e sempre fico orgulhosa de ver que pude ser uma inspiração para um trabalho tão fodaralhástico! Siga escrevendo cada vez mais, porque você tem muito talento, meu amigo!
Beijos!
O que mais gostei: As referências a Nietzsche. Verdades múltiplas e eterno retorno, ehehehe! Meu aprendiz sendo meu aprendiz hoje e sempre! Que orgulho! Sinto-me o Moritz com a Peggy (mas não nesse sentido que você está pensando, sou uma moça comprometida)!
O que acho que pode melhorar: CADÊ ESSE CARALHO DE NEGAN MORTO AHUSUHSHUE! Tô doida pra ver ele se ferrar! Mal posso esperar para os próximos capítulos e o desenrolar de tudo!
Eu não disse que conseguiria me organizar até segunda feira, dona Menta? Hein? Nunca duvide de mim, rapá! Heuheuehue...
Hei!
Olá, senhorita Menta, nobre advogada e engenheira, Imperatriz da Oceania e senhora da Ilha Esmeralda! Como estão as coisas?
Por aqui tudo segue na mesma, com exceção é claro de alguns probleminhas que sempre nos atormentam (que a senhorita já deve saber do que se trata), mas que com um jeitinho aqui e outro ali vão sendo resolvidos. Ou pelo menos amenizados...
Mas vamos logo iniciar (com um atraso gigantesco, mas fazer o quê hehe) a resposta para um review enorme e f***rastico da senhorita!
Depois da palestra que eu assisti sobre Nietzsche e o Amor Fati, passei a incorporar o Tucano e berrar a plenos pulmões: SEMPRE FUI FÃ! Hehehe... Achei simplesmente fantástica essa maneira de pensar e de analisar o mundo. Claro que ainda estou muito cru nesse ramo, e minhas referências ainda são bem humildonas, mas estou disposto a entrar de cabeça na filosofia, pois senti realmente um despertar... Muito foda! Inclusive essa semana mesmo eu andei lendo as Meditações sobre o Conhecimento, de Gottfried Leibniz, e achei em maneiro também!
Em relação à faculdade... O problema não tem sido nem o período em si, que em relação a trabalhos e provas vem sendo tranquilo de ser levado (com exceção de um artigo que preciso escrever sobre a Ilíada, esse sim vem me arrancando o couro hehe), o problema maior tem sido eu mesmo hhueheue... É claro que a falta de internet me atrapalhou um bocado (e seguirá me atrapalhando), mas como você mesma me disse uma vez, tempo sempre tem, só é preciso administrá-lo, e de fato eu venho dando muitas cabeçadas nesse quesito. Esse final de semana mesmo foi bastante corrido, pois precisei finalizar o capítulo de AOW juntamente a três trabalhos da faculdade... E claro, ainda tem a Peggy... Mas esse fator em particular não me atrapalha em absolutamente nada, pelo contrário heuehuehe...
Eu espero realmente que minha evolução no curso gere frutos também na minha escrita, pois assim que terminar de escrever AOW (lembre-se, faltam apenas dois capítulos), pretendo começar as pesquisas para um novo projeto, que talvez seja até mesmo uma continuação dessa história, quem sabe...
Nesses últimos capítulos eu adotei uma postura um pouco diferente da que apresentava nos demais. Como haveria muitas cenas de ação, correria, mortes e uma pá de coisas acontecendo ao mesmo tempo, resolvi dar uma freada de leve no tamanho dos POVs, distribuindo-os de forma contínua durante o capítulo, para que de fato esses cortes ficassem mais claros na cabeça de quem estava lendo. Fora que era importante também dar destaque a todos os 7658582687527 de personagens dessa história, principalmente agora que ela já está na contagem regressiva...
Não podia deixar a história muita carregada no drama, pois o capítulo ficaria denso demais, talvez até muito maçante de ser lido. O objetivo era mostrar a guerra por diferentes olhos e ângulos, para que todos pudessem entender o que estava acontecendo no cenário em geral e com cada um dos personagens em particular...
A Olga ganhou um papel muito importante nesse final de fic, principalmente no 52 e no 53, onde ela se destacou bastante. Ela de fato é uma personagem que poderia ter sido muito bem trabalhada se tivesse sido introduzida no início da história. O passado dela é fantástico, assim como toda a sua trajetória até chegar a guerra contra Negan, mas infelizmente não houve tempo e nem timing para trabalhá-la da forma que eu gostaria... Como você bem disse, as atitudes dela acabaram gerando um julgamento sumário, baseado em nada além do próprio ato cometido por ela. Esse POV serviu para mostrar como vivemos realmente em uma bolha, tomando a nossa realidade e forma de pensar como a verdade absoluta. Carson jogou todo um peso sobre ela por ter matado os seus amigos, mas em nenhum momento pesou que ela estava ali para salvá-los. Aliás, estava ali sozinha para salvá-los, arriscando-se em uma missão que tinha tudo para ser suicida... Concordo com você (e com Sartre) no ponto em que a natureza humana é volátil e construída por nossas escolhas, mas talvez aja (puxando um pouco a sardinha para Chomsky) um inatismo que gere esse tipo de pensamento, como se lutássemos constantemente contra uma espécie de “natureza mais bárbara e animalesca” dentro de nós...
Eu também adoro carne de porco! Inclusive já aprendemos com os caros nerdcasters que nos ensinaram que no quesito bacon, ou você gosta, ou você está errado! Heuheuehue... Eu realmente nunca vi vacas e bois no Hill Top, lembro que nos quadrinhos Adlard nos mostrou porcos e galinhas, mas não lembro de ter visto bovinos por lá... De qualquer forma vale uma pesquisa mais profunda hehe... Rick tem filosofado bastante nesses últimos capítulos, percebeu? Será que isso quer dizer alguma coisa? Hehehehehe... Gosto de falar essas paradas só para te deixar bolada! Heuheueheu... Mas sim, claro, Negan é um mais não é dois! Ele vive sem culpa, sem pudor, sem regra alguma. Aliás, ele faz as próprias regras! E criando uma imagem mítica como a que criou, sempre se exaltando, fica realmente fácil segui-lo. Mal comparando, é como se fosse a velha desculpa que algumas religiões dão para quando algo está dando errado na sua vida, colocando sempre a culpa no diabo. Nesse caso Negan é literalmente o próprio diabo! Hehehe... O que Rick vem fazendo (como a senhorita mais uma vez bem disse) é trocar a sobrevivência apenas pela vivência. Pensar em um futuro, em tomar as rédeas de tudo, em vencer a guerra, em reconstruir a sociedade da sua forma... Rick Grimes vem realmente dando esse passo a frente...
