Por milagre do destino, consegui arrumar um tempo para comentar.
Não sei se ainda lembra de mim, provavelmente não, já que não sou uma pessoa marcante (tanto na realidade quanto na escrita), mas espero que me perdoe por ter parado subitamente de comentar. Acabei extremamente enrolada em problemas da escola e de saúde, o que acabou com boa parte do tempo disponível que eu dedicava às fanfics.
Mas indo para o que realmente interessa, esse capítulo, assim como os anteriores (que eu vim a devorar em questão de horas) mantém uma qualidade inigualável. Sua escrita é fluída, delicada e extremamente prazerosa de se ler, além de possuir diversos detalhes e ser, digamos, requintada. Exatamente como se espera que uma "escrita de época" seja.
Há uma preocupação perceptível com o encaixe de cada personagem, como se fossem engrenagens de uma máquina, trabalhando e sendo constantemente ajustados e reorganizados para o bom funcionamento desta. Parabéns pela dedicação! É difícil encontrar autoras como você. Quanto aos personagens abordados nesse capítulo, o Edmund é, com certeza, um de meus favoritos. Não sei bem por qual motivo, só sei que o adoro. Já ao tratarmos do Senhor Thierry, bem, ainda não tenho uma opinião formada sobre ele, mas parece ser um personagem deveras interessante.
Novamente, desculpe-me pelo comentário curto e "sem sal nem açúcar". Estou tentando me reorganizar por aqui, mas até isso acontecer, infelizmente não poderei ser a leitora insistente e participativa que costumava ser. Esse comentário foi apenas para não deixar passar em branco um capítulo tão incrível.
Estava com saudade de você mesmo, eu sempre lembro dos meus leitores, mesmo quando eles ficam sem comentar por bastante tempo, pois eu entro sempre pra ver as fichas e pegar uma ou outra informação e acabo às vezes errando a mensagem ou o personagem e entro na MP de um outro leitor, com outra ficha e fico pensando 'onde ele está...?', mas nunca irei descontar ou ficar brava com vocês, pois eu sei bem como é a vida, dificilmente nos dá um prazer de fazermos o que queremos, não posso obrigá-los a estar aqui o tempo todo, assim como eu não estou aqui o tempo todo.
Não sei se esses problemas já passaram, mas espero que melhore, okay?
Sabe, eu não sei o que eu tenho, mas eu nunca acredito no que as pessoas me dizem. "Você é bonita", não, ele só está dizendo isso porque quer ficar comigo, "Amo sua escrita", não, ela só está dizendo isso para ter o personagem dela mostrado no próximo capítulo ou porque ela diz isso pra todos os autores. Por que eu nunca consigo acreditar de verdade no que os outros dizem? "Eu te amo". Mas ama mesmo? Ama bastante? Ou só gosta?
Mas mesmo que dentro de mim eu não consiga aceitar que minha escrita seja tudo o que citou acima, eu fico extremamente feliz em ouvir isso. É uma pena que todos os personagens masculinos estejam sendo mostrados apenas em momentos taciturnos e mais melancólicos, espero mudar isso, quero que cada um tenha o seu jeito. O Edmund é taciturno mesmo por natureza (eu adoro homens assim), mas o Sr. T não, e eu quero que os leitores entendam isso. :3
Eu adorei seu comentário, ainda mais depois de tanto tempo sem notícias! ^.^ É tipo "Ela está viva!".
Obrigada por seu comentário, por estar acompanhando a fanfic e por me fazer tão feliz.
Sinto pena pelo pobre Edmund, ainda mais que naquela época, a mais simples gripe poderia gerar uma grande confusão devido a falta de medicamentos e conhecimentos necessários. Espero que ele fique bem logo... E os sonhos dele, deixaram-me curiosa. O que ele estaria sonhando? Alguma chance de receber uma dica?
O Sr. Thierry inicialmente desperta-me pena. Fico curiosa para saber mais sobre ele e o que o destino lhe aguarda.
Oh, sim, um risco de vida. Mas não se preocupe, como o médico disse, era algo passageiro por causa da mudança de clima a que ele não estava acostumado. Isso que dá ir para a Inglaterra no começo do inverno.
Vou falar mais sobre eles, eu prometo :3
Obrigada pelo comentário!
Beijos da
Meell Gomes
S
Sara Cullen
Olá Mell! Fiquei tão feliz em ter chegado a casa depois de fazer o malfadado exame e ver esta fanfic actualizada! Esta semana tem sido terrível, finalmente acabou!
