Comentários em “Entropia”: “XXII - O Sonho”

Gwynbleidd

Que descrição ensurdecedora do som do oceano!! Muito bonita.
Vou confessar uma coisa, eu quase não tenho pesadelos... Por mais que seja um sonho em que alguma criatura te persegue, ou algo assustador acontece, uma força me faz lembrar que é um sonho e eu sempre contorno a situação... Mas em geral eu tenho sonho com jogos, que eu sou um guerreiro, já sonhei com GTA San Andreas hahaha foi cômico, pois eu podia usar as cheats do jogo no meu sonho e tinha até uns Aliens engraçados.

Tem uma parte que está “desertos existentes naquele universo e em todos os outros universos infinitos universos existentes” Tem dois universos mesmo, no final?

Ainda não consegui juntar minhas ideias sobre a Alice... A habilidade dela de no sonho decifrar a grandeza limitada do saar... Vou esperar mais antes de falar

Agora entendo o porquê, da dificuldade em escrever esse capítulo, muita descrição, muito detalhamento que pode confundi-la certo? Reler e reler para ver se não há uma virgula fora de lugar, deve confundir muito. Eu vou ler duas vezes esse capítulo para fixar melhor.

Sarlik a canção do deserto? Essa é a canção do deserto?

O final foi muito bom... Caramba ela entrou na mente da Annik intencionalmente, imagina quando ela tiver um treinamento devido... Será que o sangue saindo do nariz da Annik foi por causa da tentativa de “combater” a invasora? Lembro-me que a Annik era talentosa para invadir mentes... Gostei muito.

Reyna Voronova

Obrigadíssima, camarada =D

Nunca tive um pesadelo. Também não me lembro dos meus sonhos em 99% das vezes. Achava que todo mundo era assim, mas esta percebeu que tem gente que se lembra dos seus sonhos com muito mais facilidade do que esta. Entretanto, dificilmente esqueço-me de algum sonho que tive, mesmo ele sendo de anos atrás. Acho que essa foi minha inspiração para a Menina Sem Nome: esta (no caso, esta que vos fala, não a personagem, caso fique confuso) também pouco se recorda dos seus sonhos. O que é bom. Esta detestaria se lembrar de algum sonho idiota.

Talvez sim, talvez não. Mas saiba que usei para propósitos de monólogo, hehe.

Pois é, e esse capítulo esta revisou na preguiça. Não revisei o monólogo; mas demorei tanto para escrevê-lo que acho que está aceitável do jeito que ficou.

Por motivos de confusão, essa coisa do sarlik será explicada mais para frente. Não me lembro em qual capítulo exatamente, mas ele está próximo. Portanto, aguarde, camarada.

Ela era, mas só em mentes adormecidas. Em mentes acordadas, é muito mais difícil. E sim, foi exatamente por isso. Está explicado no diálogo final (caso não tenha ficado claro, por favor avise que dou um jeito imediatamente).

Mais uma vez, agradeço imensamente pelo seu comentário, camarada, e por ter gostado desse capítulo que me foi tão complicado. É de fato uma recompensa muito valiosa pelo esforço.

Vaernseyn.