Oi! Eu não consegui entender bem a Robyn. Apesar de parecer decidida, algo na atitude dela soa como uma fuga. Por que essa viagem parece tão definitiva? O receio dela em descobrir que a família não é tão família como ela pensava é algo especialmente triste. Enxergar que a proximidade não era tão real afinal é doloroso. Espero que volte a escrever em breve. Bjs! ♡
Poxa, estou até me sentindo culpada! Vou tentar postar logo o próximo capítulo!
E que bom que soou confuso a resolução de Robyn, pois era bem isso que eu queria passar. Acho que todo mundo um dia já teve ou vai ter sentimentos conflitantes que nem a própria pessoa sabe explicar. E esse lance de mudar de cidade pode mexer com a cabeça de alguém. No fundo, Robyn ainda tem laços com a cidade natal, laços que andaram esquecidos e que despertaram com o telefonema da irmã.
E aí entram essas dicotomias e as dúvidas sobre onde é o lugar dela, afinal. É quase como se ela não quisesse ter que decidir — pelo menos não agora.
O ser humano é complexo demais pra ter tudo explicadinho dentro da própria cabeça. Robyn vai ter que fazer uma imersão nos próprios sentimentos pra decidir o que quer (nem que seja na marra!).
Oi!
Eu não consegui entender bem a Robyn. Apesar de parecer decidida, algo na atitude dela soa como uma fuga. Por que essa viagem parece tão definitiva?
O receio dela em descobrir que a família não é tão família como ela pensava é algo especialmente triste. Enxergar que a proximidade não era tão real afinal é doloroso.
Espero que volte a escrever em breve.
Bjs! ♡
Hey!
Poxa, estou até me sentindo culpada! Vou tentar postar logo o próximo capítulo!
E que bom que soou confuso a resolução de Robyn, pois era bem isso que eu queria passar. Acho que todo mundo um dia já teve ou vai ter sentimentos conflitantes que nem a própria pessoa sabe explicar. E esse lance de mudar de cidade pode mexer com a cabeça de alguém. No fundo, Robyn ainda tem laços com a cidade natal, laços que andaram esquecidos e que despertaram com o telefonema da irmã.
E aí entram essas dicotomias e as dúvidas sobre onde é o lugar dela, afinal. É quase como se ela não quisesse ter que decidir — pelo menos não agora.
O ser humano é complexo demais pra ter tudo explicadinho dentro da própria cabeça. Robyn vai ter que fazer uma imersão nos próprios sentimentos pra decidir o que quer (nem que seja na marra!).
Beijos!