Ainda bem que aceitou as minhas sugestões de mudar a categoria da fanfic e responder aos comentários, fico feliz em contribuir para qualquer coisa que beneficie este fanfic :)
Quando ao capítulo, não sei se é só do resfriado, mas Edmund me pareceu ser muito melancólico e taciturno. A forma como ele ansiava por voltar a dormir e até ficou absurdamente feliz por ficar doente, o que significada que podia ficar na cama são alguns indícios de que ele é assim um pouco introvertido e depressivo.
Thierry me pareceu muito parecido com Edmund, mas como o capítulo dele foi basicamente no funeral da própria mãe vou lhe dar um desconto. Ele me pareceu o homem típico da época, por isso perdou-lhe a forma como ela vê a irmã.
Olá, Sara! E eu fiquei feliz de ter chegado em casa após um dia estressante e cheio de 'pessoas' e encontrar um comentário tão delicioso como o seu! Que bom que terminou ;-; Embora já tenha passado dias de que comentou isso, eu sei que provavelmente ainda não está sendo fácil (quer dizer, não se você estiver de férias, né...?). Ah, eu notei a diferença, realmente leitores começaram a ler o primeiro capítulo no mínimo, até comentaram XD
Edmund é o irmão da Cecílie, aquela do começo dos capítulos, que dançou sobre a mesa de centro da sala para entreter o irmão >.< Eu gosto das interações deles, mas sem a CC o Eddie não é lá muito falante ou alegre, ele é taciturno por natureza, e melancólico também. Um ótimo partido para um par romântico, não acha? XD
Esses dois vão precisar de vontade de ferro pra manter uma postura positiva ou ao menos neutra na frente da sociedade... Que peculiar, um enterro em que não chove. Eu nunca sei o que pensar do clichê, mas a ausência dele certamente não me incomoda...
Ah, sim, é. Eu escrevi esse capítulo enquanto estava com gripe, e como eu me sentia. Foi mais fácil de descrever. Não fico notando se em enterros chovem o.O que estranho. Obrigada por comentar.
Sim, eu ia ler todos os capítulos e depois fazer um meia comentário geral com o que fosse mais importante. Sim, eu tive que parar e comentar esse capítulo. Cara, eu pensei que o Ed ia convulsão mar e morrer! HUEHUEHUE ;--; Que gripe maldita! Espero que passe ♥ E as cozinheiras devem ter ficado meio "WTF" Hahahaha Ele sonhou com alguma mulher? :v
E sobre os Thierry, você é simplesmente espetacular! Ficou perfeito! Melhor do que eu pensei que ficaria, na verdade. Essa morte logo de cara foi esplêndida e agora o Jow vai ter que se virar \o/ Ficou magnificente.
Agora tenho que ler o resto. Não consigo parar. Até.
HAHAAHAHAH, parar e comentar? Coitada! XD Ele passou mal, mas não vai morrer não ;-; Ainda não =D
Ah, elas ficaram, sim. Não é todo dia que se encontra o Duque indo até as cozinhas de roupão, pálido, ardendo em febre e devorando todos os pães da despensa...
Sim, sonhou u.u
Own, obrigada! Eu nem cheguei a citar o primeiro nome do rapaz, mas acho que ficou legal assim, chamar de Sr. Thierry dá um ar mais maduro. Aham :3 Eu fiquei pensando o que fazer no capítulo dele, como retratar, e então lembrei da mãe e lembrei de A menina que roubava livros e a morte do irmãozinho da Liesel e pensei em fazer algo igual, como o livro começa na morte do garotinho, o do Jow (hehe) ser com a morte da mãe.
Olá, normalmente eu espero terminar de ler o que já foi postado antes de comentar mas esta citação do Patrick Rothfuss no começo do capítulo não me permitiu esperar, amei essa citação (gosto muito de o nome do vento, e adorei ver essa referência)! Estou gostando muito da fic, sinceramente me surpreendi afinal não sou muito acostumada a ler fanfics ambientadas na Era Vitoriana mas está valendo muito a pena! Estou amando essas personagens femininas que burlam os padrões da época, são fortes, inteligentes e maravilhosas! (Não gostei muito da Mary, até onde vi ela é uma pessoa muito dissimulada, mas quero ver onde isso vai dar). Parabéns pela escrita, esta fic está muito cativante!
Ps: Estou exercitando a minha capacidade de escrever comentários! hahaha
Por milagre do destino, consegui arrumar um tempo para comentar.