Eu também gosto bastante da Lizzy, mas nesse momento crucial da história, não posso garantir a você se ela sobreviverá ou não no final, acho até que seria um corta tesão se eu revelasse o destino da moçoila... Mas eu realmente tenho um cuidado muito grande ao escrever os POVs dela, pois realmente tento passar essa imagem (nessa segunda fase dela, após a morte de Vincent) de alguém mais otimista em relação ao futuro e a si mesma...
Eu tinha por obrigação fazer essas referências ao eterno retorno, pois foi algo que realmente explodiu minha cabeça! Hehehe... Modéstia a parte acho até que foi bem encaixado, pois acabou se relacionando com as duas últimas mulheres importantes para Vincent Hall, fazendo ainda um link com o futuro filhote de Leah Fisher hehehe... Mas como eu disse, ainda sou muito garoto nesse quesito, preciso estudar muuuuuuito mais para um dia chegar a sua f***rilhicidade em relação a Nietzsche hehehe... Sobre o formato desse POV em especial, foi tudo realmente feito de propósito, e entendo que tenha ficado um pouco confuso. Se você notar, os POVs com apenas três estrelas (***) dentro do capítulo, se encontravam dessa forma exatamente por se relacionarem uns com os outros. No caso de Penn e Fisher, o corte se deu apenas como uma câmera mudando de ângulo, mas permanecendo no mesmo cenário e na mesma cena. Tentei fazer de uma forma mais onisciente para que o leitor seguisse no embalo, sem perder nenhuma informação daquele diálogo...
Tanto fiz isso que o próximo POV trouxe justamente a Julia com a Leah, praticamente uma continuação da cena anterior, apesar da mudança de visão... Esse encontro precisava acontecer, era só questão de tempo! Já que Alves e Hall nunca mais poderiam se ver, fiz questão de colocar essa dose de Lost (mostrando personagens que estão totalmente interligados, mas que não fazem ideia do quanto suas histórias se misturam umas com as outras) ao pôr as duas frente a frente. E mais! Alves está incumbida de fazer o parto do filho de Vincent! Que loucura, não é? Hehehehe... É claro que precisava de mais referências a Nietzsche e um toque daquelas coincidências que tanto vimos em Lost... As coincidências que não existem, como aprendemos bem na melhor série de todos os tempos. Gostei bastante de escrever essa parte, estava realmente ansioso para que esse momento chegasse hehehe...
Ah... Eu fiz sim a propaganda de Buried Secrets nas notas do capítulo 52. Mas convenhamos, atualmente eu tenho apenas duas leitoras que comentam de fato (você e Sami, sendo que as duas já comentaram em BS) e mais uma pá de fantasmas que jamais escreveram um review. Acredito que essa galera já tenha visto a propaganda, e talvez tenham até dado uma olhada na one, mas duvido muito que deixem algum comentário por lá... Essa é a triste realidade, senhorita hueheuheue...
Eu sempre ergo a flâmula do Império da Eloise, pois realmente me orgulho demais dessa personagem! Pode dizer a vontade que eu puxo a sardinha para o lado dela, pois eu puxo mesmo! Hehehe... Essa parte foi mais voltada para mostrar a amizade dela com Hanso, o quanto os dois se respeitam e o quanto são importantes um para o outro. O 54 terá um P*** complemento para esse POV...
Eduardo se provou um bom alívio cômico, pode admitir! Hehehe... O cara mandou uma zoada f*** na maior cara de pau para o Negan hehehe... Às vezes é bom dar uma desbancada naquele debochado filho da P***! É prazeroso, não é? Heuheueh...
A guerra finalmente começou e sobrou para Glenn e Rick a dose de ação, tiros, porrada e explosões gratuitas! Hehehe... Fiz questão de relembrar a cena do beco em que os dois se encontram pela primeira vez nos quadrinhos, que difere bastante do que ocorreu na primeira temporada da série. Esses momentos nostálgicos são legais para caramba! Remeter ao início dessa história (que já tem tanto tempo que muitas vezes nos esquecemos) é legal para mostrar o quanto os sobreviventes evoluíram! p****, os caras estão em guerras comandando tropas e sendo mandatários de grandes comunidades... Quem imaginaria isso ao ler as primeiras edições?
Dwight está sempre no limite, constantemente enfiado em alguma impossible sutiation! Dessa vez o cara acabou ferindo Rick mortalmente (ou não), mas já posso adiantar a você que ainda haverá o grande plot twist final em relação a esse personagem... Em relação às mortes, sim, haverá muitas mortes e mortes importantes! Leia o 54 e ateste o que estou dizendo! E ainda haverá o 55, em que a guerra finalmente encontrará o seu fim... Bom, não darei nenhum spoiler, já que faltam apenas dois capítulos para que AOW chegue ao final... Já estou chorando aqui L
Obrigado por todos os elogios, o apoio e a paciência que sempre teve comigo, minha amiga! Obrigado por tudo! Leia o capítulo 54, ele acabou de sair do forno e foi escrito com todo o carinho e lágrimas! Hehehe...
Aí minha nossa que saudade eu estava de ver a notificação de atualização de All out War meu deus do céu!! De repente parece que todo mundo começou a ficar sem tempo nenhum para fazer outra coisa que não fosse estudar ou no meu caso trabalhar. Eu ando meio louca com toda essa correria, ainda mais quando se quer passar no vestibular. Mas é como você me disse uma vez: todos nós temos uma vida fora do Nyah e demorando ou não para atualizar a história o importante é que tem capítulo novo e que a vida ainda tá indo tudo numa boa.
Mas enfim, é muito bom ter mais um capítulo da história para ler e NOSSA MÃE DO CÉU QUE CAPITULO FOI ESSE?!?!
Jesus amado não sei nem por onde começar direito e por ser um pouco do contra vou falar o que eu achei sobre essa parte final que foi do balaco baco. Minha feição pela treta só aumenta conforme os capítulos vão sendo postados e nesse teve exatamente tudo o que eu mais gosto nesse mundo: tiro, mais tiro, bomba e claro morte. Foi fantástico ler essa parte da guerra nossa... Aahhh ADOREI.
