Veja os comentários de outros capítulos:
Sobre memórias encapsuladas lançadas ao mar.
Uma meia dúzia. Um café. Três meias dúzias. Dois biscoitos.
Agarre-se. Até seu final, não existe 'tarde demais'.
Duradouro exílio, oscilando frente ao irrecuperável.
Uma dose de realidade quimérica, por gentileza.
Puxe os espinhos presos com essa pinça. Um. Por. Um.
Histórico do chat: murmúrios sussurrados entre mente e coração.
Pelo resguardado bem da humanidade, trancafiando devaneios escurecidos.
Gotas de néctar vitálico, escorregando em meio a almas embaraçadas.
Exercício de observação: encare, pacientemente, o horário no relógio mais próximo.
Miragem que ocorre ao quando o acordar da mente inicia, mas a alma ainda deseja sonhar.
Sobre a calma que antecede tempestades.
Pássaro Azul.
Ventania...
Fatigado relato marcado na pele mental castigada pelas incessantes chamas de um passado.
Examinando integridade do sistema: realocando setores (defeituosos?)
Curiosidade sobre a reação corpórea quando em contato individual consigo mesmo.
Maldita seja a lua, e maldito seja você. Maldição...
Ao angustiar a luz, cria-se escuridão.
Amável convivência abraçando ápices trançando êxtase e corrosão.
Naquela madrugada, dançamos juntas em meio à rubra tinta em nossos corações.
olha escreva mais adorei o que escreveu, é como se eu sentisse o que quis dizer...não é fácil, realmente, e de certos fatos talvez reste algo para levarmos de experiência...
O que mais gostei: Eu gostei de tudo...
O que acho que pode melhorar: bom, pelo meu ver nada
Agradeço seu comentário! Aconchegante saber que és capaz de sentir algo com o que escrevo. Obrigada por estar acompanhando.