Estou lendo essa história devagar, e acho que essa é a única maneira de a ler. Pelo menos, para mim. Caso contrário, ela me destruiria. Sinto muito caso eu faça desses comentários uma espécie de divã virtual, mas, como eu tinha dito antes, essa história possuí muita, muita, verdade. Consigo ver a tua alma, através das palavras. E é quase que inevitável que a minha também apareça.
Eu tenho um irmão chamado Caio.
Eu não conheço bem o meu irmão, mas sei que meu pai deu esse nome para ele para que se lembrasse de mim. Ou para que meu irmão fosse, de alguma forma, como eu. Às vezes eu odeio isso. Contudo, hoje, ao ler essa história, eu gostei. Me fez ler tudo isso com o coração melancólico, mas um sorriso no rosto. Me fez querer pegar o telefone e mandar uma mensagem para o meu irmão.
Me lembro uma vez, que ele quase me fez chorar. Eu tinha desistido de ir pra casa de uma tia minha, e acabei passando a noite na casa do meu pai. Meu irmão era pequeno, não devia ter mais do que os seus seis anos, mas sorriu e me confessou que pediu para o "Papai do céu" que eu fosse para lá, para a casa dele. Para que ele pudesse ficar com o irmão mais velho.
Nem sei por que estou te contando isso. Nem sei porque que essa memória me voltou à cabeça, já nem me lembrava de tê-la.
Mas, no final, posso dizer, assim como Catarina, que:
Preciso confessar que estou impressionada com essa coincidência de nomes! A propósito, quando ler os capítulos seguintes, vai encontrar uma discussão sobre, exatamente, "coincidências". Na verdade, se vc reparar, a história toda é praticamente sobre isso. Sobre essa série de minúsculos fatos corriqueiros que nos levam pra um lugar específico. E não se importe de aparecer de novo, e de novo, e de novo! Eu gosto. Quero continuar lendo seus comentários! Tem muito mais da minha alma nas próximas palavras... Quero saber se tem da sua também. Até logo ❤️
Olá, de novo.
Estou lendo essa história devagar, e acho que essa é a única maneira de a ler. Pelo menos, para mim. Caso contrário, ela me destruiria. Sinto muito caso eu faça desses comentários uma espécie de divã virtual, mas, como eu tinha dito antes, essa história possuí muita, muita, verdade. Consigo ver a tua alma, através das palavras. E é quase que inevitável que a minha também apareça.
Eu tenho um irmão chamado Caio.
Eu não conheço bem o meu irmão, mas sei que meu pai deu esse nome para ele para que se lembrasse de mim. Ou para que meu irmão fosse, de alguma forma, como eu. Às vezes eu odeio isso. Contudo, hoje, ao ler essa história, eu gostei. Me fez ler tudo isso com o coração melancólico, mas um sorriso no rosto. Me fez querer pegar o telefone e mandar uma mensagem para o meu irmão.
Me lembro uma vez, que ele quase me fez chorar. Eu tinha desistido de ir pra casa de uma tia minha, e acabei passando a noite na casa do meu pai. Meu irmão era pequeno, não devia ter mais do que os seus seis anos, mas sorriu e me confessou que pediu para o "Papai do céu" que eu fosse para lá, para a casa dele. Para que ele pudesse ficar com o irmão mais velho.
Nem sei por que estou te contando isso. Nem sei porque que essa memória me voltou à cabeça, já nem me lembrava de tê-la.
Mas, no final, posso dizer, assim como Catarina, que:
"Eu também amo você, Caio".
Preciso confessar que estou impressionada com essa coincidência de nomes! A propósito, quando ler os capítulos seguintes, vai encontrar uma discussão sobre, exatamente, "coincidências". Na verdade, se vc reparar, a história toda é praticamente sobre isso. Sobre essa série de minúsculos fatos corriqueiros que nos levam pra um lugar específico.
E não se importe de aparecer de novo, e de novo, e de novo! Eu gosto.
Quero continuar lendo seus comentários! Tem muito mais da minha alma nas próximas palavras... Quero saber se tem da sua também.
Até logo ❤️