Eu estou adorando ver Leah e Lizzy se enturmando entre si, elas compartilham da mesma desgraça e praticamente passaram pelas mesmas merdas (tirando uma que está grávida). Acho que ambas podem virar super amigas depois que tudo isso acabar, bom, se as duas estiverem vivas para isso né. Mas eu tenho certeza que você não será tão cruel assim ao ponto de matar de uma menina grávida né??? Eu espero que não.
A Olga coitada, deu até pena dela pelo que aconteceu e nossa, ter tudo aquilo jogado na sua cara na maior assim foi dureza. Não ficaria surpresa caso ela viesse a morrer ou sei lá, ficar meio doida com tudo isso. A aposta maior está nela sendo morta por alguém ou cometendo suicídio (nossa seria dramático demais). Eu juro que se você não tivesse falado no comentário de Buried Secrets que a Julia estava no Reino eu teria ficado bem mais surpresa com isso, mas confesso que jamais esperei que ela estivesse tão perto e ao mesmo tempo tão longo do Vicent. Agora pensa comigo em como seria se ele ainda estivesse vivo e eles se encontrassem no meio dessa guerra. Gente! Ah não, seria muito legal. Se bem que eu acho que ela não iria ficar assim tão mexida como ele ficaria (ou ficaria???) Enfim, seria um reencontro maneiro e meio dramático né.
Só uma coisinha: sobre "antes do final, que será bem tranquilo e emocionante... Tenho certeza que irão se emocionar com o que tenho guardado" olha, eu sinceramente não sei o que pensar sobre isso. Não sei se fico feliz ou sei lá porque coisas dramáticas nem sempre são assim tão boas e vendo o caminho que a história está tomando sinto que esse dramático" será bem, bem dramático mesmo. Mas não vou mentir, adoro um drama hahaha.
Bom, por hora é só isso mesmo. Até breve e boa sorte na nova vida de universitário, aproveite bastante e claro tente não enlouquecer com a faculdade porque eu vejo a minha irmã quase arrancando os próprios cabelos de tanto estudar. Mas enfim, beijos e até mais!!
Corri esse final de semana para escrever o capítulo de AOW, responder aos reviews atrasados, e ainda complementar tudo isso com três trabalhos da faculdade, sendo um deles um artigo sobre o canto XVII da Ilíada de Homero! Quase 72 horas sem pregar o olho direito! Hehehe... Mas aqui estou eu, firme e forte (ou não) para responder a mais um atencioso e carinhoso comentário escrito pela sua pessoa! Eu sei que demorei, mas estou tentando compensar isso hehe... O capítulo 54 já está postado, então prepare o lenço de papel, pois o antepenúltimo capítulo de All Out War está repleto de despedidas...
Mas voltando ao seu review...
Esse final de capítulo foi realmente repleto de ação! E se você gosta mesmo de toda essa porradaria, tenho certeza que irá adorar o episódio 54! Esse sim, com literalmente ação do início ao fim! Hehe...
Eu precisei ter um pouco de cuidado ao aproximar as duas (Lizzy e Leah), pois não queria criar nenhum tipo de amizade forçada, apenas pelo fato das duas terem sido pessoas importantes na vida de Vincent Hall. Mas com o tempo percebi que o que as estava ligando era algo externo a tudo isso. As duas possuem personalidades que se complementam, meio que precisam uma da luz da outra. Acho que o diálogo entre elas sempre gera discussões importantes, principalmente no que diz respeito à forma como cada uma vê o mundo desolado em que vivem... Fora que são duas meninas que evoluíram para caramba no decorrer da fic! Bom, assim como eu disse a Menta, direi também a você... Não irei adiantar nada em relação a quem morrerá, justamente por ser um corta tesão, já que a história está em sua reta final. Só peço que se prepare, pois no capítulo postado hoje, teremos algumas despedidas e despedidas importantes!
A Olga tomou uma P*** rasteira da vida! Acabou destroçando quatro vidas sem nem ter ideia do que estava fazendo. É claro que Carson a massacrou, tentando jogar nela toda a culpa pela execução dos seus amigos, mas vale ressaltar também que ela estava em uma missão de resgate, e tudo o que fez foi apenas com intenção de libertar Eugene e o seu pessoal. Se pararmos para pensar, talvez ela tivesse sido a vítima dos dois seguranças, se os mesmo tivessem sido rápidos o bastante. É complicado tomarmos um lado nessa história, assim como é muito complicado julgar o que aconteceu com a ucraniana... Por isso mesmo que achei bem legal lançar toda essa discussão dentro do capítulo, acho que deu uma boa apimentada e de certo modo criou um nó na cabeça dos leitores hehehe...
Julia já havia aparecido no Reino, no capítulo em que a mostrei junto a James Goodwin, mas como foi uma breve aparição, talvez você não tenha notado... Eu a trouxe muito na reta final de AOW, então não havia muito clima para pausar a história e contar sua trajetória de sobrevivência, por isso acabei fazendo em uma one a parte. A grande questão é mostrar que ela está aí, que sobreviveu apesar de tudo, e que o universo acabara sendo bastante engraçaralho em relação ao seu destino hehehe... Colocou a médica frente a frente com Leah, e ainda a colocou como responsável pelo parto do filho de Vincent Hall! Algo que nem de longe passa por sua cabeça hehehe... Essa é meio que uma forma de compensar o encontro entre ela e Hall que nunca poderá ocorrer. Mas eu gosto de brincar com destino e coincidências dentro da fic, é claro, sempre remetendo a minha referência mor que é Lost! Hueheuehe...
All Out War terá apenas mais três capítulos, o 54 (que já está postado, pode conferir, tenho certeza que irá curtir!), o 55 (que mostrará o fim da guerra), e o 56 que será o gran finale dessa fanfic! Ou seja, estamos realmente na contagem regressiva para o fim dessa saga que já dura quase um ano e meio! Tenho certeza que você irá se emocionar, vibrar, talvez até sentir um pouquinho de raiva. Mas acho que no fim não irá se arrepender por ter vindo ao meu lado durante todo esse projeto!
Muito obrigado por todos os elogios e por todo o apoio, Sami! Sou muito grato a você por nunca ter esmorecido e nem abandonado o barco! Kiitos!