Não sei se ainda lembra de mim, provavelmente não, já que não sou uma pessoa marcante (tanto na realidade quanto na escrita), mas espero que me perdoe por ter parado subitamente de comentar. Acabei extremamente enrolada em problemas da escola e de saúde, o que acabou com boa parte do tempo disponível que eu dedicava às fanfics.
Mas indo para o que realmente interessa, esse capítulo, assim como os anteriores (que eu vim a devorar em questão de horas) mantém uma qualidade inigualável. Sua escrita é fluída, delicada e extremamente prazerosa de se ler, além de possuir diversos detalhes e ser, digamos, requintada. Exatamente como se espera que uma "escrita de época" seja.
Há uma preocupação perceptível com o encaixe de cada personagem, como se fossem engrenagens de uma máquina, trabalhando e sendo constantemente ajustados e reorganizados para o bom funcionamento desta. Parabéns pela dedicação! É difícil encontrar autoras como você.
Quanto aos personagens abordados nesse capítulo, o Edmund é, com certeza, um de meus favoritos. Não sei bem por qual motivo, só sei que o adoro. Já ao tratarmos do Senhor Thierry, bem, ainda não tenho uma opinião formada sobre ele, mas parece ser um personagem deveras interessante.
Novamente, desculpe-me pelo comentário curto e "sem sal nem açúcar". Estou tentando me reorganizar por aqui, mas até isso acontecer, infelizmente não poderei ser a leitora insistente e participativa que costumava ser. Esse comentário foi apenas para não deixar passar em branco um capítulo tão incrível.
Até breve (assim espero).
Olá, Phantom
Estava com saudade de você mesmo, eu sempre lembro dos meus leitores, mesmo quando eles ficam sem comentar por bastante tempo, pois eu entro sempre pra ver as fichas e pegar uma ou outra informação e acabo às vezes errando a mensagem ou o personagem e entro na MP de um outro leitor, com outra ficha e fico pensando 'onde ele está...?', mas nunca irei descontar ou ficar brava com vocês, pois eu sei bem como é a vida, dificilmente nos dá um prazer de fazermos o que queremos, não posso obrigá-los a estar aqui o tempo todo, assim como eu não estou aqui o tempo todo.
Não sei se esses problemas já passaram, mas espero que melhore, okay?
Sabe, eu não sei o que eu tenho, mas eu nunca acredito no que as pessoas me dizem. "Você é bonita", não, ele só está dizendo isso porque quer ficar comigo, "Amo sua escrita", não, ela só está dizendo isso para ter o personagem dela mostrado no próximo capítulo ou porque ela diz isso pra todos os autores. Por que eu nunca consigo acreditar de verdade no que os outros dizem? "Eu te amo". Mas ama mesmo? Ama bastante? Ou só gosta?
Mas mesmo que dentro de mim eu não consiga aceitar que minha escrita seja tudo o que citou acima, eu fico extremamente feliz em ouvir isso. É uma pena que todos os personagens masculinos estejam sendo mostrados apenas em momentos taciturnos e mais melancólicos, espero mudar isso, quero que cada um tenha o seu jeito. O Edmund é taciturno mesmo por natureza (eu adoro homens assim), mas o Sr. T não, e eu quero que os leitores entendam isso. :3
Eu adorei seu comentário, ainda mais depois de tanto tempo sem notícias! ^.^ É tipo "Ela está viva!".
Obrigada por seu comentário, por estar acompanhando a fanfic e por me fazer tão feliz.
Beijos para a Lady P.
de Meell Gomes
Sinto pena pelo pobre Edmund, ainda mais que naquela época, a mais simples gripe poderia gerar uma grande confusão devido a falta de medicamentos e conhecimentos necessários. Espero que ele fique bem logo... E os sonhos dele, deixaram-me curiosa. O que ele estaria sonhando? Alguma chance de receber uma dica?
O Sr. Thierry inicialmente desperta-me pena. Fico curiosa para saber mais sobre ele e o que o destino lhe aguarda.
Continue postando. Preciso de mais *--*
Oh, sim, um risco de vida. Mas não se preocupe, como o médico disse, era algo passageiro por causa da mudança de clima a que ele não estava acostumado. Isso que dá ir para a Inglaterra no começo do inverno.
Vou falar mais sobre eles, eu prometo :3
Obrigada pelo comentário!
Beijos da
Meell Gomes
Olá Mell! Fiquei tão feliz em ter chegado a casa depois de fazer o malfadado exame e ver esta fanfic actualizada! Esta semana tem sido terrível, finalmente acabou!