Boa noite, caro Filho de Kivi! Como está sua vida? Olha, sem querer dar uma de Sr. K mas já dando, menino, se você tá achando difícil se organizar no primeiro período, devo te avisar para colocar o capacete, as joelheiras e tornozeleiras porque só fica pior, viu? ASUHSHUSHUSH! Sendo muito honesta, é uma questão natural. Você será cobrado cada vez mais conforme avança na faculdade, mas, considerando que é um curso que você está fazendo por prazer, imagino que isso não seja tão pesado. E tem o fator adaptabilidade contando: logo você se habitua e vê que faculdade está looooooooooooooooonge de ser um bicho de sete cabeças. Eu particularmente fui malandra demais e empurrei a minha com a barriga HAHAHAHA deveria ter estudado mais. Sempre tirei boas notas e tenho um CR bom também, mas passei quase 100% do tempo na malandragem e mal estudei. Mas por que estou falando isso? Pra te acalmar. Faculdade é fácil de se habituar. É só uma questão de pegar o jeito mesmo. Daqui a poucos períodos você vai entender perfeitamente o que eu estou falando... Sendo bem honesta, acho que o que anda tirando mais seu tempo são as suas prioridades sociais SUHSHUSHUSHU mas, né, somos humanos, demasiado humanos, e certas necessidades da carne precisam ser preenchidas HUSHUSHUSHUHE!
Mas pode relaxar, honestamente. Considere a opinião de quem já passou por tudo isso; é só uma questão simples, de ficar habituado. Logo, logo, você se acostuma. E também é uma questão de sortear as prioridades... Como diz uma amiga minha, tempo a gente sempre tem, a questão é que ele é usado pelo que elencamos como mais relevante ou não, heheehehe! Penso assim também, sinceramente. Eu imaginava que nunca teria tempo pra escrever minhas fics quando começasse a estagiar e trabalhar em algum estágio mais pesado ao mesmo tempo (isso lá pros idos 2012), e, no fim, jamais me faltou tempo. Acho que, na verdade, quanto mais ocupações a pessoa tem, mais ela aprende a sortear melhor o que fazer com seu tempo livre e produz mais rápido. Tendo todo o tempo do mundo, acho que é algo que deixa qualquer um mais vagal. Hehehehe! Eu pelo menos passei a produzir muito mais quanto mais me ocupava de atividades que afinassem meu pensamento: estágio, faculdade, escrever a monografia... Como disse uma leitora minha muito querida, a Marcela Mota "escrever essa sua monografia te fez muito bem, você já escrevia superbem e ficou ainda melhor depois" ahahahah! Palavras dela em um review em Hunter's Instinct.
Mas vamos agora ao capítulo! Pareceu mesmo um episódio repleto de cenas. Deu até para imaginar os cortes hehehehe, as cenas se interligando umas com as outras como uma teia de aranha, fazendo uso da metáfora que Frinini gosta de usar sobre a linguagem: maleável, fluida, se transformando com os fios tecidos... Aliás, sabe que a origem da palavra texto está em tecer, não? Aprendi mais detalhes sobre essa simbologia na aula de filosofia hahahaha aliás, tirei 10 na segunda prova, aêêêê!
Foi um texto bem fluido e leve de ler, gostei de ver! Poderia ter ficado um capítulo carregado no drama, mas acho que o fato de você ter dividido os POVs em tamanhos menores, e os deixando múltiplos, mudando de personagem para personagem, foi algo que acrescentou muito ao ritmo do capítulo, que talvez ficasse truncado se fossem muitos POVs mais longos em reflexões tristes. Eu amo drama, gosto de POVs introspectivos, gosto de ver personagens lidando com seus sofrimentos, você já sabe disso a essa altura hahahahaha mas quis dizer no sentido de que a narrativa em si foi bem fluida com essa divisão, vamos falar assim: você soube muito bem como dosar a hora de parar e de acrescentar os POVs! Muito legal!
Começamos com o POV da Olga, e, como eu pensei, fazendo uso da máxima capacidade humana (demasiada humana hahahaaha) de colocar os pés pelas mãos e sair julgando o outro sem conhecimento de causa, o Carson já fez a coitada da Olga ser obrigada a carregar um sentimento de culpa escroto sem necessidade. Ok que os caras eram maneiros. Mas faltou um pouco de compreensão da parte dele. E se a Olga fosse uma ótima pessoa também (ela é maneira, mas como o Carson não a conhece, por isso apontei esse detalhe)? Ele não conhece a história dela. As motivações dela. Ele só conhece os sujeitos, e, por isso, tomou o partido e botou na conta dela. As pessoas são fodas. Por que não temos o instinto de buscar compreender antes de julgar? Por que é tão imediato assim condenar? É algo que me irrita muito no que poderia ser a "aparente natureza humana" (embora, como Sartre - acho que já disse isso uma vez - eu ache que a natureza humana é volátil, se constrói pelas escolhas feitas). Ela agiu pelo "coração" e até pelo instinto, assim como ele também agiu pelo "coração" (embora eu ache que a sensibilidade muitas vezes dialoga com a racionalidade: afinal de contas, empatia é algo que funciona muito mais que uma competitividade extremada, fadada a destruição de uma sociedade, ao isolamento, a um individualismo escroto). Então será que não dá pra simplesmente call it even? Faltou um pouco de sabedoria aí pro cara... Acho que um Hershel da vida pensaria mais pro lado da minha opinião. Mas... Agora já foi. Coitada da Olga.
Depois temos um POV de Rick! Comendo porco e purê, rapaz, eu AMO carne de porco, acho boa demais hehehehehe! Só não perde para carne de vaca em meu paladar. E fiquei aguando pensando nesse churrasco maneiro ahahahaha! Aliás, não tinha vaquinhas e boizinhos em Hilltop? Por que a galera não comeu uma carne maneira também (imagine-me com a voz de JP perguntando isso HUSUHHS)? Uma picanha na brasa, imagina que delícia! Bem roots e gostoso pra porra UHSHUSHUS! Só faltava aparecer um personagem chamado John Paul dizendo "eu tinha um tio no interior que criava boi e andava com cooler de carne pra lá e pra cá quando viajava" AHUUHSUHSUHEH! Como uma das histórias contadas à beira da churrasqueira nessa celebração do último dia (no caso, momento) de paz em Hilltop!
Concordo com Rick. Negan é um, mas não é dois eheheheh! É claro que ele tem muitos seguidores, mas o que fazia Negan tão ameaçador e sedutor (não no sentido sexual da palavra, já chego lá), é algo que minha tia que convenci a assistir TWD e agora gosta muito da série disse: ele é um cara que está MUITO vivo. Ele não tem medo de dominar, de atacar, de transar, de botar a cara a tapa, ele vive intensamente e assume a responsabilidade por isso. É "fácil" ser um Salvador. Você pode botar todas as atrocidades na conta do chefe, e foda-se. Algo meio como o nazismo de Hitler, sem querer usar argumentos ad hitlerum, só pra ilustrar mesmo: tudo se resumia a vontade do Fuhrer, certo? Algo meio como uma idolatria. Esse é o problema com Negan. É um ídolo a ser destruído. Um nome temido a ser derrubado. Ele angariou tanto poder porque não teve medo. Porque tinha "fome" de tudo: de poder, de mulheres, de conquistas em geral. Quando Rick percebe que a vida pode ser mais do que se esconder, sobreviver e apenas passar um dia após o outro pensando em proteger seus entes queridos e seu povo, ele ganha um passo a frente. Ele começa a pensar que nem Negan, no sentido de pensar no lado bom que existe na filosofia de Negan: VIVAM, não sobrevivam. Tenham prazer em viver.
O POV de Lizzy foi de uma fofura só. Ela é uma das minhas personagens favoritas, eu diria que minha segunda favorita depois do GooGoo. Sim, ela ganhou da Leah em estima pra mim ahahahahha! Gosto muito da personalidade dela, do jeitinho dela, dos hobbies dela, enfim, ela é uma gracinha de pessoa e de personagem! Uma linda, muito, muito preciosa. AI DE VOCÊ SE RESOLVER MATÁ-LA SÓ PORQUE FALEI QUE GOSTO DELA! ACHO BOM QUE VOCÊ TIRE ESSAS IDEIAS SÁDICAS DA SUA MENTE PORQUE VOCÊ SABE QUE EU NÃO VOU DEIXAR BARATO! AHUSUHSHUSUHSHU! XD O modo dela de pensar é interessante, algo mais pró carpe diem e otimista.
E logo depois temos um POV da Leah, que traz de certa forma um pensamento contrário mas que ao mesmo tempo dialoga com o de Lizzy. Lizzy e Leah, as duas últimas moças importantes para Vincent Hall, ehehehehe! Eu vi as referências aí a filosofia do eterno retorno de Nietzsche, engraçado como o cara adorava descer a lenha em pensamentos metafísicos e constrói alguns, tipo a metafísica de artista/filosofia da imanência dele e essa questão do eterno retorno ahahahaha! Mas é aquilo, essa contradição faz parte! É preciso ter o caos dentro de si para parir uma estrela dançarina! Será que o pequeno Daryl de Leah assim será? Ou será que ele nem chega a nascer? Tô sentindo que você reserva uma chacina sem precedentes para o final dessa fanfic hahahahahaha! As possibilidades de mortes são muuuitas... Gostei das duas conversando e se dando bem. Aliás, reparei que nesse POV foi mais um POV do narrador onisciente em si do que da Leah, porque há momentos em que vemos o que Leah pensa e o que Lizzy pensa. Fiquei até surpresa, você não costuma fazer isso!
E depois teve o fatídico encontro da Leah e Julia, heheeheh! A projeção que Hall fazia na adolescente e a mulher que o rejeitou e ele nunca superou se encontrando! Olha só! Mais LOST impossível ahahahahhaa o karma da série se manifestando aqui em AOW com toda a dramaticidade precisa! E o encontro teve toda a eletrizante carga de intuição que Julia jamais saberá como explicar... Ou será que saberá? Se você for seguir à risca a inspiração LÓSTica, ela não saberá hehehehehe! Legal que nesse momento também houve uma menção à filosofia de Nietzsche, no sentido das muitas verdades possíveis, e o ridículo (para ele, embora eu também concorde) de uma suposta verdade universal, única, que alguns defendem... O senhor andou lendo e estudando filosofia pelas minhas costas, rapá? Hehehehe! Aliás, nem precisava colocar em itálico as referências, deu pra notar UHAHUSAUHSAHUE! Os segredos enterrados então, nada como aquela auto-propaganda esperta dentro da própria fanfic HAHAHAHAHA! Sugestão: mencione a história nas notas iniciais do capítulo ou notas finais, para os leitores que porventura não tenham visto e tenham curiosidade de lê-la.
Depois, um POV da Imperatriz fodalharaça que é a Eloise linda! Essa mulher é o bicho, meu amigo (imagine o JP dizendo isso AHSHUSUH)! Bebendo um whiskão maneiro com o Hanso... Rolou aquele clima, falando de umas revisitações do passado, quando... EITA CARAI É AGORA A GUERRA CHEGOU, FODEU GERAL, FODEU!
Eduardo foi o escape cômico desse capítulo! Não negando as origens BR, o momento zuera tinha que sobrar pro brasileiro mais de boa da história (já que uma das marcas da Julia é ser, digamos, um tanto intolerante)! AHUUHSH e ainda manda um cara de pau "tem Rick aqui não, amigo" parecendo algo tipo o Chicó ASHUSUHSHUS! Ariano Suassuna gostaria dessa passagem ahahahahahahsauhsauhsd! Ah, a zoeira brasileira... ♥
Outro POV de Rick, com Gleglennzinho lindo se destacando, brilhando e sambando na cara dazinimiga! Definitivamente, não foi um bom dia para as inimigas do descendente de coreanos mais fofo da histórias das séries de televisão e de todos os quadrinhos possíveis UHSHUSUHEH! Aquela que nem exagera no fangirlismo... Mas eu adoro esse guri, vou fazer o quê? Hahahhahaha! Essa conversa dele com Rick se lembrando de Atlanta foi feelings. Realmente, parece que eles já viveram várias vidas... E têm em comum com a Carol da série o fato de terem "nine lives, remember?" ahahahaha são felinos muito adaptáveis! Todos eles! Ou talvez Rick não... Gosto do personagem, mas fiquei com mais medo de você ter matado Glenn do que ele, então admito que não sofri UHASHUSHUSHUE! Honestamente, não faço ideia se você matará Rick ou não. Fico em dúvida. A única certeza que tenho é que você vai matar uma caralhada de personagens, quantos serão e quais serão, aí já é realmente difícil de prever!
Fiquei com dó do Dwight (sério, lembro sempre do Dwight de The Office agora que já estou na metade final do seriado ahushushush). Espero que ele possa provar que isso foi só uma maneira de não fazer Negan desconfiar. Mas acho que vai ser difícil... Tô achando que vai dar ruim pra ele!
Capítulo realmente fascinante! Curiosíssima por mais, espero que o senhor tome tenência (fala a la Billy Ray ahahhahahaha) e poste com a devida rapidez o próximo capítulo, porque capítulos definitivos assim a gente não faz o povo ficar esperando pra ler não! Hunf! Estou aqui esperando ansiosamente heheheheh não me desaponte, gafanhoto!