Ainda bem que aceitou as minhas sugestões de mudar a categoria da fanfic e responder aos comentários, fico feliz em contribuir para qualquer coisa que beneficie este fanfic :)
Quando ao capítulo, não sei se é só do resfriado, mas Edmund me pareceu ser muito melancólico e taciturno. A forma como ele ansiava por voltar a dormir e até ficou absurdamente feliz por ficar doente, o que significada que podia ficar na cama são alguns indícios de que ele é assim um pouco introvertido e depressivo.
Thierry me pareceu muito parecido com Edmund, mas como o capítulo dele foi basicamente no funeral da própria mãe vou lhe dar um desconto. Ele me pareceu o homem típico da época, por isso perdou-lhe a forma como ela vê a irmã.
Para ser sincera as personagens masculinas
Olá, Sara! E eu fiquei feliz de ter chegado em casa após um dia estressante e cheio de 'pessoas' e encontrar um comentário tão delicioso como o seu! Que bom que terminou ;-; Embora já tenha passado dias de que comentou isso, eu sei que provavelmente ainda não está sendo fácil (quer dizer, não se você estiver de férias, né...?). Ah, eu notei a diferença, realmente leitores começaram a ler o primeiro capítulo no mínimo, até comentaram XD
Edmund é o irmão da Cecílie, aquela do começo dos capítulos, que dançou sobre a mesa de centro da sala para entreter o irmão >.< Eu gosto das interações deles, mas sem a CC o Eddie não é lá muito falante ou alegre, ele é taciturno por natureza, e melancólico também. Um ótimo partido para um par romântico, não acha? XD
Obrigada por seu comentário!
Beijos da
Meell Gomes
Esses dois vão precisar de vontade de ferro pra manter uma postura positiva ou ao menos neutra na frente da sociedade...
Que peculiar, um enterro em que não chove. Eu nunca sei o que pensar do clichê, mas a ausência dele certamente não me incomoda...
O que mais gostei: Gripe é mesmo horrível. Credo.
Ah, sim, é. Eu escrevi esse capítulo enquanto estava com gripe, e como eu me sentia. Foi mais fácil de descrever. Não fico notando se em enterros chovem o.O que estranho. Obrigada por comentar.
Sim, eu ia ler todos os capítulos e depois fazer um meia comentário geral com o que fosse mais importante.
Sim, eu tive que parar e comentar esse capítulo.
Cara, eu pensei que o Ed ia convulsão mar e morrer! HUEHUEHUE ;--; Que gripe maldita! Espero que passe ♥ E as cozinheiras devem ter ficado meio "WTF" Hahahaha
Ele sonhou com alguma mulher? :v
E sobre os Thierry, você é simplesmente espetacular! Ficou perfeito! Melhor do que eu pensei que ficaria, na verdade. Essa morte logo de cara foi esplêndida e agora o Jow vai ter que se virar
\o/
Ficou magnificente.
Agora tenho que ler o resto. Não consigo parar. Até.
Hai
HAHAAHAHAH, parar e comentar? Coitada! XD Ele passou mal, mas não vai morrer não ;-; Ainda não =D
Ah, elas ficaram, sim. Não é todo dia que se encontra o Duque indo até as cozinhas de roupão, pálido, ardendo em febre e devorando todos os pães da despensa...
Sim, sonhou u.u
Own, obrigada! Eu nem cheguei a citar o primeiro nome do rapaz, mas acho que ficou legal assim, chamar de Sr. Thierry dá um ar mais maduro. Aham :3 Eu fiquei pensando o que fazer no capítulo dele, como retratar, e então lembrei da mãe e lembrei de A menina que roubava livros e a morte do irmãozinho da Liesel e pensei em fazer algo igual, como o livro começa na morte do garotinho, o do Jow (hehe) ser com a morte da mãe.
Obrigada pelo comentário!
Beijos da
Meell Gomes
Olá, normalmente eu espero terminar de ler o que já foi postado antes de comentar mas esta citação do Patrick Rothfuss no começo do capítulo não me permitiu esperar, amei essa citação (gosto muito de o nome do vento, e adorei ver essa referência)!
Estou gostando muito da fic, sinceramente me surpreendi afinal não sou muito acostumada a ler fanfics ambientadas na Era Vitoriana mas está valendo muito a pena!
Estou amando essas personagens femininas que burlam os padrões da época, são fortes, inteligentes e maravilhosas! (Não gostei muito da Mary, até onde vi ela é uma pessoa muito dissimulada, mas quero ver onde isso vai dar).
Parabéns pela escrita, esta fic está muito cativante!
Ps: Estou exercitando a minha capacidade de escrever comentários! hahaha