Mais uma vez meus parabéns por escrever uma fanfic tão foda, caro Daniel! É muito bom acompanhá-la, e sempre fico orgulhosa de ver que pude ser uma inspiração para um trabalho tão fodaralhástico! Siga escrevendo cada vez mais, porque você tem muito talento, meu amigo!
Beijos!
O que mais gostei: As referências a Nietzsche. Verdades múltiplas e eterno retorno, ehehehe! Meu aprendiz sendo meu aprendiz hoje e sempre! Que orgulho! Sinto-me o Moritz com a Peggy (mas não nesse sentido que você está pensando, sou uma moça comprometida)!
O que acho que pode melhorar: CADÊ ESSE CARALHO DE NEGAN MORTO AHUSUHSHUE! Tô doida pra ver ele se ferrar! Mal posso esperar para os próximos capítulos e o desenrolar de tudo!
Eu não disse que conseguiria me organizar até segunda feira, dona Menta? Hein? Nunca duvide de mim, rapá! Heuheuehue...
Hei!
Olá, senhorita Menta, nobre advogada e engenheira, Imperatriz da Oceania e senhora da Ilha Esmeralda! Como estão as coisas?
Por aqui tudo segue na mesma, com exceção é claro de alguns probleminhas que sempre nos atormentam (que a senhorita já deve saber do que se trata), mas que com um jeitinho aqui e outro ali vão sendo resolvidos. Ou pelo menos amenizados...
Mas vamos logo iniciar (com um atraso gigantesco, mas fazer o quê hehe) a resposta para um review enorme e f***rastico da senhorita!
Depois da palestra que eu assisti sobre Nietzsche e o Amor Fati, passei a incorporar o Tucano e berrar a plenos pulmões: SEMPRE FUI FÃ! Hehehe... Achei simplesmente fantástica essa maneira de pensar e de analisar o mundo. Claro que ainda estou muito cru nesse ramo, e minhas referências ainda são bem humildonas, mas estou disposto a entrar de cabeça na filosofia, pois senti realmente um despertar... Muito foda! Inclusive essa semana mesmo eu andei lendo as Meditações sobre o Conhecimento, de Gottfried Leibniz, e achei em maneiro também!
Em relação à faculdade... O problema não tem sido nem o período em si, que em relação a trabalhos e provas vem sendo tranquilo de ser levado (com exceção de um artigo que preciso escrever sobre a Ilíada, esse sim vem me arrancando o couro hehe), o problema maior tem sido eu mesmo hhueheue... É claro que a falta de internet me atrapalhou um bocado (e seguirá me atrapalhando), mas como você mesma me disse uma vez, tempo sempre tem, só é preciso administrá-lo, e de fato eu venho dando muitas cabeçadas nesse quesito. Esse final de semana mesmo foi bastante corrido, pois precisei finalizar o capítulo de AOW juntamente a três trabalhos da faculdade... E claro, ainda tem a Peggy... Mas esse fator em particular não me atrapalha em absolutamente nada, pelo contrário heuehuehe...
Eu espero realmente que minha evolução no curso gere frutos também na minha escrita, pois assim que terminar de escrever AOW (lembre-se, faltam apenas dois capítulos), pretendo começar as pesquisas para um novo projeto, que talvez seja até mesmo uma continuação dessa história, quem sabe...
Nesses últimos capítulos eu adotei uma postura um pouco diferente da que apresentava nos demais. Como haveria muitas cenas de ação, correria, mortes e uma pá de coisas acontecendo ao mesmo tempo, resolvi dar uma freada de leve no tamanho dos POVs, distribuindo-os de forma contínua durante o capítulo, para que de fato esses cortes ficassem mais claros na cabeça de quem estava lendo. Fora que era importante também dar destaque a todos os 7658582687527 de personagens dessa história, principalmente agora que ela já está na contagem regressiva...
Não podia deixar a história muita carregada no drama, pois o capítulo ficaria denso demais, talvez até muito maçante de ser lido. O objetivo era mostrar a guerra por diferentes olhos e ângulos, para que todos pudessem entender o que estava acontecendo no cenário em geral e com cada um dos personagens em particular...
A Olga ganhou um papel muito importante nesse final de fic, principalmente no 52 e no 53, onde ela se destacou bastante. Ela de fato é uma personagem que poderia ter sido muito bem trabalhada se tivesse sido introduzida no início da história. O passado dela é fantástico, assim como toda a sua trajetória até chegar a guerra contra Negan, mas infelizmente não houve tempo e nem timing para trabalhá-la da forma que eu gostaria... Como você bem disse, as atitudes dela acabaram gerando um julgamento sumário, baseado em nada além do próprio ato cometido por ela. Esse POV serviu para mostrar como vivemos realmente em uma bolha, tomando a nossa realidade e forma de pensar como a verdade absoluta. Carson jogou todo um peso sobre ela por ter matado os seus amigos, mas em nenhum momento pesou que ela estava ali para salvá-los. Aliás, estava ali sozinha para salvá-los, arriscando-se em uma missão que tinha tudo para ser suicida... Concordo com você (e com Sartre) no ponto em que a natureza humana é volátil e construída por nossas escolhas, mas talvez aja (puxando um pouco a sardinha para Chomsky) um inatismo que gere esse tipo de pensamento, como se lutássemos constantemente contra uma espécie de “natureza mais bárbara e animalesca” dentro de nós...
Eu também adoro carne de porco! Inclusive já aprendemos com os caros nerdcasters que nos ensinaram que no quesito bacon, ou você gosta, ou você está errado! Heuheuehue... Eu realmente nunca vi vacas e bois no Hill Top, lembro que nos quadrinhos Adlard nos mostrou porcos e galinhas, mas não lembro de ter visto bovinos por lá... De qualquer forma vale uma pesquisa mais profunda hehe... Rick tem filosofado bastante nesses últimos capítulos, percebeu? Será que isso quer dizer alguma coisa? Hehehehehe... Gosto de falar essas paradas só para te deixar bolada! Heuheueheu... Mas sim, claro, Negan é um mais não é dois! Ele vive sem culpa, sem pudor, sem regra alguma. Aliás, ele faz as próprias regras! E criando uma imagem mítica como a que criou, sempre se exaltando, fica realmente fácil segui-lo. Mal comparando, é como se fosse a velha desculpa que algumas religiões dão para quando algo está dando errado na sua vida, colocando sempre a culpa no diabo. Nesse caso Negan é literalmente o próprio diabo! Hehehe... O que Rick vem fazendo (como a senhorita mais uma vez bem disse) é trocar a sobrevivência apenas pela vivência. Pensar em um futuro, em tomar as rédeas de tudo, em vencer a guerra, em reconstruir a sociedade da sua forma... Rick Grimes vem realmente dando esse passo a frente...
Eu também gosto bastante da Lizzy, mas nesse momento crucial da história, não posso garantir a você se ela sobreviverá ou não no final, acho até que seria um corta tesão se eu revelasse o destino da moçoila... Mas eu realmente tenho um cuidado muito grande ao escrever os POVs dela, pois realmente tento passar essa imagem (nessa segunda fase dela, após a morte de Vincent) de alguém mais otimista em relação ao futuro e a si mesma...
Eu tinha por obrigação fazer essas referências ao eterno retorno, pois foi algo que realmente explodiu minha cabeça! Hehehe... Modéstia a parte acho até que foi bem encaixado, pois acabou se relacionando com as duas últimas mulheres importantes para Vincent Hall, fazendo ainda um link com o futuro filhote de Leah Fisher hehehe... Mas como eu disse, ainda sou muito garoto nesse quesito, preciso estudar muuuuuuito mais para um dia chegar a sua f***rilhicidade em relação a Nietzsche hehehe... Sobre o formato desse POV em especial, foi tudo realmente feito de propósito, e entendo que tenha ficado um pouco confuso. Se você notar, os POVs com apenas três estrelas (***) dentro do capítulo, se encontravam dessa forma exatamente por se relacionarem uns com os outros. No caso de Penn e Fisher, o corte se deu apenas como uma câmera mudando de ângulo, mas permanecendo no mesmo cenário e na mesma cena. Tentei fazer de uma forma mais onisciente para que o leitor seguisse no embalo, sem perder nenhuma informação daquele diálogo...
Tanto fiz isso que o próximo POV trouxe justamente a Julia com a Leah, praticamente uma continuação da cena anterior, apesar da mudança de visão... Esse encontro precisava acontecer, era só questão de tempo! Já que Alves e Hall nunca mais poderiam se ver, fiz questão de colocar essa dose de Lost (mostrando personagens que estão totalmente interligados, mas que não fazem ideia do quanto suas histórias se misturam umas com as outras) ao pôr as duas frente a frente. E mais! Alves está incumbida de fazer o parto do filho de Vincent! Que loucura, não é? Hehehehe... É claro que precisava de mais referências a Nietzsche e um toque daquelas coincidências que tanto vimos em Lost... As coincidências que não existem, como aprendemos bem na melhor série de todos os tempos. Gostei bastante de escrever essa parte, estava realmente ansioso para que esse momento chegasse hehehe...
Ah... Eu fiz sim a propaganda de Buried Secrets nas notas do capítulo 52. Mas convenhamos, atualmente eu tenho apenas duas leitoras que comentam de fato (você e Sami, sendo que as duas já comentaram em BS) e mais uma pá de fantasmas que jamais escreveram um review. Acredito que essa galera já tenha visto a propaganda, e talvez tenham até dado uma olhada na one, mas duvido muito que deixem algum comentário por lá... Essa é a triste realidade, senhorita hueheuheue...
Eu sempre ergo a flâmula do Império da Eloise, pois realmente me orgulho demais dessa personagem! Pode dizer a vontade que eu puxo a sardinha para o lado dela, pois eu puxo mesmo! Hehehe... Essa parte foi mais voltada para mostrar a amizade dela com Hanso, o quanto os dois se respeitam e o quanto são importantes um para o outro. O 54 terá um P*** complemento para esse POV...
Eduardo se provou um bom alívio cômico, pode admitir! Hehehe... O cara mandou uma zoada f*** na maior cara de pau para o Negan hehehe... Às vezes é bom dar uma desbancada naquele debochado filho da P***! É prazeroso, não é? Heuheueh...
A guerra finalmente começou e sobrou para Glenn e Rick a dose de ação, tiros, porrada e explosões gratuitas! Hehehe... Fiz questão de relembrar a cena do beco em que os dois se encontram pela primeira vez nos quadrinhos, que difere bastante do que ocorreu na primeira temporada da série. Esses momentos nostálgicos são legais para caramba! Remeter ao início dessa história (que já tem tanto tempo que muitas vezes nos esquecemos) é legal para mostrar o quanto os sobreviventes evoluíram! p****, os caras estão em guerras comandando tropas e sendo mandatários de grandes comunidades... Quem imaginaria isso ao ler as primeiras edições?
Dwight está sempre no limite, constantemente enfiado em alguma impossible sutiation! Dessa vez o cara acabou ferindo Rick mortalmente (ou não), mas já posso adiantar a você que ainda haverá o grande plot twist final em relação a esse personagem... Em relação às mortes, sim, haverá muitas mortes e mortes importantes! Leia o 54 e ateste o que estou dizendo! E ainda haverá o 55, em que a guerra finalmente encontrará o seu fim... Bom, não darei nenhum spoiler, já que faltam apenas dois capítulos para que AOW chegue ao final... Já estou chorando aqui L
Obrigado por todos os elogios, o apoio e a paciência que sempre teve comigo, minha amiga! Obrigado por tudo! Leia o capítulo 54, ele acabou de sair do forno e foi escrito com todo o carinho e lágrimas! Hehehe...
Beijos, nos vemos por aí...
Moi moi.
Aí minha nossa que saudade eu estava de ver a notificação de atualização de All out War meu deus do céu!! De repente parece que todo mundo começou a ficar sem tempo nenhum para fazer outra coisa que não fosse estudar ou no meu caso trabalhar. Eu ando meio louca com toda essa correria, ainda mais quando se quer passar no vestibular. Mas é como você me disse uma vez: todos nós temos uma vida fora do Nyah e demorando ou não para atualizar a história o importante é que tem capítulo novo e que a vida ainda tá indo tudo numa boa.
Mas enfim, é muito bom ter mais um capítulo da história para ler e NOSSA MÃE DO CÉU QUE CAPITULO FOI ESSE?!?!
Jesus amado não sei nem por onde começar direito e por ser um pouco do contra vou falar o que eu achei sobre essa parte final que foi do balaco baco. Minha feição pela treta só aumenta conforme os capítulos vão sendo postados e nesse teve exatamente tudo o que eu mais gosto nesse mundo: tiro, mais tiro, bomba e claro morte. Foi fantástico ler essa parte da guerra nossa... Aahhh ADOREI.
Eu estou adorando ver Leah e Lizzy se enturmando entre si, elas compartilham da mesma desgraça e praticamente passaram pelas mesmas merdas (tirando uma que está grávida). Acho que ambas podem virar super amigas depois que tudo isso acabar, bom, se as duas estiverem vivas para isso né. Mas eu tenho certeza que você não será tão cruel assim ao ponto de matar de uma menina grávida né??? Eu espero que não.
A Olga coitada, deu até pena dela pelo que aconteceu e nossa, ter tudo aquilo jogado na sua cara na maior assim foi dureza. Não ficaria surpresa caso ela viesse a morrer ou sei lá, ficar meio doida com tudo isso. A aposta maior está nela sendo morta por alguém ou cometendo suicídio (nossa seria dramático demais). Eu juro que se você não tivesse falado no comentário de Buried Secrets que a Julia estava no Reino eu teria ficado bem mais surpresa com isso, mas confesso que jamais esperei que ela estivesse tão perto e ao mesmo tempo tão longo do Vicent. Agora pensa comigo em como seria se ele ainda estivesse vivo e eles se encontrassem no meio dessa guerra. Gente! Ah não, seria muito legal. Se bem que eu acho que ela não iria ficar assim tão mexida como ele ficaria (ou ficaria???) Enfim, seria um reencontro maneiro e meio dramático né.
Só uma coisinha: sobre "antes do final, que será bem tranquilo e emocionante... Tenho certeza que irão se emocionar com o que tenho guardado" olha, eu sinceramente não sei o que pensar sobre isso. Não sei se fico feliz ou sei lá porque coisas dramáticas nem sempre são assim tão boas e vendo o caminho que a história está tomando sinto que esse dramático" será bem, bem dramático mesmo. Mas não vou mentir, adoro um drama hahaha.
Bom, por hora é só isso mesmo. Até breve e boa sorte na nova vida de universitário, aproveite bastante e claro tente não enlouquecer com a faculdade porque eu vejo a minha irmã quase arrancando os próprios cabelos de tanto estudar. Mas enfim, beijos e até mais!!
Hei!
Olá Sami, como estão as coisas?
Corri esse final de semana para escrever o capítulo de AOW, responder aos reviews atrasados, e ainda complementar tudo isso com três trabalhos da faculdade, sendo um deles um artigo sobre o canto XVII da Ilíada de Homero! Quase 72 horas sem pregar o olho direito! Hehehe... Mas aqui estou eu, firme e forte (ou não) para responder a mais um atencioso e carinhoso comentário escrito pela sua pessoa! Eu sei que demorei, mas estou tentando compensar isso hehe... O capítulo 54 já está postado, então prepare o lenço de papel, pois o antepenúltimo capítulo de All Out War está repleto de despedidas...
Mas voltando ao seu review...
Esse final de capítulo foi realmente repleto de ação! E se você gosta mesmo de toda essa porradaria, tenho certeza que irá adorar o episódio 54! Esse sim, com literalmente ação do início ao fim! Hehe...
Eu precisei ter um pouco de cuidado ao aproximar as duas (Lizzy e Leah), pois não queria criar nenhum tipo de amizade forçada, apenas pelo fato das duas terem sido pessoas importantes na vida de Vincent Hall. Mas com o tempo percebi que o que as estava ligando era algo externo a tudo isso. As duas possuem personalidades que se complementam, meio que precisam uma da luz da outra. Acho que o diálogo entre elas sempre gera discussões importantes, principalmente no que diz respeito à forma como cada uma vê o mundo desolado em que vivem... Fora que são duas meninas que evoluíram para caramba no decorrer da fic! Bom, assim como eu disse a Menta, direi também a você... Não irei adiantar nada em relação a quem morrerá, justamente por ser um corta tesão, já que a história está em sua reta final. Só peço que se prepare, pois no capítulo postado hoje, teremos algumas despedidas e despedidas importantes!
A Olga tomou uma P*** rasteira da vida! Acabou destroçando quatro vidas sem nem ter ideia do que estava fazendo. É claro que Carson a massacrou, tentando jogar nela toda a culpa pela execução dos seus amigos, mas vale ressaltar também que ela estava em uma missão de resgate, e tudo o que fez foi apenas com intenção de libertar Eugene e o seu pessoal. Se pararmos para pensar, talvez ela tivesse sido a vítima dos dois seguranças, se os mesmo tivessem sido rápidos o bastante. É complicado tomarmos um lado nessa história, assim como é muito complicado julgar o que aconteceu com a ucraniana... Por isso mesmo que achei bem legal lançar toda essa discussão dentro do capítulo, acho que deu uma boa apimentada e de certo modo criou um nó na cabeça dos leitores hehehe...
Julia já havia aparecido no Reino, no capítulo em que a mostrei junto a James Goodwin, mas como foi uma breve aparição, talvez você não tenha notado... Eu a trouxe muito na reta final de AOW, então não havia muito clima para pausar a história e contar sua trajetória de sobrevivência, por isso acabei fazendo em uma one a parte. A grande questão é mostrar que ela está aí, que sobreviveu apesar de tudo, e que o universo acabara sendo bastante engraçaralho em relação ao seu destino hehehe... Colocou a médica frente a frente com Leah, e ainda a colocou como responsável pelo parto do filho de Vincent Hall! Algo que nem de longe passa por sua cabeça hehehe... Essa é meio que uma forma de compensar o encontro entre ela e Hall que nunca poderá ocorrer. Mas eu gosto de brincar com destino e coincidências dentro da fic, é claro, sempre remetendo a minha referência mor que é Lost! Hueheuehe...
All Out War terá apenas mais três capítulos, o 54 (que já está postado, pode conferir, tenho certeza que irá curtir!), o 55 (que mostrará o fim da guerra), e o 56 que será o gran finale dessa fanfic! Ou seja, estamos realmente na contagem regressiva para o fim dessa saga que já dura quase um ano e meio! Tenho certeza que você irá se emocionar, vibrar, talvez até sentir um pouquinho de raiva. Mas acho que no fim não irá se arrepender por ter vindo ao meu lado durante todo esse projeto!
Muito obrigado por todos os elogios e por todo o apoio, Sami! Sou muito grato a você por nunca ter esmorecido e nem abandonado o barco! Kiitos!
Beijos! Nos vemos nos próximos capítulos!
Moi moi.